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40 euros de aumento para todos os Trabalhadores!

Equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém à carreira profissional dos operadores de supermercado!

Negociação do contrato colectivo de trabalho da grande distribuição

Os trabalhadores e o seu sindicato exigem para 2017:

 

- 40 euros de aumento salarial para todos os trabalhadores e a eliminação da tabela B;

- Actualização do subsídio de alimentação;

- Equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém com a carreira profissional dos operadores de supermercado, acabando assim com a discriminação salarial destes trabalhadores;

- 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores, não sujeitos à assiduidade;

- 39 horas semanais para todos.

 

Idênticas reivindicações estão já a ser discutidas com os trabalhadores e apresentadas às empresas, nomeadamente:

- Auchan

- Dia Minipreço

- El Corte Inglés

- Lidl

- Pingo Doce e Jerónimo Martins

- Sonae

 

Exigimos também a passagem a efectivos de todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes.

 

A Associação Patronal (APED) responde com:

- Redução do valor pago pelo trabalho suplementar prestado;

- Redução do valor pago pelo trabalho prestado em dia de feriado (50% sobre o valor/hora);

- Introdução de Banco de Horas;

- Não querem negociar aumentos salariais = 0!

 

Ou seja, a Associação Patronal e os Patrões propõem a redução dos salários dos trabalhadores e a completa desregulação dos horários de trabalho!

 

+Informações

Precisamos de dizer: BASTA! a este desrespeito pelos trabalhadores do Pingo Doce, pela sua dignidade e os seus direitos.

Assim apresentamos aos trabalhadores a seguinte proposta de Reivindicações para 2017 a entregar à empresa:
 
- Aumento salarial de 40€ sobre os salários praticados na empresa, para todos os trabalhadores sem discriminações;
- Aumento do subsídio de alimentação para 6€;
- Integração dos operadores de armazém nos níveis de qualificação e grelha salarial dos operadores de loja;
- Passagem a efectivos os trabalhadores com vínculos precários;
- Reclassificação dos trabalhadores a exercer funções de categoria superior à sua;
- Fim do banco de horas;
- 39 horas como carga horária semanal máxima para todos os trabalhadores a partir de 1 de Janeiro de 2017, com o objectivo de atingir as 35 horas de trabalho semanal;
- Respeito pelo direito à conciliação entre a vida profissional e a vida pessoal e familiar;
- Fim das pressões e assédio aos trabalhadores;
- Fim dos elevadíssimos ritmos de trabalho, impossíveis de realizar e muito prejudiciais à saúde física e psíquica dos trabalhadores;
- Condições de Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho;
- Fardamento apropriado e em quantidade;
- 25 dias úteis de férias;
- Desconto de 5% em compras;
- Cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho e da Lei.

+informação


Aos Trabalhadores das Misericórdias - Para ter aumento de salário, ninguém é obrigado a assinar nada!

Algumas misericórdias estão a entregar aos seus trabalhadores documentos para assinar, com o argumento do aumento salarial. O que as Santas Casas de Misericórdia pretendem que os trabalhadores aceitem - e para isso "sugerem" que os trabalhadores desistam de sócios do CESP é:
 
Variação horária de Trabalho - a possibilidade de os trabalhadores trabalharem mais 4h por dia, com o limite das 50h por semana, num período de referência de 8 semanas, sem qualquer acréscimo salarial;
Trabalhadores do Apoio - possibilidade de aumento para as 40h semanais, dos trabalhadores que actualmente prestam 37 ou 39h semanais;
Descanso semanal - Para os trabalhadores do apoio, a possibilidade de passarem a ter apenas 1 dia de descanso semanal;
 
Nunca os trabalhadores tiveram de assinar nada para ser aumentados. Motivo suficiente para que os trabalhadores se questionem e procurem informação junto do CESP antes de assinar qualquer documento!

+informação

Os trabalhadores do Minipreço/Clarel estão fartos da falta de condições laborais e do assédio moral!

O ano de 2016 não provou ser diferente dos anteriores para os trabalhadores do Dia Portugal. Continuam a chegar relatos de assédio, intimidações e perseguições. Autênticos atropelos aos direitos dos trabalhadores quer nas lojas, quer nos armazéns e até mesmo nas sedes.
 
Verifica-se o incumprimento por parte da empresa, na reclassificação das 1ª, 2ª e 3ª chefias, havendo vários trabalhadores em todos o país mal classificados e mal remunerados. Com os acertos avançados pela empresa em Janeiro de 2016, com aumentos irrisórios, as diferenças salariais entre trabalhadores de iguais funções acentuaram-se (na maior parte dos casos, por motivos não imputáveis aos trabalhadores) registando-se diferenças em alguns trabalhadores a rondar já os 100€.
O avolumar de problemas tem trazido o descontentamento nas lojas/armazéns e sedes, por um lado, pelo ambiente social que a Dia Portugal está a proporcionar aos trabalhadores, e por outro, pelo assédio que os mesmos estão a sentir. O CESP/Comissão Sindical tem realizado várias denúncias quer à Direcção da empresa, por escrito, quer incentivando os trabalhadores a escrever para o "código de ética", na "casa mãe" em Espanha.
 
É necessário afirmar que o assédio é punível por lei. Estamos atentos e tudo faremos para que estes casos sejam denunciados!
 
O CESP E A COMISSÃO SINDICAL RELEMBRA QUE EXISTE UM PRÉ-AVISO DE GREVE AO TRABALHO SUPLEMENTAR EM VIGOR ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 2016!

+informação

BRISA aprofunda degradação do serviço!

No anterior comunicado, o CESP denunciou opções da empresa que violam o contrato de concessão e promovem a degradação do serviço e das condições de trabalho. Confirmaram-se as piores perspectivas, conforme foi amplamente divulgado na comunicação social. Ao contrário do que seria de esperar, as empresas insistem no caminho da degradação do serviço de cobrança, atendimento e assistência. As empresas contornam a denúncia e reclamações dos utentes através da utilização dos RSF. Com esta artimanha, a entidade fiscalizadora passa ao lado dos reais problemas das autoestradas.
 
No seguimento da vontade dos Operadores Principais junto do CESP, este dinamiza um abaixo-assinado para que estes possam apresentar um conjunto de reivindicações com intuito de melhorar as condições de trabalho:
 
- Garantir um serviço de atendimento e cobrança rápido e seguro tanto para utentes como para os trabalhadores;
- Garantir trabalhadores em todas as barreiras de portagem 24 horas/dia;
- Não à alteração de funções;
- STOP a check-list absurdas e descabidas.

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