A DHL mantém-se confortável com os baixos salários que paga aos Operadores de Armazém

Os trabalhadores da Logística da DHL são os que têm salários mais baixos entre os trabalhadores das Logísticas.

A DHL continua inflexível no que respeita aos aumentos salariais e progressão nas categorias profissionais.

Os salários, de 557€, são uma vergonha para quem trabalha há 5, 10, 15 ou 20 anos na empresa. A DHL apresenta resultados positivos de milhões e o que distribuiu aos seus trabalhadores são uns míseros tostões.

É perante estres atropelos aos nossos direitos, à nossa dignidade e vida que é preciso cada vez mais mostrar a nossa unidade e reforçar a luta por melhores salários e condições de trabalho!

Neste sentido, os trabalhadores da DHL exigem resposta às suas reivindicações!

 

+Informações

Acordada revisão do Contrato Colectivo de Trabalho

Novos salários e subsídios desde 1 de Janeiro de 2017

 

Concluído o processo de revisão global do Contrato Colectivo de Trabalho para os trabalhadores das empresas grossistas de material eléctrico e electrónico. O CCT foi já publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, nº5 de 8 de Fevereiro de 2017.

 

+Informações

Face aos abusos do SBSI, os trabalhadores convocam nova greve para dia 23 de Março!

+Informações sobre este ataque gravoso aos trabalhadores e às Contratação Colectiva!

Trabalhadores do Auchan exigem:

40€ de aumento salarial para todos!

Subsídio de alimentação de 5,60€!

25 dias úteis de férias!

Cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho!

 

O CESP e os trabalhadores continuam a exigir o aumento dos salários para todos os trabalhadores e o cumprimento das regras da organização dos horários de trabalho com o CCT em vigor.

 

+Informação

Trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins em Luta

Aumento dos salários de todos os Trabalhadores!

Correcção da injustiça na carreira dos operadores de armazém!

Respeito pelos direitos!

 

Ao envio do Caderno Reivindicativo para 2017 e proposta de datas para reunir, a empresa escolheu nada dizer! A União dos Trabalhadores e do CESP é fundamental para a resolução dos problemas dos trabalhadores nos seus locais de trabalho.

 

+Informação

Domus Fraternitas - IPSS de Braga - recusa instalações para funcionamento de mesa de voto das eleições para os órgãos do CESP

 

Realizaram-se em todo o país as eleições para os órgãos de direcção do CESP - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, eleições que decorreram de forma descentralizada, englobando centenas de mesas de voto nos locais de trabalho, como é habitual. Perante isto, foi com grande perplexidade que a Direcção Regional de Braga do CESP foi confrontada com a recusa de cedência de instalações pela IPSS Domus Fraternitas, de Braga.

 

Esta foi a única mesa de voto recusada no país todo!

 

Face a esta tentativa de impedimento por parte da Instituição do exercício de um direito sindical que é, simultaneamente, um dever dos Sindicatos, o CESP assegurou o acto eleitoral colocando a mesa de voto à porta da Instituição, garantindo assim a possibilidade de exercício dos seus direitos aos nossos associados e denunciando este comportamento da Domus Fraternitas.

Dia Minipreço/Clarel: Abaixo-assinado contra abusos nos horários!

ALTERAÇÃO INTRODUZIDA NOS HORÁRIOS DE TRABALHO DE ABRIL A JUNHO NÃO RESPEITA O CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO

 

A Dia / Minipreço não pode obrigar os trabalhadores a aumentarem de 8 para 10 horas de trabalho diário, até 50 horas por semana, nos moldes em que esta opção está colocada nos mapas de horários de trabalho que chegaram às lojas no dia 1 de Março (Nota de rodapé em letras minúsculas).

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+Informação

É urgente a actualização dos salários de todos os Trabalhadores das IPSS!

Continua o processo negocial para revisão dos salários, subsídios e restantes cláusulas do Contrato Colectivo de Trabalho.

 

A recente actualização do Salário Mínimo Nacional para 557 euros veio reforçar a necessidade de aumentos salariais de todos os trabalhadores das IPSS’s. O CESP defende que seja mantida a diferenciação salarial face ao Salário Mínimo Nacional e que aos diferentes níveis da carreira profissional correspondam salários diferenciados que valorizem a qualificação profissional.

+Informação sobre as IPSS

Dia Minipreço/Clarel: A Luta vai ter que continuar!

O ano de 2016 foi, para os trabalhadores, um dos piores vividos no grupo Dia em Portugal.


Com um ambiente social nunca antes vivido, com a insistência, agravamento e manutenção das discriminações salariais, com cortes na manutenção e limpeza das lojas, com a falta de manutenção dos aparelhos de ar condicionado, com a constante e permanente falta de trabalhadores em várias lojas e com o desrespeito total pelas preocupações e vontade dos trabalhadores enquanto, em processos de terciarização de lojas, escolhem sempre recolocar os funcionários quanto mais longe da sua área de residência, melhor.
  

 

O ano 2017 parece seguir o mesmo caminho que os anteriores com o grupo Dia, Portugal a continuar a não querer resolver os problemas dos trabalhadores.

 

+Informação

Auchan/Jumbo de Almada desconta ilegalmente 2 horas diárias a quem em Dezembro trabalhou 8 horas em cada dia!

Os trabalhadores cumpriram a sua obrigação de trabalhar as 8 horas por dia e 40 horas por semana em Dezembro.

 

O Jumbo queria que alguns trabalhassem 10 horas diárias, duas gratuitas, em Dezembro, conforme consta dos mapas de horários entregues à Comissão Sindical.

 

Os trabalhadores recusaram tal imposição, por razões de saúde, exaustão e esgotamento, devido aos ritmos de trabalho impostos ao longo de todo o anos.

 

O Jumbo, apesar das várias reuniões, teimou em manter nos horar de Dezembro as 10 horas diárias de trabalho. Para evitar acusações aos trabalhadores de violação dos horários, o CESP emitiu um pré-aviso de greve para que os trabalhadores, que o quisessem, poderem legalmente fazer as suas normais 8 horas e sair não fazendo as horas a mais não remuneradas.

 

A Auchan Portugal, no vencimento de Janeiro desconta a cada trabalhador duas horas trabalhadas em Dezembro, pagando apenas 6 das 8 horas trabalhadas.

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+Informações

SONAE Distribuição - Caderno Reivindicativo de 2017

A SONAE mantém-se confortável com a discriminação e baixos salários que pratica aos Operadores de Armazém de Azambuja.

 

Temos categorias profissionais com enquadramento e progressão inferior e somos pior remunerados que os colegas das lojas e de outras logísticas (Dia Minipreço: 600€ base; Lidl: 700€ base). Os trabalhadores com 10, 15 e 20 anos de casa, vitais para o bom funcionamento da cadeia de distribuição recebem SALÁRIOS RIDÍCULOS!

 

A empresa já comunicou os critérios para o aumento de ordenado: Avaliação do desempenho (3, 4 e 5); Absentismo (Licença de maternidade, paternidade, Nojo). ESTA É UM SITUAÇÃO CLARAMENTE DISCRIMINATÓRIA E INJUSTA!

Os Operadores de Armazém com ordenados inferiores ao Salário Mínimo Nacional (SMN), vão beneficiar de um ajuste por força da Lei. O ordenado mínimo que passa a ser praticado na logística é de 656 euros.

A empresa volta a cometer o mesmo erro, ou seja, os novos contractos terão um ordenado superior aos operadores com 15 e 20 anos de casa.

 

+Informação sobre as reivindicações dos trabalhadores da SONAE de Azambuja.

 

Exigimos resposta do Dia Minipreço ao Caderno Reivindicativo

 

A Comissão Sindical Nacional do DIA Portugal reunida a 25 de Janeiro de 2017 torna pública a seguinte Resolução:


- Perante o consecutivo adiamento do agendamento de reunião para discussão do Caderno Reivindicativo (16 de Dezembro 2016, 18 de Janeiro e agora 21 de Fevereiro de 2017);

 

- Num quadro em que o Caderno Reivindicativo para o ano de 2017 foi apresentado em 18 de Outubro de 2016, e na ausência até este dia de resposta da empresa àqueles que são os problemas e aspirações dos trabalhadores, reafirmamos e assumimos a disponibilidade dos trabalhadores para a luta e acção reivindicativa em todo o país;

 

 

- Exigimos resposta imediata aos problemas de assédio moral, ao fim da discriminação salarial, à actualização e valorização dos salários e subsídios, ao direito aos horários dignos e às condições de fardamento e espaços condignos para a prestação do trabalho nas Lojas e Armazéns.

 

Certos de que a nossa voz será ouvida, apelamos à unidade dos trabalhadores e ao bom senso da empresa.

 

 

Lisboa, 25 de Janeiro de 2017

 

A Comissão Sindical

 

+Informação sobre o Dia Minipreço

DIA MINIPREÇO: Não assinar "Acordo de mobilidade funcional"!

A Comissão Sindical do CESP alerta os trabalhadores do DIA Minipreço para a recepção de um texto apresentado pela Direcção da empresa como "Acordo de Mobilidade Funcional".

O mesmo integra no seu clausulado matérias que põem em causa direitos dos trabalhadores.

 

A Comissão Sindical exorta todos os trabalhadores a NÃO ASSINAR o referido acordo e procurar junto dos membros da Comissão Sindical esclarecimentos sobre os perigos decorrentes da assinatura.

 

+Informação sobre o DIA Minipreço

GREVE DOS TRABALHADORES DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO SUL E ILHAS / SAMS TEVE ENORME ADESÃO DOS TRABALHADORES, QUE SE CONCENTRARAM FRENTE AO CENTRO CLÍNICO DOS SAMS EM LISBOA

 O CESP saúda a grande determinação demonstrada pelos trabalhadores do SBSI/SAMS que realizaram no dia 11 de Janeiro uma greve com elevada adesão.

 

Os trabalhadores estão em luta pela manutenção em vigor das convenções colectivas de trabalho que lhes são aplicadas e contra a intenção da Direcção do SBSI de as fazer caducar ao entregar avisos de caducidade ao Ministério do Trabalho. Os trabalhadores estão em luta também por uma gestão dos SAMS que garantam a sua continuidade e contra o encerramento de serviços que a Direcção do SBSI tem vindo a promover.

 

Na concentração realizada frente ao Centro Clínico dos SAMS em Lisboa, que contou com a intervenção de João Torres da Comissão Executiva da CGTP-IN, Libério Domingues coordenador da União dos Sindicatos de Lisboa e dirigentes e delegados sindicais dos sindicatos que convocaram a greve, os trabalhadores aprovaram a continuação da luta caso a Direcção do SBSI não retome as negociações dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho que interrompeu unilateralmente.

+Informação sobre a luta dos trabalhadores do SBSI

Piquete de Greve no Centro Clínico dos SAMS (Rua Fialho de Almeida, em Lisboa)

 

Os trabalhadores do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas / SAMS estão em greve em defesa das Convenções Colectivas de Trabalho e dos direitos nela consagrados e exigem da Direcção do SBSI que retome as negociações dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho que interrompeu unilateralmente e anule os avisos de caducidade que enviou para o Ministério do Trabalho.

 

Nota à Comunicação Social sobre a Greve dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas.

Pré-Aviso de Greve no Dia/Minipreço

O CESP anuncia que os trabalhadores do Dia Minipreço - Supermercados Unipessoal, Lda. declaram greve ao trabalho suplementar até dia 30 de Junho de 2017.

 

São Objectivos da Greve:

 

- Exigir à empresa horários humanizados que permitam a conciliação da vida profissional e pessoal dos trabalhadores;

- Exigir da empresa aumentos de salários justos e fim da discriminação salarial;

- Exigir à empresa condições de trabalho, designadamente, local condigno para os trabalhadores tomarem as refeições;

- Exigir à empresa fim do Assédio Moral;

- Exigir da empresa a reclassificação dos Operadores de Armazém A e B em Operadores de Armazém de 2º, 1º e Operador de Armazém Especializado;

 

Por uma vida melhor, a luta é o caminho!

 

+Informação

Greve dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas!

Auchan/Jumbo de Almada insiste em criar problemas aos trabalhadores

Em Janeiro reduz os horários para penalizar os salários

 

A Auchan Portugal Hipermercados S.A./Jumbo de Almada rejeitou sucessivamente as propostas da Comissão Sindical do CESP para os trabalhadores que em Dezembro se sentissem exaustos, fossem simplesmente dispensados de prestar trabalho a mais (par além do horário normal) não remunerado.

 

Insistiu em colocar nos mapas de horário 10 horas diárias, em vez das 8 horas diárias normais, elevando o horário semanal das normais 40 para 44 ou 46 horas.

 

Face a esta teimosia da empresa, em forçar os trabalhadores a prestar horas a mais não remuneradas, aos trabalhadores e ao CESP não restou outra solução que não fosse a emissão de pré-aviso de greve para que os trabalhadores que quisessem, pudessem recusar trabalhar para além das 8 horas diárias e 40 horas semanais.

 

Muitos trabalhadores optaram por fazer o seu horário normal de 8 horas diárias e 40 horas semanais.

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+Informação

CESP reclama aumento dos salário e respeito pelos direitos na Brisa!

No passado dia 22 de Dezembro, o CESP desenvolveu uma acção de protesto junto da sede da Brisa. Esta acção foi marcada pela entrega das reivindicações dos trabalhadores da empresa em forma de cabaz de Natal, nomeadamente o aumento salarial e a redução para as 35 horas semanais, entre outras exigências que se encontram disponíveis no nosso site, no sector das auto-estradas.

+Informações

Conquistas alcançadas na DHL são fruto da luta dos trabalhadores!

Na reunião, em Novembro, foram debatidos vários assuntos que dizem respeito ao conjunto das reivindicações apresentadas, o CESP Concluiu que, todas as conquistas conseguidas foram resultado da resistência e luta dos trabalhadores.

 

Com a luta e persistência para que todos os trabalhadores com vínculos precários (contratados a termo certo e por agências de trabalho temporário) passem a efectivos quando ocupam postos de trabalho permanentes, conseguimos, desde o início do ano de 2016, a passagem de 77 trabalhadores para contrato sem termo, comprometendo-se a empresa a, no futuro, continuar a reduzir o número de trabalhadores colocados pelas agências de trabalho temporário.

 

Sobre os horários de trabalho, a DHL, no que se refere às alterações aos horários diversificados, ou contínuos, assumiu o compromisso de tentar que o mesmos estejam afixados e/ou comunicados aos trabalhadores interessados, com a antecedência mínima de 20 dias.

 

Sobre o tema da temperatura nos armazéns, que o CESP defenda na medida do possível, deve oscilar entre os 18ºC e 22ºC, em particular na área de produção no armazém de Alverca que é onde mais se faz sentir o calor. A DHL diz que este tema ainda está em análise com o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho. Os trabalhadores e o CESP continuarão a exigir e a lutar pela resolução deste problema que afecta a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.

 

A DHL está a terminar um levantamento das necessidades de limpeza reais nas várias áreas do armazém de Alverca, de forma a ajustar os recursos necessários até ao final do ano corrente. Devido à impossibilidade dos trabalhadores do armazém de Vila Nova da Rainha poderem comparecer pontualmente nos horários que lhes são atribuídos, devido à escassez de transportes públicos naquela zona, com a intervenção do CESP foi criado um autocarro para esses trabalhadores.

 

Mantém-se as reivindicações:

 

- Actualização dos salários com aumento mínimo de 40€ para todos os trabalhadores;

- Pagamento de um suplemento aos trabalhadores que prestam serviço em regime de turnos rotativos;

- Actualização do subsídio de alimentação para 6,83€;

- Aumento de 5% sobre o valor actual dos prémios;

- Equiparação da carreira profissional dos Operadores de armazém com funções de condutor/manobrador de empilhadoras ou retratáveis com a carreira profissional dos Operadores de Máquinas;

- 25 dias úteis de férias para todos;

- Atribuição de um dia de descanso adicional a todos os trabalhadores. Este dia será gozado no dia de aniversário;

- Passagem a efectivos todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes;

- Redução progressiva da carga horária semanal para as 35 horas com fixação das 39 horas semanais em Janeiro de 2017;

- Condições dignas de trabalho, nomeadamente no que respeita à segurança, saúde e higiene no trabalho e pela integridade física e moral dos trabalhadores, com o fim da pressão, repressão e assédio moral.

 

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CESP entrega cabaz de Natal reivindicativo à Brisa

  1. Aumentos salariais;
  2. Distribuição de resultados a todos os trabalhadores de uma forma justa e de acordo com os lucros reais da empresa;
  3. 25 dias de férias;
  4. 1 dia de tolerância de ponto para todos os trabalhadores;
  5. 35 horas semanais para todos;
  6. Subsídio de Risco para a Assistência Rodoviária e para a Obra Civil, assim como para todos os trabalhos com actividades consideradas de risco;
  7. Criação do Escalão E para todas as categorias onde ainda não exista;
  8. Requalificação de todos os trabalhadores que desempenham funções fora do descrito no seu âmbito funcional;
  9. Reforço dos quadros de pessoal, principalmente na Assistência Rodoviária, Obra Civil e Electrónica;
  10. Colocação de Operadores de Portagem em todas as barreiras de portagem;
  11. Eliminação da escala 5/1;
  12. Eleição dos representantes de Segurança e Saúde no Trabalho.

 

Este cabaz será entregue simbolicamente no dia 22 de Dezembro pelas 10h30, no Campus Brisa.

Acção Brisa cabaz natal 22Dez2016.PDF
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Plenários dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas definem nova etapa de luta!

Trabalhadores das Lojas Cores Doces reclamam melhores condições!

O CESP reuniu no passado dia 15 de Novembro com a empresa, onde colocou uma série de problemas levantados pelos trabalhadores.

 

Em relação aos horários de trabalho, o que ficou concluído da reunião é que, as alterações aos horários depois da sua entrega, só se pode verificar em casos excepcionais ou pedido pelos trabalhadores sendo que a sua alteração tem que ser consentida por ambos.
Ficou também decidido que assim que os trabalhadores recebam o seu horário para o mês, este deve ser assinado e datado.
A retirada dos bancos: a empresa alegou que esta medida veio depois de várias queixas de clientes sobre a postura de alguns trabalhadores com os clientes na loja.
O que afirmamos foi que por uns, não devem "sofrer" todos e que os bancos de pé alto tem um papel importante para que os trabalhadores possam descansar as pernas nas "horas mortas".
A empresa ficou de estudar e de ver bancos que permitam o encosto.
Em relação ao dinheiro em fundo de caixa, numa questão de salvaguarda dos trabalhadores, mas também da empresa, o que ficou acordado foi que, sempre que haja alguma irregularidade, se faça uma folha de ocorrência.
Sobre o comportamento das chefias para com os trabalhadores, o compromisso que ficou por parte da empresa foi o de aumentar o diálogo e o respeito entre todos.

Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas continuam a lutar pelos seus direitos! Plenários marcados para dia 12 e 13.

Caderno Reivindicativo dos Trabalhadores do Lidl para 2017

40 euros de aumento para todos os Trabalhadores!

Equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém à carreira profissional dos operadores de supermercado!

Negociação do contrato colectivo de trabalho da grande distribuição

Os trabalhadores e o seu sindicato exigem para 2017:

 

- 40 euros de aumento salarial para todos os trabalhadores e a eliminação da tabela B;

- Actualização do subsídio de alimentação;

- Equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém com a carreira profissional dos operadores de supermercado, acabando assim com a discriminação salarial destes trabalhadores;

- 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores, não sujeitos à assiduidade;

- 39 horas semanais para todos.

 

Idênticas reivindicações estão já a ser discutidas com os trabalhadores e apresentadas às empresas, nomeadamente:

- Auchan

- Dia Minipreço

- El Corte Inglés

- Lidl

- Pingo Doce e Jerónimo Martins

- Sonae

 

Exigimos também a passagem a efectivos de todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes.

 

A Associação Patronal (APED) responde com:

- Redução do valor pago pelo trabalho suplementar prestado;

- Redução do valor pago pelo trabalho prestado em dia de feriado (50% sobre o valor/hora);

- Introdução de Banco de Horas;

- Não querem negociar aumentos salariais = 0!

 

Ou seja, a Associação Patronal e os Patrões propõem a redução dos salários dos trabalhadores e a completa desregulação dos horários de trabalho!

Mais informação:
grddistnov16.pdf
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ID Logistics não responde às reivindicações dos trabalhadores!

O CESP, Sindicato dos Trabalhadores, do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, solicitou no início de Setembro a realização de uma reunião com a empresa, no entanto a mesma não respondeu à solicitação do Sindicato.

 

O Cesp enquanto associação sindical, que representa os trabalhadores das Logísticas, na promoção e defesa dos seus interesses e direitos sócio-profissionais e a melhoria das suas condições de vida e de trabalho, luta pelos direitos dos trabalhadores!

 

Homens e mulheres cumprem diariamente sob ritmos intensivos de trabalho, carregando toneladas, desempenhando tarefas altamente qualificadas na recepção, preparação e expedição de encomendas e, mesmo assim, a empresa não aceita reunir e discutir a reivindicações dos trabalhadores.

 

É perante estes atropelos aos nossos direitos à nossa dignidade que é preciso reforçar a unidade de todos os trabalhadores da ID Logistics e decidir formas de luta para que as nossas justas reivindicações sejam cumpridas e que garantam melhores condições de trabalho e de vida!

 

O CESP apela a que todos os trabalhadores da ID logistics se unam e lutem contra este ataque gravoso à vossa saúde e vida pessoal!

Trabalhadores do Pingo Doce da Av. EUA em LUTA!

Os trabalhadores do Pingo Doce da Avenida dos Estados Unidos da América, em abaixo-assinado demonstram o descontentamento que sentem pela falta de respeito que a empresa demonstra para quem trabalha diariamente na loja.

 

Os horários de trabalho são constantemente alterados, assim como os dias de descanso, dificultando a conciliação do trabalho com a vida pessoal de cada um.

 

Verifica-se que cada trabalhador tem dois horários diferentes, um horário mensal, carimbado e assinado pela empresa, e um outro em cada secção.

 

Para além disto, não existem horários rotativos, sendo sempre os mesmos no encerramento, e o mesmo acontece na abertura, não havendo um critério justo e imparcial.

Mais informação:
abpgeuaa5.pdf
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Pingo Doce anuncia aumento do salário para novos trabalhadores contratados nas lojas de 550 Euros e nos armazéns de 555 Euros a partir de Agosto de 2016

O 1º passo está dado, falta agora aumentar todos os restantes trabalhadores, nos mesmos 15 euros agora anunciados para as novas contratações. as novas contratações.

 

O CESP e os trabalhadores do Pingo Doce e da JMR valorizam o aumento agora decidido pela Direcção da Empresa de fixação do salário mínimo de entrada na empresa em 550€ e 555€, dependendo de o trabalhador ser contratado para as lojas ou para os armazéns.

 

Exigem no entanto que a Direcção do Pingo Doce e da JMR actualizem todos os outros salários, pelo menos, nos mesmos 15 euros agora decididos para as novas contratações.  + informação Folha sindical

Lidl tem o dever de respeitar os trabalhadores e cumprir com todos os seus direitos

O CESP reuniu com o Lidl e este assume algumas das irregularidades denunciadas e solicita mais  tempo para averiguar e corrigir as situações, comprometendo-se com respostas e soluções até ao dia 21 de Setembro de 2016.

 

Sobre os horários de trabalho a empresa assumiu  ter feito um levantamento que confirma a denúncia do CESP quanto à violação das pausas de refeição e à violação das 11horas mínimas de descanso entre jornadas de trabalho. Segundo a empresa estas irregularidades ocorrem em todas as lojas, em média 3 vezes por mês, afirmando igualmente ter já tomado medidas para as corrigir.


O CESP sabe que estas irregularidades são bem superiores e alerta todos os trabalhadores para denunciarem estas situações e exigirem a sua correcção imediata. + informação

Ficou concluído no passado dia 16 de Junho de 2016 o processo de revisão do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) para as Empresas da Grande Distribuição

O acordo, posivo, revê os salários para os trabalhadores do sector e obriga à sua aplicação com efeitos a 1 de Janeiro de 2016, de acordo com a tabela no verso.

 

Mais, as partes assumiram o compromisso de iniciar novo processo negocial já em 15 de Setembro de 2016, no âmbito do qual conferirão prioridade à revisão das categoriais profissionais dos operadores de armazém, motivo acrescido para todos os trabalhadores das logísticas das empresas de distribuição prosseguirem a luta pela equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém à carreira profissional dos operadores de supermercado. + informação

Comércio a Retalho de Setúbal - Acordado Novo Subsídio de Refeição e Novos Salários a partir de 1 de Julho de 2016!

Trabalhadores do comércio a retalho do distrito de setúbal passam a ter, todos, direito a receber subsídio de refeição.


Os trabalhadores do comércio do distrito de Setúbal vêm finalmente os resultados das suas justas  reivindicações pelo direito ao subsídio de refeição, que passa a ser uma realidade a partir de 01 de Julho
de 2016.

+ informação

Pingo Doce "campeão" das más condições de trabalho!

No passado dia 4 de Agosto, o CESP teve conhecimento que uma trabalhadora do Pingo Doce da loja de Algés desmaiou e teve que ser socorrida, depois de ter pedido à chefia que precisava de fazer a pausa para comer.

 

A trabalhadora é portadora de diabetes e a empresa tem conhecimento dos problemas de saúde, bem como das orientações médicas de que de 2 em 2 horas a trabalhadora tem necessidade de comer.

 

O desrespeito pela vida e integridade dos trabalhadores já motivou por diversas vezes desmaios  e o facto é que já não é a primeira vez que esta situação acontece na loja. + informação

Seguradora MAFRE recusa-se a dar assistência a trabalhadora acidentada na loja do Fórum Almada da Cortefiel – Confespanha

Uma trabalhadora da Loja da Cortefiel – Confespanha sofreu um acidente de trabalho na tarde de dia 2 de Janeiro de 2016, na Loja da Cortefiel - Confespanha do Fórum Almada.

 

Na manhã seguinte perante o aumento das dores, dirigiu-se ao Hospital de S. José, em Lisboa. Face ao diagnóstico médico, solicitou de seguida no local de trabalho a participação do acidente à seguradora que é a Mafre Seguros que a remeteu para o Hospital Particular de Almada, que a “empaleou” durante cerca de 15 dias, sem melhoras ou recuperação.

 

Finalmente, foi encaminhada para o Hospital dos Lusíadas, em Lisboa, onde recebeu tratamento especializado. Sem, no entanto, obter recuperação durante meses até que, finalmente, o especialista, a aconselhou e marcou cirurgia ao ombro acidentado para 18 de Julho 2016.

 

Aqui, entra em acção a Mafre, que anula a operação, suspende a fisioterapia e levanta a baixa de acidente, forçando a trabalhadora a apresentar-se no local de trabalho sem estar em condições físicas.

10, 12, 14 e 16 horas de trabalho diário no Lidl

Continuam as práticas abusivas de gestão de recursos humanos no Lidl, empresa do Grupo Alemão SCHWARZ

 

O Lidl, empresa do grupo alemão SCHWARZ (que há alguns anos foi condenado na Alemanha a pagar multas de dezenas de milhões de euros por espionagem aos seus trabalhadores) continua, em Portugal, a utilizar as mais variadas técnicas de pressão e repressão, chantagem e exploração dos seus trabalhadores.

 

Esta cadeia da grande distribuição impõe cargas horárias de 10, 12, 14 e 16 horas diárias de trabalho aos seus trabalhadores, impedindo-os de usufruírem de descansos ou feriados.

 

Os trabalhadores são pressionados para reduzir as suas cargas horárias semanais e, por conseguinte, o salário também, e depois são obrigados a trabalhar as mesmas ou mais horas, mas desta vez sem qualquer remuneração. Aliás o esquema está de tal forma montado que um trabalhador, contratado inicialmente para fazer 40h semanais foi pressionado para reduzir para 30 ou 28 horas semanais, depois é obrigado a permanecer ao serviço para além do seu horário de trabalho, sem receber, e no fim ainda fica a dever horas ao patrão. + informação

Fundação Lar de Cegos  N. S. Saúde

Direcção da Instituição não cumpre acordo com Sindicato. Contenção feita à custado bolso dos trabalhadores!

Na reunião com Presidente, Vice Presidente e Directora de Recursos Humanos da Instituição, realizada em Julho, as respostas às questões colocadas não foram claras e efectivas.

 

O novo Conselho de Administração que tomou posse em Abril, desde aí até hoje, ainda não fez a apresentação formal aos trabalhadores da Instituição nem apresentou o Plano Estratégico/missão.


Questionado sobre tal situação, o sr. Presidente informou que se encontrava como voluntário nesta missão e quanto ao Plano Estratégico até 2020, deu nota do mesmo estar disponível na página da Fundação para consulta por todos.


Face às respostas recebidas foi formalizado o pedido de reunião com os trabalhadores com a entrega do Abaixo-assinado que o solicita. + informação  Folha sindical

Comércio a Retalho do Algarve - NOVOS SALÁRIOS E Subsídio de Refeição A PARTIR DE1 de Abril de 2016!

Estão finalmente concluídas as negociações do CCT para o Comércio do Algarve, com aumentos salariais para os trabalhadores do sector a partir do dia 1 de Abril de 2016.
Foi uma negociação complicada, pois durante o decorrer das mesmas, vemos vários acontecimentos,
inclusive, a insolvência de uma das associações patronais, o aumento do salário mínimo nacional que veio fazer com que algumas das categorias profissionais fossem absorvidas por esse valor salarial, etc..  + informação 

A LOJA JUMBO DE ALMADA NÃO RESPEITA OS SEUS TRABALHADORES E VIOLA A REGULAMENTAÇÃO CONTRATUAL SOBRE ORGANIZAÇÃO E DURAÇÃO DOS HORÁRIOS DE TRABALHO

Após meses e meses de diálogo com a Direcção da Loja, esta continua a não cumprir a regulamentação prevista no Contrato Colectivo de Trabalho sobre a organização e duração dos horários e o descanso semanal e a não tratar os trabalhadores com o respeito
que merecem.

+ informação

DHL - TODAS AS CONQUISTAS QUE CONSEGUIMOS SÃO FRUTO DA RESISTÊNCIA E DA LUTA DOS TRABALHADORES!

Na reunião com a DHL, em meados de Julho, foram debatidos vários 

assuntos que dizem respeito ao conjunto das reivindicações apresen-

tadas, a Comissão Sindical concluiu que, todas as conquistas conseguidas foram fruto da resistência e luta dos trabalhadores da DHL.

 

+ informação

PLURICOOP declarada insolvente no passado dia 20 de Junho 2016 pela Secção do Comércio - J2 da Comarca de Setúbal - Trabalhadores vão reclamar os créditos

A Secção de Comércio - J2, da Comarca de Setúbal, em 20 de Junho de 2016,  publicou no Citius, um Edital informando que no Processo 4029/16.9.T8, STB, foi  declarada a Insolvência da Pluricoop, nomeado o Administrador de Insolvência:  Nuno Miguel Nascimento Lemos, fixado em 30 dias o prazo para reclamação de  créditos e convocada uma Assembleia de Credores para 19 de Setembro de 2016, pelas 10,30 horas na Secção Comércio da Comarca de Setúbal, em  Setúbal.
Face a estas decisões do Tribunal, os trabalhadores da Pluricoop têm de reclamar, de novo, os seus créditos até 19 de Julho.

O Cesp vai informar e organizar, neste curto período de tempo, o processo  complexo para a nova reclamação dos créditos, em reuniões de trabalhadores  que aqui se convocam.
Os trabalhadores da Pluricoop têm de colaborar no processo para se conseguir,  este curto espaço de tempo, calcular e organizar de novo o processo de  reclamação dos créditos de todos. + informação

Trabalhadores das Misericórdias não aceitam o desrespeito pelo direito à negociação colectiva

O CESP repudia todas as acusações de não querer negociar e exige respostas às suas propostas de Acordos de Empresa enviadas para as diferentes instituições, em Junho de 2015, e a negociação das condições de trabalho, sem perda de direitos e com aumentos salariais.

 

+ informação

Além de não responder às reivindicações dos trabalhadores da empresa constantes do Caderno Reivindicativo entregue à empresa Pingo Doce/Jerónimo Martins em Março, recusa reunir com o CESP.

 

Mesmo convocada duas vezes pelo Ministério do Trabalho/DGERT, a empresa recusa reunir com o CESP, preferindo arriscar pagar uma coima por contraordenação grave a discutir a satisfação das justas reivindicações dos trabalhadores.+ informação

CONVOCADO PELO MINISTÉRIO DO TRABALHO / DGERT, PINGO DOCE NÃO QUER DISCUTIR OS PROBLEMAS E REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES E RECUSA REUNIR COM O CESP

O CESP requereu à DGERT / Ministério do Trabalho a convocação de reunião com o Pingo Doce, tendo a DGERT convocado a empresa e o CESP para reunião no dia 18 de Maio, reunião a que o Pingo Doce informou que não iria, e em 2ª convocatória para dia 27 de Maio.

 

O Pingo Doce mais uma vez mostra o seu total desrespeito pelos trabalhadores e pelos seus direitos e anseios e recusou comparecer na reunião no Ministério do Trabalho / DGERT com o CESP.

 

Os trabalhadores e o CESP continuarão a exigir respostas da empresa às propostas apresentadas de aumento dos salários e subsídio de refeição, valorização da carreira dos operadores de armazém, passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários, anulação do banco de horas, fim às pressões e assédio moral aos trabalhadores e à estrutura sindical, condições de trabalho dignas nomeadamente na área da saúde e segurança no trabalho e cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho e da lei em muitas matérias de que se destaca a desregulação dos horários de trabalho e a protecção da maternidade e paternidade, entre outras. + informação

Nota Imp CESP - Pingo Doce recusa reunir
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GRUPO ESPANHOL DIA% DETENTOR DAS LOJAS MINIPREÇO RETALIA ILEGALMENTE OS TRABALHADORES QUE ADERIRAM À GREVE NO DIA 1º MAIO COM TRANSFERÊNCIA COMPULSIVA DE LOJA

O CESP- Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, após discussão e consulta aos trabalhadores do Dia/Minipreço, decretou GREVE (dia 1º de Maio-lojas e dia 2 de Maio - Armazém de Torres Novas), para todos os trabalhadores que entendessem aderir à luta que pretendia por um lado, salvaguardar o respeito pelo Dia Internacional do Trabalhador e por outro, lutar contra a actual situação de verdadeiro terrorismo psicológico, discriminações salariais, perseguições e faltas de respeito perpetrados por vários quadros da empresa a nível nacional.

 

Tendo-se verificado uma larga adesão dos trabalhadores, com mais de uma centena de lojas encerradas, a Direcção da empresa reincidiu no ataque a mais um direito dos trabalhadores, o direito à greve, e a confirmação da violação de direitos chegou na passada 6ª feira, com a entrega de comunicações de transferência de loja a vários trabalhadores da loja da Charneca da Caparica – Almada.

 

Os trabalhadores e o CESP demonstraram o seu repúdio e indignação promovendo uma concentração no dia 18 de Maio, junto à loja da Charneca da Caparica.

Trabalhadores do Grupo Sonae lutam por melhores condições de vida e de trabalho

O CESP realizou no dia 20 de Maio uma concentração junto à sede da Sonae para denunciar toda a situação com que os trabalhadores deste grupo são confrontados todos os dias na maior parte dos locais de trabalho e para reivindicar aumento dos salários, o que já não acontece há mais de 6 anos.

 

Os principais problemas que os trabalhadores denunciam e reclamam são:

  • Aumento dos salários para todos;
  • Progressão na carreira para todos os trabalhadores dos armazéns;
  • Fim à pressão e ao assédio moral aos trabalhadores, que é constante;
  • Passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários;
  • Horários regulados no respeito pelo contrato colectivo e pelo direito à conciliação entre a vida profissional e a vida pessoal;
  • Cumprimento da regras de Higiene, Segurança e Saúde nos locais de trabalho.

Trabalhadores do Jumbo de Matosinhos, no dia 20 de Maio, denunciaram as suas condições de trabalho e exigiram o aumento dos salários

Trabalhadores do Jumbo de Matosinhos realizaram, no dia 20 de Maio, uma acção de denúncia à porta da loja para denunciar a pressão e o assédio moral que os trabalhadores são vítimas, exigir o aumento dos salários, fim da discriminação salarial entre trabalhadores com a mesma categoria salarial, fim aos horários desregulados e respeito pelos trabalhadores.

 

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