MERCADONA REJEITA REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES — E QUER CONTINUAR A PRESSÃO E REPRESSÃO!

O CESP reuniu com a Mercadona para discutir o Caderno Reivindicativo aprovado pelos trabalhadores, mas a empresa rejeitou todas as nossas propostas!

A Mercadona quer continuar o caminho da pressão e repressão nos locais de trabalho, e não respeita o Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) em vigor no sector, nomeadamente no que diz respeito às funções de cada trabalhador — a empresa obriga os operadores de loja a limpar toda a loja, em desrespeito pelas categorias profissionais! Conhece as exigências dos trabalhadores da Mercadona, todas rejeitadas pela empresa:

MAIS SALÁRIO! — TUDO REJEITADO!

Exigimos 15% de aumento, no mínimo 150€, para todos os trabalhadores; a integração do complemento que o Mercadona paga no salário; o pagamento dos subsídios de férias e natal sem ser em duodécimos; a atribuição de um subsídio para todos os trabalhadores em postos de trabalho com temperaturas controladas, no valor de 15% da remuneração base; e o pagamento do complemento de doença a todos os trabalhadores

 

MAIS TEMPO! — TUDO REJEITADO!

Exigimos 35 horas semanais de trabalho para todos, sem perda de salário; o encerramento das lojas aos domingos e feriados; 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores; a atribuição de uma pausa de 15 minutos a todos os trabalhadores, contada como tempo efectivo de trabalho; a fixação do subsídio de alimentação em 10€/dia

 

RESPEITO! — TUDO REJEITADO! 

Exigimos o fim da pressão e repressão nos locais de trabalho; o respeito pelo Contrato Colectivo de Trabalho aplicável aos trabalhadores das empresas de distribuição, nomeadamente no que diz respeito ao descritivo de funções (sabe mais aqui: SABIAS QUE… não tens de aceitar nenhuma tarefa que não esteja expressamente descrita na tua categoria profissional?); a garantia de horários de trabalho dignos, entregues com a antecedência prevista no CCT (30 dias), e que permitam a conciliação entre a vida pessoal e familiar e a vida profissional; o respeito pelos direitos de parentalidade e o estatuto de trabalhador-estudante.

 

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