Aos Trabalhadores das Misericórdias - Para ter aumento de salário, ninguém é obrigado a assinar nada!

Algumas misericórdias estão a entregar aos seus trabalhadores documentos para assinar, com o argumento do aumento salarial. O que as Santas Casas de Misericórdia pretendem que os trabalhadores aceitem - e para isso "sugerem" que os trabalhadores desistam de sócios do CESP é:
 
Variação horária de Trabalho - a possibilidade de os trabalhadores trabalharem mais 4h por dia, com o limite das 50h por semana, num período de referência de 8 semanas, sem qualquer acréscimo salarial;
Trabalhadores do Apoio - possibilidade de aumento para as 40h semanais, dos trabalhadores que actualmente prestam 37 ou 39h semanais;
Descanso semanal - Para os trabalhadores do apoio, a possibilidade de passarem a ter apenas 1 dia de descanso semanal;
 
Nunca os trabalhadores tiveram de assinar nada para ser aumentados. Motivo suficiente para que os trabalhadores se questionem e procurem informação junto do CESP antes de assinar qualquer documento!

Mais informação:
misericordiaout16.pdf
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Trabalhadores das Misericórdias não aceitam o desrespeito pelo direito à negociação colectiva

O CESP repudia todas as acusações de não querer negociar e exige respostas às suas propostas de Acordos de Empresa enviadas para as diferentes instituições, em Junho de 2015, e a negociação das condições de trabalho, sem perda de direitos e com aumentos salariais.

 

A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) negociou com algumas organizações sindicais uma revisão global do Acordo de Empresa (AE), e está agora a recolheras credenciais das misericórdias para adesão destas a este texto, com a perspectiva de o mesmo vir a ser publicado sob a forma de Acordo Colectivo de Trabalho (ACT) para se aplicar aos trabalhadores das várias misericórdias aderentes a este texto.

 

A publicação desse ACT só vincula as organizações sindicais que o assinaram, ou seja, os trabalhadores sindicalizados nos sindicatos

que subscrevem esses acordos de adesão. + informação

Folha sindical Misericórdias Junho 2016.
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Todos os trabalhadores das Misericórdias estão abrangidos por convenções colectivas de trabalho

Ninguém é obrigado a aceitar aumento de horário para as 40 horas e retirada de um dia de descanso semanal, excepto, se for sindicalizado em sindicato que assinou acordos com aumento de horários e corte de dias de descanso.

 

O CESP/FEPCES tem recusado negociar com a União das Misericórdias Portuguesas (UMP), para aplicar aos trabalhadores das  instituições da UMP, e depois alargar às Misericórdias aderentes, o aumento da jornada de trabalho para 40 horas, a prestação do trabalho em 6 dias por semana, e a liquidação do dia complementar de descanso semanal. + informação

Folha sindical Misericórdias junho 15.pd
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Trabalhadores da Misericórdia de Vila do Bispo reúnem de urgência preocupados com problemas que afectam a instituição

Os trabalhadores da Misericórdia de Vila do Bispo reúnem hoje, dia 2 de Abril, às 15,30 horas, nas instalações da sede da Misericórdia, preocupados com a grave situação que atravessa a Misericórdia que pode por em causa o seu futuro e dos postos de trabalho.

A Assembleia Geral da Misericórdia convocada para 4 de Abril, para destituir os membros da Mesa é o culminar dum processo altamente preocupante para o futuro da Misericórdia.

Trabalhadores da União das Misericórdias protestam em Fátima

Trabalhadores da União das Misericórdias Portuguesas - Centro João Paulo II em Fátima Concentram-se dia 28 de Março, entre as 11h e as 12h frente às instalações

 

Há cerca de um ano que Presidente, Secretariado, Técnicos da UMP e Direcção do Centro de Apoio a Deficientes João Paulo II em Fátima fazem "ouvidos de mercador" às denuncias do CESP de irregularidades que afectam utentes e trabalhadores

 

Desde a má qualidade da comida fornecida diariamente aos utentes, até ao não pagamento do salário mínimo nacional aos seus trabalhadores, passando pelo roubo de um dia de descanso semanal, o não pagamento do subsídio de turno a quem a ele tem direito, e a ausência de qualquer informação a trabalhadores, utentes e familiares sobre doenças contagiosas. Tudo vale nesta instituição, penalizando tudo e todos.

 

Os trabalhadores da UMP no Centro de Apoio a Deficientes João Paulo II e o CESP vão, por isso, concentrar-se no próximo dia 28 de Março, pelas 11h frente às instalações deste centro, local de realização nesse mesmo dia de Assembleia Geral da UMP. + informação

Folha Sindical - Misericórdias_.pdf
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Plenário de trabalhadores da Santa Casa Misericórdia da Póvoa de Varzim para discutir as conclusões da reunião havida com o Provedor

No dia 30 de Janeiro de 2014, pelas 15h00m, realizou-se um plenário de trabalhadores do turno da tarde, com a presença de 27 trabalhadores para discutir as conclusões da reunião havida com o Provedor da Santa Casa por causa do caderno reivindicativo apresentado em finais de Novembro à Direcção da instituição.

Neste plenário foram salientadas as reivindicações dos trabalhadores que a Santa Casa aceitou aplicar (majoração das férias, pagamento de subsídio de refeição às trabalhadoras veleiras, afixação do horário de trabalho com 15 dias de antecedência). Por outro lado o plenário rejeitou a proposta da Santa Casa sobre os aumentos salariais de 10,00 euros através da criação de um prémio, que pretende dividir ainda mais os trabalhadores.

Perante a indignação dos trabalhadores foi presente uma moção que foi aprovada por unanimidade, dando um prazo de 15 dias para a Direcção da Santa Casa aceitar a proposta de aumento de salários. Foi decidido, caso não se verifique essa aceitação, mandatar a Direcção do CESP para marcar uma concentração de trabalhadores à porta da Santa Casa para denunciar a situação em que vivem os trabalhadores.

Trabalhadores da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim reclamam aumentos salariais e melhores condições de trabalho

Após a aprovação do Caderno Reivindicativo pelos trabalhadores em plenário, o CESP reuniu com a Direcção da Santa Casa onde esteve o Sr. Provedor.

Foram apresentadas as várias reivindicações aprovadas em plenário para serem objecto de negociação com a Santa Casa, nomeadamente, a aplicação dos 3 dias de majoração de férias, o pagamento do subsídio de refeição às trabalhadoras veleiras, a afixação do horário de trabalho com 30 dias de antecedência... + informação

Comunicado Trab Sta Casa Misericórdia Pó
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Trabalhadores da SCML não devem responder a inquirições sobre adesão à Greve Geral

Tem sido hábito, nomeadamente, a Direcção de Acção Social, dar ordens aos diversos responsáveis dos serviços da SCML, para inquirirem os trabalhadores sobre a adesão ás greves gerais. 

Tal inquisição é ilegítima e ilegal e coloca os responsáveis dos serviços numa situação delicada, porque os obriga a fazer perguntas ilegais aos trabalhadores. Mais informação

Greve Geral - Trabalhadores SCML.pdf
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A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA PERDEU DOIS PROCESSOS E FOI OBRIGADA A REINTEGRAR A DIRIGENTE SINDICAL DO CESP

A dirigente sindical do CESP, Catarina Fachadas, foi alvo de dois processos (crime e disciplinar) que constituíram uma clara acção persecutória por parte da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) à actividade sindical.
No processo-crime a referida dirigente sindical foi considerada inocente.
Também no que respeita ao processo disciplinar o Tribunal de trabalho deu razão à trabalhadora, determinando que o processo disciplinar é ilícito. Determinou ainda a devolução do dinheiro descontado pela suspensão e a reintegração da trabalhadora no local de trabalho de onde foi ilegalmente transferida. Mais informação

Comunicado SCML Janº 13.pdf
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Comemoração dos 100 anos da Revolução que transformou o Mundo

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