Continua a luta pela negociação da contratação colectiva no SBSI/SAMS


Conforme já divulgado na anterior Folha Sindical, o CESP reuniu no passado dia 4 de Abril no Ministério de Trabalho com a Direcção do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas - SBSI.


Resultante da referida reunião, ficou o mediador do Ministério de Trabalho de enviar proposta de acta, o que até ao momento ainda não se verificou. Após contacto com o mesmo, informou que iria responder com a brevidade possível e tomar as devidas diligências relativamente à retoma do processo negocial, visto ter existido abertura da parte do SBSI perante a nossa exposição.


O CESP recebeu recentemente ofício da Direcção do SBSI sobre o acesso aos locais de trabalho, o que causou perplexidade visto entendermos tratar-se de uma tentativa de condicionamento do exercício da actividade sindical de uma estrutura representativa dos trabalhadores.


O CESP já respondeu ao infundado ofício, ao abrigo do consagrado na Lei Geral do Trabalho, e informou que irá manter a actividade sindical que o tem caracterizado ao longo dos anos, e que tem agradado aos trabalhadores que representa, motivo pelo apresentou um crescente número de sócios.

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EULEN não respeita o Contrato Colectivo de Trabalho


Conforme o CCT aplicável, quando o trabalhador presta trabalho em dia feriado obrigatório tem direito a um dia de descanso compensatório de igual duração, ou ao acréscimo de 100% da retribuição.


Trabalhadores com vários anos de casa, com contratos de trabalho a tempo incerto por motivo de acréscimo de trabalho, que após anos de trabalho são despedidos ILEGALMENTE!


Existem chefes/supervisores que recorrem ao autoritarismo e humilhação extrema, no diálogo com os trabalhadores, utilizando a pressão e a ameaça como meio de criar medo e constrangimento prejudicando gravemente os trabalhadores e o ambiente de trabalho.

 

A Eulen não aumenta os salários dos seus trabalhadores, praticando vencimentos muito baixos!

 

É essencial o aumento dos salários para valorizar o nosso trabalho, e fazer face às despesas básicas para se viver dignamente!

 

Precisamos de reforçar a luta e exigir melhores condições de trabalho!

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DIA 9 DE MAIO GREVE NO GRUPO LUSÍADAS SAÚDE
CONCENTRAÇÃO ÀS 11H NO HOSPITAL LUSÍADAS LISBOA

 

Descaradamente diz que “a responsabilidade social faz parte do seu ADN”. No entanto, recusa desde 2014 a transferência de uma trabalhadora que é mãe solteira e sem qualquer apoio, com a família desta a 300km de distância, não permitindo desta forma que a criança possa crescer junto da mãe. 

Os Trabalhadores e o CESP exigem:

 

Negociação da Tabela Salarial, com aumentos condignos para todos os trabalhadores;
Dignificação das Carreiras e categorias Profissionais, através da diferenciação e correcta atribuição das categorias profissionais e análise das progressões nas carreiras;
Reclassificação dos trabalhadores, acabando com as actuais injustiças e desigualdades;
25 dias úteis de Férias;
Subsídio de Refeição igual para todos os trabalhadores (6,40€);
Regresso do horário contínuo;
Respeitar as normas na elaboração de horários de trabalho de acordo com o CCT e a Lei;
Fim da pressão, repressão e assédio dos trabalhadores;
Resolução dos problemas de segurança existentes;
Respeito pelos direitos da parentalidade.

 

Adere à GREVE e Participa na CONCENTRAÇÃO!
JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

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Boletim Sindical Lusiadas Maio 2018.pdf
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O CESP saúde todos os trabalhadores que aderiram a esta Greve «histórica» nas Águas de Portugal


A adesão dos trabalhadores nesta terça-feira esteve muito acima das melhores expectativas, constituindo a maior greve alguma vez feita no grupo Águas de Portugal (AdP). Dezenas de instalações funcionaram apenas com os serviços mínimos, tendo sido realizadas múltiplas concentrações, nomeadamente da Águas do Tejo Atlântico – ETAR de Alcântara, em Lisboa; da Águas da Região de Aveiro e da Águas do Centro Litoral, ambas localizadas em Aveiro; na Águas do Douro e Paiva, em Gaia, e na sede da SIMARSUL, no Seixal.


A ausência de uma resposta da administração da AdP à carta reivindicativa foi a última gota de água para os trabalhadores que, em plenário, já tinham visado esperar algo de positivo como única forma de evitar a greve.


Esta greve visou exigir passam o aumento dos salários, congelados desde 2009, o fim das discriminações remuneratórias entre trabalhadores com as mesmas funções e antiguidade, pela regularização de todos os vínculos precários, a uniformização dos subsídios, a aplicação das 35 horas semanais e a contratação urgente de mais trabalhadores.


A degradação das condições de vida dos trabalhadores é tanto mais intolerável quanto o grupo nunca deixou de ter resultados positivos ao longo da última década, resultando em lucros chorudos à custa dos trabalhadores: 500 milhões de euros na AdP em seis anos; 50,1 milhões de euros na EPAL em 2017; 6 milhões de euros na Águas do Tejo Atlântico, em apenas seis meses.


A resolução destes problemas só será possível com a unidade dos trabalhadores e em luta pela conquista dos seus direitos e melhoria qualidade de vida.


A luta continua já neste 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador! Junta-te às manifestações da CGTP-IN marcadas por todo o país e exige uma política que resolva os problemas dos trabalhadores!

NA DEFESA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES DO SBSI E NA DEFESA DOS SAMS


Decorreu, no passado dia 6 de Abril, uma vigília em protesto pelo anunciado encerramento de serviços do Hospital do SAMS, nomeadamente, do Bloco de Partos, da Neonatologia e da Maternidade.


O CESP (Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal) esteve presente nesta iniciativa, contribuindo com o seu apoio e solidariedade na defesa dos direitos dos trabalhadores e contra o desmantelamento dos SAMS.


Face à recusa da direcção do SBSI para se reunir, a fim de se tratar vários assuntos, solicitou-se ao Ministério de Trabalho o agendamento de uma nova reunião, que se realizou no passado dia 4 de Abril.


Nessa reunião, para além dos assuntos já referenciados anteriormente, destacámos também os seguintes:

  • A situação de contratação de trabalhadores com categorias profissionais que não constam no AE, nomeadamente, Assistentes Clínicos e Assistentes Operacionais a desempenhar funções administrativas que seriam de Nível 4 e constam no contrato como nível 2;
  • O flagelo dos falsos recibos verdes, existindo trabalhadores, há vários anos na empresa, sem oportunidade de terem um vínculo de trabalho efectivo.
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Actividade do CESP na Lusíadas:

 

Realizámos o Plenário de Trabalhadores para dar informação sobre a reunião realizada a 28 de Fevereiro, com a Administração, acerca do Caderno Reivindicativo.

 

Resultados:
Actualização do Salário Mínimo para 600€ para todos os trabalhadores;
Regularização do abono de falhas para 29,50€ e pagamento dos rectroactivos dos anos anteriores de 2016 e 2017;
Aumento de Subsídio de Alimentação para 5,30€;
Novo sistema de avaliação -  Já implementado este ano para os enfermeiros e a implementar em 2019 para todos;
Regularização dos Subsídios de Turno retidos indevidamente;
Colocação de cacifos/armários  no CC;
Aposta na formação especifica e diferenciada nas diversas áreas.

Boletim Sindical Lusiadas Mar 2018.pdf
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APRESENTADA PROPOSTA PELO CESP DE REVISÃO DO CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO ÀS ASSOCIAÇÕES DA VIGILÂNCIA PRIVADA

 

ENQUANTO NÃO FOR NEGOCIADA A SUA REVISÃO, AOS SÓCIOS DO CESP CONTINUA A APLICAR-SE O CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO PUBLICADO NO BTE Nº 17 DE 8 DE MAIO DE 2011!

 

O CESP não subscreveu o Contrato Colectivo de Trabalho publicado em 15 de Outubro de 2017 por não aceitar a cedência de direitos dos trabalhadores como contrapartida da assinatura, mantendo-se para os sócios do CESP todo o texto do CCT de 2011, incluindo os salários.

 

Folha Sindical Vigilância Privada - Março 2018
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Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas/SAMS: CESP solicita intervenção do Ministério do Trabalho para a retoma do processo negocial

O CESP (Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal), face à ausência de marcação de reunião por parte da direcção do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas (SBSI, afecto à UGT) sobre diversas matérias, nomeadamente para a retoma do processo negocial do Acordo de Empresa e dos aumentos salariais, enviou à Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) a solicitar a convocação das partes para nova reunião, de acordo com o estabelecido na reunião havida em 6 de Novembro de 2017 e que oportunamente divulgámos.

 

Continuamos a aguardar também que a Direcção do SBSI cumpra o disposto nos diversos Instrumentos de Regulação Colectiva de Trabalho (IRCT) em vigor, nomeadamente o aumento dos salários e o pagamento das ausências dos delegados sindicais do CESP.

 

O CESP ao tomar conhecimento da readmissão com todos os direitos inerentes, de um trabalhador despedido injusta e ilicitamente, congratula-o pela sua luta levada a cabo durante meses pelos seus direitos e contra as injustiças.

 

Este desfecho veio comprovar que os trabalhadores, quando lutam pela justiça, na defesa dos seus direitos e do seu posto de trabalho, podem vencer.

Folha Sindical - SBSI/SAMS - Fevereiro 2018
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CESP condena o encerramento da sala de pausa/refeitório dos Trabalhadores do SBSI/SAMS

Com esta tomada de posição, numa clara atitude autoritária, a Direcção do SBSI/SAMS demonstra, mais uma vez, uma profunda desconsideração pelos trabalhadores.

Folha Sindical SBSI/SAMS Dezembro 2017
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Com a Luta, os Trabalhadores da Lusíadas conquistam os seus direitos!

Após algumas batalhas, já conseguimos com a intervenção do sindicato, vitórias no que diz respeito a:

 

- Regularização dos Subsídios de turno retidos indevidamente;

- Devolução da retribuição de horas ilegalmente descontadas;

- Actualização das categorias profissionais;

- Instalação de um computador no Edifício I para consulta geral;

- Atribuição de Horário Flexível a trabalhadoras com responsabilidades familiares.

 

Aguardamos ainda, apesar da nossa insistência:

 

- Instalação de placards sindicais em todos os locais de trabalho da empresa;

- Escalas das noites a ser aplicada de acordo com o CCT (até ao máximo de 3 noites por semana);

- Turno Nocturno com, pelo menos, dois trabalhadores;

- Hora de almoço fixada no horário: foi transmitido pela Direcção de Recursos Humanos que ainda não havia sido feito por terem pouco pessoal no período de Agosto/Setembro;

- O afixar dos mapas de férias em todos os locais de trabalho;

- Problemas de segurança na Clínica Parque das Nações.

Folha Sindical - Lusíadas, SA Novembro 2017
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CESP exige que se cumpra o Contrato Colectivo de Trabalho na Lusíadas, SA!

Comunicado Lusíadas, SA Julho 2017
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Trabalhadores da EMEL têm finalmente o seu instrumento de regulamentação das relações de trabalho

Assinado dia 25 de Maio de 2017 o Acordo de Empresa da EMEL!

 

Os trabalhadores da EMEL, com o seu Sindicato de classe – o CESP – lutaram durante mais de 12 anos pela negociação do Acordo de Empresa (AE) – instrumento de regulamentação colectiva de trabalho – que foi agora assinado, para terem as suas relações de trabalho regulamentadas e a garantia do reconhecimento das condições em que exercem as suas funções e respectivas contrapartidas.

 

Efectivamente, a primeira proposta de AE apresentada pelo CESP à EMEL data de Novembro de 2005, tendo os trabalhadores com a sua Comissão Sindical do CESP, ao longo de todos estes anos, realizado muitas acções de luta: abaixo-assinados, plenários, resoluções entregues à empresa, intervenções nas reuniões da CM Lisboa, presença em reuniões da Assembleia Municipal, concentrações na sede, greves, para exigir a efectivação e conclusão desta negociação que agora terminou com a consagração dos direitos dos trabalhadores.

 

Entre estes direitos que referimos destacamos a descida da carga horária semanal para as 35 horas, a jornada contínua para os sectores operacionais, garantia de dois dias de descanso semanal, subsídios vários e majoração de 3 dias de férias, entre outros.

 

Vale a pena Lutar!

Trabalhadores da EMEL - 12 anos em luta pelo direito à contratação colectiva

O Acordo de Empresa (AE) dos Trabalhadores da EMEL vai ser assinado no próximo dia 25 de Maio, às 18 horas.

 

Mais de 12 anos depois da apresentação pelo Sindicato (CESP) da 1ª proposta de texto para a celebração de um AE, o direito à contratação colectiva é finalmente garantido por estes trabalhadores.  

A vitória deste longo processo deve-se à resistência e à luta desenvolvida pelos trabalhadores na empresa.

O AE consagra um conjunto de direitos e conquistas importantes que garantirão uma vida melhor para todos os trabalhadores.

 

Vale a pena lutar!

Moção
SBSI_MOÇÃO_OfícioConcent_23032017.pdf.pd
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Face aos abusos do SBSI, os trabalhadores convocam nova greve para dia 23 de Março!

Pré-Aviso de Greve
Pre aviso de greve SAMS-SBSI - 23 de Mar
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Comunicado
SAMS_ComunicTrabalSBSI_13032017.pdf
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GREVE DOS TRABALHADORES DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO SUL E ILHAS / SAMS TEVE ENORME ADESÃO DOS TRABALHADORES, QUE SE CONCENTRARAM FRENTE AO CENTRO CLÍNICO DOS SAMS EM LISBOA

O CESP saúda a grande determinação demonstrada pelos trabalhadores do SBSI/SAMS que realizaram no dia 11 de Janeiro uma greve com elevada adesão.

 

Os trabalhadores estão em luta pela manutenção em vigor das convenções colectivas de trabalho que lhes são aplicadas e contra a intenção da Direcção do SBSI de as fazer caducar ao entregar avisos de caducidade ao Ministério do Trabalho. Os trabalhadores estão em luta também por uma gestão dos SAMS que garantam a sua continuidade e contra o encerramento de serviços que a Direcção do SBSI tem vindo a promover.

 

 

Na concentração realizada frente ao Centro Clínico dos SAMS em Lisboa, que contou com a intervenção de João Torres da Comissão Executiva da CGTP-IN, Libério Domingues coordenador da União dos Sindicatos de Lisboa e dirigentes e delegados sindicais dos sindicatos que convocaram a greve, os trabalhadores aprovaram a continuação da luta caso a Direcção do SBSI não retome as negociações dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho que interrompeu unilateralmente.

Piquete de Greve no Centro Clínico dos SAMS (Rua Fialho de Almeida, em Lisboa)

 

Os trabalhadores do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas / SAMS estão em greve em defesa das Convenções Colectivas de Trabalho e dos direitos nela consagrados e exigem da Direcção do SBSI que retome as negociações dos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho que interrompeu unilateralmente e anule os avisos de caducidade que enviou para o Ministério do Trabalho.

 

Nota à Comunicação Social sobre a Greve dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas.

Greve dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas!

Plenários dos Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas definem nova etapa de luta!

Trabalhadores do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas continuam a lutar pelos seus direitos! Plenários marcados para dia 12 e 13.

Direcção da Instituição não cumpre acordo com Sindicato. Contenção feita à custado bolso dos trabalhadores!

Na reunião com Presidente, Vice Presidente e Directora de Recursos Humanos da Instituição, realizada em Julho, as respostas às questões colocadas não foram claras e efectivas.

 

O novo Conselho de Administração que tomou posse em Abril, desde aí até hoje, ainda não fez a apresentação formal aos trabalhadores da Instituição nem apresentou o Plano Estratégico/missão.


Questionado sobre tal situação, o sr. Presidente informou que se encontrava como voluntário nesta missão e quanto ao Plano Estratégico até 2020, deu nota do mesmo estar disponível na página da Fundação para consulta por todos.


Face às respostas recebidas foi formalizado o pedido de reunião com os trabalhadores com a entrega do Abaixo-assinado que o solicita. + informação  Folha sindical

Folha sindical Fundação Lar de Cegos N.
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Trabalhadores da Vigilância em GREVE Nacional dias 23 e 24 de Dezembro de 2015

Como é do vosso conhecimento as Associações patronais ao longo destes 4 anos de negociações do nosso CCT, nunca demonstraram vontade de negociar seja o que for.


Chegou a hora de dizermos BASTA!


Vamos lutar por salários que respeitem e dignifiquem os trabalhadores!


Vamos lutar também para melhorar o nosso direito a ter vida familiar!


A Greve é um direito, todos os vigilantes (sem excepção) podem e devem fazer Greve nos dias 23 e 24 de Dezembro, e não têm que informar as chefias com antecedência. + informação

Folha Sindical CCT Vigilância-Dezº15.pdf
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LUSOPONTE: NOVOS SALÁRIOS ACORDADOS EM VIGOR DESDE 1 de Janeiro 2015

Após quatro reuniões de negociação foi
possível concretizar o acordo para revisão
das matérias de expressão pecuniária.
Para além da Tabela salarial que damos a conhecer no verso desta informação, importa saber que foram, igualmente, revistos e com efeitos a 1 de Janeiro de 2015, os valores do:
Abono para falhas: €1,82(4)/dia,e Subsídio de Alimentação: 8,72€/dia. + informação

Folha Sindical Lusoponte 2015(1).pdf
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VIGILÂNCIA: CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO (CCT) ASSINADO ENTRE STAD/CESP-FEPCES E AS ASSOCIAÇÕES PATRONAIS, CONTINUA EM VIGOR!

VIGILÂNCIA: CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO (CCT) ASSINADO ENTRE STAD/CESP-FEPCES E AS ASSOCIAÇÕES PATRONAIS, CONTINUA EM VIGOR!

O Contrato Colectivo de Trabalho (CCT), assinado
entre o STAD/CESP/FEPCES, e as associações patronais contínua em vigor. NÃO CADUCOU!


As negociações do CCT da Vigilância privada continuam com reuniões de conciliação no Ministério da Solidariedade Social e Emprego.


Até hoje, já se realizaram quatro reuniões e pouco foi avançado, muito pela intransigência dos representantes dos patrões. + informação

Folha Sindical CCT Vigilância-junho15.pd
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TRABALHADORES DO SPORT CLUBE BEIRA MAR ESTÃO SEM RECEBER SALÁRIOS HÁ 8 MESES!

O clube deve aos funcionários o Mês de Dezembro 2013, Janeiro, Abril, Maio, Junho, Julho, Agosto, Setembro de 2014, e subsídio de férias.
 
Ao mesmo tempo que não paga salários, contrata novos trabalhadores/diretores e a estes paga os salários.


Já não existe vergonha por parte de quem dirige o Clube, não pagam salários, estão a criar situações de desespero a quem trabalha, canalizam todo o dinheiro para os jogadores e para os funcionários apenas existem cheques sem cobertura como os que passaram recentemente.
 
O CESP solicitou a intervenção da ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho) mas a situação destes trabalhadores está cada dia que passa pior!

Trabalhadores da SPA: O AE está em vigor, bem como todos os direitos nele consagrados!

Ministério reafirma posição do Sindicato:
Como afirmámos, o AE não está caducado e todos os direitos nele consagrados estão em vigor.
Quando o Ministério fez sair a sua primeira decisão sobre a caducidade, a SPA não aceitou e recorreu da decisão.
O problema foi que entretanto resolveu, ilegalmente, retirar os direitos aos trabalhadores da SPA baseado apenas na sua opinião sobre a caducidade!
O Ministério responde mais uma vez, reafirmando os argumentos já apresentados:
o AE está em vigor bem como todos os direitos nele consagrados.
Importa agora efectivar esses direitos.
Os trabalhadores que tenham sido prejudicados em qualquer das matérias vertidas no AE e aos quais tenham sido retirados direitos devem exigir a sua imediata correcção.
O CESP está disponível para avançar com as formas de luta necessárias para fazer cumprir os direitos dos trabalhadores.

Folha Sindical SPA 21 de Junho.pdf
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Concentração de protesto na sede da Liga dos Clubes de Futebol Profissional no Porto

No passado dia 13 de Março, dirigentes, delegados sindicais e trabalhadores concentraram-se, em protesto, junto à sede da Liga dos Clubes de Futebol Profissional no Porto, para exigir:

- A assinatura da revisão do CCT de 2011 que foi acordada;

- Aumentos salariais dignos que reponham o poder de compra nos últimos três anos;

- A Negociação do contrato colectivo de trabalho com a manutenção de todos os direitos. + informação

 

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Acordo Empresa da Sociedade Protuguesa de Autores mantém-se em vigor!

A Administração da Sociedade Portuguesa de Autores foi forçada a dar satisfações aos trabalhadores tentando “tapar o sol com a peneira”.

 

Após a denúncia do CESP sobre a pretensão da Administração da SPA em dar sem efeito o Acordo Empresa que tem com os seus trabalhadores desprezando o que a lei estipula sobre a matéria, a Administração da cooperativa reuniu com os trabalhadores para tentar passar a ideia de que é socialmente muito sensível enquanto tenta cortar direitos a quem contribui com o seu trabalho para a defesa dos direitos dos Autores.

 

Não obstante o seu comportamento inflexível na mesa de negociações, comportamento esse que se inicia com uma proposta que explora o que há de pior no Código do Trabalho para retirar direitos aos trabalhadores, tenta-se safar como “cordeiro” acenando com supostos futuros benefícios aos seus trabalhadores, que não passam de “rebuçados” enquanto tentam disfarçar a grande quantidade de direitos que lhes pretendem retirar.

 

A cooperativa propôs remeter para a Lei matérias que no AE são mais benéficas para os trabalhadores do que o constante no Código do Trabalho, designadamente:

 

- Direitos, Deveres e Garantias;

- Período Experimental;

- Formação Profissional;

- Contrato de Trabalho a Termo;

- Contrato de Trabalho a Tempo Parcial;

- Regime de Descanso Semanal;

- Regime das Férias, Faltas e Feriados;

- Regime do Pagamento do Trabalho Suplementar;

- Trabalho Nocturno;

- Subsídio de Natal;

- Procedimento Disciplinar;

- Cessação do Contrato de Trabalho.

 

A remissão destes institutos jurídicos para a Lei Geral implica:

 

- Um período experimental muito mais alargado;

- A perda de um dia de descanso semanal;

- No trabalho a tempo parcial cai a obrigatoriedade de fixar um horário de trabalho no contrato;

- Perda de dias de férias o AE prevê 25 dias mais 3 de majoração, de 28 passa para 22;

- O trabalho nocturno passa das 20h para as 22h;

- Pagamento do trabalho suplementar é diminuído – passa de 75% para 50% dia normal – 150% para 100% - dias de descanso semanal e feriados;

- Compensação do trabalho prestado em dia feriado ou é pago ou é gozado, perdem um dia de descanso;

- Perdem 4 dias de dispensa (segunda feira de Carnaval, quinta feira Páscoa, 24 de Dezembro e 31 de Dezembro);

- O valor das indemnizações no caso de cessação do contrato de trabalho é inferior:

 

A isto acresce como propostas:

 

- Aumento do horário de trabalho de 37,5h para as 40h;

- Introdução da adaptabilidade - período de referência 12 meses com mais 4h diárias e 60 semanais;

- Introdução da adaptabilidade grupal;

- Introdução de banco de horas – 4h diárias /60 semanais podendo o empregador avisar com antecedência de 48h;

- Retirar as promoções automáticas e as progressões salariais;

- Retirar subsídio de rotatividade;

- Diminuição do subsídio de refeição dos 8,80€ para os 5,12€;

- Retirar períodos de pausa de 15 minutos;

- Retiram subsídio de penosidade e aumentam o espaço geográfico que se considera deslocação de 30km passam para 80km.

 

Contra factos não há argumentos!

 

“Quem não quer passar por Lobo não lhe veste a pele”

 

Vamos continuar a denunciar o comportamento da SPA para com os seus trabalhadores!

 

Vamos continuar a apoiar os trabalhadores da SPA na defesa do A.E. e dos seus direitos!

 

Sociedade Portuguesa de Autores está contra os seus trabalhadores

A Sociedade Portuguesa de Autores, cooperativa que se diz em prol da defesa dos direitos dos Autores, considera que modernizar a sua actividade é retirar direitos aos seus trabalhadores.

De facto, através da sua primeira nota de serviço deste ano, apresenta o seu cartão de “bom ano novo” informando os seus trabalhadores que dá sem efeito o Acordo de Empresa (AE) livremente acordado entre A SPA e os Sindicatos, acordo esse que regula as condições de trabalho dos seus trabalhadores.

Tenta a cooperativa fazer ”tábua rasa” dos direitos de quem trabalha diariamente em defesa dos autores que essa sociedade representa. + informação

Nota Imprensa SPA 10 Janº 14.pdf
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Trabalhadores das Páginas Amarelas precisam de tempo e informação para decidir das suas vidas

Os trabalhadores das Páginas Amarelas têm vivido nos últimos anos um processo desgastante e cansativo, que num repente se precipitou com o não pagamento de parte do Subsídio de Natal e do subsídio de refeição do mês de

Novembro. + informação

Páginas Amarelas.pdf
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Administração da Sociedade Portuguesa de Autores pretende reduzir 20% dos trabalhadores

 

Recentemente, os trabalhadores da SPA - Sociedade Portuguesa de Autores foram informados pelos directores de departamento que nos próximos 2 meses a administração da cooperativa irá desenvolver medidas com vista a reduzir o quadro de pessoal em 20%, apesar de terem obtido resultados operacionais positivos nos últimos tempos. Mais informação

Folha Sindical SPA Jan-Fev 2013.pdf
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