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Governo volta a ultrapassar a linha vermelha dos direitos fundamentais

O Relatório Anual da Amnistia Internacional (AI)  confirma o que a CGTP-IN há muito vem  denunciando e combatendo: a política do Governo do PSD-CDS e da troika pôs e põe em causa  direitos humanos.

Este é o resultado de uma opção ideológica que fez do corte nos salários, nas pensões, nos subsídios de desemprego, nos apoios sociais, nas sucessivas alterações à legislação laboral e ataques à contratação colectiva, os eixos centrais de uma política concebida para  aumentar a exploração, as desigualdades e o empobrecimento de grande parte da população. CGTP-IN +informação

Semana da Igualdade - 2 a 8 de Março

A Semana da Igualdade convocada pela CGTP-IN, sob o lema "Efectivar a Igualdade – Com Emprego de Qualidade", irá decorrer em todo o País entre 2 e 8 de Março.  Para além das iniciativas ao longo da semana, nos locais de trabalho e na rua, a participação dos Sindicatos e das mulheres trabalhadoras terá o momento alto no dia 7 de Março (Manifestação Nacional Descentralizada). CGTP-IN + informação

O futuro do país passa por mais e melhor emprego

O memorando da troika chegou ao fim, mas a política de direita e a ingerência externa continuam e são responsáveis pela situação dramática em que vive grande parte da população.

 

Ao contrário do que afirma o Governo do PSD-CDS, o país não está melhor. O desemprego, a precariedade do emprego, a redução brutal dos rendimentos, a ausência de prestações de desemprego para a maioria dos desempregados, o empobrecimento generalizado dos trabalhadores e das suas famílias, dos reformados e pensionistas, o ataque ao Serviço Nacional de Saúde, e a outras funções sociais do Estado, provocaram uma crise social em várias regiões do país, que importa combater e erradicar quanto antes.

CGTP-IN    + informação

El Corte Inglês não quer discutir as reivindicações dos trabalhadores

A ECI não quer discutir as nossas reivindicações,
apresentadas em Dezembro:

  • Aumento dos salários e do subsídio de refeição;
  • Correcção dos horários ilegais, prejudiciais à vida e saúde dos trabalhadores;
  • Melhoria das condições de trabalho.

+ informação

Trabalhadores da Brisa não abdicam dos seus direitos

A FEPCES/CESP relembre que os imperativos da lei não podem ser apenas para quando convém ou advém mais valias para os acionistas.
A FEPCES/CESP, não desiste das suas propostas para as quais se encontra mandatada pelos trabalhadores.

+ informação

Trabalhadores da Logística da Sonae da Maia exigem aumentos salariais

Realizou-se no dia 19 de Fevereiro de 2015, um plenário de trabalhadores da Logística da Sonae da Maia com a presença de 52 trabalhadores, onde se fez um balanço da greve realizada no dia 18 de Dezembro de 2014, da enorme participação dos trabalhadores na Jornada de Luta e se informou o plenário da reunião com a Directora da Logística no dia 13 de Fevereiro e dos resultados positivos que já se verificaram ao resolverem algumas das reivindicações dos trabalhadores. + informação

Trabalhadores do AKI: Defender e exercer os direitos - garantia de futuro

Trabalhadores da FNAC: Defender e exercer os direitos - garantia de futuro

Tem sido hábito por parte do AKI mudarmos constantemente de horários. A desculpa é sempre a mesma: "estamos com falta de pessoal...". Pois, já passaram tantos meses depois do despedimento colectivo e ninguém foi admitido.

O trabalho continua a ser feito, por muito menos trabalhadores, acabando por sobrecarregar os que trabalham. + Informação

Os trabalhadores da Escola Beira Agueira estão em Greve para exigir o pagamento dos salários em atraso.

A situação não é apenas "complicada" e "desconfortável", como disse a Directora Geral da Escola Beira Agueira, Teresa Ribeiro, à comunicação social. A Directora Geral disse ainda que "se as verbas aprovadas não vêm mais cedo, vêm mais tarde".


Os trabalhadores docentes e não docentes da EBA têm três salários em atraso (Novembro, Dezembro e Janeiro), mas os seus compromissos não esperam e quando confrontados com as necessidades dos filhos, não podem responder "filho, se não comes hoje, comes amanhã...". + informação

BRISA: TRIBUNAIS RECONHECEM A RAZÃO DOS TRABALHADORES - ACÓRDÃO DO TRIBUNAL DA RELAÇÃO LISBOA CONFIRMA DECISÃO DO TRIBUNAL DO TRABALHO DE CASCAIS

BRISA: TRIBUNAIS RECONHECEM A RAZÃO DOS TRABALHADORES - ACÓRDÃO DO TRIBUNAL DA RELAÇÃO LISBOA CONFIRMA DECISÃO DO TRIBUNAL DO TRABALHO DE CASCAIS

Após recurso interposto pela BRISA, relativamente á decisão da Providência Cautelar, veio o Tribunal da Relação de Lisboa emitir ACÓRDÃO favorável (19 de Novembro de 2014) aos trabalhadores.

 

Perante tal acórdão, que mais uma vez dá razão aos trabalhadores, devemos continuar a lutar unidos para que a empresa cumpra com os seus deveres e aplique os direitos consagrados no ACT e na Lei. + informação

Empresas de Super e Hipermercados continuam a recusar negociar aumento dos salários dos trabalhadores!

No passado dia 7 de Novembro realizámos uma reunião com a APED, a quem expusemos o descontentamento que graça entre os trabalhadores dos Super,

Hipermercados, Logísticas e cadeias de Lojas Especializadas, decorrente da perda de poder de compra “comido” pela brutal carga fiscal, cortes de feriados, dias de férias, valor do trabalho extraordinário, aumento dos preços de bens e produtos essenciais: transportes, electricidade, água, gás combustíveis, saúde e congelamento dos salários.

 

Passados mais de dois meses a APED ainda não respondeu, as empresas por sua vez remetem para a APED, continuando todos a adiar a negociação da actualização dos salários.

 

Face a esta real recusa negocial das empresas e da APED, temos absoluta  necessidade de continuar a luta nos locais de trabalho e requerer a conciliação ao Ministério da Solidariedade, Segurança Social e Emprego.

 

Os trabalhadores precisam do aumento imediato de pelo menos 1 euro/dia.

 

Os mais antigos não podem continuar a ver desvalorizados pelas empresas os seus salários, relativamente aos recentemente admitidos que auferem os mínimos.

 

Tal como os trabalhadores das logísticas não podem continuar a ser pior pagos que os outros. + informação

Proposta de Acordo Colectivo de Trabalho (ACT) apresentada ao Grupo Inditex

Ontem, dia 19 de Janeiro de 2015, pela primeira vez foi remetida às empresas do Grupo Inditex em Portugal uma proposta de Acordo Colectivo de Trabalho (ACT) por parte do CESP.

Pretende-se assim, que o Grupo Inditex implemente em Portugal o que anuncia cá dentro e lá fora, acordos internacionais que estipulam “os melhores standards em direitos sindicais, de saúde, segurança e práticas ambientais…”  e passe das palavras à prática, eliminando no nosso país as más práticas que prejudicam as condições de trabalho dos seus trabalhadores. + Informação

É urgente valorizar o comércio de Lisboa!

É urgente o aumento dos salários!

Para pôr fim à situação de estarmos a efectuar a nossa actividade profissional em graves condições de injustiça e desigualdade, verificando que os grandes grupos económicos internacionais do sector, optimizam as condições que estão a ser oferecidas pela não actualização dos nossos salários e se instalam em massa nas zonas nobres da cidade, aproveitando-se dos baixos salários e exercendo forte concorrência às micro, pequenas e médias empresas portuguesas, é necessário e fundamental o aumento dos salários. + Informação 

Trabalho suplementar e trabalho normal em dia feriado

Trabalho suplementar e trabalho normal em dia feriado – Contratos colectivos de trabalho voltam a aplicar-se integralmente.

 

A Lei n.º 48-A/2014, de 31 de Julho, que procedeu à prorrogação, até 31 de

Dezembro de 2014, da suspensão da regulamentação colectiva de trabalho e das cláusulas de contratos de trabalho, que previssem acréscimos de pagamento de trabalho suplementar superiores aos estabelecidos pelo Código do Trabalho (art.º 268.º, na redacção da Lei n.º 23/2012) e também das que previssem a retribuição do trabalho normal prestado em dia feriado, ou descanso compensatório por essa mesma prestação, em empresa não obrigada a suspender o funcionamento nesse dia, cessa a sua vigência em 31 de Dezembro de 2014.

 

A aplicação desta Lei implicou um acréscimo de milhões de euros para as empresas que saíram directamente dos bolsos dos trabalhadores!

 

Assim, as cláusulas dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho e dos contratos de trabalho acima referidas retomarão a sua plena aplicação a partir de 1 de Janeiro de 2015.

 

As empresas terão de voltar a pagar o trabalho suplementar e o trabalho em dia feriado de acordo com os valores contemplados nas convenções colectivas de trabalho.

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A luta pela redução dos horários de trabalho

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