PINGO DOCE NÃO RESPEITA DIREITOS DAS MÃES NEM DOS DOENTES CRÓNICOS!

Na loja Pingo Doce de Celas, em Coimbra, a pressão constante das chefias não poupa as trabalhadoras grávidas ou com filhos pequenos, nem mesmo os doentes crónicos. O Pingo Doce põe os seus lucros multimilionários acima da saúde das suas trabalhadoras e dos seus filhos. Por isto, no passado dia 1 de Junho, o CESP esteve à porta da loja, a denunciar estas situações aos clientes. Exigimos respeito!

O CESP tem acompanhado os ataques permanentes aos direitos dos trabalhadores na loja do Pingo Doce de Celas. Porém, quando se trata de mulheres a informar as chefias que estão grávidas ou que foram mães, a situação piora ainda mais.

Estas mulheres sofrem pressão constante no seu local de trabalho, para garantir que continuam a produzir os milhões de lucros que esta empresa gera. O Pingo Doce põe em causa a saúde destas mulheres, mães, trabalhadoras — e, por consequência, põe em causa os direitos das crianças.

Estas chefias não respeitam o horário flexível, um direito que permitiria a estas mães acompanhar os seus filhos menores, e não respeitam as recomendações médicas na atribuição dos horários de refeição e pausas para descanso das trabalhadoras grávidas. As trabalhadoras grávidas estariam dispensadas de fazer banco de horas e horas extra, mas nesta loja têm de o fazer, por exigência ilegal das chefias. Recentemente, uma trabalhadora foi alvo de ameaça de mudança de secção por exigir exercer o seu direito à amamentação. Estas chefias chegaram a dizer às trabalhadoras grávidas que a gravidez era um erro, sugerindo-lhes o aborto!

No caso de uma trabalhadora com doença crónica, a empresa pressiona-a para não cumprir as prescrições médicas, pondo em risco a sua saúde! Esta trabalhadora não pode levantar pesos, mas pedem-lhe, dizendo “é uma questão de boa vontade”; tem uma caixa específica onde trabalhar, determinada pelo médico, mas pedem-lhe para mudar; só pode estar na frente de loja, mas pedem-lhe para ir para outras secções.

Tudo em nome da “produtividade” e do “rendimento”. Não olham a meios nem às condições físicas específicas de cada trabalhador para aumentar ainda mais os lucros da empresa!

Por tudo isto, o CESP esteve à porta do Pingo Doce de Celas, Coimbra, no passado dia 1 de Junho, sábado, a denunciar o comportamento das chefias desta loja aos seus clientes, pedindo solidariedade — denúncias no livro de reclamações ou nas redes sociais, ou e-mails à empresa.

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