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Muitas lojas fecharam no 1.º de Maio

MILHARES DE TRABALHADORES NÃO SE APRESENTARAM AO TRABALHO

GREVE NOS SUPER E HIPERMERCADOS, ARMAZÉNS E LOJAS ESPECIALIZADAS
1 DE MAIO 2015

A Greve foi declarada tendo por objectivos imediatos:
  • Tornar público o descontentamento generalizado com as condições de trabalho e salariais;
  • Rejeitar as propostas das empresas para reduzir rendimentos e empobrecer mais trabalhadores, desorganizar ainda mais a vida pessoal e familiar, tornar ainda mais penosa a vida de quem trabalha no sector e agravar ainda mais as condições que deterioram a saúde através de horários ainda mais flexíveis e desregulados, com mudanças diárias (oscilações) e a imposição de trabalho a mais, a pretexto da adaptabilidade;
  • Exigir a actualização dos salários com base nos valores médios praticados, acabando com as assimetrias regionais injustificadas, repondo as diferenças entre níveis de qualificação e antiguidade, integrando categorias de igual qualificação nos mesmos níveis;
  • Exigir que os operadores de armazém das logísticas, das cadeias de distribuição, sejam enquadrados nos mesmos níveis de qualificação dos operadores de loja, com os mesmo níveis salariais.
Dos dados que é possível recolher, observa-se que muitos milhares de trabalhadores não se apresentaram ao trabalho, apesar das pressões, chantagens e também aliciantes oferecidos para furarem a greve.
 
Há muitas situações de grande adesão, de tal modo que há lojas que encerraram as portas e muitas outras funcionam em condições precárias, recorrendo a pessoas que habitualmente não exercem nas placas de vendas ou contratando temporariamente trabalhadores para substituir grevistas.
 
Há, também situações onde os que estão a trabalhar estão há longas horas e vão continuar por tempo indeterminado para assegurar o funcionamento das lojas.
 
As empresas não têm falta de dinheiro, apostam sim em desvalorizar os salários e empobrecer os trabalhadores, porque, como se observa, têm muito dinheiro para investir milhões e milhões em campanhas de baixa de preços - dumping - para destruir a concorrência e a produção agrícola, agro-industrial e industrial nacional.
 
A luta continua pela dignidade de quem trabalha, pela negociação de revisão do CCT, pelo aumento dos salários e subsídios e defesa dos direitos e horários humanizados.

 

Carta Aberta ao Presidente do Conselho de Administração da Brisa:


#Carta Aberta Brisa 27Abril2015.pdf
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