A DHL mantém-se confortável com os baixos salários que paga aos Operadores de Armazém

Os trabalhadores da Logística da DHL são os que têm salários mais baixos entre os trabalhadores das Logísticas.

A DHL continua inflexível no que respeita aos aumentos salariais e progressão nas categorias profissionais.

Os salários, de 557€, são uma vergonha para quem trabalha há 5, 10, 15 ou 20 anos na empresa. A DHL apresenta resultados positivos de milhões e o que distribuiu aos seus trabalhadores são uns míseros tostões.

É perante estres atropelos aos nossos direitos, à nossa dignidade e vida que é preciso cada vez mais mostrar a nossa unidade e reforçar a luta por melhores salários e condições de trabalho!

Neste sentido, os trabalhadores da DHL exigem resposta às suas reivindicações!

Caderno Reivindicativo 2017
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SONAE Distribuição - Caderno Reivindicativo de 2017

A SONAE mantém-se confortável com a discriminação e baixos salários que pratica aos Operadores de Armazém de Azambuja.

 

Temos categorias profissionais com enquadramento e progressão inferior e somos pior remunerados que os colegas das lojas e de outras logísticas (Dia Minipreço: 600€ base; Lidl: 700€ base). Os trabalhadores com 10, 15 e 20 anos de casa, vitais para o bom funcionamento da cadeia de distribuição recebem SALÁRIOS RIDÍCULOS!

 

A empresa já comunicou os critérios para o aumento de ordenado: Avaliação do desempenho (3, 4 e 5); Absentismo (Licença de maternidade, paternidade, Nojo). ESTA É UM SITUAÇÃO CLARAMENTE DISCRIMINATÓRIA E INJUSTA!

Os Operadores de Armazém com ordenados inferiores ao Salário Mínimo Nacional (SMN), vão beneficiar de um ajuste por força da Lei. O ordenado mínimo que passa a ser praticado na logística é de 656 euros.

A empresa volta a cometer o mesmo erro, ou seja, os novos contractos terão um ordenado superior aos operadores com 15 e 20 anos de casa.

 

Neste sentido, os trabalhadores da SONAE de Azambuja decidem aprovar as seguintes reivindicações e mandatar a Comissão Sindical e o CESP para que levem à prática as reivindicações abaixo discriminadas:

 

1. Actualização dos salários com um aumento mínimo de 40 euros para todos os trabalhadores;

2. Actualização do subsídio de alimentação em 4%;

3. O aumento do valor dos prémios de 75 euros e 125 euros para o valor único de 200 euros.

4. Equiparação da carreira profissional dos Operadores de Armazém com a carreira profissional dos Operadores dos supermercados;

5. A passagem a efectivos de todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes;

6. 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores;

7. Atribuição de um dia de descanso adicional a todos os trabalhadores. Este dia será gozado no dia de aniversário;

8. Redução progressiva da carga horária semanal para as 35 horas com fixação das 39 horas semanais em Janeiro 2017;

9. Acabar com o regime das portas bloqueadas em todos os Armazéns e criar melhores condições nas áreas sociais e refeitório do Plaza 2.

 

Estas reivindicações são justas já que os trabalhadores são igualmente qualificados e desenvolvem um trabalho fundamental para o sucesso de toda a distribuição da empresa.

 

01/02/2017

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Conquistas alcançadas na DHL são fruto da luta dos trabalhadores!

Na reunião, em Novembro, foram debatidos vários assuntos que dizem respeito ao conjunto das reivindicações apresentadas, o CESP Concluiu que, todas as conquistas conseguidas foram resultado da resistência e luta dos trabalhadores.

 

Com a luta e persistência para que todos os trabalhadores com vínculos precários (contratados a termo certo e por agências de trabalho temporário) passem a efectivos quando ocupam postos de trabalho permanentes, conseguimos, desde o início do ano de 2016, a passagem de 77 trabalhadores para contrato sem termo, comprometendo-se a empresa a, no futuro, continuar a reduzir o número de trabalhadores colocados pelas agências de trabalho temporário.

 

Sobre os horários de trabalho, a DHL, no que se refere às alterações aos horários diversificados, ou contínuos, assumiu o compromisso de tentar que o mesmos estejam afixados e/ou comunicados aos trabalhadores interessados, com a antecedência mínima de 20 dias.

 

Sobre o tema da temperatura nos armazéns, que o CESP defenda na medida do possível, deve oscilar entre os 18ºC e 22ºC, em particular na área de produção no armazém de Alverca que é onde mais se faz sentir o calor. A DHL diz que este tema ainda está em análise com o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho. Os trabalhadores e o CESP continuarão a exigir e a lutar pela resolução deste problema que afecta a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.

 

A DHL está a terminar um levantamento das necessidades de limpeza reais nas várias áreas do armazém de Alverca, de forma a ajustar os recursos necessários até ao final do ano corrente. Devido à impossibilidade dos trabalhadores do armazém de Vila Nova da Rainha poderem comparecer pontualmente nos horários que lhes são atribuídos, devido à escassez de transportes públicos naquela zona, com a intervenção do CESP foi criado um autocarro para esses trabalhadores.

 

Mantém-se as reivindicações:

 

- Actualização dos salários com aumento mínimo de 40€ para todos os trabalhadores;

- Pagamento de um suplemento aos trabalhadores que prestam serviço em regime de turnos rotativos;

- Actualização do subsídio de alimentação para 6,83€;

- Aumento de 5% sobre o valor actual dos prémios;

- Equiparação da carreira profissional dos Operadores de armazém com funções de condutor/manobrador de empilhadoras ou retratáveis com a carreira profissional dos Operadores de Máquinas;

- 25 dias úteis de férias para todos;

- Atribuição de um dia de descanso adicional a todos os trabalhadores. Este dia será gozado no dia de aniversário;

- Passagem a efectivos todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes;

- Redução progressiva da carga horária semanal para as 35 horas com fixação das 39 horas semanais em Janeiro de 2017;

- Condições dignas de trabalho, nomeadamente no que respeita à segurança, saúde e higiene no trabalho e pela integridade física e moral dos trabalhadores, com o fim da pressão, repressão e assédio moral.

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ID Logistics não responde às reivindicações dos trabalhadores!

O CESP, Sindicato dos Trabalhadores, do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, solicitou no início de Setembro a realização de uma reunião com a empresa, no entanto a mesma não respondeu à solicitação do Sindicato.

 

O Cesp enquanto associação sindical, que representa os trabalhadores das Logísticas, na promoção e defesa dos seus interesses e direitos sócio-profissionais e a melhoria das suas condições de vida e de trabalho, luta pelos direitos dos trabalhadores!

 

Homens e mulheres cumprem diariamente sob ritmos intensivos de trabalho, carregando toneladas, desempenhando tarefas altamente qualificadas na recepção, preparação e expedição de encomendas e, mesmo assim, a empresa não aceita reunir e discutir a reivindicações dos trabalhadores.

 

É perante estes atropelos aos nossos direitos à nossa dignidade que é preciso reforçar a unidade de todos os trabalhadores da ID Logistics e decidir formas de luta para que as nossas justas reivindicações sejam cumpridas e que garantam melhores condições de trabalho e de vida!

 

O CESP apela a que todos os trabalhadores da ID logistics se unam e lutem contra este ataque gravoso à vossa saúde e vida pessoal!

Mais informações:
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Caderno Reivindicativo para a DHL - A DHL mantém-se confortável com a discriminação e baixos salários que pratica aos Operadores de Armazém.

Estes trabalhadores trabalham diariamente em ritmos de trabalho intensivos, carregando toneladas, desempenhando tarefas altamente qualificadas na recepção, preparação e expedição de encomendas e, mesmo assim, não aceita, enquanto membro da APLOG - Associação Portuguesa de Logística, corrigir a discriminação salarial e baixos salários.

É confortável para a DHL, como tem demonstrado ao longo destes anos, convive bem sabendo que os trabalhadores com 5, 10 e 15 anos de casa, vitais para o bom funcionamento da cadeia de distribuição recebem salários mínimos na ordem dos 530€.

É perante estes atropelos aos nossos direitos, à nossa dignidade e vida que é preciso cada vez mais mostrar a nossa unidade e reforçar a luta por melhores salários e condições de trabalho!

 

Neste sentido, os trabalhadores da DHL decidem aprovar as seguintes reivindicações e mandatar a Comissão Sindical e o CESP para que levem à prática as revindicações abaixo discriminadas:

 

1) O aumento geral do salário mínimo nos armazéns para os 600€;

2) Pagamento de um suplemento de 100€ aos trabalhadores que prestam serviço em regime de turnos rotativos;

3) O fim da utilização abusiva da contratação a prazo para ocupação de postos de trabalho permanentes, e admissão de trabalhadores para as funções onde é claramente visível que o trabalho suplementar está a ser utilizado para atender à laboração manual;

4) Horário de trabalho comunicados com 30 dias de antecedência, com 2 dias de descanso semanal consecutivos, com mudança da escala de horário apenas o 2º dia de descanso semanal;

5) Exigimos que a temperatura nos armazés, na medida do possível, deve oscilar entre os 18ºC e 22ºC, conforme menciona a Lei;

Mais informação:
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DHL - TODAS AS CONQUISTAS QUE CONSEGUIMOS SÃO FRUTO DA RESISTÊNCIA E DA LUTA DOS TRABALHADORES!

Na reunião com a DHL, em meados de Julho, foram debatidos vários 

assuntos que dizem respeito ao conjunto das reivindicações apresen-

tadas, a Comissão Sindical concluiu que, todas as conquistas conseguidas foram fruto da resistência e luta dos trabalhadores da DHL.

 

- Sobre o tema da revisão salarial, houve algum entendimento por parte da Direcção da DHL para este tema, tendo a empresa mostrado abertura para analisar prácas diferentes das ulizadas à data;

 

- Com a luta conseguimos que o trabalho suplementar, executado em dias feriados e de descanso complementar e obrigatório, passa-se a ser remunerado de 50% para os 100%; + informação  Folha sindical

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Trabalhadores da DHL exigem melhores salários, o fim  da discriminação salarial, melhores condições de trabalho e horários humanizados que permitam a conciliação da vida profissional, social e familiar

Considerando a resposta da empresa às reivindicações dos trabalhadores:

- Apenas 1% de aumento salarial, só para alguns trabalhadores;

- Apenas 1% de aumento no subsídio de refeição, para todos os trabalhadores;

- Passagem de 23 trabalhadores da DHL com contratos a termo para contrato efectivo;

- Passagem de 67 trabalhadores das agências de trabalho temporário para contrato com a DHL.

Um resultado claramente insuficiente, face ás exigências dos trabalhadores, por isso este é o momento que convoca os trabalhadores para assumirem o compromisso de prosseguir a luta, por uma verdadeira mudança que valorize o trabalho e os trabalhadores. + informação

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DHL viola a lei e quer alterar horários de trabalho prejudicando os trabalhadores

A Comissão Sindical manifestou oposição à imposição de alteração de turnos e horários concentrados, porque:

 

- A deslocação dos trabalhadores seria muito difícil devido à deficiente rede de horários dos transportes públicos;

 

- Mesmo sendo a adesão a tais horários voluntária, a alteração de horário terá graves consequências para a vida dos trabalhadores da empresa, nomeadamente, na conciliação entre a vida profissional e a pessoal e familiar e na saúde dos trabalhadores;

 

- A organização e duração dos horários de trabalho continuam a ser a questão central dos problemas dos trabalhadores e razão do seu justo descontentamento.

 

Mais informação

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DHL: Com a Luta dos Trabalhadores os aumentos chegaram, mas… baixos e sem muito critério

A luta deu resultados! Segundo nos foi informado na reunião com a empresa, os aumentos serão atribuídos com base na avaliação de desempenho do trabalhador.
Mesmo não agradando a todos os trabalhadores, e não agrada, a verdade é que não fosse a união e disponibilidade
dos trabalhadores para a luta, o  reconhecimento da justeza das reivindicações não estaria aí.
Em Abril 2015 a DHL aumentou os salários dos seus trabalhadores em 1,5%, esta conquista comprova que a determinação e resistência dos trabalhadores que batalham por salários dignos, através da acção e luta, traz resultados.
Valeu a pena lutar! + informação

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DHL: Caderno Reivindicativo 2015 discutido com a empresa

Reforçar a unidade dos trabalhadores na luta por melhores salários e condições de trabalho é uma necessidade!

A Comissão Sindical apresentou e defendeu a proposta dos trabalhadores no dia 25 de Fevereiro de 2015 com a Direcção da DHL no armazém da DHL de Alverca, onde foi discutido: O CADERNO REIVINDICATIVO DOS TRABALHADORES DA DHL:


  • Aumento Salarial de 30€/Mês
  • Subsídio de refeição 6,83€/dia
  • O salário mínimo na empresa passar para os 550€
  • Prémio de 30€/Mês a todos os trabalhadores
  • Pagamento do trabalho suplementar.
  •  Categorias profissionais:

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Trabalhadores das Logísticas:

Esta discriminação não pode continuar!

Porque temos categorias profissionais com enquadramento e progressão inferior e somos pior remunerados que os colegas das lojas nas
Plataformas Logísticas da Modelo Continente, Pingo Doce e Dia Minipreço .

 

 

As logísticas são o “coração” das empresas de distribuição.
O valor, dureza, quantidade e produtividade do trabalho nas logísticas não é inferior às lojas.
Então porque somos discriminados e pior classificados em categorias com níveis de enquadramento e de progressão inferiores?
Trabalhamos menos ? NÃO
O trabalho é menos pesado? NÃO
O trabalho é menos exigente e qualificado? NÃO
Porque defende a NOSSA EMPRESA, categorias e enquadramento inferiores?
Para pagar menos!

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Reivindicações dos trabalhadores do MCH - PLAZA 1 E PLAZA 2 exposas em reunião com empresa

A Comissão Sindical do CESP expôs as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores do Plaza 1 e do Plaza 2 sobre o aumento dos salários e a  aplicação do Contrato Colectivo de Trabalho quanto ao pagamento do trabalho extraordinário e do trabalho nos feriados.


É de registar que outras empresas da Grande Distribuição já estão a pagar de acordo com o CCT.

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DHL quer impor trabalho gratuito aos trabalhadores através do “banco de horas”

Os trabalhadores da DHL estão a ser “chamados” para assinarem uma adenda ao seu contrato de trabalho, em que aceitam o regime de banco de
horas, que mais não é do que a empresa a querer que os trabalhadores
trabalhem de forma gratuita e sem regras, sem nenhum respeito pelos direitos dos trabalhadores e das suas famílias, procurando ter os mesmos a todo o tempo disponíveis para servir o patrão.

O banco de horas é apenas mais uma forma das empresas terem os trabalhadores a trabalhar “à borla” e de poderem dispor da vida dos trabalhadores conforme lhes interesse, sem atender ao direito dos trabalhadores de saberem qual é o seu horário, programarem e organizarem a sua vida e terem possibilidade de conciliar a vida profissional com a vida pessoal e familiar.

+ informação

Comunicado Banco de Horas - DHL.pdf
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