Novos Salários e Subsídios a partir de 1 de Janeiro de 2017 para os trabalhadores dos grossistas de produtos químicos e farmacêuticos!

Foi possível chegar a acordo para a revisão dos salários e subsídios para o anos de 2017 e, com a persistência da FEPCES/CESP, serem aumentados todos os níveis da tabela salarial.

 

Todos os valores têm efeitos retroactivos a 1 de Janeiro de 2017.

 

As partes decidiram ainda requerer a Portaria de Extensão para que os salários e subsídios acordados se apliquem a todos os trabalhadores dos armazéns de grossistas de produtos químicos.

Folha Sindical GROQUIFAR 2017
Folha Sindical _groquifar_Junho 2017.pdf
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Acordada revisão do Contrato Colectivo de Trabalho

Novos salários e subsídios desde 1 de Janeiro de 2017

 

Concluído o processo de revisão global do Contrato Colectivo de Trabalho para os trabalhadores das empresas grossistas de material eléctrico e electrónico. O CCT foi já publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, nº5 de 8 de Fevereiro de 2017.

 

Alguns Direitos previstos no Contrato Colectivo de Trabalho:

 

Direito a Férias

 - Todos os trabalhadores têm direito, em cada ano civil a 24 dias úteis de férias.

 - Durante o período de férias, a retribuição não pode ser inferior aquela que o trabalhador receberia se estivesse ao serviço.

 - No ano de cessação do impedimento prolongado (ausência superior a 30 dias eu transita de um ano civil para outro) o trabalhador, após 3 meses de efectivo serviço, tem direito a um período de férias (24 dias úteis) e respectivo subsídio equivalente ao que se teria vencido a 1 de Janeiro caso tivesse estado efectivamente ao serviço.

 

Subsídio de Férias

- Os trabalhadores têm direito a um subsídio de férias que será igual ao da retribuição das férias.

 

Subsídio de Natal

- Os trabalhadores têm direito a um subsídio de Natal de montante igual ao da retribuição mensal (incluindo a média dos últimos 12 meses da retribuição variável).

 

Trabalho nocturno

- Considera-se trabalho nocturno o prestado entre as 21h de um dia e as 7h do dia seguinte e será remunerado com o acréscimo de 50% da retribuição horária.

 

Subsídio de turno

- Sempre que o trabalhador preste serviço em regime de turno rotativo tem direito a um subsídio mensal no valor mínimo de 39,23 euros, a que se soma as eventuais horas nocturnas realizadas. O subsídio de turno é devido nas férias, subsídio de férias e subsídio de Natal.

 

Subsídio de refeição

 - Os trabalhadores têm direito, por cada dia de trabalho efectivamente prestado, a um subsídio de refeição de 4,86 euros/dia. Este valor e devido sempre que o trabalhador trabalhe, pelo menos, 4 horas.

 

Trabalho em dia de Feriado

 - O trabalhador cujo horário de trabalho prevê a prestação de trabalho normal em dia feriado (feriado de escala nas empresas dispensadas de encerras nestes dias) tem direito a remuneração especial que será igual à retribuição normal acrescida de 100% (a dobrar).

 

Retribuição do trabalho suplementar

 - O trabalho suplementar prestado em dia normal será remunerado com acréscimo de 50% sobre o valor da retribuição horária - 150% do valor hora por cada hora suplementar trabalhada.

 - O trabalho suplementar prestado em dia de descanso semanal e em dia feriado será remunerado com acréscimo de 100% sobre o valor de retribuição horária - 200% do valor hora por cada hora trabalhada nestes dias.

 - O trabalho suplementar prestado em dia normal confere ao trabalhador o descanso compensatório de 25% do tempo trabalhado que se vence no momento em que perfaça um dia normal de trabalho, que deverá ser gozado no prazo de 90 dias - este descanso compensatório pode ser substituído pelo pagamento do tempo pela retribuição horária acrescida de 100%.

 - O trabalho suplementar prestado em dia de descanso semanal ou feriado (pelo menos 5 horas) confere ao trabalhador o direito a um descanso compensatório a gozar num dos 3 dias seguintes.

Comunicado AGEFE
comunicado final agefe 2017.pdf
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Comércio a Retalho do Algarve - NOVOS SALÁRIOS E Subsídio de Refeição A PARTIR DE1 de Abril de 2016!

Estão finalmente concluídas as negociações do CCT para o Comércio do Algarve, com aumentos salariais para os trabalhadores do sector a partir do dia 1 de Abril de 2016.
Foi uma negociação complicada, pois durante o decorrer das mesmas, vemos vários acontecimentos,
inclusive, a insolvência de uma das associações patronais, o aumento do salário mínimo nacional que veio fazer com que algumas das categorias profissionais fossem absorvidas por esse valor salarial, etc..


Os salários cresceram 30€ para todas as categorias profissionais , com excepção dos trabalhadores do nível “F“ que veram um aumento de 35€.

 

Da proposta apresentada pelo CESP apenas não houve entendimento no subsidio de refeição e demais matérias pecuniárias, mas devemos ressalvar que o subsídio de alimentação passou para 3,50€ e ficou expressa a disponibilidade por parte da ACRAL, para no próximo ano poder vir a aumentar aquele valor.


Foi feito um novo enquadramento das profissões de Caixeiro ajudante do nível “I” e “H”, mantendo-se a categoria do nível “G”. + informação  Folha sindical

F.S. Ret. Algarve 2016.pdf
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Trabalhadores em Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos - Novos Salários e Subsídios a partir de 1 de Janeiro de 2016!

Foi possível chegar a acordo para revisão dos salários e subsídios para o ano de 2016.


Todos os valores têm efeitos retroactivos a 1 de Janeiro de 2016.


As partes decidiram ainda requerer a emissão conjunta de Portaria de Extensão para que os salários e subsídios acordados se apliquem a todos os trabalhadores dos armazéns de grossistas químicos.

 

Resta agora estar atentos à aplicação pelas empresas do acordo alcançado e ao pagamento dos respectivos retroactivos.


Qualquer situação de falha nesse cumprimento deve ser levado ao conhecimento do Sindicato em qualquer das Delegações regionais ou directamente aos Dirigentes sindicais. + informação  Folha sindical

Folha Sindical Acordo - Julho 2016.pdf
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Novos salários e subsídios no Comércio Retalhista de Viana do Castelo em vigor desde 1 de Março de 2016

O CESP concluiu, com um acordo, a negociação de revisão do contrato colectivo de Trabalho (CCT) para o Comércio a Retalho de Viana do Castelo.

 

A Negociação do CCT é considerada como positiva, já que para além do aumento dos salários e subsídios, consagra a criação de um subsídio para quem trabalha ao domingo, a integração de novas categorias profissionais da área das Agências Funerárias, a Clarificação dos horários de trabalho e descansos semanais, bem como, do complemento do subsídio de doença.

 

Importa agora aguardar a publicação no Boletim do Trabalho e Emprego (BTE, para que os novos valores dos salários e subsídios sejam aplicados nas empresas. + informação

Ret. V. Castelo.pdf
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Calzedónia / Tezenis / Intimissimi    violenta desempregados através de entrevistas públicas de emprego nas montras e áreas comerciais e atira ao chão e ao lixo os documentos exibindo fotos e dados pessoais.

Num Portugal onde o 1.º Ministro, Ministra das Finanças e outros Ministros dizem as maiores alarvidades sobre os deputados que os portugueses acabaram de eleger seus representantes, respaldados em discursos e comportamentos inqualificáveis do Presidente da República, que os procura manter, em funções de gestão a todo o custo. As empresas sentem-se à vontade para fazer todas as alarvidades, e vai daí a Calzedónia-Tezenis, decide humilhar e violentar, espezinhar, literalmente, os direitos humanos dos desempregados.

 

Em 29 de Outubro a Calzedónia-Tezenis-Intimissimi promove o chamado “Recruting Day”, que mais não é do que uma alarvidade absolutamente irresponsável de, atrair desempregados para entrevistas de emprego, que realiza em exposição pública nas montras das lojas e placa de vendas, culminando a violência gratuita, com atirar pró chão e espalhar nas lojas e na rua os documentos com as fotos e dados pessoais.


Exige-se respeito, decoro e bom senso a todos, começando pelos mais altos responsáveis de Portugal e às entidades uma actuação punitiva exemplar desta empresa para prevenir a repetição de tais abusos.

 

O CESP não se poupará em esforços para denunciar estes abusos e por isso já exigiu à Autoridade para as Condições de Trabalho e Comissão Nacional de Protecção de Dados, actuação coerciva e irá denunciar esta prática a:


- Procuradoria-geral da República;

- Assembleia da República;

- Parlamento Europeu;

- Escritório da OIT Lisboa;

- CES – Confederação Europeia de Sindicatos;

- Conselho Económico e Social Portugal;

- Conselho Económico e Social Europeu;

- Embaixada de Itália em Lisboa.

+ informação


Folha Sindical - Calzedonia Tezenis Inti
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Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos (Sul):

Foi publicada a revisão do CCT como novos salários e subsídio de refeição

Continuam em vigor todos os direitos consagrados no CCT Junho 2015

 

A FEPCES/CESP concluiu o acordo de revisão e
actualização dos salários e do subsídio de refeição do CCT, ambos com efeitos retroactivos a 1 de Janeiro de 2015.


Embora não satisfazendo todas as reivindicações
apresentadas pela FEPCES/CESP, conseguiu-se
aumentar os salários e o subsídio de refeição, que representam duas das matérias com mais importância no aumento do rendimento disponível dos trabalhadores, na actual situação económica e social que o país atravessa, por força das políticas de empobrecimento, que o governo tem vindo a efectuar nos últimos quatro anos. + informação

Folha Sindical Drogas Sul Acordo Junho 1
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Trabalhadores do Comércio Retalhista do Distrito de Coimbra, têm novos salários!

Desde 2009, que os trabalhadores deste sector não tem qualquer aumento salarial. Graças à persistência do nosso sindicato, foi possível, após um longo processo negocial, chegar a acordo com as Associações Comerciais de Coimbra (ACIC) e Figueira da Foz (ACIFF).


Esta CCT abrange todas as empresas e respectivos trabalhadores que no distrito de Coimbra se dediquem ao Comércio a Retalho. + informação

Folha sindical Ret. Coimbra Final 2015.p
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Comércio a Retalho Distrito de Aveiro

NOVOS SALÁRIOS DESDE 1 de JULHO de 2015

Finalmente, foi publicada a Portaria de Extensão do CCT que faz aplicar a todos os trabalhadores, os novos salários!


No dia 8 de Julho de 2015 no BTE nº25, foi publicada a Portaria de Extensão do Contrato Colectivo que se aplica a todas as empresas de comércio não filiadas na Associação dos Comerciantes do Distrito de Aveiro.


A tabela salarial e demais matérias de natureza pecuniária produzem efeitos a partir do dia 1 de Julho de 2015.


A publicação desta portaria veio repor alguma justiça ao determinar que todos os trabalhadores do sector devem ver os seus salários actualizados. O sindicato
sempre contestou o atraso da publicação das portarias que criou uma situação de desigualdade entre trabalhadores. + informação


Folha sindical Ret Aveiro.pdf
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É urgente o aumento dos salários!

É urgente valorizar o comércio do Concelho de Mafra!

O CESP reuniu, no passado dia 7 de Maio, com a ACISM - Associação do Comércio, Indústria e Serviços do Concelho de Mafra, para iniciar a revisão e actualização das tabelas salariais do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT).
O CESP apresentou a sua proposta de  actualização das matérias de carácter pecuniário do CCT para obstar ao crescente empobrecimento dos trabalhadores do sector que, desde 2012 não vêem os seus salários revistos.
A economia do Concelho, merece que os trabalhadores do Comércio a retalho vejam os seus salários revistos e actualizados. A política dos baixos salários
está provado, não resolve as situações de “crise” que são invocadas à anos, para não negociar a revisão dos salários. + informação

Retalhista Mafra 2015.pdf
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É urgente valorizar o comércio dos Concelhos de Torres Vedras, Cadaval, Lourinhã e Sobral de Monte Agraço!

A ACIRO - Associação Comercial Retalhista do Oeste (Torres Vedras), desde 2011 que vem recusando sentar-se à mesa das negociações com o CESP, para proceder à revisão e actualização das tabelas salariais do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT).
A justificação que tem apresentado nestes quatro anos tem sido sempre a mesma: CRISE!
Reafirma todos os anos que os tempos são difíceis, sendo que o último foi o pior de todos… etc.
Entretanto, o CESP apresentou em reunião realizada a 14 de Maio, nova proposta de revisão dos salários que mereceu a mesma resposta! + informação

Retalhista T. Vedras 2015.pdf
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Trabalhadores do Comércio a Retalho do Algarve

NOVOS SALÁRIOS DESDE 1 de Abril de 2014

Trabalhadores do Comércio a Retalho do Algarve - NOVOS SALÁRIOS DESDE 1 de Abril de 2014

Foi concluído o processo que possibilita aos trabalhadores do sector, um crescimento dos salários, com retroactividade desde o passado dia 1 de Abril do ano em curso.

Em média, os salários cresceram 2% e todas as restantes matérias de expressão pecuniária (subsídios, etc.) mantiveram os valores que estavam em vigor, não sofrendo alteração.
Foi, como é do conhecimento geral, uma  negociação difícil que esbarrou no contínuo colar da situação de dificuldades que as empresas atravessam, à realidade da imposição do governo e das “troikas” de políticas de baixos salários e aumento brutal de impostos, que os trabalhadores vêm sentindo nos últimos anos.

Folha Sindical com tabela salarial

#F.S. Retalhista Algarve 2014.pdf
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OS TRABALHADORES DO COMÉRCIO DE COIMBRA ESTÃO FARTOS DE VIVER MAL!  

OS BAIXOS SALÁRIOS ARRUÍNAM O COMÉRCIO E SERVIÇOS

CONCENTRAÇÃO DE DIRIGENTES E DELEGADOS SINDICAIS DO COMÉRCIO

COIMBRA - PRAÇA DO COMÉRCIO

30 DE SETEMBRO - 14HORAS

 Desde 2009, que a tabela salarial para o Comercio Retalhista do Distrito de Coimbra não é revista.

O CESP tem enviado propostas de revisão à ACIC que têm sido ignoradas. Há um ano que aguardamos a marcação de uma reunião.

Há cinco anos que os trabalhadores não vêm os seus salários aumentados!

+ Informação

# Folha Sindical Retalhista Coimbra Set
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Trabalhadores da Rituals em greve forçam “patrões” a trabalhar nas lojas

Por de trás de uma imagem limpa e "zen" continuam as dificuldades de quem trabalha nestas empresas…
 
Os trabalhadores das empresas
- NOVOS RITUAIS COM. ART. COSMETICA, LDA
- PRÁTICA MILENAR, LDA  
- RITUAIS DE EXPRESSÃO, LDA,
fizeram, mais uma vez, greve, no passado dia 10 de Junho, em defesa de melhores condições de trabalho e do cumprimento das convenções colectivas de trabalho, designadamente, quanto ao pagamento do trabalho em dia feriado e suplementar.

O insólito acontece…

Sócios gerentes foram para as lojas substituir trabalhadores em greve!
Contudo, quando os trabalhadores necessitam do seu apoio têm de se “desenrascar” sozinhos…
As situações que afectam os trabalhadores são do conhecimento das empresas em questão, que, apesar dos alertas, têm ignorado as suas dificuldades, atitude que não é compatível com a imagem que os clientes têm da marca “Rituals”.
Em resposta, vários trabalhadores voltaram a aderir, no passado dia 10 de Junho, ao Pré-aviso de Greve ao trabalho suplementar e feriados, tendo sido observada a violação do seu direito à greve por parte dos sócios gerentes da empresa que substituíram trabalhadores em greve nas lojas :
•    Rituals do C.C. Vasco da Gama em Lisboa
•    Rituals do C.C. Colombo em Lisboa
•    Rituals do Fórum Montijo
A imagem "Zen" e "limpa" que estas empresas tentam passar aos seus clientes, não é compatível com as dificuldades que os trabalhadores sentem. Assim, estes reservam-se ao direito a desenvolver outro tipo de acções em defesa das suas condições de trabalho.

Trabalhadoras da "Benetton" no Fórum Aveiro vão receber mais de 8 mil euros de diferenças salariais e pagamento do subsídio de domingo

Contactadas pelos dirigentes sindicais do CESP no seu local de trabalho no Fórum Aveiro, as trabalhadoras da empresa Alexandre Cardoso, Lda. (Benetton) deram conta da situação de incumprimento da entidade patronal quanto a diferenças salariais não pagas e falta de pagamen-to do subsídio de domingo, a que estava obrigada pelo Contrato Colectivo para o Comércio a Retalho do Distrito de Aveiro.

 

O CESP no cumprimento e defesa dos interesses dos trabalhadores, elaborou processo em que elencou todas as verbas em questão e solicitou a intervenção da ACT para resolução da situa-ção de violação do CCT. + informação

Nota Imprensa Benetton Aveiro.pdf
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Calzedónia condenada a pagar por assédio a responsável de loja

Calzedónia condenada a pagar por assédio a responsável de loja

A prepotência e o comportamento desumano de uma supervisora sai caro à empresa...

 

Tribunal condena a Calzedónia a indemnizar trabalhadora pelas arbitrariedades praticadas por uma supervisora, tendo como vítima uma responsável de loja.

 

Defendida pelo CESP, a trabalhadora, responsável de loja, foi ressarcida pelos prejuízos causados. O Tribunal da Relação de Évora deu como provado que a supervisora chamava a responsável de loja de incompetente, na presença de outras trabalhadoras e dava directamente ordens aos restantes trabalhadores sem comunicar à responsável de loja... + informação

Folha Sindical Calzedonia.pdf
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Trabalhadores Comércio a Retalho - T. Vedras, Lourinhã, Cadaval e S. M. Agraço exigem aumento dos salários e subsídios para combater o desemprego e o encerramento das empresas

Trabalhadores Comércio a Retalho : T. Vedras, Lourinhã, Cadaval e S. M. Agraço

Foi enviada nos primeiros dias do mês de Março, a proposta de revisão salarial para 2014. A mesma consagra o aumento dos salários em 1€ por dia (= a 30€ mês) e 3 € de subsídio de refeição diário.

Os resultados da política dos baixos salários e do seu congelamento está à vista de todos, pelo que urge pôr-lhe cobro.

Sem crescimento salarial, as empresas não vendem, a economia local não se desenvolve e o círculo tenderá a fechar-se com os resultados que todos conhecemos. + informação

Folha sindical Retalhista Oeste Março 14
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Aos trabalhadores do Grupo LANIDOR

A CRISE NÃO PODE SERVIR PARA TUDO!

Ao Sindicato tem chegado um conjunto de informações sobre o procedimento que o Grupo Lanidor está a desenvolver no país, nas suas lojas Lanidor, Globe, Casa Batalha, Kids, obrigando os trabalhadores a assinar um aditamento ao seu contrato de trabalho, onde os trabalhadores aceitam que a empresa passe a pagar o vencimento fraccionado em montantes semanais, quinzenais ou mensais. Esta situação configura uma ilegalidade, dado que o trabalhador tem que saber quando vai receber o seu vencimento de forma a poder organizar a sua vida e não quando a empresa o pode fazer, ficando sempre ao critério da empresa o seu pagamento.

Mais informação

Aos Trab Grupo Lanidor.pdf
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O CESP ESTEVE EM ACÇÃO DE MOBILIZAÇÃO PARA A GREVE GERAL NO COMÉRCIO A RETALHO NA BAIXA LISBOETA, AMANHÃ, SÁBADO, A PARTIR DAS 10 HORAS FRENTE AO CENTRO COMERCIAL CHIADO

A ACÇÃO DE CONTACTO E MOBILIZAÇÃO NAS LOJAS DA BAIXA E CHIADO JUNTO DE TRABALHADORESE POPULAÇÃO, TERÁ A PARTICIPAÇÃO DE LIBÉRIO DOMINGUES - Coordenador da União dos Sindicatosde Lisboa e de MANUEL GUERREIRO - Presidente do CESP, ambos membros da Comissão Executivada CGTP-IN

 

Com início frente ao Centro Comercial Chiado, um conjunto de activistas,dirigentes e delegados sindicais do CESP, participaram numa acção de esclarecimento e mobilização dos trabalhadores do Comércio a retalho e da população, nas lojas da baixa da cidade e Chiado.

NOTA Á IMPRENSA
Acção Baixa-Chiado.pdf
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GRUPO CALZEDONIA NÃO RESPEITA OS CONTRATOS COLECTIVOS

O Grupo Calzedonia não pode mudar o contrato colectivo aplicável sem respeitar, em primeiro lugar, os direitos dos seus trabalhadores. No final de 2011, a Calzedonia Portugal efectuou uma suposta consulta aos seus trabalhadores com o intuito de aplicar o Contrato Colectivo da Grande Distribuição (APED).

 

A 1 de Janeiro de 2012, a empresa decidiu impor a aplicação do CCT APED, informando a generalidade dos trabalhadores que a maioria dos consultados tinha optado pela aplicação deste CCT. Mais informação

 

Folha sindical - Calzedónia.pdf
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Inspecção de Trabalho detecta irregularidades no Grupo Cortefiel

(Cortefiel - Springfield- Woman’Secret - Fifty Factory)

A ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho), a requerimento do CESP, fez uma fiscalização às lojas do Grupo Cortefiel (Cortefiel - Springfield- Woman’Secret - Fifty Factory).

 

Aguardamos o relatório final mas, desde já, podemos adiantar que foram detectadas muitas irregularidades, algumas escandalosas, como seja a existência, nomeadamente na loja Springfield do Forum Almada, de processos paralelos (documentos) de registo do trabalho suplementar exigido e não remunerado. As tais noitadas, dias de descanso e feriados em que os trabalhadores deveriam estar com as suas famílias e são forçados a ir trabalhar sem receber...

Mais informação

 

Folha sindical - Trab Cortefiel.pdf
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