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Pré-aviso de Greve - Makro Matosinhos e Vila Nova de Gaia, 11 de Junho
Pré aviso de Greve - MAKRO - VNGaia e Ma
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21 e 22 de Maio foi um dia de Unidade e Luta dos trabalhadores da DIA/Minipreço!

 

Nos dias 21 e 22 de Maio, os trabalhadores dos armazéns demonstraram muita coragem na adesão à greve decretada pelo CESP, dando um sinal claro do seu descontentamento perante a proposta de tabela salarial apresentada pela empresa.

 

Uma proposta que não valoriza todo o desempenho e profissionalismo de todos os trabalhadores, que não valoriza as carreiras e os anos de serviço!

 

O balanço é de que foi uma grande luta nacional, em que os trabalhadores dos 3 armazéns, operadores e administrativos, numa acção de solidariedade e coragem sem precedentes nesta empresa, estiveram em piquete e aderiram em massa à greve, em todos os turnos!

 

Uma luta que demonstrou claramente a disponibilidade dos trabalhadores para continuar a lutar até que a sua dignidade seja restaurada!

 

Como resultado imediato desta luta, estivemos no dia 25 de Maio reunidos com a direcção da empresa a exigir aumentos dignos e a exigir a retirada dos injustos e infundados processos disciplinares dirigidos aos trabalhadores!

 

+Informações

Moção de Solidariedade com o Povo Palestiniano, apresentada na Assembleia de Delegados Sindicais da Delegação Regional de Lisboa, no passado dia 28 de Maio, aprovada por unanimidade e aclamação.
Os delegados do CESP em Lisboa, reunido em assembleia no dia 28 de Maio de 2021, condena os actos de violência dias contra o povo palestino, enquadrados pela decisão de vedar o acesso dos crentes à Mesquita de Al-Aqsa e pela via aberta para a instalação de novos colonatos Israelitas em Jerusalém Oriental.
Desde 1967 que Jerusalém Oriental está ocupada por Israel, desrespeitando o direito internacional. A anterior Administração dos EUA agravou esta situação ao reconhecer Jerusalém como capital do Estado de Israel, reconhecimento que se mantém com a actual presidência de Joseph Biden.
A instalação de novos colonatos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, com a limpeza étnica da população palestina e apropriação ilegal das suas casas e território, visa a ocupação de todo o território palestino e impedir o direito à constituição de um Estado palestino independente.
O impedimento do acesso dos crentes muçulmanos à Mesquita de Al-Aqsa, num período religioso de extrema importância, o final do Ramadão, soma-se a outras acções de profanação dos símbolos católicos e muçulmanos em Jerusalém e às crescentes manifestações de grupos israelitas de extrema direita, que têm atacado residentes palestinos em Jerusalém, com a conivência do governo de Israel.
Saudamos o cessar-fogo incondicional em Gaza que entrou em vigor nesta sexta-feira, 21 de Maio. Este cessar fogo põe fim aos bombardeamentos de Gaza, mas não põe fim à questão de fundo que esteve na origem desta mais recente explosão de violência: a ocupação israelita e a negação do direito do povo palestino a um Estado soberano e independente.
Face a esta dramática situação, exigimos que o Governo Português assuma uma posição clara, condenando a agressão de Israel e a violação dos direitos fundamentais dos palestinos, que exija o fim da violência e da limpeza étnica que este promove e que, no respeito pela Constituição da República Portuguesa e pelo Direito Internacional reconheça o Direito à autodeterminação do povo Palestino, com a constituição do seu Estado com as fronteiras anteriores a 1967 e a capital em Jerusalém Oriental.
A assembleia de delegados reafirma a sua solidariedade com o povo e os trabalhadores da Palestina, assumindo o compromisso de reforçar o caudal de solidariedade e de luta por uma Palestina livre e independente, esclarecendo os trabalhadores e afirmando junto deles a solidariedade com o povo e os trabalhadores Palestinos.

Greve de 3 dias na Misericórdia de Guimarães (24 a 26 de Maio)

Trabalhadores em luta contra o assédio, perseguição e repressão

 

Os Trabalhadores da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães marcaram 3 dias de luta, com Greve, concentração, vigília e manifestação como forma de protesto contra as condições de trabalho, que se têm vindo a agravar desde o início da pandemia.

Nota à Comunicação Social
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CESP reuniu com a Rádio Popular para apresentar reivindicações dos  trabalhadores e resolver problemas existentes

 

Na reunião a 7 de Maio, o CESP apresentou à empresa as reivindicações dos trabalhadores:

 

  • Subsídio de alimentação para TODOS no valor de 5,50€;
  • Aumento do valor do prémio de loja;
  • Objectivos nas megas com menos subfamílias (está demasiado partido);
  • Pagamento adicional aos trabalhadores que executam tarefas de apoio EGL.

 

Vale a Pena Lutar

 

Na reunião a empresa assumiu o compromisso de regularizar os valores em falta aos trabalhadores das lojas do distrito do Porto, Vila Real e Bragança, devidos pelo trabalho prestado aos domingos e feriados. Os valores serão pagos em 4 tranches, nos meses de Maio, Julho, Setembro e Outubro.

 

+Informações

CESP reuniu com a Inditex para discutir o aumento dos salários e subsídio de alimentação

 

O CESP questionou a empresa sobre os aumentos salariais, já que, pela primeira vez em muitos anos, não ocorreram em Fevereiro.

 

Defendeu também que o salário médio dos trabalhadores da empresa deveria ser igual em todo o país.

 

A empresa afirmou que o aumento não tinha ocorrido em Fevereiro por força da pandemia, mas que os trabalhadores seriam aumentados no final do mês de Maio.

 

O CESP desde 2012 que reclama que o subsídio de alimentação em vigor na empresa deveria ser igual para todos os trabalhadores, tal como ocorreu até 2011, data em que a empresa decidiu alterar as regras e aplicar valores de forma discriminatória (nuns distritos paga o valor previsto no CCT, noutros paga um valor muito acima do previsto, sem que ninguém consiga entender os critérios para estas decisões).

 

A empresa não demonstrou abertura para que tal pudesse ser alterado, mantendo a discriminação existente, em relação ao tamanho da “barriga” dos trabalhadores.

 

+Informações

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