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CCT para os Trabalhadores da Vigilância Privada em negociação

 

AES disponível para negociar com o CESP apenas após emissão da Portaria de Extensão do ultimo acordo feito com outros sindicatos.

 

AESIRF, porque não aceitou o acordo e deduziu oposição, está disponível para negociar com o CESP um CCT, mas parece também aguardar a emissão da Portaria de Extensão.

 

O CESP - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal não aceitou a retirada de direitos previstos desde há muitos anos no Contrato Colectivo de Trabalho, nomeadamente a redução do valor pago pelo trabalho extraordinário, retirada de majoração dos dias de férias entre outros.

 

Por não ter aceite e por ter deduzido oposição iniciou um processo de revisão do Contrato Colectivo de Trabalho que se aplica aos seus sócios.

 

O processo decorre neste momento na conciliação nos serviços do ministério do trabalho, com muita irregularidade porque as Associações Patronais estão a fazer depender a sua posição na negociação com o CESP da publicação da Portaria de Extensão do último texto acordado entre a AES e outros sindicatos.

 

Importa esclarecer que a AESIRF não subscreveu esse acordo e deduziu oposição ao mesmo e que, tanto quanto sabemos, será por esse facto que a portaria de extensão ainda não foi emitida.

 

Pese embora o facto de não ter sido emitida portaria de extensão, o CESP tomou conhecimento que algumas empresas decidiram aplicar aos trabalhadores (excepto aos sócios do CESP que são do conhecimento da empresa) os aumentos salariais previstos no novo acordo e os cortes nos pagamentos do trabalho prestado em dia feriado.

 

Ora, estamos perante uma situação de discriminação entre trabalhadores, porque, nitidamente estas empresas aplicaram, por acto de gestão, a revisão do CCT apenas a alguns trabalhadores e não apenas aos que estavam obrigados a fazê-lo por via da sindicalização nos sindicatos outorgantes.

 

Exigimos assim o aumento dos salários de todos os trabalhadores! Não aceitamos retirada de direitos.

INFORMAÇÕES SOBRE O CADERNO REIVINDICATIVO DA DHL


Os trabalhadores dos armazéns de logística da DHL Exel Supply Chain Portugal, S.A, reunidos em plenários nos dias 10 e 13 de Maio de 2019, manifestaram o seu descontentamento pela proposta da empresa às suas reivindicações.


Os trabalhadores reunidos decidiram que, logo que haja informação concreta sobre as suas reivindicações reunirão em novos plenários para analisar a situação e decidir em conformidade, manifestando a sua determinação em continuar a luta em defesa das suas reivindicações.

 

+Informações

A ID LOGISTICS PRATICA OS SALÁRIOS MAIS BAIXOS DE ENTRE OS BAIXOS SALÁRIOS PRATICADOS PELAS EMPRESAS DO SECTOR


Um Operador de Armazém da ID Logistics com 10 anos de casa aufere o mesmo salário de um Operador de Armazém com 1 mês de casa. Ambos ganham o Salário Mínimo Nacional.


É inaceitável que os trabalhadores dos armazéns da ID Logistics são dos que têm salários mais baixos entre os trabalhadores do sector.


Vamos continuar a defender sempre a importância do aumento dos salários e da diferenciação salarial pelas funções exercidas, especialização e experiência adquirida dos Operadores de Armazém.

 

+Informações

Moções aprovadas em plenários nos armazéns da Sonae de Azambuja 

 

Os trabalhadores dos armazéns de logística do Grupo Sonae de Azambuja, reunidos em plenários no Plaza 1 e Plaza 2, no dia 07 de Maio de 2019, manifestaram o seu enorme descontentamento pela ausência de respostas da empresa às suas reivindicações e à manutenção da retirada da pausa, bem como a sua grande preocupação com o processo em curso de possível passagem dos trabalhadores do armazém Sonae Plaza 1 para outro operador logístico.
 
Os trabalhadores, nos Plenários, afirmaram a sua exigência de, caso este processo de passagem para outro operador se concretize, terem de ser salvaguardados todos os seus direitos.
 
Os trabalhadores reunidos decidiram que, logo que haja informação concreta sobre o referido processo reunirão em novos plenários para analisar a situação e decidir em conformidade, manifestando a sua determinação em continuar a luta em defesa das suas reivindicações, do direito à pausa e da salvaguarda dos seus direitos.
 
Os Trabalhadores

 NOTA À IMPRENSA

 GRANDE ADESÃO DOS TRABALHADORES À GREVE NO 1º DE MAIO

 

Destaque para os trabalhadores das empresas de distribuição (Super e hipermercados) que, com a maior adesão dos últimos anos deram um forte recado às empresas e à associação patronal na exigência do aumento dos salários e do encerramento do comércio no 1º de Maio, Domingos e Feriados.

 

Apesar das “ofertas” de vouchers para massagens, almoços de camarão cozido e porco no espeto, muitos milhares de trabalhadores, que sabem que não há almoços grátis, mantiveram-se firmes, participaram activamente em dezenas de piquetes de greve e aderiram massivamente à luta.

 

Destacamos a adesão dos trabalhadores do Dia / Minipreço que encerraram muitas dezenas de lojas e de uma forma geral, os trabalhadores do Pingo Doce, sonae/Continente, Jumbo/Auchan e Lidl, com adesões superiores a 50% que obrigaram as empresas a cometer ilegalidades, e substituição de trabalhadores em greve, com lojas e armazéns abertos ou a funcionar com balcões encerrados, apenas chefias e formadores e prateleiras vazias.

 

Os trabalhadores exigem:

 

- O aumento dos salários de todos os trabalhadores e o fim da tabela B (mais baixa que se aplica em todo o país excepto distritos de Lisboa, Porto e Setúbal);

- O encerramento do comércio no 1º de Maio e em todos os Domingos e Feriados

- A negociação do Contrato Colectivo de Trabalho – que se encontra em negociação, bloqueado pelos patrões, há mais de 31 meses.

- A dignificação do trabalho e dos trabalhadores com carreiras profissionais dignas e promoções automáticas que valorizem o conhecimento e a antiguidade no local de trabalho. 

- O fim da precariedade – que a cada posto de trabalho permanente corresponda 1 trabalhador com contrato de trabalho sem termo.

 

A Direcção Nacional do CESP saúda todos os trabalhadores em luta neste 1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador

 

A Direcção Nacional do CESP

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