Direcção Regional da Beira Litoral do CESP denuncia discriminação salarial praticada pela Sonae / Modelo Continente Hipermercados e pelo Pingo Doce/Jerónimo Martins:

 

Trabalhadores de Lisboa, Porto e Setúbal com a mesma categoria profissional têm enormes diferenças salariais relativamente aos trabalhadores do resto do país.

 

A APED e estas empresas não querem resolver a discriminação, recusando negociar com o CESP/Fepces o fim da Tabela B no Contrato Colectivo de Trabalho (CCT), enquanto outras empresas da distribuição não praticam esta discriminação, pagando a todos os trabalhadores pela Tabela A – mais alta – do CCT.

 

22 de Setembro – pelas 11,30 horas – acção de denúncia frente ao Continente de Vale das Flores – Coimbra Shopping – Coimbra

 

25 de Setembro – pelas 11,30 horas – acção de denúncia frente ao Pingo Doce de Espinho

El Corte Inglés - Tantos lucros, tantos milhões... e para os trabalhadores: "uma mão cheia de NADA!"

No passado dia 29 de Agosto, realizou-se mais uma reunião com a Direcção dos Recursos Humanos, após terem sido divulgados ao público os números dos lucros e recordes de vendas da empresa. Mas, mesmo assim, a postura da empresa mantêm-se igual!

 

+Informações

 

DHL - Vale a pena lutar!

Com a organização e luta dos trabalhadores da DHL já melhoraram as condições de trabalho.

No entanto, há reivindicações dos trabalhadores que a empresa se comprometeu a dar resposta e ainda não deu!

 

A luta vai ter que continuar para que haja efectiva de satisfação das reivindicações dos trabalhadores e condições de trabalho e cumprimento dos compromissos assumidos pela empresa.

 

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES, A LUTA CONTINUA!

DIA Minipreço: Continuar a luta pela efectiva satisfação das reivindicações dos trabalhadores!

Terminaram no dia 15 de Julho as negociações do Caderno Reivindicativo entre a Empresa e a Comissão Sindical do CESP, sem acordo. Será resposto o pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário e trabalho normal em dia feriado.

 

+Informações

Trabalhadores da Fundação D. Pedro IV exigem o pagamento em dívida. Diálogo e trabalho em equipa é urgente!

Decorreu no dia 6 de Junho, na Mansão Stª Maria Marvila, reunião entre a Directora Adélia Marinho e Dirigente Sindical do CESP.

 

Por parte do CESP, na abordagem à situação por resolver relativamente ao pagamento da actualização salarial em dívida e retroactivos com efeitos a 1 de Janeiro de 2015, e que foi exposto em reunião a 10 de Abril de 2017 com o Presidente Vasco Canto Moniz. A Directora informou que a aguardam a resposta final da advogada da Fundação, por entender que a actualização só é devida em Abril de 2016.

 

É urgente que os trabalhadores recebam o que lhes é devido!

 

+Informações

Novos Salários e Subsídios a partir de 1 de Janeiro de 2017 para os trabalhadores dos grossistas de produtos químicos e farmacêuticos!

Foi possível chegar a acordo para a revisão dos salários e subsídios para o anos de 2017 e, com a persistência da FEPCES/CESP, serem aumentados todos os níveis da tabela salarial.

 

Todos os valores têm efeitos retroactivos a 1 de Janeiro de 2017.

 

+Informações

Associação Patronal e Empresas já apresentaram contraproposta com valorização da carreira profissional dos Operadores de Armazém

Continuamos a exigir a categoria profissional de Operador de Armazém especializado e o aumento dos salários de todos os trabalhadores!

 

Na reunião de 21 de Junho de 2017, a APED, em representação das empresas, afirma que os sindicatos terão que negociar "contrapartidas" nomeadamente em matéria de organização do tempo de trabalho (banco de horas, redução do valor pago por trabalho suplementar) e redução do valor pago por trabalho em dia feriado.

Não aceitamos medidas que desregulem os horários de trabalho e impossibilitem o direito à família e vida pessoal e reafirmamos as propostas do CESP/Fepces!

 

Junho, 2017

 

+Informações sobre o sector da Grande Distribuição

Greve no Pingo Doce de Braga Parque e Vila Verde dia 1 de Julho!

Dia Minipreço/Clarel: Vale a pena lutar!

A comissão sindical do CESP vem por este meio informar todos os trabalhadores que começaram as negociações do caderno reivindicativo na empresa Dia Minipreço/Clarel e neste momento a mensagem que queremos passar é de confiança e esperança neste processo.

 

Junho 2017

 

+Informações

Liberdade para o Saara Ocidental

 

 

O Saara Ocidental ocupa um território com aproximadamente 284.000 km2 – mais de três vezes a área de Portugal –, com uma costa marítima com aproximadamente 1.500 km, que contém um dos mais ricos bancos pesqueiros do mundo, e outros importantes recursos naturais, designadamente minerais.

O Saara Ocidental foi uma colónia espanhola, tendo as Nações Unidas inscrito o Saara Ocidental na lista dos territórios que deviam ser descolonizados, reconhecendo o direito inalienável do povo saaraui à auto-determinação e a Frente Polisário como sua legítima representante.

Marrocos invadiu parte do território em 1975 e desencadeou uma violenta acção militar contra o povo saarauí, obrigando uma grande parte a procurar refúgio na vizinha Argélia. A Frente Polisário resistiu à invasão e proclamou, em 27 de Fevereiro de 1976, a República Árabe Saharauí Democrática (RASD).

Passados mais de 40 anos e desrespeitando as resoluções das Nações Unidas, os territórios do Saara Ocidental continuam ilegalmente ocupados por Marrocos, que implementa uma política de violação dos mais elementares direitos humanos e não permite o adequado acesso à saúde, à educação ou ao trabalho, oprimindo o povo saarauí que vive e resiste à ocupação nesses territórios.

Ao povo saarauí continua negado o direito ao desenvolvimento e ao progresso social que só a constituição do seu próprio estado, como a ONU reconhece, pode tornar possível, ao mesmo tempo que vê os recursos naturais do território que devia constituir o seu legítimo estado serem explorados e toda a sua riqueza ficar na mão do estado colonizador.

As organizações portuguesas abaixo-assinadas reafirmam a sua solidariedade com os trabalhadores e o povo saarauí, que vive há décadas sob a ocupação do Reino de Marrocos e consideram que uma solução justa para o Saara Ocidental exige:

    A instalação de um mecanismo permanente da ONU para o acompanhamento do respeito dos direitos humanos do povo saarauí nos territórios ocupados;

    A libertação dos presos políticos saarauís nas prisões marroquinas;

    O fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental;

    O respeito pelo inalienável direito à auto-determinação do povo saarauí;


As organizações abaixo-assinadas:


- Denunciam a postura conivente da União Europeia que através do acordo de parceria explora recursos naturais dos territórios ilegalmente ocupados do Saara Ocidental em proveito de empresas Marroquinas e Europeias – acordo de Parceria que foi declarado ilegal pelo Tribunal Europeu de Justiça em Dezembro de 2015;


- Consideram que o Governo português deve tomar uma posição clara contra as agressões do Reino de Marrocos ao povo saarauí e de exigência do cumprimento das deliberações da ONU quanto ao Saara Ocidental, designadamente o cumprimento do direito à auto-determinação do povo saarauí.


As organizações subscritoras (até ao momento):

Conselho Português para a Paz e Cooperação

Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional

Movimento Democrático de Mulheres

 

Sindicatos dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços (CESP)

Trabalhadores da EMEL têm finalmente o seu instrumento de regulamentação das relações de trabalho

Assinado dia 25 de Maio de 2017 o Acordo de Empresa da EMEL!

 

Os trabalhadores da EMEL, com o seu Sindicato de classe – o CESP – lutaram durante mais de 12 anos pela negociação do Acordo de Empresa (AE) – instrumento de regulamentação colectiva de trabalho – que foi agora assinado, para terem as suas relações de trabalho regulamentadas e a garantia do reconhecimento das condições em que exercem as suas funções e respectivas contrapartidas.

Vale a pena Lutar!

 

+Informações

 

Greve dos Trabalhadores do Lidl a 2 de Junho!

Trabalhadores da EMEL - 12 anos em luta pelo direito à contratação colectiva

O Acordo de Empresa (AE) dos Trabalhadores da EMEL vai ser assinado no próximo dia 25 de Maio, às 18 horas.

 

Mais de 12 anos depois da apresentação pelo Sindicato (CESP) da 1ª proposta de texto para a celebração de um AE, o direito à contratação colectiva é finalmente garantido por estes trabalhadores.  

A vitória deste longo processo deve-se à resistência e à luta desenvolvida pelos trabalhadores na empresa.

O AE consagra um conjunto de direitos e conquistas importantes que garantirão uma vida melhor para todos os trabalhadores.

 

Vale a pena lutar!

Logísticas da Sonae: Com a luta dos trabalhadores e a intervenção e persistência do CESP e da Comissão Sindical começam a ver-se alterações positivas nas condições de trabalho!

DIA Minipreço/Clarel: Convictos e justos, combativos e disponíveis para a Luta! Pela valorização dos Trabalhadores e dos Salários, contra o Assédio Moral!

O dia 13 de Abril demonstrou a unidade, a justiça das reivindicações, a disponibilidade para a luta e a coragem dos trabalhadores da Dia Minipreço/Clarel com a adesão à greve e as concentrações de Oeiras, Gaia e Albufeira justo às sedes da empresa. Foram mais de 500, os corajosos trabalhadores que disseram "Basta!" ao desrespeito da empresa pelas suas aspirações, dificuldades e reivindicações. Foram mais de 80 lojas fechadas em todo o país, não contando ainda com as que estivaram a trabalhar parcialmente abrindo apenas durante uma parte do dia.

 

É notório que as acções dos trabalhadores no dia 13 de Abril e 1º de Maio não passaram despercebidas e a força, unidade e disponibilidade dos trabalhadores em fazer valer o que é seu por direito, fez com que a empresa em parte reconsiderasse as suas acções e percebesse que A Luta vai Continuar!

 

+Informações

Novos Salários com efeitos a 1 de Abril de 2017 na Lusoponte

Ficou concluída a negociação para a revisão dos salários e subsídios para 2017. Os novos salários são processados em Abril de 2017. Em Maio ou Junho a diferença dos salários agora acordados e os pagos nos meses de férias de Janeiro a Março serão pagos sob a forma de prémio de carácter específico e extraordinário.

 

Valores acordados:

 

- Aumento de 1,2% sobre os vencimentos da Tabela Salarial de 2016, a partir de 1 de Abril de 2017, com arredondamento ao Euro superior;

- Fixação do abono para falhas de caixa em €1,86(5) por dia;

- Fixação do subsídio de alimentação em €8,92 por dia;

- Compromisso das partes em discutir no próximo ano carreiras profissionais e progressões;

 

+Informações sobre Auto-estradas

É urgente o aumento dos salários e a correcção da injustiça na carreira profissional dos Operadores de Armazém

A APED (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição) e as empresas continuam sem apresentar a sua contraproposta à proposta sindical de aumento dos salários e subsídios e de correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém.

 

É urgente a correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém!

É urgente o aumento dos salários para todos os trabalhadores!

 

O CESP decidiu realizar uma semana de luta, de 22 a 26 de Maio de 2017, em todos os armazéns da grande distribuição, com realização de plenários e concentrações à porta dos armazéns.

 

+Informações da Grande Distribuição

Aumentos e Mais Direitos conquistados na DHL

Na última reunião do CESP com os representantes da DHL no mês de Abril, foi colocado em debate o conjunto das reivindicações dos Trabalhadores.

 

O CESP salienta desde já que todas as conquistas obtidas só foram possíveis com a luta dos Trabalhadores da DHL.

 

+Informações

 

El Corte Inglês não leva a sério propostas e problemas dos trabalhadores!

No passado dia 6 de Março, realizou-se uma reunião com a Direcção da empresa para discutir o caderno reivindicativo de 2017, apresentado em Dezembro.

Voltamos a denunciar que os aumentos praticados no ECI são discriminatórios e sendo estes em percentagem, desfavorece quem tem salários mais baixos!

Existem trabalhadores com vários anos de casa a receberem, praticamente, o valor mínimo de entrada actual na empresa.

 

+Informações

Concentração frente à sede do Auchan reuniu centenas de trabalhadores vindos de todo o país

Aumentos salariais, fim dos horários desregulados e cumprimento do Contrato Colectivo foram alguns dos motivos que fizeram sair à rua os trabalhadores do Auchan. Na resolução aprovada, foram decididas novas formas de luta, caso não se resolvam os problemas na empresa.

 

+Informação

Aos Trabalhadores da Auchan

Concentração Nacional de Trabalhadores da Auchan frente à sede da empresa em Lisboa - 5 de Abril de 2017 - 11h

 

A Auchan Portugal continua a recusar aumentos salariais dignos para os seus trabalhadores, "dando aumentos" que rondam os 0,20€ por dia depois de terem tido lucros consideráveis.

 

+Informação

A DHL mantém-se confortável com os baixos salários que paga aos Operadores de Armazém

Os trabalhadores da Logística da DHL são os que têm salários mais baixos entre os trabalhadores das Logísticas.

A DHL continua inflexível no que respeita aos aumentos salariais e progressão nas categorias profissionais.

Os salários, de 557€, são uma vergonha para quem trabalha há 5, 10, 15 ou 20 anos na empresa. A DHL apresenta resultados positivos de milhões e o que distribuiu aos seus trabalhadores são uns míseros tostões.

É perante estres atropelos aos nossos direitos, à nossa dignidade e vida que é preciso cada vez mais mostrar a nossa unidade e reforçar a luta por melhores salários e condições de trabalho!

Neste sentido, os trabalhadores da DHL exigem resposta às suas reivindicações!

 

+Informações

Acordada revisão do Contrato Colectivo de Trabalho

Novos salários e subsídios desde 1 de Janeiro de 2017

 

Concluído o processo de revisão global do Contrato Colectivo de Trabalho para os trabalhadores das empresas grossistas de material eléctrico e electrónico. O CCT foi já publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, nº5 de 8 de Fevereiro de 2017.

 

+Informações

Face aos abusos do SBSI, os trabalhadores convocam nova greve para dia 23 de Março!

+Informações sobre este ataque gravoso aos trabalhadores e às Contratação Colectiva!

Trabalhadores do Auchan exigem:

40€ de aumento salarial para todos!

Subsídio de alimentação de 5,60€!

25 dias úteis de férias!

Cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho!

 

O CESP e os trabalhadores continuam a exigir o aumento dos salários para todos os trabalhadores e o cumprimento das regras da organização dos horários de trabalho com o CCT em vigor.

 

+Informação

Trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins em Luta

Aumento dos salários de todos os Trabalhadores!

Correcção da injustiça na carreira dos operadores de armazém!

Respeito pelos direitos!

 

Ao envio do Caderno Reivindicativo para 2017 e proposta de datas para reunir, a empresa escolheu nada dizer! A União dos Trabalhadores e do CESP é fundamental para a resolução dos problemas dos trabalhadores nos seus locais de trabalho.

 

+Informação

Domus Fraternitas - IPSS de Braga - recusa instalações para funcionamento de mesa de voto das eleições para os órgãos do CESP

 

Realizaram-se em todo o país as eleições para os órgãos de direcção do CESP - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, eleições que decorreram de forma descentralizada, englobando centenas de mesas de voto nos locais de trabalho, como é habitual. Perante isto, foi com grande perplexidade que a Direcção Regional de Braga do CESP foi confrontada com a recusa de cedência de instalações pela IPSS Domus Fraternitas, de Braga.

 

Esta foi a única mesa de voto recusada no país todo!

 

Face a esta tentativa de impedimento por parte da Instituição do exercício de um direito sindical que é, simultaneamente, um dever dos Sindicatos, o CESP assegurou o acto eleitoral colocando a mesa de voto à porta da Instituição, garantindo assim a possibilidade de exercício dos seus direitos aos nossos associados e denunciando este comportamento da Domus Fraternitas.

Dia Minipreço/Clarel: Abaixo-assinado contra abusos nos horários!

ALTERAÇÃO INTRODUZIDA NOS HORÁRIOS DE TRABALHO DE ABRIL A JUNHO NÃO RESPEITA O CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO

 

A Dia / Minipreço não pode obrigar os trabalhadores a aumentarem de 8 para 10 horas de trabalho diário, até 50 horas por semana, nos moldes em que esta opção está colocada nos mapas de horários de trabalho que chegaram às lojas no dia 1 de Março (Nota de rodapé em letras minúsculas).

...

+Informação

É urgente a actualização dos salários de todos os Trabalhadores das IPSS!

Continua o processo negocial para revisão dos salários, subsídios e restantes cláusulas do Contrato Colectivo de Trabalho.

 

A recente actualização do Salário Mínimo Nacional para 557 euros veio reforçar a necessidade de aumentos salariais de todos os trabalhadores das IPSS’s. O CESP defende que seja mantida a diferenciação salarial face ao Salário Mínimo Nacional e que aos diferentes níveis da carreira profissional correspondam salários diferenciados que valorizem a qualificação profissional.

+Informação sobre as IPSS

Dia Minipreço/Clarel: A Luta vai ter que continuar!

O ano de 2016 foi, para os trabalhadores, um dos piores vividos no grupo Dia em Portugal.


Com um ambiente social nunca antes vivido, com a insistência, agravamento e manutenção das discriminações salariais, com cortes na manutenção e limpeza das lojas, com a falta de manutenção dos aparelhos de ar condicionado, com a constante e permanente falta de trabalhadores em várias lojas e com o desrespeito total pelas preocupações e vontade dos trabalhadores enquanto, em processos de terciarização de lojas, escolhem sempre recolocar os funcionários quanto mais longe da sua área de residência, melhor.
  

 

O ano 2017 parece seguir o mesmo caminho que os anteriores com o grupo Dia, Portugal a continuar a não querer resolver os problemas dos trabalhadores.

 

+Informação

Auchan/Jumbo de Almada desconta ilegalmente 2 horas diárias a quem em Dezembro trabalhou 8 horas em cada dia!

Os trabalhadores cumpriram a sua obrigação de trabalhar as 8 horas por dia e 40 horas por semana em Dezembro.

 

O Jumbo queria que alguns trabalhassem 10 horas diárias, duas gratuitas, em Dezembro, conforme consta dos mapas de horários entregues à Comissão Sindical.

 

Os trabalhadores recusaram tal imposição, por razões de saúde, exaustão e esgotamento, devido aos ritmos de trabalho impostos ao longo de todo o anos.

 

O Jumbo, apesar das várias reuniões, teimou em manter nos horar de Dezembro as 10 horas diárias de trabalho. Para evitar acusações aos trabalhadores de violação dos horários, o CESP emitiu um pré-aviso de greve para que os trabalhadores, que o quisessem, poderem legalmente fazer as suas normais 8 horas e sair não fazendo as horas a mais não remuneradas.

 

A Auchan Portugal, no vencimento de Janeiro desconta a cada trabalhador duas horas trabalhadas em Dezembro, pagando apenas 6 das 8 horas trabalhadas.

...

 

+Informações

SONAE Distribuição - Caderno Reivindicativo de 2017

A SONAE mantém-se confortável com a discriminação e baixos salários que pratica aos Operadores de Armazém de Azambuja.

 

Temos categorias profissionais com enquadramento e progressão inferior e somos pior remunerados que os colegas das lojas e de outras logísticas (Dia Minipreço: 600€ base; Lidl: 700€ base). Os trabalhadores com 10, 15 e 20 anos de casa, vitais para o bom funcionamento da cadeia de distribuição recebem SALÁRIOS RIDÍCULOS!

 

A empresa já comunicou os critérios para o aumento de ordenado: Avaliação do desempenho (3, 4 e 5); Absentismo (Licença de maternidade, paternidade, Nojo). ESTA É UM SITUAÇÃO CLARAMENTE DISCRIMINATÓRIA E INJUSTA!

Os Operadores de Armazém com ordenados inferiores ao Salário Mínimo Nacional (SMN), vão beneficiar de um ajuste por força da Lei. O ordenado mínimo que passa a ser praticado na logística é de 656 euros.

A empresa volta a cometer o mesmo erro, ou seja, os novos contractos terão um ordenado superior aos operadores com 15 e 20 anos de casa.

 

+Informação sobre as reivindicações dos trabalhadores da SONAE de Azambuja.

 

Exigimos resposta do Dia Minipreço ao Caderno Reivindicativo

 

A Comissão Sindical Nacional do DIA Portugal reunida a 25 de Janeiro de 2017 torna pública a seguinte Resolução:


- Perante o consecutivo adiamento do agendamento de reunião para discussão do Caderno Reivindicativo (16 de Dezembro 2016, 18 de Janeiro e agora 21 de Fevereiro de 2017);

 

- Num quadro em que o Caderno Reivindicativo para o ano de 2017 foi apresentado em 18 de Outubro de 2016, e na ausência até este dia de resposta da empresa àqueles que são os problemas e aspirações dos trabalhadores, reafirmamos e assumimos a disponibilidade dos trabalhadores para a luta e acção reivindicativa em todo o país;

 

 

- Exigimos resposta imediata aos problemas de assédio moral, ao fim da discriminação salarial, à actualização e valorização dos salários e subsídios, ao direito aos horários dignos e às condições de fardamento e espaços condignos para a prestação do trabalho nas Lojas e Armazéns.

 

Certos de que a nossa voz será ouvida, apelamos à unidade dos trabalhadores e ao bom senso da empresa.

 

 

Lisboa, 25 de Janeiro de 2017

 

A Comissão Sindical

 

+Informação sobre o Dia Minipreço

DIA MINIPREÇO: Não assinar "Acordo de mobilidade funcional"!

A Comissão Sindical do CESP alerta os trabalhadores do DIA Minipreço para a recepção de um texto apresentado pela Direcção da empresa como "Acordo de Mobilidade Funcional".

O mesmo integra no seu clausulado matérias que põem em causa direitos dos trabalhadores.

 

A Comissão Sindical exorta todos os trabalhadores a NÃO ASSINAR o referido acordo e procurar junto dos membros da Comissão Sindical esclarecimentos sobre os perigos decorrentes da assinatura.

 

+Informação sobre o DIA Minipreço

GREVE DOS TRABALHADORES DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO SUL E ILHAS / SAMS TEVE ENORME ADESÃO DOS TRABALHADORES, QUE SE CONCENTRARAM FRENTE AO CENTRO CLÍNICO DOS SAMS EM LISBOA

 O CESP saúda a grande determinação demonstrada pelos trabalhadores do SBSI/SAMS que realizaram no dia 11 de Janeiro uma greve com elevada adesão.

 

Os trabalhadores estão em luta pela manutenção em vigor das convenções colectivas de trabalho que lhes são aplicadas e contra a intenção da Direcção do SBSI de as fazer caducar ao entregar avisos de caducidade ao Ministério do Trabalho. Os trabalhadores estão em luta também por uma gestão dos SAMS que garantam a sua continuidade e contra o encerramento de serviços que a Direcção do SBSI tem vindo a promover.

 

Na concentração realizada frente ao Centro Clínico dos SAMS em Lisboa, que contou com a intervenção de João Torres da Comissão Executiva da CGTP-IN, Libério Domingues coordenador da União dos Sindicatos de Lisboa e dirigentes e delegados sindicais dos sindicatos que convocaram a greve, os trabalhadores aprovaram a continuação da luta caso a Direcção do SBSI não retome as negociações dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho que interrompeu unilateralmente.

+Informação sobre a luta dos trabalhadores do SBSI

Piquete de Greve no Centro Clínico dos SAMS (Rua Fialho de Almeida, em Lisboa)

 

Os trabalhadores do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas / SAMS estão em greve em defesa das Convenções Colectivas de Trabalho e dos direitos nela consagrados e exigem da Direcção do SBSI que retome as negociações dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho que interrompeu unilateralmente e anule os avisos de caducidade que enviou para o Ministério do Trabalho.

 

Nota à Comunicação Social sobre a Greve dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas.

Pré-Aviso de Greve no Dia/Minipreço

O CESP anuncia que os trabalhadores do Dia Minipreço - Supermercados Unipessoal, Lda. declaram greve ao trabalho suplementar até dia 30 de Junho de 2017.

 

São Objectivos da Greve:

 

- Exigir à empresa horários humanizados que permitam a conciliação da vida profissional e pessoal dos trabalhadores;

- Exigir da empresa aumentos de salários justos e fim da discriminação salarial;

- Exigir à empresa condições de trabalho, designadamente, local condigno para os trabalhadores tomarem as refeições;

- Exigir à empresa fim do Assédio Moral;

- Exigir da empresa a reclassificação dos Operadores de Armazém A e B em Operadores de Armazém de 2º, 1º e Operador de Armazém Especializado;

 

Por uma vida melhor, a luta é o caminho!

 

+Informação

Greve dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas!

Auchan/Jumbo de Almada insiste em criar problemas aos trabalhadores

Em Janeiro reduz os horários para penalizar os salários

 

A Auchan Portugal Hipermercados S.A./Jumbo de Almada rejeitou sucessivamente as propostas da Comissão Sindical do CESP para os trabalhadores que em Dezembro se sentissem exaustos, fossem simplesmente dispensados de prestar trabalho a mais (par além do horário normal) não remunerado.

 

Insistiu em colocar nos mapas de horário 10 horas diárias, em vez das 8 horas diárias normais, elevando o horário semanal das normais 40 para 44 ou 46 horas.

 

Face a esta teimosia da empresa, em forçar os trabalhadores a prestar horas a mais não remuneradas, aos trabalhadores e ao CESP não restou outra solução que não fosse a emissão de pré-aviso de greve para que os trabalhadores que quisessem, pudessem recusar trabalhar para além das 8 horas diárias e 40 horas semanais.

 

Muitos trabalhadores optaram por fazer o seu horário normal de 8 horas diárias e 40 horas semanais.

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+Informação

Garante os teus direitos. Sindicaliza-te

Comemoração dos 100 anos da Revolução que transformou o Mundo

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