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O CESP não desiste da intenção de negociar um ACT para regular as condições de trabalho, aumentar salários e subsídios dos trabalhadores das empresas do Grupo Ascendi

O CESP não desiste da intenção de negociar um ACT para regular as condições de trabalho, aumentar salários e subsídios dos trabalhadores das empresas do Grupo Ascendi

O CESP insiste na necessidade de negociação de um Acordo Colectivo de Trabalho (ACT) para a totalidade dos trabalhadores das empresas do Grupo ASCENDI.


Entende o CESP que estas empresas devem negociar, à semelhança do que outras já fizeram, como é o caso das Autoestradas do Norte Litoral que recentemente acordou um Acordo de Empresa com o CESP, condições mínimas de salários, subsídios, organização do tempo de trabalho, descanso semanal, categorias e carreiras profissionais. + informação

Empresas de Super e Hipermercados continuam a recusar negociar aumento dos salários dos trabalhadores!

No passado dia 7 de Novembro realizámos uma reunião com a APED, a quem expusemos o descontentamento que graça entre os trabalhadores dos Super,

Hipermercados, Logísticas e cadeias de Lojas Especializadas, decorrente da perda de poder de compra “comido” pela brutal carga fiscal, cortes de feriados, dias de férias, valor do trabalho extraordinário, aumento dos preços de bens e produtos essenciais: transportes, electricidade, água, gás combustíveis, saúde e congelamento dos salários.

 

Passados mais de dois meses a APED ainda não respondeu, as empresas por sua vez remetem para a APED, continuando todos a adiar a negociação da actualização dos salários.

 

Face a esta real recusa negocial das empresas e da APED, temos absoluta  necessidade de continuar a luta nos locais de trabalho e requerer a conciliação ao Ministério da Solidariedade, Segurança Social e Emprego.

 

Os trabalhadores precisam do aumento imediato de pelo menos 1 euro/dia.

 

Os mais antigos não podem continuar a ver desvalorizados pelas empresas os seus salários, relativamente aos recentemente admitidos que auferem os mínimos.

 

Tal como os trabalhadores das logísticas não podem continuar a ser pior pagos que os outros. + informação

Proposta de Acordo Colectivo de Trabalho (ACT) apresentada ao Grupo Inditex

Ontem, dia 19 de Janeiro de 2015, pela primeira vez foi remetida às empresas do Grupo Inditex em Portugal uma proposta de Acordo Colectivo de Trabalho (ACT) por parte do CESP.

Pretende-se assim, que o Grupo Inditex implemente em Portugal o que anuncia cá dentro e lá fora, acordos internacionais que estipulam “os melhores standards em direitos sindicais, de saúde, segurança e práticas ambientais…”  e passe das palavras à prática, eliminando no nosso país as más práticas que prejudicam as condições de trabalho dos seus trabalhadores. + Informação

É urgente valorizar o comércio de Lisboa!

É urgente o aumento dos salários!

Para pôr fim à situação de estarmos a efectuar a nossa actividade profissional em graves condições de injustiça e desigualdade, verificando que os grandes grupos económicos internacionais do sector, optimizam as condições que estão a ser oferecidas pela não actualização dos nossos salários e se instalam em massa nas zonas nobres da cidade, aproveitando-se dos baixos salários e exercendo forte concorrência às micro, pequenas e médias empresas portuguesas, é necessário e fundamental o aumento dos salários. + Informação 

Flexibilização, com pesada penalização, de acesso à reforma 

 

Foi publicado o Dec. Lei N.º 8/2015 de 14 de Janeiro, que repõe um regime transitório de flexibilidade de acesso à reforma a vigorar em 2015. Os trabalhadores, para poderem antecipar o acesso precisam de reunir as condições seguintes:

Ter 60 ou mais anos de idade e pelo menos 40 de contribuições, com uma penalização brutal de 0,5% por cada mês de antecipação da idade, acrescido de 0,8698 de factor de sustentabilidade, que ao contrário da lei anterior só é compensada por uma bonificação, após 40 de contribuições, de 4 meses por cada ano a mais de contribuições.

Antes de tomar qualquer decisão, de antecipação da reforma, solicite uma simulação à Segurança Social, para conhecer a sua penalização e compensação.

 

Na DHL trabalha-se empobrecendo!

É vital aumentar salários e subsídios para melhorar as condições de vida dos trabalhadores

 

A DHL aproveitou a dita de “crise” para aumentar a exploração e congelar salários, empobrecendo ainda mais os seus trabalhadores, há anos sem aumento de salários.

 

Os trabalhadores sofreram perdas significativas do poder de compra, devido ao aumento brutal da carga fiscal, em especial o IRS, com um aumento de mais de 30%, e ao aumento de preços dos bens e serviços, neste caso, dos mais essenciais, como sejam, os combustíveis, transportes públicos, electricidade, água, gás, serviços de saúde e educação.

 

O corte de 4 feriados, 3 dias de majoração de férias, a redução em 50% o valor do trabalho extraordinário, a criação do banco de horas, “comeram” mais de 350€ anuais dos rendimentos dos trabalhadores. + informação

Folha Sindical DHL Jan 2015.pdf
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Subsídios de Férias e de Natal

O artigo 257.º do OE para 2015, vem prolongar para os trabalhadores do sector privado, durante o ano de 2015, a possibilidade de pagamento fraccionado dos subsídios de férias e de Natal, nos termos previstos na Lei n.º 11/2013, de 28 de Janeiro.

 

Assim, para o efeito, as referências ao ano 2013 nos prazos referidos na Lei n.º 11/2013, são substituídas por 2015. Assim e, tal como em 2013, os trabalhadores poderão afastar a aplicação deste regime de pagamento parcial dos subsídios de férias e de Natal em duodécimos durante o ano de 2015, mediante declaração expressa do trabalhador nesse sentido e que deve ser apresentada no prazo de cinco dias, a contar da sua entrada em vigor a qual se verificou em 01/01/2015.

 

Pelo exposto, os trabalhadores, se assim o entenderem, devem declarar até ao dia 6 de Janeiro de 2015 que não pretendem receber os subsídios de Natal e de Férias em duodécimos.

 

Link para baixar minuta:http://www.cesp1.net/app/download/9890053798/duod%C3%A9cimos-formul%C3%A1rio.doc?t=1420502879

duodécimos-formulário.doc
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INSPECÇÃO GERAL DO TRABALHO (ACT) CONSTATA  E  ADOPTA  PROCEDIMENTOS  COERCIVOS  INCLUINDO PARTICIPAÇÃO  CRIME  NA  ALBARÁ (ex-MOVIFLOR)

INSPECÇÃO GERAL DO TRABALHO (ACT) CONSTATA  E  ADOPTA  PROCEDIMENTOS  COERCIVOS  INCLUINDO PARTICIPAÇÃO  CRIME  NA  ALBARÁ (ex-MOVIFLOR)

Face ao encerramento ilegal das lojas, sem cumprir os imperativos legais, o CESP fez denúncia à Procuradoria Geral da República e solicitou a intervenção da Inspecção do Trabalho (ACT), para averiguar e agir coercivamente contra as ilegalidades praticadas pela administração da Albará - ex MOVIFLOR.

 

A Inspecção do Trabalho agiu e dá informação confirmando as violações da lei e direitos dos trabalhadores. + Informação

IZIBUILD despede ilegalmente 183 trabalhadores com salários em atraso

A IZIBUILD - PRÉBUILD, procedeu à comunicação da intenção de despedir 183 trabalhadores da Mestre Maco que estão com os salários em atraso.
Esta comunicação é ilegal porque a empresa, neste momento, não tem poderes para tanto.

+ Informação

GREVE DOS TRABALHADORES DO CONTINENTE LOGÍSTICA DA MAIA - 18 DEZEMBRO

OS TRABALHADORES DO CONTINENTE LOGÍSTICA DA MAIA DECIDEM EM PLENÁRIO GREVE NO DIA 18 DE DEZEMBRO COM INÍCIO ÀS 17h00m ATÉ ÀS 17h00m DO DIA 19 DE DEZEMBRO


Os trabalhadores do Continente Logística da Maia, nos plenários realizados nos dias 10 e 11 de Dezembro de 2014, decidem fazer greve no dia 18 de Dezembro de 2014, dado que a empresa, no fundamental, rejeita todas as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores que não têm aumento de salários há cerca de 4 anos, recusando-se a negociar o Caderno Reivindicativo subscrito por mais de 160 trabalhadores.

GREVE DOS TRABALHADORES DO LIDL NOS ENTREPOSTOS DA MARATECA, RIBEIRÃO E TORRES NOVAS - DAS 12H00 DO DIA 23 ATÉ ÀS 24H00 DO DIA 24 DEZEMBRO

GREVE DOS TRABALHADORES DO LIDL NOS ENTREPOSTOS DA MARATECA, RIBEIRÃO E TORRES NOVAS - DAS 12H00 DO DIA 23 ATÉ ÀS 24H00 DO DIA 24 DEZEMBRO

Os trabalhadores dos Entrepostos do Lidl da Marateca (Setúbal), Ribeirão (Braga) e Torres Novas (Santarém) decidiram avançar com pré-aviso de greve para estes locais de trabalho, por 36h, das 12h do dia 23 até às 24h do dia 24 de Dezembro de 2014.

 

Os trabalhadores contestam a posição da empresa de não negociar aumentos salariais e o caderno reivindicativo.

 + Informação

Trabalho suplementar e trabalho normal em dia feriado – Contratos colectivos de trabalho voltam a aplicar-se integralmente.

 

A Lei n.º 48-A/2014, de 31 de Julho, que procedeu à prorrogação, até 31 de

Dezembro de 2014, da suspensão da regulamentação colectiva de trabalho e das cláusulas de contratos de trabalho, que previssem acréscimos de pagamento de trabalho suplementar superiores aos estabelecidos pelo Código do Trabalho (art.º 268.º, na redacção da Lei n.º 23/2012) e também das que previssem a retribuição do trabalho normal prestado em dia feriado, ou descanso compensatório por essa mesma prestação, em empresa não obrigada a suspender o funcionamento nesse dia, cessa a sua vigência em 31 de Dezembro de 2014.

 

A aplicação desta Lei implicou um acréscimo de milhões de euros para as empresas que saíram directamente dos bolsos dos trabalhadores!

 

Assim, as cláusulas dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho e dos contratos de trabalho acima referidas retomarão a sua plena aplicação a partir de 1 de Janeiro de 2015.

 

As empresas terão de voltar a pagar o trabalho suplementar e o trabalho em dia feriado de acordo com os valores contemplados nas convenções colectivas de trabalho.

Greve dos trabalhadores das áreas de restauração do El Corte Inglés de Lisboa

O EL Corte Inglés recusa-se, sistematicamente, a resolver os problemas colocados pelos trabalhadores da restauração do Centro Comercial da António Augusto de Aguiar e Supercor Expo, em Lisboa.
Os trabalhadores, depois de muitas insistências com a
empresa, decidiram avançar para uma greve das 00 às 24 horas, todo o dia, 8 de Dezembro de 2014.
Os trabalhadores defendem os seus direitos e  condições de trabalho e dos consumidores dos bares e restaurantes. Pré-Aviso de Greve

É urgente o aumento dos salários e a melhoria das condições de trabalho dos trabalhadores do El Corte Inglés

Todos devemos defender as reivindicações
que levam à resolução das diversas situações que nos afectam:
Aumentos do salário em 1 euro/dia, subsídio de refeição para 6 euros/dia. Respeito pelo contrato colectivo de trabalho no que diz respeito a horários, categoria profissional, pagamento do complemento de seguro de acidentes de trabalho, feriados, férias... + Informação

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A luta pela redução dos horários de trabalho

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