Moção
SBSI_MOÇÃO_OfícioConcent_23032017.pdf.pd
Adobe Acrobat Document 81.3 KB

Face aos abusos do SBSI, os trabalhadores convocam nova greve para dia 23 de Março!

Pré-Aviso de Greve
Pre aviso de greve SAMS-SBSI - 23 de Mar
Adobe Acrobat Document 104.8 KB
Comunicado
SAMS_ComunicTrabalSBSI_13032017.pdf
Adobe Acrobat Document 579.1 KB

GREVE DOS TRABALHADORES DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO SUL E ILHAS / SAMS TEVE ENORME ADESÃO DOS TRABALHADORES, QUE SE CONCENTRARAM FRENTE AO CENTRO CLÍNICO DOS SAMS EM LISBOA

O CESP saúda a grande determinação demonstrada pelos trabalhadores do SBSI/SAMS que realizaram no dia 11 de Janeiro uma greve com elevada adesão.

 

Os trabalhadores estão em luta pela manutenção em vigor das convenções colectivas de trabalho que lhes são aplicadas e contra a intenção da Direcção do SBSI de as fazer caducar ao entregar avisos de caducidade ao Ministério do Trabalho. Os trabalhadores estão em luta também por uma gestão dos SAMS que garantam a sua continuidade e contra o encerramento de serviços que a Direcção do SBSI tem vindo a promover.

 

 

Na concentração realizada frente ao Centro Clínico dos SAMS em Lisboa, que contou com a intervenção de João Torres da Comissão Executiva da CGTP-IN, Libério Domingues coordenador da União dos Sindicatos de Lisboa e dirigentes e delegados sindicais dos sindicatos que convocaram a greve, os trabalhadores aprovaram a continuação da luta caso a Direcção do SBSI não retome as negociações dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho que interrompeu unilateralmente.

Piquete de Greve no Centro Clínico dos SAMS (Rua Fialho de Almeida, em Lisboa)

 

Os trabalhadores do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas / SAMS estão em greve em defesa das Convenções Colectivas de Trabalho e dos direitos nela consagrados e exigem da Direcção do SBSI que retome as negociações dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho que interrompeu unilateralmente e anule os avisos de caducidade que enviou para o Ministério do Trabalho.

 

Nota à Comunicação Social sobre a Greve dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas.

Greve dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas!

Plenários dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas definem nova etapa de luta!

Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas continuam a lutar pelos seus direitos! Plenários marcados para dia 12 e 13.

Direcção da Instituição não cumpre acordo com Sindicato. Contenção feita à custado bolso dos trabalhadores!

Na reunião com Presidente, Vice Presidente e Directora de Recursos Humanos da Instituição, realizada em Julho, as respostas às questões colocadas não foram claras e efectivas.

 

O novo Conselho de Administração que tomou posse em Abril, desde aí até hoje, ainda não fez a apresentação formal aos trabalhadores da Instituição nem apresentou o Plano Estratégico/missão.


Questionado sobre tal situação, o sr. Presidente informou que se encontrava como voluntário nesta missão e quanto ao Plano Estratégico até 2020, deu nota do mesmo estar disponível na página da Fundação para consulta por todos.


Face às respostas recebidas foi formalizado o pedido de reunião com os trabalhadores com a entrega do Abaixo-assinado que o solicita. + informação  Folha sindical

Folha sindical Fundação Lar de Cegos N.
Adobe Acrobat Document 674.4 KB

Trabalhadores da Vigilância em GREVE Nacional dias 23 e 24 de Dezembro de 2015

Como é do vosso conhecimento as Associações patronais ao longo destes 4 anos de negociações do nosso CCT, nunca demonstraram vontade de negociar seja o que for.


Chegou a hora de dizermos BASTA!


Vamos lutar por salários que respeitem e dignifiquem os trabalhadores!


Vamos lutar também para melhorar o nosso direito a ter vida familiar!


A Greve é um direito, todos os vigilantes (sem excepção) podem e devem fazer Greve nos dias 23 e 24 de Dezembro, e não têm que informar as chefias com antecedência. + informação

Folha Sindical CCT Vigilância-Dezº15.pdf
Adobe Acrobat Document 193.2 KB

LUSOPONTE: NOVOS SALÁRIOS ACORDADOS EM VIGOR DESDE 1 de Janeiro 2015

Após quatro reuniões de negociação foi
possível concretizar o acordo para revisão
das matérias de expressão pecuniária.
Para além da Tabela salarial que damos a conhecer no verso desta informação, importa saber que foram, igualmente, revistos e com efeitos a 1 de Janeiro de 2015, os valores do:
Abono para falhas: €1,82(4)/dia,e Subsídio de Alimentação: 8,72€/dia. + informação

Folha Sindical Lusoponte 2015(1).pdf
Adobe Acrobat Document 319.3 KB

VIGILÂNCIA: CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO (CCT) ASSINADO ENTRE STAD/CESP-FEPCES E AS ASSOCIAÇÕES PATRONAIS, CONTINUA EM VIGOR!

VIGILÂNCIA: CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO (CCT) ASSINADO ENTRE STAD/CESP-FEPCES E AS ASSOCIAÇÕES PATRONAIS, CONTINUA EM VIGOR!

O Contrato Colectivo de Trabalho (CCT), assinado
entre o STAD/CESP/FEPCES, e as associações patronais contínua em vigor. NÃO CADUCOU!


As negociações do CCT da Vigilância privada continuam com reuniões de conciliação no Ministério da Solidariedade Social e Emprego.


Até hoje, já se realizaram quatro reuniões e pouco foi avançado, muito pela intransigência dos representantes dos patrões. + informação

Folha Sindical CCT Vigilância-junho15.pd
Adobe Acrobat Document 381.7 KB

TRABALHADORES DO SPORT CLUBE BEIRA MAR ESTÃO SEM RECEBER SALÁRIOS HÁ 8 MESES!

O clube deve aos funcionários o Mês de Dezembro 2013, Janeiro, Abril, Maio, Junho, Julho, Agosto, Setembro de 2014, e subsídio de férias.
 
Ao mesmo tempo que não paga salários, contrata novos trabalhadores/diretores e a estes paga os salários.


Já não existe vergonha por parte de quem dirige o Clube, não pagam salários, estão a criar situações de desespero a quem trabalha, canalizam todo o dinheiro para os jogadores e para os funcionários apenas existem cheques sem cobertura como os que passaram recentemente.
 
O CESP solicitou a intervenção da ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho) mas a situação destes trabalhadores está cada dia que passa pior!

Trabalhadores da SPA: O AE está em vigor, bem como todos os direitos nele consagrados!

Ministério reafirma posição do Sindicato:
Como afirmámos, o AE não está caducado e todos os direitos nele consagrados estão em vigor.
Quando o Ministério fez sair a sua primeira decisão sobre a caducidade, a SPA não aceitou e recorreu da decisão.
O problema foi que entretanto resolveu, ilegalmente, retirar os direitos aos trabalhadores da SPA baseado apenas na sua opinião sobre a caducidade!
O Ministério responde mais uma vez, reafirmando os argumentos já apresentados:
o AE está em vigor bem como todos os direitos nele consagrados.
Importa agora efectivar esses direitos.
Os trabalhadores que tenham sido prejudicados em qualquer das matérias vertidas no AE e aos quais tenham sido retirados direitos devem exigir a sua imediata correcção.
O CESP está disponível para avançar com as formas de luta necessárias para fazer cumprir os direitos dos trabalhadores.

Folha Sindical SPA 21 de Junho.pdf
Adobe Acrobat Document 358.1 KB

Concentração de protesto na sede da Liga dos Clubes de Futebol Profissional no Porto

No passado dia 13 de Março, dirigentes, delegados sindicais e trabalhadores concentraram-se, em protesto, junto à sede da Liga dos Clubes de Futebol Profissional no Porto, para exigir:

- A assinatura da revisão do CCT de 2011 que foi acordada;

- Aumentos salariais dignos que reponham o poder de compra nos últimos três anos;

- A Negociação do contrato colectivo de trabalho com a manutenção de todos os direitos. + informação

 

Moção.pdf
Adobe Acrobat Document 179.3 KB

Acordo Empresa da Sociedade Protuguesa de Autores mantém-se em vigor!

A Administração da Sociedade Portuguesa de Autores foi forçada a dar satisfações aos trabalhadores tentando “tapar o sol com a peneira”.

 

Após a denúncia do CESP sobre a pretensão da Administração da SPA em dar sem efeito o Acordo Empresa que tem com os seus trabalhadores desprezando o que a lei estipula sobre a matéria, a Administração da cooperativa reuniu com os trabalhadores para tentar passar a ideia de que é socialmente muito sensível enquanto tenta cortar direitos a quem contribui com o seu trabalho para a defesa dos direitos dos Autores.

 

Não obstante o seu comportamento inflexível na mesa de negociações, comportamento esse que se inicia com uma proposta que explora o que há de pior no Código do Trabalho para retirar direitos aos trabalhadores, tenta-se safar como “cordeiro” acenando com supostos futuros benefícios aos seus trabalhadores, que não passam de “rebuçados” enquanto tentam disfarçar a grande quantidade de direitos que lhes pretendem retirar.

 

A cooperativa propôs remeter para a Lei matérias que no AE são mais benéficas para os trabalhadores do que o constante no Código do Trabalho, designadamente:

 

- Direitos, Deveres e Garantias;

- Período Experimental;

- Formação Profissional;

- Contrato de Trabalho a Termo;

- Contrato de Trabalho a Tempo Parcial;

- Regime de Descanso Semanal;

- Regime das Férias, Faltas e Feriados;

- Regime do Pagamento do Trabalho Suplementar;

- Trabalho Nocturno;

- Subsídio de Natal;

- Procedimento Disciplinar;

- Cessação do Contrato de Trabalho.

 

A remissão destes institutos jurídicos para a Lei Geral implica:

 

- Um período experimental muito mais alargado;

- A perda de um dia de descanso semanal;

- No trabalho a tempo parcial cai a obrigatoriedade de fixar um horário de trabalho no contrato;

- Perda de dias de férias o AE prevê 25 dias mais 3 de majoração, de 28 passa para 22;

- O trabalho nocturno passa das 20h para as 22h;

- Pagamento do trabalho suplementar é diminuído – passa de 75% para 50% dia normal – 150% para 100% - dias de descanso semanal e feriados;

- Compensação do trabalho prestado em dia feriado ou é pago ou é gozado, perdem um dia de descanso;

- Perdem 4 dias de dispensa (segunda feira de Carnaval, quinta feira Páscoa, 24 de Dezembro e 31 de Dezembro);

- O valor das indemnizações no caso de cessação do contrato de trabalho é inferior:

 

A isto acresce como propostas:

 

- Aumento do horário de trabalho de 37,5h para as 40h;

- Introdução da adaptabilidade - período de referência 12 meses com mais 4h diárias e 60 semanais;

- Introdução da adaptabilidade grupal;

- Introdução de banco de horas – 4h diárias /60 semanais podendo o empregador avisar com antecedência de 48h;

- Retirar as promoções automáticas e as progressões salariais;

- Retirar subsídio de rotatividade;

- Diminuição do subsídio de refeição dos 8,80€ para os 5,12€;

- Retirar períodos de pausa de 15 minutos;

- Retiram subsídio de penosidade e aumentam o espaço geográfico que se considera deslocação de 30km passam para 80km.

 

Contra factos não há argumentos!

 

“Quem não quer passar por Lobo não lhe veste a pele”

 

Vamos continuar a denunciar o comportamento da SPA para com os seus trabalhadores!

 

Vamos continuar a apoiar os trabalhadores da SPA na defesa do A.E. e dos seus direitos!

 

Sociedade Portuguesa de Autores está contra os seus trabalhadores

A Sociedade Portuguesa de Autores, cooperativa que se diz em prol da defesa dos direitos dos Autores, considera que modernizar a sua actividade é retirar direitos aos seus trabalhadores.

De facto, através da sua primeira nota de serviço deste ano, apresenta o seu cartão de “bom ano novo” informando os seus trabalhadores que dá sem efeito o Acordo de Empresa (AE) livremente acordado entre A SPA e os Sindicatos, acordo esse que regula as condições de trabalho dos seus trabalhadores.

Tenta a cooperativa fazer ”tábua rasa” dos direitos de quem trabalha diariamente em defesa dos autores que essa sociedade representa. + informação

Nota Imprensa SPA 10 Janº 14.pdf
Adobe Acrobat Document 128.0 KB

Trabalhadores das Páginas Amarelas precisam de tempo e informação para decidir das suas vidas

Os trabalhadores das Páginas Amarelas têm vivido nos últimos anos um processo desgastante e cansativo, que num repente se precipitou com o não pagamento de parte do Subsídio de Natal e do subsídio de refeição do mês de

Novembro. + informação

Páginas Amarelas.pdf
Adobe Acrobat Document 168.0 KB

Administração da Sociedade Portuguesa de Autores pretende reduzir 20% dos trabalhadores

 

Recentemente, os trabalhadores da SPA - Sociedade Portuguesa de Autores foram informados pelos directores de departamento que nos próximos 2 meses a administração da cooperativa irá desenvolver medidas com vista a reduzir o quadro de pessoal em 20%, apesar de terem obtido resultados operacionais positivos nos últimos tempos. Mais informação

Folha Sindical SPA Jan-Fev 2013.pdf
Adobe Acrobat Document 235.1 KB
Garante os teus direitos. Sindicaliza-te

Contactos CESP
CESP Notícias
Interjovem - CESP Jovem
CGTP-IN