CADERNO REIVINDICATIVO DOS TRABALHADORES DA DHL SUPPLY CHAIN PARA O ANO DE 2019

 

Os trabalhadores dos armazéns DHL Supply Chain após analisarem a situação económica e social actual que vem asfixiando e tornando a sua vida cada vez mais difícil, decidem apresentar à Administração as suas reivindicações esperando que da parte da empresa haja a compreensão, abertura e sensibilidade suficiente para vir ao encontro destas propostas justas, para melhorar as condições de vida e de trabalho dos seus trabalhadores.


Nos armazéns da DHL Supply Chain, os trabalhadores têm categorias profissionais com enquadramento e progressão inferiores, e são pior remunerados que os trabalhadores dos restantes membros do grupo da DHL (DHL Express; DHL Parcel; DHL Global; DHL Freight).


Um Operador de Armazém da DHL Supply Chain aufere pouco mais que o salário mínimo nacional, recebendo dos salários mais baixos entre os praticados pelas empresas do sector. Um Operador de Armazém da DHL com 20 anos de casa aufere o mesmo salário de um Operador de Armazém com 1 mês de casa.


Ambos ganham o Salário Mínimo Nacional!

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Realizou-se a 19 de Setembro de 2018, um plenário de trabalhadores do armazém da Science4You, situado no MARL – Mercado Abastecedor da Região de Lisboa, onde estiveram presentes mais de 100 trabalhadores.
 
Valorizou-se as vitórias alcançadas pela organização, luta e unidade dos trabalhadores.
 
São exemplos:
 
- A entrega do cartão do MARL aos trabalhadores, que assim já não têm que pagar “portagem” para trabalhar! (os trabalhadores tinham de pagar para poder sair com a sua viatura do recinto do MARL)
 Contudo, a empresa só entregou os cartões aos trabalhadores com vinculo à empresa, deixando de fora os trabalhadores da empresa de trabalho temporário que, além do vínculo precário, ainda têm o castigo de continuar a pagar para trabalhar.
 
- As remodelações feitas em diversas salas/áreas de trabalho, assim como no refeitório, que melhoraram as condições de trabalho e de saúde e higiene.
 
Mas, muito ainda está por resolver e, assim, deste plenário saiu a decisão de se apresentar à empresa um Caderno Reivindicativo a apresentar em reunião com a Direcção a realizar com a maior brevidade.
Os trabalhadores estão disponíveis continuar a lutar até as suas reivindicações serem satisfeitas.

OS TRABALHADORES DOS ARMAZÉNS DA ID LOGISTICS SÃO DOS QUE TÊM SALÁRIOS MAIS BAIXOS DE ENTRE OS BAIXOS SALÁRIOS PRATICADOS PELAS EMPRESAS DO SECTOR


Um Operador de Armazém da ID Logistics com 10 anos de casa aufere o mesmo salário de um Operador de Armazém com 1 mês de casa. Ambos ganham o Salário Mínimo Nacional (580€).


É inaceitável que os trabalhadores dos armazéns da ID Logistics são dos que têm salários mais baixos entre os trabalhadores do sector.


Não aceitamos estes comportamentos da empresa!

Exigimos que a ID Logistics cumpra a Lei e respeite os direitos dos trabalhadores!

Exigimos o aumento dos salários e carreiras profissionais para todos!

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OS TRABALHADORES DA DHL SUPPLY CHAIN NÃO PODEM CONTINUAR A SER DISCRIMINADOS


Nos armazéns da DHL Supply Chain temos categorias profissionais com enquadramento e progressão inferior e somos pior remunerados que os trabalhadores do restante Grupo da DHL.

 

Vamos continuar a defender sempre a importância do aumento dos salários e da diferenciação salarial pelas funções exercidas, especialização e experiência adquirida dos Operadores de Armazém.

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ADMINISTRAÇÃO DA SCIENCE4YOU IGNORA AS REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES!

 

É perante os atropelos aos nossos direitos, à nossa dignidade e vida que é preciso cada vez mais mostrar a nossa unidade e reforçar a luta por melhores salários e condições de trabalho!


Neste sentido, os trabalhadores da Science4you exigem resposta às suas reivindicações!


Estas são reivindicações justas já que os trabalhadores são igualmente qualificados e desenvolvem um trabalho fundamental para o sucesso de toda a distribuição na empresa.


Caso a Science4you persista na surdez, os trabalhadores comprometem-se a desencadear processos de luta com vista a atingir estes objectivos!

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DHL Supply Chain quer "roubar" os Fins de Semana, as Pausas, a saúde e a vida pessoal aos Trabalhadores de Azambuja!


As pretensões da empresa com as propostas de alterações aos horários não são claras, deixando em aberto todas as possibilidades de desregulação dos horários de trabalho, na medida em que define que os trabalhadores poderão ter diferentes horários de entrada, saída e descanso semanal, sem expressamente dizer de que forma mudam de escala de horário ou os dias de descanso.


A empresa quer também retirar, indevidamente, as pausas aos trabalhadores do Entreposto de Azambuja. Todos devem estar alerta e não aceitar a retirada das pausas que neste momento é já um direito adquirido dos trabalhadores e que a empresa não pode retirar. Se necessário avançaremos para tribunal para fazer valer o direito dos trabalhadores.


O Sindicato sugere:

  • Que os supervisores façam um planeamento e uma melhor gestão, para aumentar a capacidade de trabalho, que permita uma melhor organização do tempo de trabalho de segunda a sexta-feira, como sempre defendemos;
  • Uma compensação que deve ter um valor justo, que compense o esforço pedido aos trabalhadores com estas alterações de horário, pelo impacto muito significativo na vida pessoal, familiar e social, e que essa compensação deve ser alargada a todos que vejam os seus horários alterados semanalmente ou mensalmente.
  • Á semelhança do que vai ser aplicado aos Operadores de Armazém da DHL Supply Chain na Auto-Europa em Palmela:
  • Subsídio de turno para todos os trabalhadores;
  • 155€ de prémios ligados à alteração dos horários.
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ADMINISTRAÇÃO DA DHL SUPPLY CHAIN IGNORA AS REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES!
EXIGIMOS O JUSTO AUMENTO DOS SALÁRIOS!

 

Os pequeninos aumentos já em Abril, só possível com a luta dos trabalhadores, são muito insuficientes, estão longe das reais condições da empresa e não desviam a atenção dos trabalhadores para a necessidade de uma resposta concreta e positiva a todas as restantes matérias em discussão.


Os aumentos são discriminatórios, com base em avaliações de desempenho subjectivas e muito contestadas pelos trabalhadores, em vez de se aumentar os salários de todos os trabalhadores e de garantir a diferenciação pela antiguidade.
Em suma, os Recursos Humanos e a Administração fazem ouvidos de mercador à voz de quem todos os dias dá o melhor ao seu serviço.


Exigimos:

 

Actualização dos salários com aumento mínimo de 40€/mês para todos os trabalhadores;
Actualização do subsídio de alimentação em 1€/dia para todos os trabalhadores sem discriminações;
Passagem a efectivos de todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes.

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TRABALHADORES DA DHL EM LUTA CONTRA OS BAIXOS SALÁRIOS E A PRECARIEDADE!

 

A grande maioria dos trabalhadores da DHL continua a receber o Salário Mínimo Nacional (SMN), entre eles trabalhadores qualificados, com 5, 10, 15 e mais anos de experiência.

É preciso acabar com as discriminações injustificadas entre os trabalhadores com a mesma função e categoria em comparação com o salário dos operadores de armazém de outras logísticas.

 

As propostas do caderno reivindicativo dos trabalhadores da DHL são modestas e simples:
1) Actualização dos salários com aumento mínimo de 40€/mês para todos os trabalhadores;
2) Actualização do subsídio de alimentação em 1€/dia para todos os trabalhadores;
3) Passagem a efectivos de todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes e o fim dos contratos ao dia e à semana.

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Na última reunião da Comissão Sindical com os representantes da DHL no final do mês de Novembro, foi colocado em debate o conjunto das reivindicações dos trabalhadores.

 

Os trabalhadores não viram nenhuma das reivindicações postas em prática, e decidiram informar a direcção da DHL, que não aceitam a falta de resposta da empresa. A Comissão Sindical e os trabalhadores da DHL irão decidir acções de luta nos vários armazéns com o objectivo de manifestarem a sua determinação em continuar a exigir a resolução das suas reivindicações.

 

A Comissão Sindical não é porta-voz da empresa, somos representantes dos trabalhadores. Por isso insistimos no aumento dos salários e atribuição de categorias profissionais aos trabalhadores que desempenham funções especializadas.

 

A unidade e luta dos trabalhadores das logísticas da DHL é factor determinante para forçar a empresa a aceitar as justas pretensões dos trabalhadores.

 

O CESP apela a que todos os trabalhadores da DHL se unam e lutem organizados no seus sindicato de classe.

Folha Sindical - DHL - Dezembro 2017
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Alteração de categoria profissional com aumento de ordenado na CARRERAS

Na reunião de 8 de Setembro de 2017 entre o CESP e os representantes da CARRERAS, foi colocado em debate o conjunto das reivindicações dos trabalhadores, tendo a empresa assumido compromissos, nomeadamente, na valorização das categorias profissionais. Estas melhorias têm que ser assumidas como conquistas resultantes da luta dos trabalhadores junto com o seu sindicato de classe, o CESP.

 

Assim sendo, salientamos que foram identificadas as situações em que as categorias profissionais não correspondiam às funções desempenhadas, tendo, entretanto, já sido enquadradas na tabela de categorias existente na empresa.

 

No passado dia 26 de Outubro, a CARRERAS procedeu às alterações justas a três trabalhadores que recebiam como Operadores de Armazém com ordenado de 580 euros, mas que desempenhavam funções de Operadores de Máquinas ao longo de um dia de trabalho. Passaram todos a ter os ordenados ajustados para 615 euros.

 

A unidade e organização dos trabalhadores no seu sindicato foi fundamental para este resultado.

 

VALE A PENA LUTAR!

 

Novembro 2017

Os Trabalhadores da DHL reivindicam aumento dos salários e igualdade de direitos!

Porque temos categorias profissionais sem progressão e somos pior remunerados que os trabalhadores administrativos?

O valor, dureza, quantidade e produtividade do trabalho de armazém não é inferior ao trabalho administrativo.

Então porque somos discriminados e pior classificados em categorias sem progressão de carreira?

 

Trabalhamos menos? NÃO!

O trabalho é menos pesado? NÃO!

O trabalho é menos exigente e qualificado? NÃO!

 

 

Porque defende a DHL, categorias e enquadramentos inferiores?

 

PARA PAGAR MENOS!

Folha Sindical DHL Outubro 2017
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DHL - Vale a pena lutar!

Com a organização e luta dos trabalhadores da DHL já melhoraram as condições de trabalho.

No entanto, há reivindicações dos trabalhadores que a empresa se comprometeu a dar resposta e ainda não deu!

 

A luta vai ter que continuar para que haja efectiva de satisfação das reivindicações dos trabalhadores e condições de trabalho e cumprimento dos compromissos assumidos pela empresa.

 

Com a organização e a luta dos trabalhadores, conseguimos que a DHL de Alverca implementasse medidas nas seguintes áreas:

 

- Horários

- Vestiários

- No corredor da circulação

- Na zona de Expedição

- Na área de Produção

 

 

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES, A LUTA CONTINUA!

Folha Sindical - DHL Setembro 2017
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Aumentos e Mais Direitos conquistados na DHL

Na última reunião do CESP com os representantes da DHL no mês de Abril, foi colocado em debate o conjunto das reivindicações dos Trabalhadores.

 

O CESP salienta desde já que todas as conquistas obtidas só foram possíveis com a luta dos Trabalhadores da DHL.

 

Assim temos a salientar:

 

- Os salários base dos trabalhadores sem actualização por via do Salário Mínimo Nacional terão um aumento em 1,5% com efeitos a 1 de Abril de 2017;

- Aumento em 1,5%, passando para os 6,36€/dia para todos os trabalhadores;

- A persistência do sindicato de classe (CESP) permitiu a passagem de dezenas de trabalhadores ao quadro da empresa, bem como a integração de mais de uma centena de trabalhadores temporários de empresas de outsourcing a contrato com a DHL;

- O pagamento do trabalho suplementar realizados em dias de descanso e feriados passou de 50% para 100%;

 

A LUTA É A NOSSA ARMA!

 

Folha Sindical DHL - Maio
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A DHL mantém-se confortável com os baixos salários que paga aos Operadores de Armazém

Os trabalhadores da Logística da DHL são os que têm salários mais baixos entre os trabalhadores das Logísticas.

A DHL continua inflexível no que respeita aos aumentos salariais e progressão nas categorias profissionais.

Os salários, de 557€, são uma vergonha para quem trabalha há 5, 10, 15 ou 20 anos na empresa. A DHL apresenta resultados positivos de milhões e o que distribuiu aos seus trabalhadores são uns míseros tostões.

É perante estres atropelos aos nossos direitos, à nossa dignidade e vida que é preciso cada vez mais mostrar a nossa unidade e reforçar a luta por melhores salários e condições de trabalho!

Neste sentido, os trabalhadores da DHL exigem resposta às suas reivindicações!

Caderno Reivindicativo 2017
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SONAE Distribuição - Caderno Reivindicativo de 2017

A SONAE mantém-se confortável com a discriminação e baixos salários que pratica aos Operadores de Armazém de Azambuja.

 

Temos categorias profissionais com enquadramento e progressão inferior e somos pior remunerados que os colegas das lojas e de outras logísticas (Dia Minipreço: 600€ base; Lidl: 700€ base). Os trabalhadores com 10, 15 e 20 anos de casa, vitais para o bom funcionamento da cadeia de distribuição recebem SALÁRIOS RIDÍCULOS!

 

A empresa já comunicou os critérios para o aumento de ordenado: Avaliação do desempenho (3, 4 e 5); Absentismo (Licença de maternidade, paternidade, Nojo). ESTA É UM SITUAÇÃO CLARAMENTE DISCRIMINATÓRIA E INJUSTA!

Os Operadores de Armazém com ordenados inferiores ao Salário Mínimo Nacional (SMN), vão beneficiar de um ajuste por força da Lei. O ordenado mínimo que passa a ser praticado na logística é de 656 euros.

A empresa volta a cometer o mesmo erro, ou seja, os novos contractos terão um ordenado superior aos operadores com 15 e 20 anos de casa.

 

Neste sentido, os trabalhadores da SONAE de Azambuja decidem aprovar as seguintes reivindicações e mandatar a Comissão Sindical e o CESP para que levem à prática as reivindicações abaixo discriminadas:

 

1. Actualização dos salários com um aumento mínimo de 40 euros para todos os trabalhadores;

2. Actualização do subsídio de alimentação em 4%;

3. O aumento do valor dos prémios de 75 euros e 125 euros para o valor único de 200 euros.

4. Equiparação da carreira profissional dos Operadores de Armazém com a carreira profissional dos Operadores dos supermercados;

5. A passagem a efectivos de todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes;

6. 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores;

7. Atribuição de um dia de descanso adicional a todos os trabalhadores. Este dia será gozado no dia de aniversário;

8. Redução progressiva da carga horária semanal para as 35 horas com fixação das 39 horas semanais em Janeiro 2017;

9. Acabar com o regime das portas bloqueadas em todos os Armazéns e criar melhores condições nas áreas sociais e refeitório do Plaza 2.

 

Estas reivindicações são justas já que os trabalhadores são igualmente qualificados e desenvolvem um trabalho fundamental para o sucesso de toda a distribuição da empresa.

 

01/02/2017

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Conquistas alcançadas na DHL são fruto da luta dos trabalhadores!

Na reunião, em Novembro, foram debatidos vários assuntos que dizem respeito ao conjunto das reivindicações apresentadas, o CESP Concluiu que, todas as conquistas conseguidas foram resultado da resistência e luta dos trabalhadores.

 

Com a luta e persistência para que todos os trabalhadores com vínculos precários (contratados a termo certo e por agências de trabalho temporário) passem a efectivos quando ocupam postos de trabalho permanentes, conseguimos, desde o início do ano de 2016, a passagem de 77 trabalhadores para contrato sem termo, comprometendo-se a empresa a, no futuro, continuar a reduzir o número de trabalhadores colocados pelas agências de trabalho temporário.

 

Sobre os horários de trabalho, a DHL, no que se refere às alterações aos horários diversificados, ou contínuos, assumiu o compromisso de tentar que o mesmos estejam afixados e/ou comunicados aos trabalhadores interessados, com a antecedência mínima de 20 dias.

 

Sobre o tema da temperatura nos armazéns, que o CESP defenda na medida do possível, deve oscilar entre os 18ºC e 22ºC, em particular na área de produção no armazém de Alverca que é onde mais se faz sentir o calor. A DHL diz que este tema ainda está em análise com o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho. Os trabalhadores e o CESP continuarão a exigir e a lutar pela resolução deste problema que afecta a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.

 

A DHL está a terminar um levantamento das necessidades de limpeza reais nas várias áreas do armazém de Alverca, de forma a ajustar os recursos necessários até ao final do ano corrente. Devido à impossibilidade dos trabalhadores do armazém de Vila Nova da Rainha poderem comparecer pontualmente nos horários que lhes são atribuídos, devido à escassez de transportes públicos naquela zona, com a intervenção do CESP foi criado um autocarro para esses trabalhadores.

 

Mantém-se as reivindicações:

 

- Actualização dos salários com aumento mínimo de 40€ para todos os trabalhadores;

- Pagamento de um suplemento aos trabalhadores que prestam serviço em regime de turnos rotativos;

- Actualização do subsídio de alimentação para 6,83€;

- Aumento de 5% sobre o valor actual dos prémios;

- Equiparação da carreira profissional dos Operadores de armazém com funções de condutor/manobrador de empilhadoras ou retratáveis com a carreira profissional dos Operadores de Máquinas;

- 25 dias úteis de férias para todos;

- Atribuição de um dia de descanso adicional a todos os trabalhadores. Este dia será gozado no dia de aniversário;

- Passagem a efectivos todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes;

- Redução progressiva da carga horária semanal para as 35 horas com fixação das 39 horas semanais em Janeiro de 2017;

- Condições dignas de trabalho, nomeadamente no que respeita à segurança, saúde e higiene no trabalho e pela integridade física e moral dos trabalhadores, com o fim da pressão, repressão e assédio moral.

Folha sindical DHL Dezº16.pdf
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ID Logistics não responde às reivindicações dos trabalhadores!

O CESP, Sindicato dos Trabalhadores, do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, solicitou no início de Setembro a realização de uma reunião com a empresa, no entanto a mesma não respondeu à solicitação do Sindicato.

 

O Cesp enquanto associação sindical, que representa os trabalhadores das Logísticas, na promoção e defesa dos seus interesses e direitos sócio-profissionais e a melhoria das suas condições de vida e de trabalho, luta pelos direitos dos trabalhadores!

 

Homens e mulheres cumprem diariamente sob ritmos intensivos de trabalho, carregando toneladas, desempenhando tarefas altamente qualificadas na recepção, preparação e expedição de encomendas e, mesmo assim, a empresa não aceita reunir e discutir a reivindicações dos trabalhadores.

 

É perante estes atropelos aos nossos direitos à nossa dignidade que é preciso reforçar a unidade de todos os trabalhadores da ID Logistics e decidir formas de luta para que as nossas justas reivindicações sejam cumpridas e que garantam melhores condições de trabalho e de vida!

 

O CESP apela a que todos os trabalhadores da ID logistics se unam e lutem contra este ataque gravoso à vossa saúde e vida pessoal!

Mais informações:
idlnov16.pdf
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Caderno Reivindicativo para a DHL - A DHL mantém-se confortável com a discriminação e baixos salários que pratica aos Operadores de Armazém.

Estes trabalhadores trabalham diariamente em ritmos de trabalho intensivos, carregando toneladas, desempenhando tarefas altamente qualificadas na recepção, preparação e expedição de encomendas e, mesmo assim, não aceita, enquanto membro da APLOG - Associação Portuguesa de Logística, corrigir a discriminação salarial e baixos salários.

É confortável para a DHL, como tem demonstrado ao longo destes anos, convive bem sabendo que os trabalhadores com 5, 10 e 15 anos de casa, vitais para o bom funcionamento da cadeia de distribuição recebem salários mínimos na ordem dos 530€.

É perante estes atropelos aos nossos direitos, à nossa dignidade e vida que é preciso cada vez mais mostrar a nossa unidade e reforçar a luta por melhores salários e condições de trabalho!

 

Neste sentido, os trabalhadores da DHL decidem aprovar as seguintes reivindicações e mandatar a Comissão Sindical e o CESP para que levem à prática as revindicações abaixo discriminadas:

 

1) O aumento geral do salário mínimo nos armazéns para os 600€;

2) Pagamento de um suplemento de 100€ aos trabalhadores que prestam serviço em regime de turnos rotativos;

3) O fim da utilização abusiva da contratação a prazo para ocupação de postos de trabalho permanentes, e admissão de trabalhadores para as funções onde é claramente visível que o trabalho suplementar está a ser utilizado para atender à laboração manual;

4) Horário de trabalho comunicados com 30 dias de antecedência, com 2 dias de descanso semanal consecutivos, com mudança da escala de horário apenas o 2º dia de descanso semanal;

5) Exigimos que a temperatura nos armazés, na medida do possível, deve oscilar entre os 18ºC e 22ºC, conforme menciona a Lei;

Mais informação:
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DHL - TODAS AS CONQUISTAS QUE CONSEGUIMOS SÃO FRUTO DA RESISTÊNCIA E DA LUTA DOS TRABALHADORES!

Na reunião com a DHL, em meados de Julho, foram debatidos vários 

assuntos que dizem respeito ao conjunto das reivindicações apresen-

tadas, a Comissão Sindical concluiu que, todas as conquistas conseguidas foram fruto da resistência e luta dos trabalhadores da DHL.

 

- Sobre o tema da revisão salarial, houve algum entendimento por parte da Direcção da DHL para este tema, tendo a empresa mostrado abertura para analisar prácas diferentes das ulizadas à data;

 

- Com a luta conseguimos que o trabalho suplementar, executado em dias feriados e de descanso complementar e obrigatório, passa-se a ser remunerado de 50% para os 100%; + informação  Folha sindical

Folha sindical DHL Agosto16.pdf
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Trabalhadores da DHL exigem melhores salários, o fim  da discriminação salarial, melhores condições de trabalho e horários humanizados que permitam a conciliação da vida profissional, social e familiar

Considerando a resposta da empresa às reivindicações dos trabalhadores:

- Apenas 1% de aumento salarial, só para alguns trabalhadores;

- Apenas 1% de aumento no subsídio de refeição, para todos os trabalhadores;

- Passagem de 23 trabalhadores da DHL com contratos a termo para contrato efectivo;

- Passagem de 67 trabalhadores das agências de trabalho temporário para contrato com a DHL.

Um resultado claramente insuficiente, face ás exigências dos trabalhadores, por isso este é o momento que convoca os trabalhadores para assumirem o compromisso de prosseguir a luta, por uma verdadeira mudança que valorize o trabalho e os trabalhadores. + informação

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DHL viola a lei e quer alterar horários de trabalho prejudicando os trabalhadores

A Comissão Sindical manifestou oposição à imposição de alteração de turnos e horários concentrados, porque:

 

- A deslocação dos trabalhadores seria muito difícil devido à deficiente rede de horários dos transportes públicos;

 

- Mesmo sendo a adesão a tais horários voluntária, a alteração de horário terá graves consequências para a vida dos trabalhadores da empresa, nomeadamente, na conciliação entre a vida profissional e a pessoal e familiar e na saúde dos trabalhadores;

 

- A organização e duração dos horários de trabalho continuam a ser a questão central dos problemas dos trabalhadores e razão do seu justo descontentamento.

 

Mais informação

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DHL: Com a Luta dos Trabalhadores os aumentos chegaram, mas… baixos e sem muito critério

A luta deu resultados! Segundo nos foi informado na reunião com a empresa, os aumentos serão atribuídos com base na avaliação de desempenho do trabalhador.
Mesmo não agradando a todos os trabalhadores, e não agrada, a verdade é que não fosse a união e disponibilidade
dos trabalhadores para a luta, o  reconhecimento da justeza das reivindicações não estaria aí.
Em Abril 2015 a DHL aumentou os salários dos seus trabalhadores em 1,5%, esta conquista comprova que a determinação e resistência dos trabalhadores que batalham por salários dignos, através da acção e luta, traz resultados.
Valeu a pena lutar! + informação

Folha Sindical DHL Maio 2015-B.pdf
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DHL: Caderno Reivindicativo 2015 discutido com a empresa

Reforçar a unidade dos trabalhadores na luta por melhores salários e condições de trabalho é uma necessidade!

A Comissão Sindical apresentou e defendeu a proposta dos trabalhadores no dia 25 de Fevereiro de 2015 com a Direcção da DHL no armazém da DHL de Alverca, onde foi discutido: O CADERNO REIVINDICATIVO DOS TRABALHADORES DA DHL:


  • Aumento Salarial de 30€/Mês
  • Subsídio de refeição 6,83€/dia
  • O salário mínimo na empresa passar para os 550€
  • Prémio de 30€/Mês a todos os trabalhadores
  • Pagamento do trabalho suplementar.
  •  Categorias profissionais:

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Folha Sindical DHL Abril 2015.pdf
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Trabalhadores das Logísticas:

Esta discriminação não pode continuar!

Porque temos categorias profissionais com enquadramento e progressão inferior e somos pior remunerados que os colegas das lojas nas
Plataformas Logísticas da Modelo Continente, Pingo Doce e Dia Minipreço .

 

 

As logísticas são o “coração” das empresas de distribuição.
O valor, dureza, quantidade e produtividade do trabalho nas logísticas não é inferior às lojas.
Então porque somos discriminados e pior classificados em categorias com níveis de enquadramento e de progressão inferiores?
Trabalhamos menos ? NÃO
O trabalho é menos pesado? NÃO
O trabalho é menos exigente e qualificado? NÃO
Porque defende a NOSSA EMPRESA, categorias e enquadramento inferiores?
Para pagar menos!

Mais informação

Folha Sindical Logísticas nº1(1).pdf
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Reivindicações dos trabalhadores do MCH - PLAZA 1 E PLAZA 2 exposas em reunião com empresa

A Comissão Sindical do CESP expôs as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores do Plaza 1 e do Plaza 2 sobre o aumento dos salários e a  aplicação do Contrato Colectivo de Trabalho quanto ao pagamento do trabalho extraordinário e do trabalho nos feriados.


É de registar que outras empresas da Grande Distribuição já estão a pagar de acordo com o CCT.

+ informação

 

 

 

 

 

Folha sindical MCH Plaza Março 2014.pdf
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DHL quer impor trabalho gratuito aos trabalhadores através do “banco de horas”

Os trabalhadores da DHL estão a ser “chamados” para assinarem uma adenda ao seu contrato de trabalho, em que aceitam o regime de banco de
horas, que mais não é do que a empresa a querer que os trabalhadores
trabalhem de forma gratuita e sem regras, sem nenhum respeito pelos direitos dos trabalhadores e das suas famílias, procurando ter os mesmos a todo o tempo disponíveis para servir o patrão.

O banco de horas é apenas mais uma forma das empresas terem os trabalhadores a trabalhar “à borla” e de poderem dispor da vida dos trabalhadores conforme lhes interesse, sem atender ao direito dos trabalhadores de saberem qual é o seu horário, programarem e organizarem a sua vida e terem possibilidade de conciliar a vida profissional com a vida pessoal e familiar.

+ informação

Comunicado Banco de Horas - DHL.pdf
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