Greve no Pingo Doce de Vila Verde dia 1 de Julho!

Dia Minipreço/Clarel: Vale a pena lutar!

A comissão sindical do CESP vem por este meio informar todos os trabalhadores que começaram as negociações do caderno reivindicativo na empresa Dia Minipreço/Clarel e neste momento a mensagem que queremos passar é de confiança e esperança neste processo.

 

Junho 2017

 

+Informações

Liberdade para o Saara Ocidental

 

 

O Saara Ocidental ocupa um território com aproximadamente 284.000 km2 – mais de três vezes a área de Portugal –, com uma costa marítima com aproximadamente 1.500 km, que contém um dos mais ricos bancos pesqueiros do mundo, e outros importantes recursos naturais, designadamente minerais.

O Saara Ocidental foi uma colónia espanhola, tendo as Nações Unidas inscrito o Saara Ocidental na lista dos territórios que deviam ser descolonizados, reconhecendo o direito inalienável do povo saaraui à auto-determinação e a Frente Polisário como sua legítima representante.

Marrocos invadiu parte do território em 1975 e desencadeou uma violenta acção militar contra o povo saarauí, obrigando uma grande parte a procurar refúgio na vizinha Argélia. A Frente Polisário resistiu à invasão e proclamou, em 27 de Fevereiro de 1976, a República Árabe Saharauí Democrática (RASD).

Passados mais de 40 anos e desrespeitando as resoluções das Nações Unidas, os territórios do Saara Ocidental continuam ilegalmente ocupados por Marrocos, que implementa uma política de violação dos mais elementares direitos humanos e não permite o adequado acesso à saúde, à educação ou ao trabalho, oprimindo o povo saarauí que vive e resiste à ocupação nesses territórios.

Ao povo saarauí continua negado o direito ao desenvolvimento e ao progresso social que só a constituição do seu próprio estado, como a ONU reconhece, pode tornar possível, ao mesmo tempo que vê os recursos naturais do território que devia constituir o seu legítimo estado serem explorados e toda a sua riqueza ficar na mão do estado colonizador.

As organizações portuguesas abaixo-assinadas reafirmam a sua solidariedade com os trabalhadores e o povo saarauí, que vive há décadas sob a ocupação do Reino de Marrocos e consideram que uma solução justa para o Saara Ocidental exige:

    A instalação de um mecanismo permanente da ONU para o acompanhamento do respeito dos direitos humanos do povo saarauí nos territórios ocupados;

    A libertação dos presos políticos saarauís nas prisões marroquinas;

    O fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental;

    O respeito pelo inalienável direito à auto-determinação do povo saarauí;


As organizações abaixo-assinadas:


- Denunciam a postura conivente da União Europeia que através do acordo de parceria explora recursos naturais dos territórios ilegalmente ocupados do Saara Ocidental em proveito de empresas Marroquinas e Europeias – acordo de Parceria que foi declarado ilegal pelo Tribunal Europeu de Justiça em Dezembro de 2015;


- Consideram que o Governo português deve tomar uma posição clara contra as agressões do Reino de Marrocos ao povo saarauí e de exigência do cumprimento das deliberações da ONU quanto ao Saara Ocidental, designadamente o cumprimento do direito à auto-determinação do povo saarauí.


As organizações subscritoras (até ao momento):

Conselho Português para a Paz e Cooperação

Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional

Movimento Democrático de Mulheres

 

Sindicatos dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços (CESP)

Trabalhadores da EMEL têm finalmente o seu instrumento de regulamentação das relações de trabalho

Assinado dia 25 de Maio de 2017 o Acordo de Empresa da EMEL!

 

Os trabalhadores da EMEL, com o seu Sindicato de classe – o CESP – lutaram durante mais de 12 anos pela negociação do Acordo de Empresa (AE) – instrumento de regulamentação colectiva de trabalho – que foi agora assinado, para terem as suas relações de trabalho regulamentadas e a garantia do reconhecimento das condições em que exercem as suas funções e respectivas contrapartidas.

Vale a pena Lutar!

 

+Informações

 

Greve dos Trabalhadores do Lidl a 2 de Junho!

Trabalhadores da EMEL - 12 anos em luta pelo direito à contratação colectiva

O Acordo de Empresa (AE) dos Trabalhadores da EMEL vai ser assinado no próximo dia 25 de Maio, às 18 horas.

 

Mais de 12 anos depois da apresentação pelo Sindicato (CESP) da 1ª proposta de texto para a celebração de um AE, o direito à contratação colectiva é finalmente garantido por estes trabalhadores.  

A vitória deste longo processo deve-se à resistência e à luta desenvolvida pelos trabalhadores na empresa.

O AE consagra um conjunto de direitos e conquistas importantes que garantirão uma vida melhor para todos os trabalhadores.

 

Vale a pena lutar!

Logísticas da Sonae: Com a luta dos trabalhadores e a intervenção e persistência do CESP e da Comissão Sindical começam a ver-se alterações positivas nas condições de trabalho!

DIA Minipreço/Clarel: Convictos e justos, combativos e disponíveis para a Luta! Pela valorização dos Trabalhadores e dos Salários, contra o Assédio Moral!

O dia 13 de Abril demonstrou a unidade, a justiça das reivindicações, a disponibilidade para a luta e a coragem dos trabalhadores da Dia Minipreço/Clarel com a adesão à greve e as concentrações de Oeiras, Gaia e Albufeira justo às sedes da empresa. Foram mais de 500, os corajosos trabalhadores que disseram "Basta!" ao desrespeito da empresa pelas suas aspirações, dificuldades e reivindicações. Foram mais de 80 lojas fechadas em todo o país, não contando ainda com as que estivaram a trabalhar parcialmente abrindo apenas durante uma parte do dia.

 

É notório que as acções dos trabalhadores no dia 13 de Abril e 1º de Maio não passaram despercebidas e a força, unidade e disponibilidade dos trabalhadores em fazer valer o que é seu por direito, fez com que a empresa em parte reconsiderasse as suas acções e percebesse que A Luta vai Continuar!

 

+Informações

Novos Salários com efeitos a 1 de Abril de 2017 na Lusoponte

Ficou concluída a negociação para a revisão dos salários e subsídios para 2017. Os novos salários são processados em Abril de 2017. Em Maio ou Junho a diferença dos salários agora acordados e os pagos nos meses de férias de Janeiro a Março serão pagos sob a forma de prémio de carácter específico e extraordinário.

 

Valores acordados:

 

- Aumento de 1,2% sobre os vencimentos da Tabela Salarial de 2016, a partir de 1 de Abril de 2017, com arredondamento ao Euro superior;

- Fixação do abono para falhas de caixa em €1,86(5) por dia;

- Fixação do subsídio de alimentação em €8,92 por dia;

- Compromisso das partes em discutir no próximo ano carreiras profissionais e progressões;

 

+Informações sobre Auto-estradas

É urgente o aumento dos salários e a correcção da injustiça na carreira profissional dos Operadores de Armazém

A APED (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição) e as empresas continuam sem apresentar a sua contraproposta à proposta sindical de aumento dos salários e subsídios e de correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém.

 

É urgente a correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém!

É urgente o aumento dos salários para todos os trabalhadores!

 

O CESP decidiu realizar uma semana de luta, de 22 a 26 de Maio de 2017, em todos os armazéns da grande distribuição, com realização de plenários e concentrações à porta dos armazéns.

 

+Informações da Grande Distribuição

Aumentos e Mais Direitos conquistados na DHL

Na última reunião do CESP com os representantes da DHL no mês de Abril, foi colocado em debate o conjunto das reivindicações dos Trabalhadores.

 

O CESP salienta desde já que todas as conquistas obtidas só foram possíveis com a luta dos Trabalhadores da DHL.

 

+Informações

 

El Corte Inglês não leva a sério propostas e problemas dos trabalhadores!

No passado dia 6 de Março, realizou-se uma reunião com a Direcção da empresa para discutir o caderno reivindicativo de 2017, apresentado em Dezembro.

Voltamos a denunciar que os aumentos praticados no ECI são discriminatórios e sendo estes em percentagem, desfavorece quem tem salários mais baixos!

Existem trabalhadores com vários anos de casa a receberem, praticamente, o valor mínimo de entrada actual na empresa.

 

+Informações

Concentração frente à sede do Auchan reuniu centenas de trabalhadores vindos de todo o país

Aumentos salariais, fim dos horários desregulados e cumprimento do Contrato Colectivo foram alguns dos motivos que fizeram sair à rua os trabalhadores do Auchan. Na resolução aprovada, foram decididas novas formas de luta, caso não se resolvam os problemas na empresa.

 

+Informação

Aos Trabalhadores da Auchan

Concentração Nacional de Trabalhadores da Auchan frente à sede da empresa em Lisboa - 5 de Abril de 2017 - 11h

 

A Auchan Portugal continua a recusar aumentos salariais dignos para os seus trabalhadores, "dando aumentos" que rondam os 0,20€ por dia depois de terem tido lucros consideráveis.

 

+Informação

A DHL mantém-se confortável com os baixos salários que paga aos Operadores de Armazém

Os trabalhadores da Logística da DHL são os que têm salários mais baixos entre os trabalhadores das Logísticas.

A DHL continua inflexível no que respeita aos aumentos salariais e progressão nas categorias profissionais.

Os salários, de 557€, são uma vergonha para quem trabalha há 5, 10, 15 ou 20 anos na empresa. A DHL apresenta resultados positivos de milhões e o que distribuiu aos seus trabalhadores são uns míseros tostões.

É perante estres atropelos aos nossos direitos, à nossa dignidade e vida que é preciso cada vez mais mostrar a nossa unidade e reforçar a luta por melhores salários e condições de trabalho!

Neste sentido, os trabalhadores da DHL exigem resposta às suas reivindicações!

 

+Informações

Acordada revisão do Contrato Colectivo de Trabalho

Novos salários e subsídios desde 1 de Janeiro de 2017

 

Concluído o processo de revisão global do Contrato Colectivo de Trabalho para os trabalhadores das empresas grossistas de material eléctrico e electrónico. O CCT foi já publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, nº5 de 8 de Fevereiro de 2017.

 

+Informações

Face aos abusos do SBSI, os trabalhadores convocam nova greve para dia 23 de Março!

+Informações sobre este ataque gravoso aos trabalhadores e às Contratação Colectiva!

Trabalhadores do Auchan exigem:

40€ de aumento salarial para todos!

Subsídio de alimentação de 5,60€!

25 dias úteis de férias!

Cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho!

 

O CESP e os trabalhadores continuam a exigir o aumento dos salários para todos os trabalhadores e o cumprimento das regras da organização dos horários de trabalho com o CCT em vigor.

 

+Informação

Trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins em Luta

Aumento dos salários de todos os Trabalhadores!

Correcção da injustiça na carreira dos operadores de armazém!

Respeito pelos direitos!

 

Ao envio do Caderno Reivindicativo para 2017 e proposta de datas para reunir, a empresa escolheu nada dizer! A União dos Trabalhadores e do CESP é fundamental para a resolução dos problemas dos trabalhadores nos seus locais de trabalho.

 

+Informação

Domus Fraternitas - IPSS de Braga - recusa instalações para funcionamento de mesa de voto das eleições para os órgãos do CESP

 

Realizaram-se em todo o país as eleições para os órgãos de direcção do CESP - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, eleições que decorreram de forma descentralizada, englobando centenas de mesas de voto nos locais de trabalho, como é habitual. Perante isto, foi com grande perplexidade que a Direcção Regional de Braga do CESP foi confrontada com a recusa de cedência de instalações pela IPSS Domus Fraternitas, de Braga.

 

Esta foi a única mesa de voto recusada no país todo!

 

Face a esta tentativa de impedimento por parte da Instituição do exercício de um direito sindical que é, simultaneamente, um dever dos Sindicatos, o CESP assegurou o acto eleitoral colocando a mesa de voto à porta da Instituição, garantindo assim a possibilidade de exercício dos seus direitos aos nossos associados e denunciando este comportamento da Domus Fraternitas.

Dia Minipreço/Clarel: Abaixo-assinado contra abusos nos horários!

ALTERAÇÃO INTRODUZIDA NOS HORÁRIOS DE TRABALHO DE ABRIL A JUNHO NÃO RESPEITA O CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO

 

A Dia / Minipreço não pode obrigar os trabalhadores a aumentarem de 8 para 10 horas de trabalho diário, até 50 horas por semana, nos moldes em que esta opção está colocada nos mapas de horários de trabalho que chegaram às lojas no dia 1 de Março (Nota de rodapé em letras minúsculas).

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+Informação

É urgente a actualização dos salários de todos os Trabalhadores das IPSS!

Continua o processo negocial para revisão dos salários, subsídios e restantes cláusulas do Contrato Colectivo de Trabalho.

 

A recente actualização do Salário Mínimo Nacional para 557 euros veio reforçar a necessidade de aumentos salariais de todos os trabalhadores das IPSS’s. O CESP defende que seja mantida a diferenciação salarial face ao Salário Mínimo Nacional e que aos diferentes níveis da carreira profissional correspondam salários diferenciados que valorizem a qualificação profissional.

+Informação sobre as IPSS

Dia Minipreço/Clarel: A Luta vai ter que continuar!

O ano de 2016 foi, para os trabalhadores, um dos piores vividos no grupo Dia em Portugal.


Com um ambiente social nunca antes vivido, com a insistência, agravamento e manutenção das discriminações salariais, com cortes na manutenção e limpeza das lojas, com a falta de manutenção dos aparelhos de ar condicionado, com a constante e permanente falta de trabalhadores em várias lojas e com o desrespeito total pelas preocupações e vontade dos trabalhadores enquanto, em processos de terciarização de lojas, escolhem sempre recolocar os funcionários quanto mais longe da sua área de residência, melhor.
  

 

O ano 2017 parece seguir o mesmo caminho que os anteriores com o grupo Dia, Portugal a continuar a não querer resolver os problemas dos trabalhadores.

 

+Informação

Auchan/Jumbo de Almada desconta ilegalmente 2 horas diárias a quem em Dezembro trabalhou 8 horas em cada dia!

Os trabalhadores cumpriram a sua obrigação de trabalhar as 8 horas por dia e 40 horas por semana em Dezembro.

 

O Jumbo queria que alguns trabalhassem 10 horas diárias, duas gratuitas, em Dezembro, conforme consta dos mapas de horários entregues à Comissão Sindical.

 

Os trabalhadores recusaram tal imposição, por razões de saúde, exaustão e esgotamento, devido aos ritmos de trabalho impostos ao longo de todo o anos.

 

O Jumbo, apesar das várias reuniões, teimou em manter nos horar de Dezembro as 10 horas diárias de trabalho. Para evitar acusações aos trabalhadores de violação dos horários, o CESP emitiu um pré-aviso de greve para que os trabalhadores, que o quisessem, poderem legalmente fazer as suas normais 8 horas e sair não fazendo as horas a mais não remuneradas.

 

A Auchan Portugal, no vencimento de Janeiro desconta a cada trabalhador duas horas trabalhadas em Dezembro, pagando apenas 6 das 8 horas trabalhadas.

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+Informações

SONAE Distribuição - Caderno Reivindicativo de 2017

A SONAE mantém-se confortável com a discriminação e baixos salários que pratica aos Operadores de Armazém de Azambuja.

 

Temos categorias profissionais com enquadramento e progressão inferior e somos pior remunerados que os colegas das lojas e de outras logísticas (Dia Minipreço: 600€ base; Lidl: 700€ base). Os trabalhadores com 10, 15 e 20 anos de casa, vitais para o bom funcionamento da cadeia de distribuição recebem SALÁRIOS RIDÍCULOS!

 

A empresa já comunicou os critérios para o aumento de ordenado: Avaliação do desempenho (3, 4 e 5); Absentismo (Licença de maternidade, paternidade, Nojo). ESTA É UM SITUAÇÃO CLARAMENTE DISCRIMINATÓRIA E INJUSTA!

Os Operadores de Armazém com ordenados inferiores ao Salário Mínimo Nacional (SMN), vão beneficiar de um ajuste por força da Lei. O ordenado mínimo que passa a ser praticado na logística é de 656 euros.

A empresa volta a cometer o mesmo erro, ou seja, os novos contractos terão um ordenado superior aos operadores com 15 e 20 anos de casa.

 

+Informação sobre as reivindicações dos trabalhadores da SONAE de Azambuja.

 

Exigimos resposta do Dia Minipreço ao Caderno Reivindicativo

 

A Comissão Sindical Nacional do DIA Portugal reunida a 25 de Janeiro de 2017 torna pública a seguinte Resolução:


- Perante o consecutivo adiamento do agendamento de reunião para discussão do Caderno Reivindicativo (16 de Dezembro 2016, 18 de Janeiro e agora 21 de Fevereiro de 2017);

 

- Num quadro em que o Caderno Reivindicativo para o ano de 2017 foi apresentado em 18 de Outubro de 2016, e na ausência até este dia de resposta da empresa àqueles que são os problemas e aspirações dos trabalhadores, reafirmamos e assumimos a disponibilidade dos trabalhadores para a luta e acção reivindicativa em todo o país;

 

 

- Exigimos resposta imediata aos problemas de assédio moral, ao fim da discriminação salarial, à actualização e valorização dos salários e subsídios, ao direito aos horários dignos e às condições de fardamento e espaços condignos para a prestação do trabalho nas Lojas e Armazéns.

 

Certos de que a nossa voz será ouvida, apelamos à unidade dos trabalhadores e ao bom senso da empresa.

 

 

Lisboa, 25 de Janeiro de 2017

 

A Comissão Sindical

 

+Informação sobre o Dia Minipreço

DIA MINIPREÇO: Não assinar "Acordo de mobilidade funcional"!

A Comissão Sindical do CESP alerta os trabalhadores do DIA Minipreço para a recepção de um texto apresentado pela Direcção da empresa como "Acordo de Mobilidade Funcional".

O mesmo integra no seu clausulado matérias que põem em causa direitos dos trabalhadores.

 

A Comissão Sindical exorta todos os trabalhadores a NÃO ASSINAR o referido acordo e procurar junto dos membros da Comissão Sindical esclarecimentos sobre os perigos decorrentes da assinatura.

 

+Informação sobre o DIA Minipreço

GREVE DOS TRABALHADORES DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO SUL E ILHAS / SAMS TEVE ENORME ADESÃO DOS TRABALHADORES, QUE SE CONCENTRARAM FRENTE AO CENTRO CLÍNICO DOS SAMS EM LISBOA

 O CESP saúda a grande determinação demonstrada pelos trabalhadores do SBSI/SAMS que realizaram no dia 11 de Janeiro uma greve com elevada adesão.

 

Os trabalhadores estão em luta pela manutenção em vigor das convenções colectivas de trabalho que lhes são aplicadas e contra a intenção da Direcção do SBSI de as fazer caducar ao entregar avisos de caducidade ao Ministério do Trabalho. Os trabalhadores estão em luta também por uma gestão dos SAMS que garantam a sua continuidade e contra o encerramento de serviços que a Direcção do SBSI tem vindo a promover.

 

Na concentração realizada frente ao Centro Clínico dos SAMS em Lisboa, que contou com a intervenção de João Torres da Comissão Executiva da CGTP-IN, Libério Domingues coordenador da União dos Sindicatos de Lisboa e dirigentes e delegados sindicais dos sindicatos que convocaram a greve, os trabalhadores aprovaram a continuação da luta caso a Direcção do SBSI não retome as negociações dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho que interrompeu unilateralmente.

+Informação sobre a luta dos trabalhadores do SBSI

Piquete de Greve no Centro Clínico dos SAMS (Rua Fialho de Almeida, em Lisboa)

 

Os trabalhadores do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas / SAMS estão em greve em defesa das Convenções Colectivas de Trabalho e dos direitos nela consagrados e exigem da Direcção do SBSI que retome as negociações dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho que interrompeu unilateralmente e anule os avisos de caducidade que enviou para o Ministério do Trabalho.

 

Nota à Comunicação Social sobre a Greve dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas.

Pré-Aviso de Greve no Dia/Minipreço

O CESP anuncia que os trabalhadores do Dia Minipreço - Supermercados Unipessoal, Lda. declaram greve ao trabalho suplementar até dia 30 de Junho de 2017.

 

São Objectivos da Greve:

 

- Exigir à empresa horários humanizados que permitam a conciliação da vida profissional e pessoal dos trabalhadores;

- Exigir da empresa aumentos de salários justos e fim da discriminação salarial;

- Exigir à empresa condições de trabalho, designadamente, local condigno para os trabalhadores tomarem as refeições;

- Exigir à empresa fim do Assédio Moral;

- Exigir da empresa a reclassificação dos Operadores de Armazém A e B em Operadores de Armazém de 2º, 1º e Operador de Armazém Especializado;

 

Por uma vida melhor, a luta é o caminho!

 

+Informação

Greve dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas!

Auchan/Jumbo de Almada insiste em criar problemas aos trabalhadores

Em Janeiro reduz os horários para penalizar os salários

 

A Auchan Portugal Hipermercados S.A./Jumbo de Almada rejeitou sucessivamente as propostas da Comissão Sindical do CESP para os trabalhadores que em Dezembro se sentissem exaustos, fossem simplesmente dispensados de prestar trabalho a mais (par além do horário normal) não remunerado.

 

Insistiu em colocar nos mapas de horário 10 horas diárias, em vez das 8 horas diárias normais, elevando o horário semanal das normais 40 para 44 ou 46 horas.

 

Face a esta teimosia da empresa, em forçar os trabalhadores a prestar horas a mais não remuneradas, aos trabalhadores e ao CESP não restou outra solução que não fosse a emissão de pré-aviso de greve para que os trabalhadores que quisessem, pudessem recusar trabalhar para além das 8 horas diárias e 40 horas semanais.

 

Muitos trabalhadores optaram por fazer o seu horário normal de 8 horas diárias e 40 horas semanais.

 ...

+Informação

CESP reclama aumento dos salário e respeito pelos direitos na Brisa!

No passado dia 22 de Dezembro, o CESP desenvolveu uma acção de protesto junto da sede da Brisa. Esta acção foi marcada pela entrega das reivindicações dos trabalhadores da empresa em forma de cabaz de Natal, nomeadamente o aumento salarial e a redução para as 35 horas semanais, entre outras exigências que se encontram disponíveis no nosso site, no sector das auto-estradas.

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Conquistas alcançadas na DHL são fruto da luta dos trabalhadores!

Na reunião, em Novembro, foram debatidos vários assuntos que dizem respeito ao conjunto das reivindicações apresentadas, o CESP Concluiu que, todas as conquistas conseguidas foram resultado da resistência e luta dos trabalhadores.

 

Com a luta e persistência para que todos os trabalhadores com vínculos precários (contratados a termo certo e por agências de trabalho temporário) passem a efectivos quando ocupam postos de trabalho permanentes, conseguimos, desde o início do ano de 2016, a passagem de 77 trabalhadores para contrato sem termo, comprometendo-se a empresa a, no futuro, continuar a reduzir o número de trabalhadores colocados pelas agências de trabalho temporário.

 

Sobre os horários de trabalho, a DHL, no que se refere às alterações aos horários diversificados, ou contínuos, assumiu o compromisso de tentar que o mesmos estejam afixados e/ou comunicados aos trabalhadores interessados, com a antecedência mínima de 20 dias.

 

Sobre o tema da temperatura nos armazéns, que o CESP defenda na medida do possível, deve oscilar entre os 18ºC e 22ºC, em particular na área de produção no armazém de Alverca que é onde mais se faz sentir o calor. A DHL diz que este tema ainda está em análise com o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho. Os trabalhadores e o CESP continuarão a exigir e a lutar pela resolução deste problema que afecta a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.

 

A DHL está a terminar um levantamento das necessidades de limpeza reais nas várias áreas do armazém de Alverca, de forma a ajustar os recursos necessários até ao final do ano corrente. Devido à impossibilidade dos trabalhadores do armazém de Vila Nova da Rainha poderem comparecer pontualmente nos horários que lhes são atribuídos, devido à escassez de transportes públicos naquela zona, com a intervenção do CESP foi criado um autocarro para esses trabalhadores.

 

Mantém-se as reivindicações:

 

- Actualização dos salários com aumento mínimo de 40€ para todos os trabalhadores;

- Pagamento de um suplemento aos trabalhadores que prestam serviço em regime de turnos rotativos;

- Actualização do subsídio de alimentação para 6,83€;

- Aumento de 5% sobre o valor actual dos prémios;

- Equiparação da carreira profissional dos Operadores de armazém com funções de condutor/manobrador de empilhadoras ou retratáveis com a carreira profissional dos Operadores de Máquinas;

- 25 dias úteis de férias para todos;

- Atribuição de um dia de descanso adicional a todos os trabalhadores. Este dia será gozado no dia de aniversário;

- Passagem a efectivos todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes;

- Redução progressiva da carga horária semanal para as 35 horas com fixação das 39 horas semanais em Janeiro de 2017;

- Condições dignas de trabalho, nomeadamente no que respeita à segurança, saúde e higiene no trabalho e pela integridade física e moral dos trabalhadores, com o fim da pressão, repressão e assédio moral.

 

+Informações

CESP entrega cabaz de Natal reivindicativo à Brisa

  1. Aumentos salariais;
  2. Distribuição de resultados a todos os trabalhadores de uma forma justa e de acordo com os lucros reais da empresa;
  3. 25 dias de férias;
  4. 1 dia de tolerância de ponto para todos os trabalhadores;
  5. 35 horas semanais para todos;
  6. Subsídio de Risco para a Assistência Rodoviária e para a Obra Civil, assim como para todos os trabalhos com actividades consideradas de risco;
  7. Criação do Escalão E para todas as categorias onde ainda não exista;
  8. Requalificação de todos os trabalhadores que desempenham funções fora do descrito no seu âmbito funcional;
  9. Reforço dos quadros de pessoal, principalmente na Assistência Rodoviária, Obra Civil e Electrónica;
  10. Colocação de Operadores de Portagem em todas as barreiras de portagem;
  11. Eliminação da escala 5/1;
  12. Eleição dos representantes de Segurança e Saúde no Trabalho.

 

Este cabaz será entregue simbolicamente no dia 22 de Dezembro pelas 10h30, no Campus Brisa.

Acção Brisa cabaz natal 22Dez2016.PDF
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Plenários dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas definem nova etapa de luta!

Trabalhadores das Lojas Cores Doces reclamam melhores condições!

O CESP reuniu no passado dia 15 de Novembro com a empresa, onde colocou uma série de problemas levantados pelos trabalhadores.

 

Em relação aos horários de trabalho, o que ficou concluído da reunião é que, as alterações aos horários depois da sua entrega, só se pode verificar em casos excepcionais ou pedido pelos trabalhadores sendo que a sua alteração tem que ser consentida por ambos.
Ficou também decidido que assim que os trabalhadores recebam o seu horário para o mês, este deve ser assinado e datado.
A retirada dos bancos: a empresa alegou que esta medida veio depois de várias queixas de clientes sobre a postura de alguns trabalhadores com os clientes na loja.
O que afirmamos foi que por uns, não devem "sofrer" todos e que os bancos de pé alto tem um papel importante para que os trabalhadores possam descansar as pernas nas "horas mortas".
A empresa ficou de estudar e de ver bancos que permitam o encosto.
Em relação ao dinheiro em fundo de caixa, numa questão de salvaguarda dos trabalhadores, mas também da empresa, o que ficou acordado foi que, sempre que haja alguma irregularidade, se faça uma folha de ocorrência.
Sobre o comportamento das chefias para com os trabalhadores, o compromisso que ficou por parte da empresa foi o de aumentar o diálogo e o respeito entre todos.

Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas continuam a lutar pelos seus direitos! Plenários marcados para dia 12 e 13.

Caderno Reivindicativo dos Trabalhadores do Lidl para 2017

40 euros de aumento para todos os Trabalhadores!

Equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém à carreira profissional dos operadores de supermercado!

Negociação do contrato colectivo de trabalho da grande distribuição

Os trabalhadores e o seu sindicato exigem para 2017:

 

- 40 euros de aumento salarial para todos os trabalhadores e a eliminação da tabela B;

- Actualização do subsídio de alimentação;

- Equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém com a carreira profissional dos operadores de supermercado, acabando assim com a discriminação salarial destes trabalhadores;

- 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores, não sujeitos à assiduidade;

- 39 horas semanais para todos.

 

Idênticas reivindicações estão já a ser discutidas com os trabalhadores e apresentadas às empresas, nomeadamente:

- Auchan

- Dia Minipreço

- El Corte Inglés

- Lidl

- Pingo Doce e Jerónimo Martins

- Sonae

 

Exigimos também a passagem a efectivos de todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes.

 

A Associação Patronal (APED) responde com:

- Redução do valor pago pelo trabalho suplementar prestado;

- Redução do valor pago pelo trabalho prestado em dia de feriado (50% sobre o valor/hora);

- Introdução de Banco de Horas;

- Não querem negociar aumentos salariais = 0!

 

Ou seja, a Associação Patronal e os Patrões propõem a redução dos salários dos trabalhadores e a completa desregulação dos horários de trabalho!

Mais informação:
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