Revisão do Acordo Colectivo de Trabalho dos Trabalhadores do Grupo Brisa (ACT) 2019 - 5


No dia 14 de Fevereiro decorreu a 6ª reunião de negociação da revisão do ACT para o Grupo Brisa.


Sendo o dia seguinte à apresentação dos resultados de 2018 para a Brisa Concessão Rodoviária (BCR), as empresas surpreenderam com um aumento de 0,1% sobre a sua proposta da reunião anterior! Ou seja, as empresas terminam esta reunião com uma proposta de actualização da tabela salarial de 1%.

 

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FNAC não tem disponibilidade para resolver os problemas dos trabalhadores!


Alegando outros compromissos urgentes, a FNAC cancelou a reunião que estava agendada para o dia 5 de Fevereiro, para discussão do Caderno Reivindicativo, entregue no passado dia 28 de Novembro na reunião entre a comissão sindical do CESP e DRH da empresa.


Será que para a FNAC os problemas dos seus trabalhadores não são importantes?


Não é aceitável esta falta de respeito pelos trabalhadores!

 

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A SONAE discrimina nos aumentos salariais! Trabalhadores avançam com QUINZENA DE LUTA!


Em resultado da grande luta dos trabalhadores nas lojas e nos armazéns por aumentos salariais para todos e pelo cumprimento integral dos direitos consagrados no Contrato Colectivo de Trabalho (CCT), a SONAE já anunciou em alguns locais de trabalho aumentos salariais, a aplicar em Janeiro.


Os trabalhadores da SONAE já conhecem bem a política da empresa no que aos salários dos trabalhadores diz respeito. Só têm “direito” a aumento, quem cumpra os critérios de avaliação de desempenho discriminatórias. Os chefes, mais uma vez, podem escolher quem é aumentado!


Na 2ª quinzena de Fevereiro estaremos em todo o país a lutar e a denunciar nas lojas e armazéns a postura da SONAE e das condições indignas de trabalho nas Empresas de Distribuição.

 

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Revisão do Acordo Colectivo de Trabalho dos Trabalhadores do Grupo Brisa (ACT) 2019 - 4

 

AVANÇOS NAS PROPOSTAS DE EXPRESSÃO ECONÓMICA, E ESTAGNAÇÃO NA MELHORIA DO CLAUSULADO


Nos dias 1 e 7 de Fevereiro realizaram-se a 4ª e 5ª reunião de negociação da revisão do ACT para o Grupo Brisa.


Terminou-se a primeira abordagem à discussão das propostas de clausulado e iniciou-se a discussão das matérias de expressão económica.

 

Nesta fase foram explorados vários caminhos para concretizar as aspirações dos trabalhadores, referentes a:

  • Atribuição de 1 dia de tolerância de ponto anual para todos os trabalhadores;
  • Reposição dos 25 dias de férias.

 

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Proposta Caderno Reivindicativo dos Trabalhadores da Dia Portugal 2019

 

Em 2018, agravaram-se as desigualdades salariais entre trabalhadores, manteve-se a repressão e perseguição aos trabalhadores e os horários de trabalho ficaram muito pior, sedo cada vez mais difícil compatibilizar a nossa vida com o trabalho.


Em 2019, está na mão dos trabalhadores a transformação para melhor das condições de salário, de vida e de trabalho nas lojas e armazéns da Dia Minipreço e Clarel.

 

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A Direcção Regional da Beira Litoral esteve presente, no dia 26 de Janeiro, no cordão humano contra os despedimentos ilegais, nomeadamente, o despedimento ilícito da trabalhadora corticeira Cristina Tavares.


O CESP esteve, está e estará na luta com esta trabalhadora, dizendo não à pressão e repressão nos locais de trabalho.


No próximo dia 9 de Fevereiro, participaremos na tribuna pública em Lourosa, convocada pelo sindicato dos trabalhadores corticeiros.


Viva a luta de todos os trabalhadores!

Revisão do Acordo Colectivo de Trabalho dos Trabalhadores do Grupo Brisa (ACT) 2019 - 3

 

NEGAÇÃO TOTAL DAS ASPIRAÇÕES DOS TRABALHADORES


Decorreu no  dia 24 de Janeiro a terceira (3ª) reunião de negociação da revisão do ACT para o Grupo Brisa. Prosseguiu-se a apresentação e debate das propostas de clausulado.


A novidade neste processo negocial é que agora o Grupo Brisa, alegadamente, conhece as prioridades dos trabalhadores?


E com este argumento  recusam todas as propostas apresentadas pela CNS FEPCES/CESP, supostamente porque não são as prioridade dos trabalhadores!


DAS PRIORIDADES DOS TRABALHADORES SABEM OS TRABALHADORES E O SEU SINDICATO DE CLASSE! A manter-se esta postura das empresas, SABEREMOS DAR UMA RESPOSTA À ALTURA!

 

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Trabalhadores da Lidl não aceitam a falta de resposta da empresa ao caderno reivindicativo


A reunião com a DRH da Lidl, de 14 de Dezembro, foi mais uma reunião em que o Secretariado Nacional CESP - Lidl voltou a sair com uma mão cheia de nada porque, mais uma vez, a empresa não quis responder às reivindicações dos trabalhadores.


Por este motivo os trabalhadores da Lidl decidiram ir para a greve nos dias 22, 23 e 24 de Dezembro.


O compromisso do Secretariado Nacional CESP - Lidl é que a luta por melhores condições de trabalho, pelo fim das desigualdades, por um salário mais justo vai continuar!

 

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Revisão do Acordo Colectivo de Trabalho dos Trabalhadores do Grupo Brisa (ACT) 2019 - 2


Empresas ignoram propostas dos trabalhadores


No dia 17 de Janeiro realizou-se a segunda (2ª) reunião de negociação da revisão do ACT para o Grupo Brisa. No seguimento do protocolo negocial, a reunião centralizou-se na abordagem da fundamentação económica e das propostas de clausulado.


Empresas mantêm a sua proposta inicial de aumento de 0,5% para a tabela salarial e estão disponíveis para prorrogar, por mais um ano, a vigência das clausulas transitórias referentes aos vales sociais e inspecção automóvel. Não acolheram nenhuma das restantes propostas apresentadas!

 

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EmparK deve muito dinheiro aos trabalhadores de férias e subsídio de férias!

 

É chegada a altura dos trabalhadores exigirem que lhe sejam repostos os significativos valores em dívida.


Estas práticas da empresa devem-se a duas circunstâncias principais:

  • Uma política salarial tendente a reduzir os custos com o factor trabalho, reduzindo ao mínimo, no caso abaixo da lei, os rendimentos dos trabalhadores;
  • Muitos trabalhadores da Empark não estarem sindicalizados, organizados, informados e esclarecidos e por isso não conhecerem nem reclamarem, em conjunto, os seus direitos e retribuição.


Os trabalhadores devem sindicalizar-se, organizar-se, informar-se para defenderem os seus direitos e uma vida melhor.

 

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A SONAE NÃO RESPEITA O DIREITO À PAUSA

 

Os trabalhadores do Entreposto da Sonae Plaza 1 da Azambuja foram informados verbalmente de que a empresa quer, unilateralmente, alterar o momento em que se realiza a pausa, o que provocou enorme descontentamento.


Assim, o CESP e os trabalhadores exigem o respeito pela empresa do direito à pausa garantindo o direito ao descanso no momento em que ele é útil para a recuperação dos trabalhadores e para prevenir doenças profissionais, acidentes de trabalho, e outros, ou seja, a meio de um dos períodos de trabalho.

 

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A empresa El Corte Inglés, não respeita os trabalhadores nem o Contrato Colectivo de Trabalho, no que toca ao pagamento correcto do trabalho prestado em dia de feriado.

 

Nesse sentido, o CESP emitiu um pré-aviso de GREVE aos Feriados e apelamos aos trabalhadores do ECI para lutarem até que a situação esteja regularizada e que sejam pagos os retroactivos aos trabalhadores de todos os valores em falta.

 

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Revisão do Acordo Colectivo de Trabalho dos Trabalhadores do Grupo Brisa (ACT) 2019


Início do Processo Negocial


Realizada no dia 3 de Janeiro a reunião protocolar, no dia 10 de Janeiro iniciou-se as negociações directas para a revisão do ACT dos Trabalhadores do Grupo Brisa.


Começando mais cedo, a expectativa dos trabalhadores é que termine mais cedo.


Nos próximos comunicados daremos informação com maior detalhe destas e das restantes propostas levadas à mesa negocial. Assim como a disponibilidade da empresa para a concretização das mesmas!

 

+Informação sobre ACT, reunião com DRH e a renegociação do contrato de concessão

GREVE DOS TRABALHADORES DA LIDL
22, 23 e 24 de DEZEMBRO

 

Em reunião com o CESP a LIDL insiste em não reconhecer o esforço dos seus trabalhadores

 

Foi com pompa e circunstância que a Lidl se apressou a difundir os novos aumentos, que foram resultado da intensa luta que os trabalhadores da Lidl têm vindo a travar e, curiosamente, foram anunciados após a emissão de pré-aviso de greve do CESP para o dia 24 de Dezembro.

 

Só “se esqueceu” de referir que só contrata a tempo parcial, com cargas de 16, 20 ou 24 horas semanais, com horários altamente desregulados e irregulares e em que a Lidl lhes exige disponibilidade a tempo inteiro, o que os impede de terem outro trabalho e assim completarem um salário digno e conciliar a sua vida profissional, familiar e pessoal e a quem recusa deliberadamente aumentar a carga horária.

 

Uma realidade que a administração afirma sem pudor que não vai mudar no futuro. Antes se vai agravar.

 

NÃO ACEITAMOS!

 

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GRANDE ADESÃO À GREVE DOS TRABALHADORES REALIZADA NO DIA 27 DE NOVEMBRO

 

O CESP SAÚDA TODOS OS TRABALHADORES QUE ADERIRAM À GREVE, em defesa dos seus direitos e contra a caducidade das Convenções Colectivas.

O CESP e a sua estrutura sindical no SBSI/SAMS não se deixará condicionar na Defesa dos Direitos dos Trabalhadores apesar da perseguição a que os Delegados e Dirigentes Sindicais estão a ser sujeitos.

OS TRABALHADORES DA DHL SUPPLY CHAIN CONTINUAM A SER DISCRIMINADOS

HÁ MILHÕES PARA INVESTIR NAS REMODELAÇÕES MAS PARA AUMENTOS SALARIAIS, POUCO OU NADA

Na última reunião da Comissão Sindical com os representantes da DHL, no mês de Novembro, foi colocado em debate o conjunto das reivindicações dos Trabalhadores.

 

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Lidl anuncia aumentos salariais após luta dos trabalhadores.

O CESP valoriza os aumentos salariais anunciados e espera que na reunião do próximo dia 14 a empresa responda positivamente a outras questões igualmente importantes do caderno reivindicativo, nomeadamente a passagem a contratos a tempo completo dos trabalhadores que actualmente trabalham em regime de tempo parcial.

Os salários anunciados pelo Lidl a vigorar a partir de Março de 2019 são:
-> Escalão de entrada no Lidl, aumenta de 600 para 670 euros;
-> Escalão intermédio, entre 1 e 2 anos de empresa, aumenta de 690€ para 750€;
-> Último escalão, mais de 2 anos, aumenta de 790€ para 820€.

 

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AKI: Há milhões para investir nas remodelações e aberturas de novas lojas, mas para Aumentos Salariais, Pouco ou Nada!


Após reunião com a Direcção Nacional de Recursos Humanos, foi dada a informação que, a  “fusão” das empresas AKI e Leroy Merlin ocorrerá em Janeiro de 2019 e passará a ser apenas BCM-Bricolage.


Segundo a informação da DRH do AKI, os trabalhadores que já estão na empresa passariam, em Outubro de 2018,  a receber o mesmo valor - 650€.


Ora, isso representa uma grande injustiça, pois muitos trabalhadores com vários anos de casa e de experiência adquirida, ficam com o mesmo salário de quem entra de novo e, verificamos que os salários dos operadores de caixa não foram aumentados!

Os Trabalhadores da Giovanni Galli
ESTÃO DISPOSTOS A LUTAR PELOS SEUS DIREITOS!

Não há resposta da empresa ao caderno reivindicativo 2018!

Desde a ultima reunião tida com a empresa no passado 6 de Abril deste ano, a empresa continua a ter uma postura incorrecta com os trabalhadores, nomeadamente:

  • Descontos ilegais no subsídio de refeição;
  • Descontos ilegais e abusivos de meios dias;
  • A falta de pagamento da remuneração do valor variável nos subsídios de férias e natal;
  • A falta de pagamento de diuturnidades;
  • Ausência de cacifos e zona de refeição em muitas lojas;
  • O Equipamento de Protecção Individual incompleto dos trabalhadores do armazém;
  • O incumprimento da aplicação dos CCT em cada região.

A EMPRESA VIOLA A LEI NA SUBSTITUIÇÃO DE GREVISTAS!
É ALTURA DE DIZER BASTA!

Unidos somos mais fortes,
por um futuro melhor!

O CESP (Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal) esteve reunido com a DRH da Dia Portugal para discutir o caderno reivindicativo, esclarecer e procurar a resolução das denúncias e problemas dos trabalhadores nos diferentes locais de trabalho e obter informações sobre o futuro da empresa e dos postos de trabalho, respostas há muito devidas pela empresa.

Mais uma vez não houve respostas, num total desrespeito e desconsideração pelos trabalhadores e pelos seus representantes!

Sobre situações de enorme gravidade, nomeadamente questões de higiene e segurança nos locais de trabalho, denunciadas por escrito, nada havia a dizer.

A Dia Portugal pode e deve garantir aos trabalhadores melhores salários e melhores condições de trabalho e de vida que os mínimos previstos na Lei.

 

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JERÓNIMO MARTINS: O TEMPO É DE LUTA, A LUTA É A NOSSA ARMA


O Pingo Doce/Jerónimo Martins é a única das grandes empresas de distribuição que recusa reunir com o Sindicato, mesmo quando convocado pelo Ministério do Trabalho, não cumprindo o direito de negociação das condições de trabalho.


Participa na elaboração do Caderno Reivindicativo!
Envia as tuas propostas para: cespnacional@cesp.pt

 

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Preparação Propostas Revisão ACT Brisa 2019


Na última revisão do ACT deram-se avanços nas pretensões dos trabalhadores e concretizaram-se algumas das reivindicações constantes no Caderno Reivindicativo, entregue em 2016. No entanto, muito está por concretizar. O momento é de exigir!


O argumento utilizado, até à exaustão, sobre os resultados financeiros, é como tapar o sol com uma peneira. A verdade é que o aumento dos lucros, ano após ano, evidencia a rentabilidade do Grupo Brisa e coloca a nu o facto de que muito deste lucro é conseguido à custa da redução do número de trabalhadores e da degradação das condições de trabalho.


Agora que os lucros atingem valores “pré-crise” e que as empresas do Grupo Brisa pretendem ser empresas familiarmente responsáveis é urgente rever estas situações!

 

28 de Novembro
REUNIÃO DO SECRETARIADO DAS AUTOESTRADAS - ALARGADA A TODA A ESTRUTURA
10H30 - Sede Nacional CESP

 

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CADERNO REIVINDICATIVO DOS TRABALHADORES DA DHL SUPPLY CHAIN PARA O ANO DE 2019

 

Os trabalhadores dos armazéns DHL Supply Chain após analisarem a situação económica e social actual que vem asfixiando e tornando a sua vida cada vez mais difícil, decidem apresentar à Administração as suas reivindicações esperando que da parte da empresa haja a compreensão, abertura e sensibilidade suficiente para vir ao encontro destas propostas justas, para melhorar as condições de vida e de trabalho dos seus trabalhadores.


Nos armazéns da DHL Supply Chain, os trabalhadores têm categorias profissionais com enquadramento e progressão inferiores, e são pior remunerados que os trabalhadores dos restantes membros do grupo da DHL (DHL Express; DHL Parcel; DHL Global; DHL Freight).


Um Operador de Armazém da DHL Supply Chain aufere pouco mais que o salário mínimo nacional, recebendo dos salários mais baixos entre os praticados pelas empresas do sector. Um Operador de Armazém da DHL com 20 anos de casa aufere o mesmo salário de um Operador de Armazém com 1 mês de casa.


Ambos ganham o Salário Mínimo Nacional!

 

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Os lucros do El Corte Inglés continuam a subir!

 

24,6 milhões de euros para os bolsos dos accionistas, e, para os trabalhadores NADA!


Continuam os baixos salários, a desregulação dos horários, a discriminação e a repressão.

Os trabalhadores apresentam o Caderno Reivindicativo para 2019.

 

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A SONAE QUER IMPOR UM “FACEBOOK” OBRIGATÓRIO INTERNO AOS TRABALHADORES ATRAVÉS DO SISTEMA DESIGNADO COMO “IOP”

 

A Sonae utiliza os dados pessoais dos trabalhadores sem o seu consentimento para colocação numa ferramenta de recursos humanos com função de rede social designado IOP (Improving our People).


É ilegítima qualquer utilização dos dados para fins diferentes dos que determinaram a recolha, a não ser que o trabalhador, na aplicação ao caso concreto em apreço, dê expresso consentimento a essa utilização.


Junta-te aos vários trabalhadores que já se opuseram. Contacta o Sindicato!

 

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Realizou-se a 19 de Setembro de 2018, um plenário de trabalhadores do armazém da Science4You, situado no MARL – Mercado Abastecedor da Região de Lisboa, onde estiveram presentes mais de 100 trabalhadores.
 
Valorizou-se as vitórias alcançadas pela organização, luta e unidade dos trabalhadores.
 
São exemplos:
 
- A entrega do cartão do MARL aos trabalhadores, que assim já não têm que pagar “portagem” para trabalhar! (os trabalhadores tinham de pagar para poder sair com a sua viatura do recinto do MARL)
 Contudo, a empresa só entregou os cartões aos trabalhadores com vinculo à empresa, deixando de fora os trabalhadores da empresa de trabalho temporário que, além do vínculo precário, ainda têm o castigo de continuar a pagar para trabalhar.
 
- As remodelações feitas em diversas salas/áreas de trabalho, assim como no refeitório, que melhoraram as condições de trabalho e de saúde e higiene.
 
Mas, muito ainda está por resolver e, assim, deste plenário saiu a decisão de se apresentar à empresa um Caderno Reivindicativo a apresentar em reunião com a Direcção a realizar com a maior brevidade.
Os trabalhadores estão disponíveis continuar a lutar até as suas reivindicações serem satisfeitas.

 

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Trabalhadores AEA e GEIRA exigem participar na discussão e construção do seu ACT

 

Acordo Colectivo de Trabalho (ACT) Auto-Estradas do Atlântico e GEIRA


O CESP em 2001 e 2003 enviou proposta negocial ao qual nunca obteve resposta. De 2012 a 2014, o CESP tomou iniciativa de propor às Auto-Estradas do Atlântico (AEA) a adesão ao ACT existente negociado com outras estruturas sindicais. A AEA considerou sempre inoportuna a adesão.

Em 2018, após auscultar os trabalhadores, o CESP enviou uma nova proposta negocial, tendo as empresas recusado negociar alegando que o número de sindicalizados é muito reduzido.


Perante esta postura das empresas, na perspectiva da resolução da situação, o CESP requereu a intervenção dos serviços do Ministério do Trabalho e o inicio de um procedimento de resolução de conflitos.


Estamos a aguardar o agendamento da 1°reunião.

 

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CESP pretende iniciar ainda em Setembro negociações directas para revisão do CCT da Vigilância Privada


Exigimos o aumento dos salários e a dignificação da carreira profissional dos vigilantes.


Exigimos horários de trabalho regulados com 2 dias de descanso semanal.


Não aceitamos a redução e retirada de direitos!


Propomos a introdução do regime de diuturnidades (para impedir a estagnação na carreira profissional) e a introdução de regulamento de trabalho por turnos e respectivo subsídio de turno.

 

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OS TRABALHADORES DOS ARMAZÉNS DA ID LOGISTICS SÃO DOS QUE TÊM SALÁRIOS MAIS BAIXOS DE ENTRE OS BAIXOS SALÁRIOS PRATICADOS PELAS EMPRESAS DO SECTOR


Um Operador de Armazém da ID Logistics com 10 anos de casa aufere o mesmo salário de um Operador de Armazém com 1 mês de casa. Ambos ganham o Salário Mínimo Nacional (580€).


É inaceitável que os trabalhadores dos armazéns da ID Logistics são dos que têm salários mais baixos entre os trabalhadores do sector.


Não aceitamos estes comportamentos da empresa!

Exigimos que a ID Logistics cumpra a Lei e respeite os direitos dos trabalhadores!

Exigimos o aumento dos salários e carreiras profissionais para todos!

 

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OS TRABALHADORES DA DHL SUPPLY CHAIN NÃO PODEM CONTINUAR A SER DISCRIMINADOS


Nos armazéns da DHL Supply Chain temos categorias profissionais com enquadramento e progressão inferior e somos pior remunerados que os trabalhadores do restante Grupo da DHL.

 

Vamos continuar a defender sempre a importância do aumento dos salários e da diferenciação salarial pelas funções exercidas, especialização e experiência adquirida dos Operadores de Armazém.

 

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ADMINISTRAÇÃO DA SCIENCE4YOU IGNORA AS REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES!

 

É perante os atropelos aos nossos direitos, à nossa dignidade e vida que é preciso cada vez mais mostrar a nossa unidade e reforçar a luta por melhores salários e condições de trabalho!


Neste sentido, os trabalhadores da Science4you exigem resposta às suas reivindicações!


Estas são reivindicações justas já que os trabalhadores são igualmente qualificados e desenvolvem um trabalho fundamental para o sucesso de toda a distribuição na empresa.


Caso a Science4you persista na surdez, os trabalhadores comprometem-se a desencadear processos de luta com vista a atingir estes objectivos!

 

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SONAE - VICE-PRESIDENTE DA APED, AFIRMA QUE NÃO ESTÁ A BLOQUEAR AS NEGOCIAÇÕES DO CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO, MAS RECUSA-SE A RESOLVER O PROBLEMA NA EMPRESA, NOS SEUS LOCAIS DE TRABALHO, NÃO CUMPRINDO OS COMPROMISSOS QUE TINHA ASSUMIDO

 

Dia 12 de Setembro GREVE com Concentração às 11 horas na sede da APED (Rua Alexandre Herculano, Lisboa) de que a Sonae é Vice-Presidente

 

PARTICIPA!
Vai haver transportes organizados - Contacta a estrutura sindical ou a delegação regional do CESP para inscrição nos autocarros

 

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Dia 27 de Julho de 2018, Trabalhadores das Santas Casas da Misericórdia do Distrito de Viana do Castelo em Greve

 

  • Pelo aumento dos salários de todos os trabalhadores
  • Pelo pagamento das diuturnidades devidas
  • Pelo pagamento em dobro do trabalho normal prestado em dia feriado
  • Pela admissão de mais trabalhadores para as diferentes valências
  • Por 25 dias úteis de férias

 

Todos à luta!

 

Às 10h30 concentração na Praça da República, Viana do Castelo, com desfile para a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT)

 

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Pingo Doce obrigada a pagar subsídio de domingo a part-time de fim-de-semana


Ao longo dos anos, o Pingo Doce tem vindo a roubar os trabalhadores, não pagando aos part-time de fim-de-semana (trabalhadores contratados para trabalhar apenas aos sábados e domingos), o valor previsto no Contrato Colectivo do Sector, o subsídio de domingo.


Os trabalhadores e o CESP não desistem!


Perante a recusa da empresa em regularizar o pagamento, levámos, pela segunda vez, um processo a tribunal e o Tribunal do Trabalho do Porto veio agora confirmar o entendimento do CESP e obrigar o Pingo Doce a pagar o subsídio de domingo aos trabalhadores admitidos unicamente para prestarem trabalho nos sábados e domingos.


O Pingo Doce está obrigado a pagar o subsídio de domingo a todos os trabalhadores contratados para trabalhar ao fim-de-semana.


Em todos os locais de trabalho é imperioso que todos os trabalhadores façam valer os seus direitos e exijam a correcção do roubo que têm sofrido ao longo dos anos.

 

Vale a pena lutar!

DHL Supply Chain quer "roubar" os Fins de Semana, as Pausas, a saúde e a vida pessoal aos Trabalhadores de Azambuja!


As pretensões da empresa com as propostas de alterações aos horários não são claras, deixando em aberto todas as possibilidades de desregulação dos horários de trabalho, na medida em que define que os trabalhadores poderão ter diferentes horários de entrada, saída e descanso semanal, sem expressamente dizer de que forma mudam de escala de horário ou os dias de descanso.


A empresa quer também retirar, indevidamente, as pausas aos trabalhadores do Entreposto de Azambuja. Todos devem estar alerta e não aceitar a retirada das pausas que neste momento é já um direito adquirido dos trabalhadores e que a empresa não pode retirar. Se necessário avançaremos para tribunal para fazer valer o direito dos trabalhadores.


O Sindicato sugere:

  • Que os supervisores façam um planeamento e uma melhor gestão, para aumentar a capacidade de trabalho, que permita uma melhor organização do tempo de trabalho de segunda a sexta-feira, como sempre defendemos;
  • Uma compensação que deve ter um valor justo, que compense o esforço pedido aos trabalhadores com estas alterações de horário, pelo impacto muito significativo na vida pessoal, familiar e social, e que essa compensação deve ser alargada a todos que vejam os seus horários alterados semanalmente ou mensalmente.
  • Á semelhança do que vai ser aplicado aos Operadores de Armazém da DHL Supply Chain na Auto-Europa em Palmela:
  • Subsídio de turno para todos os trabalhadores;
  • 155€ de prémios ligados à alteração dos horários.

 

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Finalmente foi publicada a Portaria de Condições de Trabalho (PCT) para os Trabalhadores Administrativos
Novos salários e subsídios em vigor a partir do dia 1 de Junho de 2018

 

A PCT para os Trabalhadores Administrativos foi finalmente publicada no Diário da República 1ª Série nº 119 de 22 de Junho de 2018, Portaria 182/2018.

 

Este processo de revisão foi demasiado prolongado no tempo.


A última revisão tinha ocorrido em Outubro de 2015, e desde então, o CESP exigiu dos serviços do Ministério do Trabalho a constituição da comissão técnica para revisão da PCT. O que apenas veio a ocorrer em 2017.


Publicada a revisão da PCT, é urgente que em todos os locais de trabalho os trabalhadores exijam a imediata correcção dos salários e subsídios.

 

A PCT agora publicada produz efeitos a 1 de Junho de 2018
(primeiro dia do mês da sua publicação), e contempla

  • Aumento dos salários da tabela salarial;
  • Subsídio de alimentação passa para 4,50€/ dia;
  • Diuturnidades (3% do nível VII da tabela) de 18,96€, cada, até um máximo de 5 diuturnidades, que acrescem à retribuição efectiva.

 

O CESP, independentemente da entrada em vigor da PCT a 1 de Junho de 2018, vai brevemente solicitar a constituição da comissão técnica para revisão da mesma, tendo em conta o previsível aumento do SMN em Janeiro de 2019.

Continua a luta pela negociação da contratação colectiva no SBSI/SAMS


Conforme já divulgado na anterior Folha Sindical, o CESP reuniu no passado dia 4 de Abril no Ministério de Trabalho com a Direcção do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas - SBSI.


Resultante da referida reunião, ficou o mediador do Ministério de Trabalho de enviar proposta de acta, o que até ao momento ainda não se verificou. Após contacto com o mesmo, informou que iria responder com a brevidade possível e tomar as devidas diligências relativamente à retoma do processo negocial, visto ter existido abertura da parte do SBSI perante a nossa exposição.


O CESP recebeu recentemente ofício da Direcção do SBSI sobre o acesso aos locais de trabalho, o que causou perplexidade visto entendermos tratar-se de uma tentativa de condicionamento do exercício da actividade sindical de uma estrutura representativa dos trabalhadores.


O CESP já respondeu ao infundado ofício, ao abrigo do consagrado na Lei Geral do Trabalho, e informou que irá manter a actividade sindical que o tem caracterizado ao longo dos anos, e que tem agradado aos trabalhadores que representa, motivo pelo apresentou um crescente número de sócios.

 

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Depois de vários meses em luta pela contratação colectiva, pela manutenção e aumentos dos direitos nela consagrados, as trabalhadoras da CLECE vêm mais uma vez manifestar o seu descontentamento pela politica da empresa.

 

Pretendendo asfixiar o direito à greve, a empresa vem numa circular informar que a marcaria falta injustificada às trabalhadoras que fizeram greve nos dia 22, 23 e 25 de Junho de 2018!

 

Como resposta as trabalhadoras manifestaram-se em frente ao local de trabalho (Hospital Amato Lusitano), exibindo a revolta pelas situações por si vividas.

Os trabalhadores dos entrepostos do Lidl vão ser ressarcidos pela retirada do período da pausa para lanche

 

Era importante dar dignidade e real valor a quem legitimamente luta todos os dias pelo respeito no seu local de trabalho. Urge ressarcir os trabalhadores do que lhes foi retirado indevidamente e restituir-lhes as horas de trabalho “dadas” a mais durante estes anos.


Não basta o Lidl reconhecer que errou. Tinha de ser responsabilizado pela perda de qualidade de vida e de saúde que infligiu aos seus trabalhadores.


À proposta apresentada pelo Lidl de 250€/ano, o Sindicato, após análise e consulta aos trabalhadores, dá parecer positivo. O CESP entende que o valor apresentado é insuficiente, mas é muito importante resolver esta situação e que o Lidl proceda ao pagamento com a maior celeridade.


A luta dos trabalhadores trouxe resultados!
Ganharam os trabalhadores solidários, unidos na sua causa.

 

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Informação aos Trabalhadores do Comércio a Retalho de Coimbra

 

Pelo aumento dos salários sem perda de direitos!


A Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) pretende retirar direitos e reduzir o rendimento dos trabalhadores!


O CCT não é revisto desde 2009. Mais de metade da tabela salarial está absorvida pelo Salário Mínimo Nacional, contudo a ACIFF coloca como exigência para a negociação, a redução do rendimento dos trabalhadores.


Não é aceitável que, depois de 9 anos sem actualização da tabela salarial, em que o poder de compra dos trabalhadores do sector reduziu mais de 10%, a ACIFF queira “dar com uma mão e tirar com as duas”.

 

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AKI sem respeito para com os Trabalhadores!
Os salários são injustos!


A AKI tem ajustado a política da empresa, este último ano, com a união com a Leroy Merlin. " A fusão das marcas AKI e Leroy Merlin, do grupo ADEO, passam a ser a UNO.


Verifica-se que com esta fusão existem aumentos discriminatórios, para quem está na empresa há 8, 15 ou 20 anos, com o aumento de todos para o salário mínimo de entrada na empresa de 650€.


Não há respeito pelos direitos da maternidade e paternidade. Nomeadamente para trabalhadores com responsabilidades familiares em situações de extrema necessidade, inclusive são discriminados no respectivo aumento.

 

O CESP (Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal) condena este tipo de comportamento e propôs uma reunião à Direcção dos Recursos Humanos.


Não aceitamos que nos queiram retirar direitos, quando nem sequer cumprem os que estão estabelecidos no Contrato Colectivo de Trabalho, como acontece com o pagamento do trabalho prestado em dias de feriado, em que deve ser pago mais um dia com acréscimo de 100%!

 

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Os Trabalhadores da Giovanni Galli não baixam os braços!


A LUTA VALE A PENA!

 

Os trabalhadores com o apoio do CESP conquistaram:
  • Folgas ao sábado nas lojas de rua;
  • Botas e luvas (EPI) para os trabalhadores do armazém;
  • Pagamento de deslocações nas idas à formação e às consultas de medicina do trabalho;
  • A empresa comprometeu-se a dar formação em movimentação manual de cargas ainda este ano;
  • A empresa assumiu o compromisso de acabar imediatamente com os descontos ilegais das comissões no subsidio de refeição.

CONTINUA A DISCRIMINAÇÃO NOS SALÁRIOS E NAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS NA SONAE!

 

A Sonae mantém-se confortável com a discriminação e baixos salários que pratica aos Operadores de Armazém.

 

 

EXIGIMOS A NEGOCIAÇÃO DO CTT DA APED E AS EMPRESAS SUAS ASSOCIADAS ONDE A SONAE É VICE PRESIDENTE, SEM REDUÇÃO DO VALOR PAGO POR TRABALHO SUPLEMENTAR E SEM BANCO DE HORAS

 

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El Corte Inglês: Mais uma vitória no respeito pelos Direitos de Maternidade

 

Em Fevereiro, foi ganho mais um processo no Tribunal da Relação, contra a empresa El Corte Inglês.


A trabalhadora está, finalmente, a praticar o horário que tinha solicitado.


VALE A PENA LUTAR!

 

Vitórias alcançadas:
  • Processo relativo a Horário flexível ganho no Tribunal da Relação de Lisboa;
  • Marcação de Férias no início de Fevereiro;
  • Resolução de situações de Assédio Moral, por parte algumas chefias;
  • Aumentos de vencimentos para alguns trabalhadores, superiores ao que foi reivindicado;
  • Passagem de trabalhadores com vínculos precários para os quadros da empresa;
  • Plenários no armazém, com boa participação dos trabalhadores.

 

TEMOS DE CONTINUAR A INTERVIR E A LUTAR PARA GARANTIR OS NOSSOS DIREITOS E EXIGIR MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA E DE TRABALHO!

DIA 9 DE JUNHO VAMOS PARTICIPAR NA MANIFESTAÇÃO NACIONAL DA CGTP-IN COM AS NOSSAS REIVINDICAÇÕES!

 

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EULEN não respeita o Contrato Colectivo de Trabalho


Conforme o CCT aplicável, quando o trabalhador presta trabalho em dia feriado obrigatório tem direito a um dia de descanso compensatório de igual duração, ou ao acréscimo de 100% da retribuição.


Trabalhadores com vários anos de casa, com contratos de trabalho a tempo incerto por motivo de acréscimo de trabalho, que após anos de trabalho são despedidos ILEGALMENTE!

 

É essencial o aumento dos salários para valorizar o nosso trabalho, e fazer face às despesas básicas para se viver dignamente!

 

Precisamos de reforçar a luta e exigir melhores condições de trabalho!

 

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APELO PARA ACÇÃO PÚBLICA

Basta de crimes! Não à provocação de Trump!

Liberdade para a Palestina!

Paz no Médio Oriente!


No próximo dia 15 de Maio assinalam-se os 70 anos da Nakba – a «catástrofe», como a designa o povo palestino. Numa campanha premeditada, que acompanhou o processo de criação de Israel em 1948, as milícias sionistas destruíram mais de 500 aldeias, cometeram inúmeros massacres e expulsaram das suas casas cerca de 750.000 palestinos.

Os massacres cometidos pelas forças armadas de Israel desde o dia 30 de Março último, Dia da Terra, para reprimir violentamente as dezenas de milhares de palestinos que se têm manifestado pacificamente na Grande Marcha do Retorno, matando dezenas pessoas e ferindo milhares, é prova eloquente que, setenta anos volvidos, a Nakba não terminou.

É inaceitável e ultrajante que os Estados Unidos da América, pela voz do seu Presidente, Donald Trump, tenham decidido reconhecer Jerusalém como capital de Israel e transferir para aí a sua embaixada, precisamente quando se assinalam os 70 anos dessa Catástrofe. Trata-se de uma decisão que viola a legalidade internacional, encoraja os crimes da ocupação e colonização dos territórios palestinos e premeia a sistemática violação por Israel, desde há mais de sete décadas, do direito internacional e das resoluções da ONU.

Milhões de refugiados palestinos constituem hoje a mais antiga e numerosa população de refugiados do mundo. Vivem espalhados pelos Estados vizinhos e pelo mundo inteiro, e também nos territórios palestinos ocupados, e continuam a não ver reconhecido o seu direito ao regresso ou a uma justa compensação. Israel desenvolve desde a sua criação uma política visando a limpeza étnica da Palestina e o apagar da presença palestina em todos os domínios da realidade social. Exemplo disso são a política de demolições e expulsões em Jerusalém Oriental, e na Cisjordânia ocupadas, ou visando as comunidades beduínas, bem como a incessante política de construção ilegal de colonatos sionistas em território palestino. Há actualmente mais de 600.000 colonos israelitas a viver em colonatos na Cisjordânia e Jerusalém Oriental ocupadas, todos eles ilegais à luz do direito internacional.

Os palestinos cidadãos de Israel, descendentes da minoria que permaneceu após a limpeza étnica de 1948, e que constituem 20% da população, estão hoje sujeitos a dezenas de leis discriminatórias. Israel não é «a única democracia do Médio Oriente», como proclama, é antes um Estado de confessional e segregacionista.

Persiste, desde 1967, a brutal ocupação militar por Israel dos territórios palestinos da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, que o direito internacional não reconhece e condena. Continua a construção do ignominioso Muro do apartheid, considerado ilegal pelo Tribunal Internacional de Justiça. O território da Cisjordânia está cada vez mais fragmentado pelo Muro, os checkpoints, as infra-estruturas e o sistema viário para uso exclusivo dos colonatos.

Israel sujeita os palestinos a humilhações quotidianas e a uma repressão brutal, traduzida em mais de 850 000 presos e milhares de mortos, nomeadamente nas repetidas agressões contra a população da Faixa de Gaza, submetida, desde 2006, a um criminoso bloqueio e que se encontra à beira da catástrofe humanitária.

A realidade evidente é que Israel rejeita a solução de dois Estados, israelita e palestino, vivendo lado a lado em paz e segurança, solução reiterada em inúmeras resoluções da ONU e que reúne consenso na comunidade internacional. Em vez disso, Israel avança a passos largos para o reconhecimento formal da anexação, há muito efectiva, do território palestino ocupado da Cisjordânia, e para a consumação do seu projecto de sempre: a ocupação de toda Palestina por um Estado sionista, do Mediterrâneo até ao Jordão.

A aliança estratégica dos Estados Unidos com Israel traduz-se também no corte drástico do contributo dos Estados Unidos para a UNRWA, a agência da ONU que presta serviços indispensáveis a milhões de refugiados palestinos, e para a Autoridade Palestina.

Israel é, ainda, um foco de guerra permanente no Médio Oriente, a mais rica região do planeta em termos de recursos energéticos e alvo permanente da cobiça das potências imperialistas. As últimas guerras testemunham a ingerência israelita na guerra da Síria, e são públicas as ameaças de ataque militar ao Irão.

No 70.º aniversário da Nakba, vamos:

                

  • condenar a política de colonização, limpeza étnica, ocupação e repressão, praticada por Israel contra o povo palestino desde há 70 anos;

 

  • exigir a paz no Médio Oriente, pondo fim às catástrofes geradas pelas guerras deste último quarto de século;

 

  • protestar contra o reconhecimento pelos Estados Unidos de Jerusalém como capital de Israel e a transferência para aí da sua embaixada;

 

  • reclamar do Governo Português que, nos fóruns em que participa, defenda o direito internacional e as resoluções da ONU respeitantes à Palestina e que reconheça formalmente o Estado da Palestina com capital em Jerusalém Oriental.

 

  • manifestar a nossa solidariedade com a justa luta do povo palestino pelos seus inalienáveis direitos nacionais, pela edificação do Estado da Palestina livre, independente, soberano e viável nas fronteiras anteriores a 1967, com capital em Jerusalém Oriental, e uma solução justa para a situação dos refugiados palestinos, nos termos do direito internacional e das resoluções pertinentes das Nações Unidas.

 

 

 

Organizações subscritoras (até ao momento):

 

Associação Conquistas da Revolução

Associação de Amizade Portugal-Cuba

Associação Intervenção Democrática

Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin

Associação Portuguesa de Juristas Democratas

Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional

Conselho Português para a Paz e Cooperação

Ecolojovem - «Os Verdes»

Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações

Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais

Juventude Comunista Portuguesa

Movimento Democrático de Mulheres

Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

Associação Água Pública

Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos

Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgica, Química, Farmacêutica, Eléctrica, Energia e Minas

União de Sindicatos de Lisboa

Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal

CESP - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal

DIA 9 DE MAIO GREVE NO GRUPO LUSÍADAS SAÚDE
CONCENTRAÇÃO ÀS 11H NO HOSPITAL LUSÍADAS LISBOA

 

Descaradamente diz que “a responsabilidade social faz parte do seu ADN”. No entanto, recusa desde 2014 a transferência de uma trabalhadora que é mãe solteira e sem qualquer apoio, com a família desta a 300km de distância, não permitindo desta forma que a criança possa crescer junto da mãe. 

Os Trabalhadores e o CESP exigem:

 

Negociação da Tabela Salarial, com aumentos condignos para todos os trabalhadores;
Dignificação das Carreiras e categorias Profissionais, através da diferenciação e correcta atribuição das categorias profissionais e análise das progressões nas carreiras;
Reclassificação dos trabalhadores, acabando com as actuais injustiças e desigualdades;
25 dias úteis de Férias;
Subsídio de Refeição igual para todos os trabalhadores (6,40€);
Regresso do horário contínuo;
Respeitar as normas na elaboração de horários de trabalho de acordo com o CCT e a Lei;
Fim da pressão, repressão e assédio dos trabalhadores;
Resolução dos problemas de segurança existentes;
Respeito pelos direitos da parentalidade.

 

Adere à GREVE e Participa na CONCENTRAÇÃO!
JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

 

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ADMINISTRAÇÃO DA DHL SUPPLY CHAIN IGNORA AS REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES!
EXIGIMOS O JUSTO AUMENTO DOS SALÁRIOS!

 

Os pequeninos aumentos já em Abril, só possível com a luta dos trabalhadores, são muito insuficientes, estão longe das reais condições da empresa e não desviam a atenção dos trabalhadores para a necessidade de uma resposta concreta e positiva a todas as restantes matérias em discussão.

 

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O CESP saúde todos os trabalhadores que aderiram a esta Greve «histórica» nas Águas de Portugal


A adesão dos trabalhadores nesta terça-feira esteve muito acima das melhores expectativas, constituindo a maior greve alguma vez feita no grupo Águas de Portugal (AdP). Dezenas de instalações funcionaram apenas com os serviços mínimos, tendo sido realizadas múltiplas concentrações, nomeadamente da Águas do Tejo Atlântico – ETAR de Alcântara, em Lisboa; da Águas da Região de Aveiro e da Águas do Centro Litoral, ambas localizadas em Aveiro; na Águas do Douro e Paiva, em Gaia, e na sede da SIMARSUL, no Seixal.

 

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Informação nº9 - ACT BRISA

 

CESP CHEGA A ACORDO!

 

Na 10ª reunião de negociação do processo de revisão do ACT BRISA 2018, realizada a 20 de Abril de 2017, CNS FEPCES/CESP chegou a um acordo com as empresas.

 

Finalmente neste processo negocial, a FEPCES/CESP com a sua firmeza conseguiu uma reivindicação de longos anos com a criação de mais uma letra para o Ajudante O. Civil. Avanços na recuperação de direitos dos Trabalhadores para além de Tabela Salarial e Restante Pecuniária.

Informação a todos os Trabalhadores da MCALL, SA (Contact Center do Grupo Brisa)

 

 

Vale a Pena Lutar!

Alcançados Aumentos Salariais para 2018 para 2018

Os Trabalhadores da Mcall—Contact Center do Grupo Brisa, salientando-se a principal reivindicação do Caderno Reivindicativo apresentado o aumento do salário, alcançam com efeitos retroactivos a Janeiro de 2018 uma progressão na carreira inexistente até então, conforme se apresenta:

A luta por mais direitos continuará e mantendo-se o alvo da integração no IRCT aplicável à empresa.

Juntos Somos Mais Fortes! Informa-te junto do teu delegado(a) sindical!

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27 ABRIL GREVE DOS TRABALHADORES DO DIA MINIPREÇO/CLAREL
ÀS 10H30 CONCENTRAÇÃO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO
(dia em que se realiza reunião do CESP com a empresa no Ministério sobre a entrega de lojas a terceiros)

 


OS TRABALHADORES TÊM DIREITOS

 

Considerando que a empresa não está a cumprir a Lei, o CESP e a Comissão Sindical decidiu requerer reunião no Ministério de Trabalho no âmbito da prevenção de conflitos que está marcada para o dia 27 de Abril, às 10h30.

 

Assim apelamos a todos os trabalhadores do Grupo Dia Portugal para não irem em cantigas do vigário por parte da empresa e unirem forças para lutarem pela manutenção dos seus postos de trabalho, pois foram os trabalhadores que ao longo dos anos construíram esta empresa. Estamos juntos pela preservação e manutenção dos postos de trabalho.

 

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Informação nº8 - ACT Brisa 2018

Após a 9ª reunião de negociação do ACT para grupo BRISA, realizada no dia 12 de Abril, vem a CNS da FEPCES/CESP fazer um ponto de situação do processo negocial:
Numa reunião que se esperava de evolução, empresas decidiram voltar atrás e insistir na proposta inaceitável de alteração do descritivo funcional dos Oficiais de Mecânica;
Objectivamente bloquearam a negociação com vista a vergar a CNS e os trabalhadores perante mais uma ofensiva contra os postos de trabalho.
Se havia dúvidas dos objectivos das empresas nesta reunião dissiparam-se todas!
Com várias reuniões empatar o processo negocial, eis que a BRISA dos tempos da troika está de volta! Afinal os 136 milhões de euros de lucros líquidos em 2017 (subiram 48,4% em relação ao ano 2016!)  não foram suficientes. Para 2018 e anos seguintes preparam-se mais lucros chorudos. E COMO?
Mais uma vez à custa dos trabalhadores e através da receita antiga! Reduzem-se mais uns postos de trabalho, sobrecarregam-se os restantes trabalhadores e degradam-se as condições de trabalho e vida.

 

EVOLUÇÕES PARA A TABELA SALARIAL:

  EMPRESAS – 1,4 %
  FEPCES/CESP – 3,1 % (com aumento mínimo de 40,00€)

 

Inacreditável, foi a segunda reunião consecutiva com empresas a promoverem evoluções de uma décima na sua proposta para a tabela salarial!
Agora com a agravante de só estarem disponíveis para um acordo caso seja aceite as alterações às funções do Oficial de Mecânica!
Ou seja: Através de uma chantagem querem esquecer todo o processo negocial e fazer vingar uma proposta inaceitável!
O objectivo: pretendem que o Oficial de Mecânica passe a desempenhar/acumular tarefas do Operador Principal e do Portageiro!
É lamentável a postura das empresas no processo negocial, no entanto já deveriam saber que a FEPCES/CESP não cede a chantagens!

 

UNIDOS IREMOS DAR UMA RESPOSTA ADEQUADA ÀS PROVOCAÇÕES DO GRUPO BRISA!

 

Próxima reunião agendada para dia  19 de Abril de 2018.

 

A CNS FEPCES/CESP

 

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PUBLICADO O CCT PARA O COMÉRCIO RETALHISTA DO ALGARVE


Aumentos salariais de 2,8%
A vigorar a partir de 1 de Janeiro 2018

 

Fechadas as negociações com a ACRAL.
Salário mínimo 5 euros acima do mínimo nacional. Aumentos de 2,8% em tabela e 1,5% nos valores pecuniários.
Foram definidas novas categorias profissionais e eliminadas outras.

 

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SONAE IGNORA AS REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES!
EXIGIMOS O JUSTO AUMENTO DOS SALÁRIOS!

 

20 ABRIL - GREVE E CONCENTRAÇÃO NA SEDE DA SONAE - 11H30

 

EXIGIMOS A NEGOCIAÇÃO DO CTT DA APED E AS EMPRESAS SUAS ASSOCIADAS ONDE A SONAE É VICE PRESIDENTE, SEM REDUÇÃO DO VALOR PAGO POR TRABALHO SUPLEMENTAR E TRABALHO EM DIA FERIADO E SEM BANCO DE HORAS.

 

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NÃO HÁ RESPOSTA DA EMPRESA AO CADERNO REIVINDICATIVO DE 2018!

 

DIA 17 ABRIL GREVE NO PINGO DOCE/JERÓNIMO MARTINS – LOJAS E ARMAZÉNS
CONCENTRAÇÃO às 11H30 NA SEDE DA EMPRESA CAMPO GRANDE – LISBOA

 

Os trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins exigem:

 

Fim das discriminações;
Aumento dos salários e fim da aplicação da Tabela B para todos os trabalhadores sem discriminações;
Horários de trabalho dignos que permitam aos trabalhadores ter vida própria. Fim do banco de horas na empresa;
Condições de saúde e segurança no trabalho;
Fim dos brutais ritmos de trabalho e da pressão e repressão;
Negociação do Contrato Colectivo de Trabalho sem redução do valor do trabalho suplementar e trabalho em dia feriado e sem banco de horas.

Auchan continua sem responder às reivindicações dos trabalhadores

 

12 ABRIL – GREVE E CONCENTRAÇÃO NA SEDE DO AUCHAN - 11H30M

 

A empresa continua a remeter praticamente todos os assuntos do caderno reivindicativo para a negociação do Contrato Colectivo de Trabalho, não assumindo qualquer compromisso de aumento dos salários e subsídio de refeição.   
Não cumprem a Lei. Recusam-se a pagar os tempos acumulados das tarefas inacabadas quando perfaz as 4 horas, alegando que já “dá” uma tolerância de 4h59 mensais, pelo que, na opinião da empresa não faz sentido pagar essas 4 horas acumuladas (os 10, 15 e 20 minutos que os trabalhadores fazem tantas vezes no final do seu dia de trabalho).
A empresa continua a impor aos trabalhadores horários de trabalho desregulados  e  escalas com oscilações  diárias. Impõem horários de trabalho entre a 1h e as 6h  num total desrespeito pelas normas legais em vigor.
Discrimina salarialmente os trabalhadores com a mesma categoria profissional.

 

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ALDI TENTA IMPEDIR O EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE SINDICAL

 

Nas lojas e armazém Aldi, os dirigentes sindicais do CESP que não são trabalhadores da empresa estão a ser ameaçados de processos crime se entrarem nas lojas para contactar com os trabalhadores. Uma atitude sem precedentes por parte desta empresa onde os dirigentes sindicais do CESP sempre entraram nos locais de trabalho.

 

No próximo dia 14 de Abril, o CESP vai levar a cabo uma acção frente à loja de Alverca para denunciar publicamente estas práticas do Aldi e exigir que sejam cumpridas as normas legais e respeitados os direitos dos trabalhadores.

 

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APRESENTADA PROPOSTA PELO CESP DE REVISÃO DO CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO ÀS ASSOCIAÇÕES DA VIGILÂNCIA PRIVADA

 

ENQUANTO NÃO FOR NEGOCIADA A SUA REVISÃO, AOS SÓCIOS DO CESP CONTINUA A APLICAR-SE O CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO PUBLICADO NO BTE Nº 17 DE 8 DE MAIO DE 2011!

 

O CESP não subscreveu o Contrato Colectivo de Trabalho publicado em 15 de Outubro de 2017 por não aceitar a cedência de direitos dos trabalhadores como contrapartida da assinatura, mantendo-se para os sócios do CESP todo o texto do CCT de 2011, incluindo os salários.

 

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PUBLICADO O CCT PARA O COMÉRCIO RETALHISTA DE BRAGANÇA


Aumentos médios nos salários a partir de 3,8% a vigorar a partir de 1 de Janeiro 2018.

 

Foi possível a actualização dos salários em termos médios cerca de 3,9% para os trabalhadores administrativos e 3,8% para os trabalhadores do comércio, com retroactivos a 1 de Janeiro de 2018.

 

A negociação permitiu também:

Aumentar em 2,5% o subsídio de sábado à tarde, que passa de 15,60€ para 16,00€.
Aumentar em 2,1% o subsídio de alimentação, que passa de 4,80€ para 4,90€.

Misericórdias conhecem a Lei mas não a cumprem, com a conivência da União das Misericórdias Portuguesas

Dia 8 de Março de 2018 - GREVE na União das Misericórdias Portuguesas e em todas as Santas Casas de Misericórdia Associadas

 

Pelo aumento dos Salários de todos os trabalhadores

Pela revisão do Acordo de Empresa da União das Misericórdias Portuguesas

Pelo cumprimento da Portaria de Regulamentação das Condições de Trabalho e pagamento das diuturnidades devidas aos trabalhadores

Pela valorização do trabalho e das funções exercidas pelos trabalhadores

Contra a retirada de direitos e a desregulação dos horários de trabalho

 

Concentração às 11h30 na sede da União das Misericórdias Portuguesas, em Lisboa - Rua de Entrecampos, nº9

 

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Luta abre as portas da SONAE

Os armazéns da Sonae sofrem de “fobia de segurança contra roubos”.

 

Montaram um esquema de segurança nas logísticas do grupo que só tem paralelo nas prisões de ALTA SEGURANÇA.

 

Chegados ao espaço de trabalho, os trabalhadores, despojados de meios de comunicação com o exterior, são “presos”- fechados à chave - só podem de lá sair quando conseguirem juntar na porta o Segurança e o Chefe. Coisa que não é nada fácil de realizar.

 

Não há comunicações com o exterior durante o período de trabalho. Já aconteceu ter falecido um familiar e o “preso” só saber quando cessa o período de trabalho, o libertam e volta a ser cidadão livre, com acesso ao seu telemóvel.

 

COM A LUTA DOS TRABALHADORES E A INTERVENÇÃO E PERSISTÊNCIA DO CESP E DA COMISSÃO SINDICAL

 

A empresa a partir de 1 de Março vai acabar com o regime das portas bloqueadas no armazém da Sonae Plaza 1.

 

MAS VAMOS CONTINUAR A LUTAR!

Pelo aumento dos salários de todos os trabalhadores;

A valorização das carreiras profissionais e correcção da carreira de Operador de Armazém;

A passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários que ocupam postos de trabalho permanentes;

A melhoria das condições de saúde e segurança nos armazéns.

Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas/SAMS: CESP solicita intervenção do Ministério do Trabalho para a retoma do processo negocial

O CESP (Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal), face à ausência de marcação de reunião por parte da direcção do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI, afecto à UGT) sobre diversas matérias, nomeadamente para a retoma do processo negocial do Acordo de Empresa e dos aumentos salariais, enviou à Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) a solicitar a convocação das partes para nova reunião, de acordo com o estabelecido na reunião havida em 6 de Novembro de 2017 e que oportunamente divulgámos.

 

O CESP ao tomar conhecimento da readmissão com todos os direitos inerentes, de um trabalhador despedido injusta e ilicitamente, congratula-o pela sua luta levada a cabo durante meses pelos seus direitos e contra as injustiças.

 

Este desfecho veio comprovar que os trabalhadores, quando lutam pela justiça, na defesa dos seus direitos e do seu posto de trabalho, podem vencer.

 

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Garante os teus direitos. Sindicaliza-te
CGTP-IN
CGTP-IN CONDENA APOIO DO GOVERNO PORTUGUÊS AO GOLPISMO NA VENEZUELA
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