Trabalhadores das Lojas Cores Doces reclamam melhores condições!

O CESP reuniu no passado dia 15 de Novembro com a empresa, onde colocou uma série de problemas levantados pelos trabalhadores.

 

Em relação aos horários de trabalho, o que ficou concluído da reunião é que, as alterações aos horários depois da sua entrega, só se pode verificar em casos excepcionais ou pedido pelos trabalhadores sendo que a sua alteração tem que ser consentida por ambos.
Ficou também decidido que assim que os trabalhadores recebam o seu horário para o mês, este deve ser assinado e datado.
A retirada dos bancos: a empresa alegou que esta medida veio depois de várias queixas de clientes sobre a postura de alguns trabalhadores com os clientes na loja.
O que afirmamos foi que por uns, não devem "sofrer" todos e que os bancos de pé alto tem um papel importante para que os trabalhadores possam descansar as pernas nas "horas mortas".
A empresa ficou de estudar e de ver bancos que permitam o encosto.
Em relação ao dinheiro em fundo de caixa, numa questão de salvaguarda dos trabalhadores, mas também da empresa, o que ficou acordado foi que, sempre que haja alguma irregularidade, se faça uma folha de ocorrência.
Sobre o comportamento das chefias para com os trabalhadores, o compromisso que ficou por parte da empresa foi o de aumentar o diálogo e o respeito entre todos.

Não podemos ganhar tão pouco!!  

Os trabalhadores de Lisboa também têm direito a carreira e progressão salarial que os afaste do Salário Mínimo Nacional

 

Tendo em conta a última  contraproposta da União das  Associações do Comércio e 

Serviços (UACS), de 2,5% de aumento sobre a última tabela salarial publicada (2008), o CESP apresentou a proposta de tabela salarial que divulgamos, para assegurar a actualização dos nossos salários e que à evolução da nossa categoria corresponda a actualização do nosso vencimento base.

 

O CESP apresentou nova proposta

 

Verifica-se que a contraproposta da UACS continua a ser muito baixa:

 

  • Mantém os salários da Tabela 0, do “Caixeiro Ajudante do 1º Ano” ao “Caixeiro mais de 6 anos”, no Salário Mínimo Nacional!
  • Mantém os salários da Tabela I, do “Caixeiro Ajudante 1º Ano” ao “Caixeiro até 3 anos”, no Salário Mínimo Nacional!
  • Mantém os salários da Tabela II, do “Caixeiro Ajudante 1º Ano” ao “Caixa de Balcão até 3 anos”, no Salário Mínimo Nacional!

 

O CESP apresentou uma nova proposta de tabela salarial (ver em baixo), pois, para além dos baixos salários, não é compreensível que continuemos a ter os salários mais baixos do distrito de Lisboa, com valores inferiores aos dos concelhos limítrofes da cidade (Amadora, Oeiras, Odivelas, Loures, Torres Vedras, Mafra...).

 

Temos recebido cada vez mais preocupações de muitos trabalhadores de Lisboa que verificam que os seus salários são muito inferiores aos restantes trabalhadores dos concelhos limítrofes, quando trabalham na mesma empresa:

 

- Alertam que trabalham em plena cidade, em lojas de referência a nível nacional, praticam muitas vezes mais horas de trabalho, maiores ritmos de trabalho, mais responsabilidade e são alvo de cada vez mais exigências com salários inferiores.

 

O CESP voltou a reiterar a importância da actualização das tabelas salariais de forma a garantir a actualização salarial e o aumento do vencimento base quando subimos de categoria, de modo a que a progressão na nossa carreira seja efectiva e não se mantenha a grande injustiça e desigualdade de existirem milhares de trabalhadores sem qualquer progressão salarial ao mesmo tempo que vêm a sua experiência e responsabilidade a aumentar.

 

É desumano para nós e desprestigiante para o comércio a retalho de Lisboa, que fica sem base para evoluir, que mais de metade da tabela salarial esteja abrangida pelo Salário Mínimo Nacional!

 

Não podem continuar a existir pessoas que com 4, 6, 9 e muito mais anos de prática profissional tenham como retribuição base o Salário Mínimo Nacional!

 

O CESP salienta a elevada importância de se chegar a um consenso negocial que permita a actualização da tabela salarial, valorizando os trabalhadores e o Comércio a Retalho de Lisboa, continuando a discutir com os trabalhadores e a receber a sua opinião sobre a negociação em curso e sobre as condições de trabalho.

 

Divulgamos a última proposta de tabela salarial que o CESP apresentou à União das Associações do Comércio e Serviços (UACS):

Verifica se a tua categoria profissional está correctamente classificada e se o teu salário base está de acordo com o valor a que tens direito. Divulgamos os valores mínimos que estão actualmente em vigor para Lisboa cidade:

*Categoria devida se o trabalhador desempenhar funções em que dirige o serviço e o pessoal; coordena, dirige e controla o trabalho e as vendas do estabelecimento ou da secção.

**A aplicação da tabela 0, I ou II depende do nível de IRC da empresa onde trabalhas.

A cinzento: Salários cobertos pelo SMN


ALERTA:

Se desempenhas funções em que te encontras a assegurar sozinho(a) o funcionamento da loja, não poderás estar classificado com categoria inferior a “Caixeiro até 3 anos”.

Envia a tua opinião/contributo para:

 cesp.comercio.lx@cesp.pt

A4 Retalhista de Lisboa 2015 05 14.pdf
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É urgente o aumento dos salários para diminuir a pobreza em que vivemos - A proposta das empresas não é aceitável  

Na sequência da proposta de aumentos salariais que o CESP enviou à União das Associações do Comércio e Serviços de Lisboa (UACS), para pôr fim à situação de estarmos a efectuar a nossa actividade profissional em graves condições de injustiça e desigualdade, vimos informar os aspectos relevantes do conteúdo da contraproposta que recebemos da UACS no sentido de todos se poderem pronunciar sobre a mesma.

 

Informamos alguns aspectos da contraproposta da UACS:

 

  • Aumento percentual de 2%, com efeitos desde Março de 2015;
  •  Subsídio de refeição mínimo no valor de 3,00€ (valor actual = 2,80€);
  •  Proposta de início de contagem do trabalho nocturno a partir das 21 horas (actualmente é a partir das 20h);
  •  Eliminação dos feriados:Terça-feira de Carnaval,Corpo de Deus (festa móvel, 5 de Outubro,1 de Novembro e 1 de Dezembro.
  • Considerar os dias de licença por motivo de morte de parentes e afins em dias úteis;
  • Eliminar e reclassificar um conjunto de categorias profissionais, algumas já extintas na prática.

 

Tendo em conta que os nossos salários não são actualizados desde 2008 e o impacto que medidas como a passagem da contagem do trabalho nocturno para as 21h tem na nossa retribuição, verifica-se que a contraproposta das empresas:

 

  • Mantém os salários dos níveis I a VIII da Tabela 0 (do Caixeiro Ajudante do 1º Ano ao Caixeiro mais de 6 anos) ao nível do Salário Mínimo Nacional!
  • Mantém os salários dos níveis I a VI da Tabela I (do Caixeiro Ajudante ao Caixeiro até 3 anos) ao nível do Salário Mínimo Nacional!
  • Mantém os salários dos níveis I a V da Tabela II (do Caixeiro Ajudante ao Caixa de Balcão até 3 anos) ao nível do Salário Mínimo Nacional!

 

O CESP reiterou a sua proposta de actualização das tabelas salariais mantendo a diferenciação dos salários entre níveis, de modo a que a progressão na nossa carreira seja efectiva e não se mantenha a grande injustiça e desigualdade de existirem milhares de trabalhadores sem qualquer progressão salarial.

 

Aceita-se que existam trabalhadores que com 4, 5, 6, 7, 8, 9 e mais anos de casa tenham como retribuição base o Salário Mínimo Nacional?

 

Não aceitamos!


 Envia a tua opinião/contributo para: cesp.comercio.lx@cesp.pt

 

+ informação

Folha Sindical Retalhista Lisboa Abril 2
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É urgente o aumento dos salários!

É urgente valorizar o comércio de Lisboa!

 

Ao longo dos últimos anos, existiu um conjunto muito significativo de alterações à Lei que, não respeitando o acordado no contrato colectivo de trabalho, prejudicou gravemente a nossa retribuição, em especial de quem trabalha no Comércio Retalhista da cidade de Lisboa, cujas tabelas salariais não são actualizadas desde 2008.

 

Tal situação contribuiu para a contracção da economia, fomentando cada vez mais a concorrência desleal no comércio da cidade, prejudicando-nos a nós, mas também as empresas portuguesas.

 

Para pôr fim à situação de estarmos a efectuar a nossa actividade profissional em graves condições de injustiça e desigualdade, verificando que os grandes grupos económicos internacionais do sector, optimizam as condições que estão a ser oferecidas pela não actualização dos nossos salários e se instalam em massa nas zonas nobres da cidade, aproveitando-se dos baixos salários e exercendo forte concorrência às micro, pequenas e médias empresas portuguesas, é necessário e fundamental o aumento dos salários.

 

Assim, tendo em conta a recente actualização do Salário Mínimo Nacional, o CESP enviou, no passado dia 31 de Dezembro, uma proposta de actualização das tabelas salariais à União das Associações do Comércio e Serviços de Lisboa (UACS), com vista a repor o nosso poder de compra, essencial para ultrapassar as graves dificuldades que vivemos, mas também para dignificar, regular e dinamizar o comércio da cidade. + informação

 

Folha Sindical Retalhista Lisboa.pdf
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"Nós Colombo" - Boletim sindical dos Trabalhadores do C.C. Colombo

Informação sindical dos Trabalhadores do Centro Comercial Colombo em Lisboa:

 

  • Condições de Segurança e Saúde:
  • Classificações profissionais e salários;
  • "Onde é que pico o meu ponto?!"
  • Trabalho à borla NÃO!
  • "Chefe mas pouco..."
  • “Acabou o turno e estou entalado com os transportes e com
    os assaltos…”

Mais informação

 

Colombo - Nós Junho e Julho 2013.pdf
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Os jovens trabalhadores do comércio a retalho: Fartos de viver mal!

É hora de dizer NÃO, é hora de lutar por uma vida digna!


• Dizemos não aos baixos salários no nosso sector;

• Dizemos não à precariedade; Para um posto de trabalho permanente um vinculo de trabalho efectivo!

• Dizemos não aos horários desregulados; Exigimos ter tempo e vida familiar!

• Dizemos não às ameaças e repressões por parte do patronato, utilizando o desemprego como forma de nos reprimir e aceitar condições pouco dignas no local de trabalho!

• Lutamos pelo aumento do salário! Vital para a economia portuguesa e para o comércio em geral; Não há aumentos salariais desde 2008, reduzindo o nosso poder de compra e o da maioria dos portugueses.

 

A contratação colectiva, que garante a actualização dos salários e a regulação das condições de trabalho, está bloqueada pelo governo e pelo patronato.

 

É URGENTE LUTAR para que se cumpra a contratação e a actualização dos salários, luta!

 

Exige que se cumpra o contrato colectivo de trabalho, exige aquilo que tens por direito!

Folha sindical.pdf
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EX-TRABALHADORES DA CAMISARIA MODERNA

A empresa “agradece” uma vida inteira de trabalho não pagando o que deve!

Após muitos e muitos anos de trabalho na empresa, os últimos dos quais com salários em atraso, os trabalhadores foram confrontados com a proposta que revogação do seu contrato de trabalho, que foram forçados a aceitar face às dificuldades que vinham a sofrer, causadas pela falta de pagamento pontual de retribuição.

 

Contudo, apesar da situação causada pela perda dos postos de trabalho, a empresa volta a falhar: não paga o valor das quantias que foram acordadas com as pessoas aquando a revogação do seu contrato de trabalho!

 

Assim, os trabalhadores são forçados a denúnciar e a manifestar a sua indignação devido ao desrespeito que os responsáveis da empresa têm tido para com quem dedicou uma vida inteira de trabalho a uma casa que “agradece” não pagando o que deve, causando ainda mais dificuldades.

 

Os trabalhadores exigem que a empresa pague o que lhes deve e não deixarão de lutar para que a empresa cumpra com o acordado!

OS BAIXOS SALÁRIOS ARRUINAM O COMÉRCIO E SERVIÇOS DE LISBOA

De acordo com declarações da associação patronal, só na cidade de Lisboa, empregam 65% de quem trabalha no distrito. Ora, não havendo aumento do poder de compra dos  trabalhadores, como é possível dinamizar a procura interna e por consequência o Comércio e Serviços?

 

As tabelas salariais do comércio a retalho de Lisboa não são aumentadas desde 2008, ao contrário dos outros Retalhistas, que, também padecendo dos mesmos constrangimentos económicos apresentados pela UACS, consideraram que  é  fundamental  para   a   actividade  do comércio e serviços, existir poder de compra por parte dos trabalhadores, daí ter havido negociação colectiva e aumentos salariais ao longo deste período de 5 anos nessas regiões. Mais informação

Comemoração dos 100 anos da Revolução que transformou o Mundo

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