Cumprirá o El Corte Inglés com os aumentos salariais?

 

No passado dia 9 de Dezembro, o sindicato esteve reunido com a empresa para se discutir aquelas que são as reivindicações dos trabalhadores do El Corte Inglés para 2022.

 

Foi-nos dito que o foco principal, neste momento, são os aumentos salariais.

 

Embora todos os pontos do Caderno Reivindicativo fossem falados, um por um, ficou claro que, pelo menos para já, não haverá novidades a não ser no que diz respeito aos salários.

 

Sendo este o tema mais importante para os trabalhadores, ficamos na expectativa daquilo que a empresa irá fazer, tendo em conta os seus 142 MILHÕES de LUCRO.

 

Será que finalmente vão valorizar os seus trabalhadores, sem discriminações, respeitando as carreiras profissionais, contempladas no Contrato Colectivo de Trabalho?

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É urgente o aumento dos salários de todos os trabalhadores da FNAC e a sua valorização profissional

 

Na reunião de 22 de Novembro ficou claro que a FNAC vai insistir na meritocracia (e mesmo os aumentos por mérito apenas ocorrerão em Março), e que não aceita diferenciar os salários dos trabalhadores em função da antiguidade na empresa e da especialização adquirida.

 

O CESP exige o aumento dos salários de todos os trabalhadores e a garantia que entre níveis da tabela salarial (níveis de promoção na categoria profissional) há um aumento mínimo de 40€.

 

O CESP apresentou à FNAC a proposta de que todos os trabalhadores da FNAC recebam o acréscimo de 25% a partir das 20h.

 

A FNAC, está confortável com este tratamento diferente dos seus trabalhadores e recusa alterar a sua posição.

 

NÃO ACEITAMOS!

  • E EMITIMOS PRÉ-AVISO DE GREVE PARA DIA 24 DE DEZEMBRO.
  • PELO AUMENTO DOS SALÁRIOS
  • PELA VALORIZAÇÃO DAS CARREIRAS PROFISSIONAIS.
  • CONTRA A DESREGULAÇÃO DOS HORÁRIOS DE TRABALHO E A RETIRADA DE DIREITOS.
  • FAZ GREVE! A TUA ADESÃO É FUNDAMENTAL PARA O ÊXITO DESTA LUTA.
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Negociações do Caderno Reivindicativo do DIA Portugal

 

O CESP informa que se realizou, no passado dia 23 de Novembro de 2021, a segunda reunião com a Direcção de Recursos Humanos da DIA Portugal de discussão do Caderno Reivindicativo para 2022.

 

A próxima reunião irá acontecer a dia 20 de Dezembro de 2021, altura em já haverá uma resposta definitiva para as matérias pendentes.

 

O CESP considera qua as propostas avançadas são uma evolução em relação a anos anteriores.

 

Mas achamos que são insuficientes para quem há quase uma década foi penalizado, viu o seu poder de compra a diminuir e as condições de trabalho a piorar.

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O sindicato e a sua estrutura recusam o cartão Auchan

 

As razões:

 

  • Porque sabemos que com os baixos salários que são praticados pela empresa, o subsídio de refeição é usado muitas vezes para pagar outras despesas;
  • O cartão não pode ser considerado um cartão refeição, pois ele limita o seu uso apenas à empresa;
  • Porque é perverso. A empresa arranjou uma forma de "pagar" o valor do subsídio de refeição, sem o dinheiro sair da empresa.

 

Não aceitamos nem podemos aceitar!

Não aceites também!

 

Os trabalhadores do entreposto de Torres Novas vão avançar para a greve no dia 3 de Dezembro

 

O LIDL não está a assegurar aos trabalhadores dos Armazéns Frigoríficos condições de segurança e saúde em todos os aspectos relacionados com o trabalho, aplicando as medidas necessárias tendo em conta os princípios gerais de prevenção.

 

É urgente reconhecer e compensar a exposição ao risco de trabalhar em temperatura controlada

 

Exigimos melhores condições de trabalho, que garantam a diminuição dessa mesma penosidade, aliado a um subsídio pela stress causado pelo trabalhador estar sujeito a essa mesma penosidade e risco, independentemente, das medidas que a empresa possa vir a tomar para diminuir o referido risco.

 

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Caderno Reivindicativo para 2022 para os Trabalhadores do Auchan

 

Conclusões da Reunião do dia 18 de Outubro entre o Secretariado Nacional e a Direcção Nacional dos Recursos Humanos do Grupo Auchan.

Caderno Reivindicativo
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Caderno Reivindicativo dos trabalhadores da FNAC

 

Nos últimos anos, a generalidade dos trabalhadores da FNAC perdeu poder de compra e viu as suas condições de trabalho piorarem.

 

Há menos trabalhadores nos locais de trabalho do que os que havia antes da pandemia.

 

Para discussão destas reivindicações está já marcada reunião com a empresa para o próximo dia 22 de Novembro de 2021.

Caderno Reivindicativo
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20 anos repletos de injustiças e desvalorização profissional, dão origem à desmotivação e desilusão dos trabalhadores do El Corte Inglés!

 

Uma empresa que obteve 142 MILHÕES DE LUCROS, no ano de 2020, ano de Pandemia, não tem justificação para não melhorar as condições dos seus trabalhadores.

Caderno Reivindicativo
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É urgente a valorização dos trabalhadores do Pingo Doce

 

Desde 2005 que a carreira profissional dos trabalhadores do Pingo Doce é atacada.

 

Se o Pingo Doce tivesse, em 2021, aumentado em 90€ todos os seus 35 mil trabalhadores, em Setembro de 2021, teriam tido mais de 285 milhões de euros de lucro.

 

Não é por falta de dinheiro que o Pingo Doce não aumenta os trabalhadores e não valoriza as suas carreiras.

 

Solicitamos reunião para o dia 18 de Novembro, mas a empresa respondeu não ter disponibilidade nem apresentando data alternativa.

 

Vamos insistir com o agendamento da reunião e intensificar a Luta.

Caderno Reivindicativo
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LIDL continua a recusar o pagamento do dia em que os trabalhadores foram vacinados contra a COVID-19

 

Uma clara tentativa de aproveitamento da situação epidemiológica para atacar os trabalhadores e os seus direitos é o facto da LIDL, estar a considerar a falta dada pelos trabalhadores para a toma da vacina como justificada, mas com perda de retribuição.

 

O Lidl está obrigado a promover a vacinação gratuita dos trabalhadores e a obedecer às recomendações da DGS (artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 84/97, de 16 de Abril, na sua versão actual, relativo à protecção da segurança e saúde dos trabalhadores contra os riscos resultantes da exposição a agentes biológicos durante o trabalho), não podendo impor qualquer encargo aos trabalhadores (artigo 15.º, n.º 12 da Lei n.º 102/2009, de 10 de Setembro na sua versão actual).

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Aberto o processo negocial na DIA Portugal

Próxima reunião 23 de Novembro

 

A comissão sindical do CESP informa que no passado dia 14 de Outubro de 2021 se realizou a primeira reunião de negociação do caderno reivindicativo para o ano de 2022.

 

A reunião, realizada com representantes da Direcção de Recursos Humanos, teve como objectivo iniciar o processo de negociação do conjunto de reivindicações levantadas pelos trabalhadores das lojas e armazéns de todo o país.

 

Ficou definido que o processo negocial se irá desenrolar por várias reuniões até ao final do ano, considerando a evolução da concretização do orçamento da empresa para 2022.

 

O CESP reafirmou a urgente necessidade de valorizar os salários e as carreiras dos trabalhadores, nomeadamente, através de aumentos dignos do salário e do subsídio de refeição.

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Caderno Reivindicativo dos Trabalhadores do Grupo SONAE

 

O CESP enviou pedido de reunião à empresa, a se realizar no mês de Novembro para discutir as reivindicações dos trabalhadores para 2022.

 

SABIAS QUE?

  • Assim que terminas a tua jornada diária de trabalho, deixas de estar obrigado a responder a SMS colocadas em grupos de redes sociais?
  • Tudo que a empresa nos pretende transmitir tem de ser feito no local de trabalho durante o nosso período de laboração.
  • Diz não ao abuso do patrão!
Caderno Reivindicativo
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Caderno Reivindicativo dos Trabalhadores da DIA Portugal

 

O CESP entregou um pedido de reunião à empresa, que irá ser realizada dia 14 de Outubro, para discutir as reivindicações dos trabalhadores para 2022.

Caderno Reivindicativo
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LIDL altera os horários de trabalho e impõe trabalho nocturno

 

O CESP exige que a empresa recue imediatamente nesta alteração unilateral do horário de trabalho.

 

O CESP irá tomar todas as medidas ao seu alcance, caso a Direcção de Recursos Humanos do LIDL mantenha intransigente na resolução do problema.

 

LIDL condiciona vacinação COVID-19 aos trabalhadores

 

O Sindicato enviou ofício à empresa a exigir que a ausência seja justificada e remunerada, a ausência de resposta até ao momento, a desmentir tal prática, vem confirmar a veracidade das denuncias. 

 

O Lidl não pode condicionar e impor qualquer punição a quem pretende tomar a vacina COVID-19.

 

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Comunicado aos Trabalhadores do Grupo SONAE
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Alerta!

 

O que pretende a Makro com a implementação de um Regulamento Interno? O que está em causa para os trabalhadores?

 

A Makro evidencia as obrigações dos trabalhadores neste Regulamento, mas esquece de mencionar os seus direitos.

Nomeadamente, os de trabalhador-estudante, da parentalidade ou mesmo no que se refere a horários flexíveis para trabalhadores com necessidades familiares.

 

Chega a considerar como benefícios da empresa, direitos dos trabalhadores conquistados pelos próprios e legalmente consagrados.

 

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LIDL rejeita as reivindicações dos trabalhadores!

 

Após intervenção do Sindicato junto do Ministério do Trabalho, o CESP reuniu com os representantes da LIDL, no passado dia 21 de Julho, para a discussão das principais reivindicações dos trabalhadores:

 

  • Aumentos salariais de 90€ mensais (3€ diários); 
  • O aumento da carga horária dos trabalhadores em part-time para as 32h semanais;
  • Recusa de revistas pessoais e a viaturas nos entrepostos.

 

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Trabalhadores dos Armazéns da Jerónimo Martins reivindicam aumento dos salários e condições de trabalho

 

Considerando os lucros milionários da empresa e a clara estagnação salarial e a desvalorização profissional, sentida pelos trabalhadores com mais anos de antiguidade na Jerónimo Martins, os trabalhadores reivindicam ainda este ano:

  • Aumento salarial de 90€ (3€/dia) para todos os trabalhadores sem discriminações;
  • Aumento de subsídio de alimentação, cujo valor é de 5,40€ há muitos anos.
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Na Rádio Popular vale a pena lutar!

 

O CESP tem vindo a colocar várias questões e problemas com o objectivo de melhorar e fazer cumprir as várias matérias dos CCT das diferentes regiões e felizmente algumas delas têm sido corrigidas e principalmente aplicadas.

 

É uma enorme conquista que pela primeira vez a empresa cumpra o pagamento das médias retributivas que equivale a um melhoramento salarial! 

 

Vamos continuar a luta para que a empresa cumpra integralmente os diferentes Contratos Colectivos de Trabalho.

 

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Maxmat garante haver manutenção dos postos de trabalho, dos salários e direitos

 

No passado dia 2 de Julho, o CESP reuniu com representantes da empresa para discutir o futuro, com a anunciada venda ao Grupo BME, que já detinha participações na empresa.

 

Da reunião, ficou claro que:

  • A venda corresponde apenas a uma alteração da estrutura accionista. O Grupo SONAE vendeu toda a sua participação ao Grupo BME;
  • A Maxmat continua a ser filiada na APED, a associação patronal do sector, pelo que todos os direitos dos trabalhadores se mantêm, não havendo qualquer limite temporal à manutenção dos direitos dos trabalhadores;
  • A Maxmat garantiu ainda não estar prevista qualquer redução dos postos de trabalho, quer dos trabalhadores das lojas quer dos trabalhadores afectos aos serviços centrais (trabalhadores da SONAE).

 

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Trabalhadores da Dia Minipreço em luta, fortes e unidos em todo o país!

 

Nas acções de 24, 25 e 26 de Junho nos armazéns, e no dia 25 também nas lojas de todo o país, essa exigência ficou demonstrada!

 

Fortes adesões nos armazéns durante os três dias, muitas lojas fechadas e com funcionamento condicionado por todo o país, foram um claro sinal da disponibilidade para a luta, e da profunda insatisfação dos trabalhadores na Dia Minipreço.

 

A Comissão Sindical do CESP já enviou pedido de reunião à direcção da empresa, para:

  • Exigir o aumento salarial de imediato e integral, com valores que dignifiquem as carreiras e a antiguidade de todos; 
  • Denunciar e participar na resolução nos problemas de condições de trabalho que frequentemente são detectados nos locais de trabalho de todo o país;
  • Transmitir a força e vontade dos trabalhadores, de continuar a lutar!
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Mercadona tenta ludibriar os trabalhadores

 

O Mercadona usa artifícios para dizer que é melhor que qualquer outro patrão mas, na verdade, ataca de igual forma os direitos dos trabalhadores e os seus direitos.

 

Vejamos:

 

  • O Mercadona obriga os trabalhadores a assinarem um contrato individual de trabalho, onde está definido que o pagamento do subsídio de Natal e de Férias é pago em duodécimos. 
  • O que o Mercadona faz é pagar o Salário Mínimo Nacional!
  • O que o Mercadona faz depois, com mais um dos seus artifícios, é pagar um suplemento aos trabalhadores que vai diminuindo, de cada vez que o Salário Mínimo Nacional sobe.

 

Se o Mercadona quer pagar mais, pode pagar mais. Não há lei que o proíba. Mas porque não está tudo como salário?

 

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Sim, é possível aumentar salários na LIDL!

 

A LIDL, mesmo em contexto de pandemia teve um crescimento de lucros. Crescimento garantido, à custa dos trabalhadores, que mesmo sobre enorme pressão, contribuíram para o sucesso da empresa.

 

Não se compreende por que razão a administração ainda não deu resposta à proposta de aumento dos salários de todos os trabalhadores em 3€/dia (90€/mês) e a fixação do subsídio de alimentação em 8,5€/dia.

 

Face à ausência de resposta do LIDL, para negociar o Caderno Reivindicativo de 2021 dos Trabalhadores, o CESP vai pedir intervenção do Ministério do Trabalho, para agendamento da respectiva reunião.

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FNAC persiste em recusar valorizar o trabalho e os trabalhadores

 

A Luta terá de se intensificar

 

No passado dia 14 de Maio, o CESP reuniu com a FNAC para discutir o aumento dos salários de todos os trabalhadores

Mais uma vez, a FNAC afirma que aumentar todos os trabalhadores não é justo, e que os aumentos têm de ser em resultado das avaliações de desempenho. Segundo a empresa, esta é a única forma justa de valorizar o “empenho”.

 

A verdade é que:

  • 38% dos trabalhadores da FNAC recebem o Salário Mínimo Nacional (SMN)
  • 90% dos trabalhadores da FNAC recebem até 680€
  • Na FNAC, um trabalhador com 8 ou mais anos de antiguidade recebe mais 15€ que o SMN
  • Em 2020, não houve aumentos dos salários da generalidade dos trabalhadores da FNAC
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21 e 22 de Maio foi um dia de Unidade e Luta dos trabalhadores da DIA/Minipreço!

 

Nos dias 21 e 22 de Maio, os trabalhadores dos armazéns demonstraram muita coragem na adesão à greve decretada pelo CESP, dando um sinal claro do seu descontentamento perante a proposta de tabela salarial apresentada pela empresa.

 

Uma proposta que não valoriza todo o desempenho e profissionalismo de todos os trabalhadores, que não valoriza as carreiras e os anos de serviço!

 

O balanço é de que foi uma grande luta nacional, em que os trabalhadores dos 3 armazéns, operadores e administrativos, numa acção de solidariedade e coragem sem precedentes nesta empresa, estiveram em piquete e aderiram em massa à greve, em todos os turnos!

 

Uma luta que demonstrou claramente a disponibilidade dos trabalhadores para continuar a lutar até que a sua dignidade seja restaurada!

 

Como resultado imediato desta luta, estivemos no dia 25 de Maio reunidos com a direcção da empresa a exigir aumentos dignos e a exigir a retirada dos injustos e infundados processos disciplinares dirigidos aos trabalhadores!

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CESP reuniu com a Rádio Popular para apresentar reivindicações dos  trabalhadores e resolver problemas existentes

 

Na reunião a 7 de Maio, o CESP apresentou à empresa as reivindicações dos trabalhadores:

 

  • Subsídio de alimentação para TODOS no valor de 5,50€;
  • Aumento do valor do prémio de loja;
  • Objectivos nas megas com menos subfamílias (está demasiado partido);
  • Pagamento adicional aos trabalhadores que executam tarefas de apoio EGL.

 

Vale a Pena Lutar

 

Na reunião a empresa assumiu o compromisso de regularizar os valores em falta aos trabalhadores das lojas do distrito do Porto, Vila Real e Bragança, devidos pelo trabalho prestado aos domingos e feriados. Os valores serão pagos em 4 tranches, nos meses de Maio, Julho, Setembro e Outubro.

 

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Trabalhadores da Rádio Popular dizem basta!

 

Num ano particularmente difícil, e onde desde o início da pandemia os trabalhadores da Rádio Popular nunca pararam, estiveram sempre no activo e disseram “presente” independentemente das dificuldades, todo este esforço apenas valeu para se verem confrontados com várias crueldades por parte da empresa.

 

Os trabalhadores da Rádio Popular não podem pagar a factura da pandemia, como se fossem culpados pela sua existência e pelas decisões tomadas pelo Governo para a mitigar.

 

É hora de dizer basta!

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3 de Abril foi um dia de Unidade e Luta dos trabalhadores da DIA/Minipreço em todo o país!

 

Numa significativa manifestação de insatisfação com o comportamento da empresa Dia Portugal, que insiste em não dignificar os rendimentos e as condições de trabalho nas lojas e armazéns, muitas centenas de trabalhadores estiveram em greve por todo o país!

 

Os trabalhadores mostraram-se disponíveis para a luta por uma vida digna, e aderiram à greve marcada pelo CESP.

 

Foram muitas lojas que estiveram encerradas, e muitas outras que sofreram transtorno no horário de funcionamento!

 

2021 será um ano em que não iremos abrandar a luta pela dignidade na Dia Portugal, até que haja um claro aumento dos rendimentos dos trabalhadores e uma melhoria significativa nas condições de trabalho, dos horários dignos às condições de segurança e saúde sanitária nas lojas e armazéns, pelo fim da precariedade e do “terror” das terceirizações!

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Mais uma vez, o El Corte Inglés, negligenciou as preferências e as necessidades dos seus trabalhadores, desta vez, no que diz respeito à MARCAÇÃO DE FÉRIAS.

 

Surgiu com um “Quadro de Férias Ano 2021”, onde, contrariando o Art.º 241, do Código do Trabalho, impôs vários períodos de férias, com datas de início e fim pré-definidas, repartidas por períodos de 10 e 12 dias, eliminando alguns dias pontuais e anulando o período de 16/06/2021 a 04/07/2021.

 

O período de férias tem que ser marcado por acordo entre o empregador e o trabalhador. Tal não aconteceu!

 

Não vamos ficar parados e calados perante injustiças e incumprimentos da Lei!

 

Demos seguimento a esta situação, pedindo a intervenção da ACT – Autoridade para as Condições do Trabalho.

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LIDL: Os direitos dos trabalhadores não estão em confinamento!

 

O CESP (Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal) soube que o LIDL anda a comunicar, através de portal interno, para que os chefes de loja exijam às trabalhadoras em período de amamentação após um ano de vida do bebé, um atestado médico mensal a justificar esse facto, caso contrário serão marcadas faltas injustificadas.

 

O CESP já enviou ofício à empresa a comunicar que não faz qualquer sentido esta postura, e que a ameaça de que serão marcadas faltas injustificadas deve terminar de imediato.

 

Se esta situação não ficar resolvida, teremos que tomar medidas junto da ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho) e da CITE (Comissão para Igualdade no Trabalho e no Emprego).

 

Se a situação persistir, os trabalhadores devem contactar o CESP.

 

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Na DIA Portugal o trabalho é essencial, mas o salário é o mínimo!

 

Sabias que a Dia Portugal continuou a ser a referência no sector das lojas de proximidade em Portugal e que apresentou uma subida nas vendas de 7,6% em 2020, apesar da pandemia?

 

A Dia Portugal recompensa o trabalho, a dedicação e o esforço dos trabalhadores com salários de miséria, discriminação salarial e com desrespeito pelas suas estruturas representativas, pelas suas reivindicações, aspirações e anseios!

 

Não aceitamos esta posição e, mais do que nunca, exigimos aumentos salariais dignos, que valorizem as profissões e as carreiras dos trabalhadores!

 

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AUCHAN CONTINUA A REJEITAR REUNIR COM OS REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES

 

O Grupo Auchan no ano de 2020, mesmo em contexto de pandemia teve um crescimento de lucros, mas os trabalhadores considerados “essenciais” e que contribuíram para o sucesso da empresa, continuam a receber salários baixos. O aumento das vendas online devido ao contexto social que a pandemia provocou, aumentou exponencialmente as vendas e por consequência os lucros do Grupo. 

 

O Grupo Auchan tem todas as condições financeiras para melhorar as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores ao seu serviço, corrigir as injustiças nas carreiras profissionais, e acabar com os horários desregulados e desumanos nos locais de trabalho.

 

A empresa decidiu, recentemente, alterar a forma de processar os descontos de faltas, penalizando, mais uma vez, os trabalhadores. 

 

Ao descontar 8h em vez de 1 dia, a empresa desconta assim 1,36 do dia. Ou seja, considerando um salário de 690€, em situação de 1 dia de falta a empresa passou a descontar 31,85€ em vez dos 23€ que descontava até aqui. Medida que não aceitamos, não compreendemos e penaliza os trabalhadores. 

 

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CESP reuniu com a DRH para a regularização das situações que afectam os Trabalhadores do Armazém DIA em Vialonga

 

Efectuou-se, no passado dia 11 de Fevereiro, uma reunião com os representantes da Dia Portugal. O CESP solicitou resposta às questões avançadas em Ofício enviado à empresa, designadamente em matéria de Segurança Saúde no Trabalho.

Conclusões da reunião
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Intermarché da Malveira não respeita os direitos dos trabalhadores

 

As vendas das cadeias de distribuição alimentar nestes dias tiveram subidas de vendas nas ordens dos 350%, há trabalhadores a permanecer nos seus locais de trabalho mais de 8h diárias, demasiado tempo expostos ao risco de contágio.

 

Não aceitaremos que as empresas usem a chantagem sobre os trabalhadores para aumentar ainda mais as cargas horárias, retirar dias de descanso.

 

O CESP continuará a funcionar diariamente para assegurar todo o apoio aos trabalhadores do sector na resolução de conflitos ou dúvidas.

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A larga maioria dos trabalhadores da FNAC vai ser aumentada para o Salário Mínimo Nacional

 

Depois de ser anunciado o Salário Mínimo Nacional para 2021, o CESP pediu uma reunião com os recursos humanos da FNAC para se falar do caderno reivindicativo dos trabalhadores da empresa.

 

Entre vários assuntos, pedia-se um justo aumento de ordenado para todos os trabalhadores, visto que em 2020 não houve nenhuma actualização dos seus salários, tirando os trabalhadores que já anteriormente ganhavam o ordenado mínimo.

 

Em 2020, os trabalhadores que tinham 6 anos de casa ficaram a receber o salário mínimo.

 

Este ano o problema alastra-se para os que estão a trabalhar há mais de 8 anos.

 

A estrutura sindical vai avançar com plenários em todas as lojas e armazéns no território nacional, para os trabalhadores decidirem as formas de luta contra esta injustiça.

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Minipreço enfia o barrete aos Trabalhadores!

Todos à GREVE dia 31 de Dezembro!

 

A DIA Portugal rejeitou discutir as reivindicações dos trabalhadores, chantageando que só estaria disponível se o CESP suspendesse o pré-aviso de greve dos trabalhadores dos armazéns de Valongo.

 

A acção de luta em Valongo está em marcha porque os trabalhadores daquele armazém o decidiram, tendo em conta que as suas reivindicações em matérias de rendimentos e condições de trabalho nunca tiveram uma resposta da parte da empresa.

 

Reafirmamos a nossa disponibilidade para dialogar com a DIA Portugal, sem que isso seja um entrave à luta reivindicativa. Na mesa de negociação ou no local de trabalho, não nos demitimos do nosso papel de dinamizar a luta por melhores salários, por horários dignos, por mais e melhores condições de trabalho nas lojas, armazéns e escritórios.

 

Dia 26 de Dezembro, Greve dos Trabalhadores do Armazém de Valongo

Dia 31 de Dezembro, Greve de todos os Trabalhadores DIA Portugal

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Pré-aviso de Greve 31 de Dezembro
Pré-Aviso Greve Dia Portugal Supermercad
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Caderno Reivindicativo 2021 dos Trabalhadores da SONAE

 

A 19 de Novembro realizou-se a 1ª reunião com a empresa para discussão do Caderno Reivindicativo para 2021.

 

Com ou sem pandemia, a história é a mesma.

 

Continuam os baixos salários, continua a precariedade, a desregulação dos horários, a discriminação entre trabalhadores e a repressão nos armazéns e nas lojas.

 

É urgente reverter este caminho. Só é possível a mudança com a unidade dos trabalhadores, integrados no seu sindicato de classe, o CESP.

Caderno Reivindicativo
Caderno Reivindicativo Grupo Sonae 2021.
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Comunicado aos Trabalhadores
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Caderno Reivindicativo El Corte Inglés para 2021

 

Tendo em conta este novo contexto que se tem vivido no nosso país, e no mundo, devido à pandemia do COVID-19, tem sido exigido um grande esforço aos trabalhadores.

 

Como tal, é ainda mais legítimo que estes mesmos trabalhadores, muitos deles já com um sentimento de injustiça muito antes desta nova realidade, considerem ser valorizados.

 

É neste enquadramento que, como acontece todos os anos, vai ser entregue à Administração do El Corte Inglês, o Caderno Reivindicativo para o ano 2021, para que seja discutido com os representantes dos trabalhadores, o CESP.

Caderno Reivindicativo
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Caderno Reivindicativo dos trabalhadores da Pingo Doce/Jerónimo Martins para 2021

 

Considerando a clara estagnação salarial e a desvalorização profissional e salarial, sentida pelos trabalhadores com mais anos de antiguidade no Pingo Doce/Jerónimo Martins, os trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins, reivindicam para o ano de 2021:

 

1) Aumento salarial de 90€ (3€/dia) para todos os trabalhadores sem discriminações, fazendo caminho para que o salário mais baixo na empresa atinja os 850€ a curto prazo;

 

2) Aumento do subsídio de alimentação em 1€/dia para todos os trabalhadores;

 

3) Respeito pelo direito à conciliação entre a vida profissional e a vida pessoal e familiar, cumprindo as regras para a organização dos horários de trabalho, nomeadamente:

  • Fim da desregulação e das alterações diárias aos horários;
  • Fim imediato do Banco de Horas Grupal;
  • Encerramento ao Domingo e Feriados;
Comunicado aos Trabalhadores
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AUCHAN REJEITA REUNIR COM OS REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES

 

O Grupo Auchan este ano, mesmo em contexto de pandemia teve um crescimento de lucros, crescimento esse garantido pelos trabalhadores, que mesmo sobre enorme pressão, contribuíram para o sucesso da empresa. O açambarcamento e o aumento das vendas online devido ao contexto social que a pandemia provocou, aumentou exponencialmente as vendas e por consequência os lucros do Grupo.

 

O Grupo Auchan tem todas as condições financeiras para melhorar as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores ao seu serviço, trabalhadores agora considerados essenciais para o País, mas que se mantêm com baixos salários, com discriminações salariais e injustiças nas carreiras profissionais, com ritmos desumanos nos locais de trabalho.

Caderno Reivindicativo
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Caderno Reivindicativo para 2021 dos trabalhadores da empresa DIA Portugal

 

Este Caderno Reivindicativo reflecte acima de tudo duas coisas:

 

A primeira é a urgente e fundamental necessidade de aumentar os rendimentos dos trabalhadores, valorizar as carreiras e as profissões.

 

A segunda é a postura que a empresa tem assumido perante as necessidades e aspirações dos trabalhadores: nenhuma!

 

É inaceitável que a DIA Portugal continue a virar as costas aos trabalhadores e aos seus representantes, ignorando as dificuldades e desrespeitando quem no seu dia a dia contribui efectivamente para os lucros e crescimento da empresa.

 

Está mais que na hora de inverter esta política de degradação das condições de trabalho! 

Caderno Reivindicativo
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Lidl insiste na prática de “dar um chouriço em troca do porco!”

 

Mais uma vez, a Lidl muda as regras a meio do jogo, ao anunciar a criação de um novo escalão e um aumento salarial, mas só às chefias de loja e trabalhadores no último escalão.

 

Valorizamos todos os trabalhadores unidos na luta, que nunca baixaram os braços e só assim foi possível conseguir que a Lidl comunicasse este aumento salarial, embora aplicado de maneira discriminatória. É insuficiente e fica aquém do reivindicado pelos trabalhadores, que reivindicam 3€/dia, 90€/mês para TODOS OS TRABALHADORES Lidl.

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Todos os Trabalhadores dos Entrepostos do LIDL à Greve de 1 hora por dia, das 14h00 às 15h00

26 de Outubro a 1 de Novembro

 

Em luta pelo:

 

  • Aumento dos salários de todos os trabalhadores
  • Subsídio de frio para quem trabalha em temperaturas refrigeradas
  • Aumento das cargas horárias semanais para 32h mínimo
  • A negociação do caderno reivindicativo
  • A resolução dos problemas colectivos dos trabalhadores do Lidl
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lidlout20.pdf
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FNAC: Não pago as contas, a casa e a comida com o banco de horas!

 

A Fnac paga o salário mínimo nacional aos trabalhadores até 8 anos de trabalho e 650€ para quem está há mais de 8 anos na empresa, e muitos dos trabalhadores não são aumentados há vários anos!

 

Com o banco de horas a Fnac pode obrigar-te a trabalhar mais duas horas por dia. O trabalhador vai ficar 12 horas afastado da família pelo mesmo salário!

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Folha Sindical Fnac 2020 09 - Banco de
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DIZ NÃO AO TRABALHO DE BORLA!

DIZ NÃO AO BANCO DE HORAS!

TRABALHADORES DA SONAE, 21 A 27 DE SETEMBRO, VOTA NÃO!

 

A SONAE pretende aplicar o Banco de Horas Grupal através da realização de um referendo de 21 a 27 de Setembro.

 

Neste contexto, a empresa iniciou uma vasta campanha de desinformação que visa apenas enganar os trabalhadores e levá-los a votar sim no referendo para a aplicação do banco de horas grupal.

 

Informa-te junto do teu sindicato sobre o banco de horas e as implicações que terá na tua vida familiar e pessoal!

 

NÃO TE DEIXES MANIPULAR!

SINDICALIZA-TE!

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Golpada na Pingo Doce/Jerónimo Martins

 

Os trabalhadores sabem, assim como o CESP, que todo o processo para o referendo do banco de horas grupal não foi transparente, não foi correcto e que o objectivo da empresa é ter os trabalhadores a trabalhar mais horas a custo ZERO.

 

O sindicato, conforme já tinha informado, irá avançar com a impugnação do processo, em tribunal. Mas é preciso mais! é fundamental que nos locais de trabalho os trabalhadores mostrem o seu descontentamento, que não aceitam vender o seu tempo, o tempo pessoal, da família e de lazer!

 

Iremos vencer esta luta, sabendo que muitas outras virão. E todos os trabalhadores podem contar com o CESP, e o CESP conta com todos vocês na luta por melhores condições de trabalho e de vida!

 

Viva a luta dos trabalhadores!

O CESP (Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal) aproveita em primeiro lugar para saudar todos os trabalhadores da empresa DIA Portugal, pela sua firmeza e dedicação às populações num difícil momento em que se mantiveram nos seus locais de trabalho, garantindo um serviço essencial à sociedade.

 

É, mais do que nunca, tempo de valorizar o trabalho e os trabalhadores da DIA Portugal e de todo o sector da grande distribuição!

 

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Aos trabalhadores da Jerónimo Martins:

Diz NÃO ao Banco de Horas

 

Entre 16 de Julho e 3 de Agosto decorrem as votações do referendo para a instituição do Banco de Horas Grupal no Pingo Doce (lojas, cozinhas centrais e fábrica de massa fresca) e na Jerónimo Martins.

 

O banco de horas é mais uma forma da empresa dispor do teu tempo e da tua vida (pessoal e familiar) conforme lhe interessa, sem que tenhas direito a gerir o teu tempo, a programar e organizar a tua vida e sem conseguires conciliar a vida profissional com a vida pessoal e familiar.

 

Aceitar o banco de horas é aceitar que o patrão dispõe do teu tempo em função das suas vendas, dos seus lucros e dos seus interesses.

 

Após período de confinamento trabalhadores regressam ao trabalho ao ritmo e nas condições pretendidas pela FNAC

 

Os cortes salariais tiveram impactos muito negativos nos rendimentos dos trabalhadores.

 

Períodos de férias não gozados devido ao Lay-off têm de ser remarcados.

 

Os trabalhadores e o CESP denunciam que, neste período mais de 20% dos trabalhadores da FNAC foram despedidos (no período experimental e por caducidade dos contratos a termo) estando os trabalhadores neste momento com sobrecargas excessivas de trabalho.

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O CESP tomou conhecimento que em diversas lojas Pingo Doce do Distrito de Lisboa se está a verificar um grande aumento no número de trabalhadores infectados com COVID-19.

 

Os trabalhadores, face às situações relatadas que se agravam, e ao número crescente de trabalhadores infectados nos diferentes locais de trabalho da empresa, exigem que o plano de contingência seja revisto para implementação em todas as lojas e armazéns.

 

O CESP, uma vez mais, mostrou toda a disponibilidade para reunir com a empresa no sentido de agilizar estes processos de alteração aos planos de contingência e à tomada de medidas concretas.

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Os Trabalhadores da FNAC não aceitam imposição do gozo de férias

 

O Grupo FNAC emitiu um comunicado interno no qual pretende:

 

  • Marcar pelo menos 3 períodos de férias;
  • Obrigar à marcação e gozo de 10 dias úteis de férias até ao dia 3 Julho;
  • Que períodos com mais de 10 dias úteis de férias careçam de autorização escrita do Manager;
  • Impedir o gozo de férias no período de 15 de Novembro a 24 de Dezembro, nas Lojas.


Nas lojas do Algarve, Aeroporto, Viseu, Vila Real, Aveiro e Viana do Castelo, impedir a marcação de férias no mês de Agosto.

 

Tal pretensão é inaceitável, pois a mesma nada mais é do que uma imposição unilateral do direito ás férias por parte dos trabalhadores.


Apesar de estarmos num estado de calamidade, os direitos dos trabalhadores não estão suspensos!


O CESP já enviou oficio a denunciar esta imposição e a exigir a sua revogação.

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Pingo Doce/Jerónimo Martins Usa e Abusa do Banco de Horas e retira 1 dia de descanso semanal aos seus trabalhadores


Os trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins veem-se confrontados com a insuficiência de medidas de prevenção do contágio, nomeadamente, a falta de garantia de desinfecção dos espaços, bem como a garantia da limitação da entrada e aglomeração de clientes nas lojas, à semelhança de todos os trabalhadores da distribuição que diariamente assumem os seus postos de trabalho para garantir à população o acesso a produtos alimentares, considerados essenciais em momento de pandemia.


Os trabalhadores nos seus locais de trabalho devem continuar a defender o direito, em cada semana, a dois dias de descanso, que devem ser gozados juntos para possibilitar a recuperação efectiva do trabalhador.

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Prémio de 20% anunciado pelo Grupo Sonae foi truque


Foi recentemente veiculado numa campanha de comunicação interna e publicitado na comunicação social, que os trabalhadores do Grupo SONAE que estão na linha da frente nos locais de trabalho durante a pandemia iriam receber um prémio de 20% do seu salário.

 

Contudo, tal informação não corresponde inteiramente à verdade.


O que deveria ser uma justa recompensação pelo esforço dos trabalhadores, não é mais que uma campanha de branding, de divisão dos trabalhadores e de pressão para que estes abdiquem dos seus direitos.


O CESP reitera a sua posição de defesa do aumento dos salários de todos os trabalhadores e repudia esta e todas as discriminações, e exige que a SONAE cumpra com o compromisso assumido perante os trabalhadores e o país.

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Os Trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins em quarentena e com filhos menores estão a ser obrigados a ir trabalhar no período da Páscoa

 

Está em causa o direito à organização do trabalho em condições socialmente dignificantes, de forma a facultar a realização pessoal e a permitir a conciliação da actividade profissional com a vida familiar.


E para além disso, o direito à prestação do trabalho em condições de higiene, segurança e saúde, o direito ao repouso e a um limite máximo da jornada de trabalho.


Continua a ser colocado em primeiro lugar a ganância do lucro e só muito depois a saúde e até a vida dos trabalhadores.

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FNAC avança com Lay-off a partir de 1 de Abril para 86% dos Trabalhadores


A empresa acumulou lucros ao longo de muitos anos, assente na imposição de baixos salários e desregulação das regras da prestação de trabalho.


Durante este período, nunca tiveram qualquer disponibilidade para os partilhar com os trabalhadores.

 

Sobre a marcação das férias de forma unilateral, relembramos que o único regime aplicável à marcação das férias é o disposto no artigo 241º do Código do Trabalho.


O CESP irá enviar um ofício à empresa, porque consideramos que esta apesar de cumprir com os critérios exigíveis pelo normativo legal aplicável a este regime excepcional de lay-off simplificado, não se encontra em situação de crise empresarial para recorrer a este apoio.


Também, para clarificar que na empresa o rendimento ilíquido dos trabalhadores é composto por uma parcela variável significativa, motivo pelo qual devem esclarecer todos os trabalhadores sobre a forma como pretendem efectuar o cálculo sobre o valor que lhes será pago no final de cada mês.


No regime simplificado de lay-off, a retribuição dos trabalhadores é reduzida para apenas dois terços da sua retribuição normal ilíquida.

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Tel: 222 074 200

Fax: 222 037 674

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