El Corte Inglés - Tantos lucros, tantos milhões... e para os trabalhadores: "uma mão cheia de NADA!"

No passado dia 29 de Agosto, realizou-se mais uma reunião com a Direcção dos Recursos Humanos, após terem sido divulgados ao público os números dos lucros e recordes de vendas da empresa. Mas, mesmo assim, a postura da empresa mantêm-se igual!

 

Foram, mais uma vez, negados todos os pontos do caderno reivindicativo, assim como foram negados os pontos que iriam promover a melhoria de condições de trabalho.

 

Será benéfico para uma empresa, ter os seus funcionários descontentes? Não seria melhor para todos (empresa e funcionários), os trabalhadores estarem no seu local de trabalho em pleno bem-estar psicológico, com alegria e vontade de trabalhar? Será que esta empresa não consegue entender isso?

 

A postura da empresa é de LAMENTAR!

 

Precisamos de reforçar a luta e exigir melhores condições de trabalho!

Juntos somos mais fortes!

 

Folha Sindical ECI - Setembro 2017
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DIA Minipreço: Continuar a luta pela efectiva satisfação das reivindicações dos trabalhadores!

Terminaram no dia 15 de Julho as negociações do Caderno Reivindicativo entre a Empresa e a Comissão Sindical do CESP, sem acordo. Será resposto o pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário e trabalho normal em dia feriado.

 

Este processo foi importante pois, pela primeira vez, a empresa tentou assumir um papel de parceria e preocupação com as justas aspirações dos trabalhadores, em resultado do intenso processo de lutas, nomeadamente no dia 13 de Abril e no 1º de Maio, que foram um claro sinal das urgentes e necessárias mudanças que se exigem no plano salarial e social na Dia Minipreço/Clarel.

 

A empresa tentou assumir esse papel, mas não conseguiu.

 

Apesar da disponibilidade dos trabalhadores para o abrandamento da luta durante as negociações, num sinal de boa fé e de grande vontade da Comissão Sindical em chegar a um entendimento que fosse ao encontro dos interesses de todos, as respostas às reivindicações dos trabalhadores são nulas ou insuficientes.

 

Dando resposta às decisões e vontade dos trabalhadores manifestadas nos plenários e contactos realizados durante este processo, a luta continuará já com a reposição do pré-aviso de Greve ao trabalho extraordinário e ao trabalho normal em dia feriado, que se manterá, para todo o país, nas lojas e armazéns, até que a nossa voz seja ouvida e que a Dia Portugal compreenda, de uma vez por todas, que a maior riqueza desta empresa é, em primeiro lugar, quem nela trabalha todos os dias!

 

A Comissão Sindical continuará a realizar plenários e contactos com os trabalhadores para decidir outras formas de luta para que haja efectiva satisfação das reivindicações dos trabalhadores.

Comunicado DIA Minipreço Julho 2017
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Lidl responsabiliza os Operadores de Loja pelos maus resultados de inventário.

O Lidl está a ter práticas inadmissíveis nos últimos tempos. A empresa não contrata vigilantes e assim evitando os roubos, furtos e afins, transferindo a responsabilidade dos maus resultados do inventário para os operadores de loja.

 

Os operadores de loja não podem ser repreendidos por uma função ou tarefa não contemplada no Contrato Colectivo de Trabalho!

Folha Sindical Lidl Julho 2017
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Resolução Reunião 10 de Julho
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Associação Patronal e Empresas já apresentaram contraproposta com valorização da carreira profissional dos Operadores de Armazém

Continuamos a exigir a categoria profissional de Operador de Armazém especializado e o aumento dos salários de todos os trabalhadores!

 

Na reunião de 21 de Junho de 2017, a APED, em representação das empresas, afirma que os sindicatos terão que negociar "contrapartidas" nomeadamente em matéria de organização do tempo de trabalho (banco de horas, redução do valor pago por trabalho suplementar) e redução do valor pago por trabalho em dia feriado.

Não aceitamos medidas que desregulem os horários de trabalho e impossibilitem o direito à família e vida pessoal e reafirmamos as propostas do CESP/Fepces!

 

Para a conclusão deste processo negocial com aumentos salariais para todos os trabalhadores e com a correcção completa da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém é fundamental a luta dos trabalhadores.

As empresas e a APED na próxima reunião, marcada para o dia 20 de Julho de 2017, responderão às propostas apresentadas pelo CESP.

 

Junho, 2017

Comunicado Grande Distribuição Junho 2017
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Greve no Pingo Doce de Braga Parque e Vila Verde dia 1 de Julho!

Pelo aumento dos salários, e pelo cumprimentos dos direitos e da Lei, os trabalhadores do Pingo Doce de Braga Parque e Vila Verde vão levar a cabo uma greve no próximo dia 1 de Julho.

Pre aviso greve Loja Pingo Doce - Braga
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Pre aviso de greve - Loja Pingo Doce Vil
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Dia Minipreço/Clarel: Vale a pena lutar!

A comissão sindical do CESP vem por este meio informar todos os trabalhadores que começaram as negociações do caderno reivindicativo na empresa Dia Minipreço/Clarel e neste momento a mensagem que queremos passar é de confiança e esperança neste processo.

 

Este é um momento muito importante para todos os que trabalham nesta empresa. Foi com o seu empenho, unidade e luta solidária que este importante passe foi alcançado!

 

Nos armazéns e lojas, de Norte a Sul do nosso país, foram muitas dezenas as acções de luta, com especial referência ao dia 13 de Abril, que envolveram centenas de trabalhadores e que levaram a empresa a esta alteração na posição da empresa.

 

A duração das negociações está prevista até ao dia 15 de Julho. A comissão sindical apela a todos os trabalhadores que se mantenham atentos e vigilantes e que continuem a combater as injustiças que se continuam a identificar na empresa.

 

Unidos somos mais fortes! Sindicaliza-te!

 

Junho 2017

Comunicado Dia Minipreço Junho 2017
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Greve dos Trabalhadores do Lidl a 2 de Junho!

Logísticas da Sonae: Com a luta dos trabalhadores e a intervenção e persistência do CESP e da Comissão Sindical começam a ver-se alterações positivas nas condições de trabalho!

Na última reunião com a Sonae, foram debatidos vários assuntos que dizem respeito ao conjunto das reivindicações dos trabalhadores apresentadas pelo CESP.

 

Concluiu-se que todas as conquistas conseguidas foram o resultado da resistência e luta dos trabalhadores da Sonae.

 

No entanto, muitas situações ainda estão por resolver. É fundamental prosseguir e intensificar a luta pelo aumento dos salários de todos os trabalhadores, pela valorização das carreiras profissionais e correcção da carreira de Operador de Armazém, a passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários que ocupam postos de trabalhos permanentes e a melhoria das condições de saúde e segurança.

 

Embora muitas das alterações não sejam, ainda, "visíveis" para muitos, a realidade é que com a participação e luta dos trabalhadores, acompanhada da intervenção e persistência do CESP e da Comissão Sindical, começam a verificar-se algumas melhorias nas condições de vida e de trabalho que representam conquistas importantes face às reivindicações apresentadas.

Folha Sindical - Logística Sonae - Maio 2017
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DIA Minipreço/Clarel: Convictos e justos, combativos e disponíveis para a Luta! Pela valorização dos Trabalhadores e dos Salários, contra o Assédio Moral!

O dia 13 de Abril demonstrou a unidade, a justiça das reivindicações, a disponibilidade para a luta e a coragem dos trabalhadores da Dia Minipreço/Clarel com a adesão à greve e as concentrações de Oeiras, Gaia e Albufeira justo às sedes da empresa. Foram mais de 500, os corajosos trabalhadores que disseram "Basta!" ao desrespeito da empresa pelas suas aspirações, dificuldades e reivindicações. Foram mais de 80 lojas fechadas em todo o país, não contando ainda com as que estivaram a trabalhar parcialmente abrindo apenas durante uma parte do dia.

 

Uma grande realização dos trabalhadores da Dia Minipreço/Clarel que, em harmonia com o seu sindicato de classe - o CESP - exigiram em voz bem alta uma resposta séria ao Caderno Reivindicativo apresentado em Outubro de 2016.

 

A 4 de Maio, reuniu o CESP com a Dia Portugal. Esperávamos obter nesta reunião respostas às reivindicações dos trabalhadores, confirmadas nas grandes adesões à greve a 13 de Abril e 1º de Maio.

 

As respostas continuam a ser, de uma maneira geral, decepcionantes e sem responder a grande parte das reivindicações e preocupações dos trabalhadores.

 

Perante tudo isto, coloca-se aos trabalhadores, qual o caminho para a acção?

 

O CESP vai estar em todo o país, nas lojas e armazéns, a passar esta mensagem e a decidir com os trabalhadores o que fazer a seguir!

 

No final desta ronda, a 1 de Junho de 2017, teremos mais uma reunião com a DRH, para discutir as propostas da empresa e as reivindicações presentes no Caderno Reivindicativo.

 

É notório que as acções dos trabalhadores no dia 13 de Abril e 1º de Maio não passaram despercebidas e a força, unidade e disponibilidade dos trabalhadores em fazer valer o que é seu por direito, fez com que a empresa em parte reconsiderasse as suas acções e percebesse que A Luta vai Continuar!

 

O pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário e ao trabalho em dia feriado mantém-se até final de Junho. O CESP considera que este deve ser estendido até ao final do ano, até termos garantias de horários dignos para todos, contra as ameaças a quem se recusa a fazer trabalho extraordinário.

 

No dia 3 de Junho haverá uma grande acção de luta nacional convocada pela CGTP-IN. A luta geral é também a luta dos trabalhadores do comércio, escritórios e serviços. o CESP emitiu um pré-aviso de greve para o dia 3 de Junho, para que todos possam participar.

Folha Sindical - DIA Maio 2017
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É urgente o aumento dos salários e a correcção da injustiça na carreira profissional dos Operadores de Armazém

A APED (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição) e as empresas continuam sem apresentar a sua contraproposta à proposta sindical de aumento dos salários e subsídios e de correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém.

 

É urgente a correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém!

É urgente o aumento dos salários para todos os trabalhadores!

 

O CESP decidiu realizar uma semana de luta, de 22 a 26 de Maio de 2017, em todos os armazéns da grande distribuição, com realização de plenários e concentrações à porta dos armazéns.

 

Exigimos:

 

- 40€ de aumento para todos os trabalhadores;

- A eliminação da tabela B, aplicando-se a tabela A (mais alta) a todos os trabalhadores do sector;

 

A unidade e mobilização para a luta de todos os trabalhadores do sector pela satisfação destas reivindicações é muito importante.

 

12/05/17

Grande Distribuição - Maio 2017
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El Corte Inglês não leva a sério propostas e problemas dos trabalhadores!

No passado dia 6 de Março, realizou-se uma reunião com a Direcção da empresa para discutir o caderno reivindicativo de 2017, apresentado em Dezembro.

Em relação à nossa reivindicação de aumento de salário em 40 euros para todos os trabalhadores, assim como o aumento do subsídio de refeição, a empresa "manda para trás" e diz que nem sequer é discutível.

Voltamos a denunciar que os aumentos praticados no ECI são discriminatórios e sendo estes em percentagem, desfavorece quem tem salários mais baixos!

Existem trabalhadores com vários anos de casa a receberem, praticamente, o valor mínimo de entrada actual na empresa

 

"No ano passado, o El Corte Inglês atingiu um volume de negócios de 429 milhões de euros em Portugal, com resultados que ultrapassaram os 19 milhões." Tirado de O Jornal Económico em Novembro de 2016

 

Os lucros do El Corte Inglês são destinados, primeiramente, para os accionistas e para a renovação das zonas comerciais.

para os que trabalham, aqueles que dão os milhões de lucro à empresa, a nós... Nada!

A perseguição aos trabalhadores que, diariamente, dão a simpatia e a fidelização à empresa é uma constante.

São instaurados processos disciplinares ABUSIVOS e falos. Denigrem a imagem dos trabalhadores e provocam um ambiente de terror e opressão, de forma propositada.

Os trabalhadores têm ataques de pânico e ansiedade quando vêm trabalhar.

 

O ECI não pode tratar assim os seus trabalhadores!

Folha Sindical Abril
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Convocada Greve dos Trabalhadores da Minipreço/Clarel no 1º de Maio

Concentração frente à sede do Auchan reuniu centenas de trabalhadores vindos de todo o país

Aumentos salariais, fim dos horários desregulados e cumprimento do Contrato Colectivo foram alguns dos motivos que fizeram sair à rua os trabalhadores do Auchan. Na resolução aprovada, foram decididas novas formas de luta, caso não se resolvam os problemas na empresa.

 

Os trabalhadores em greve, de Norte a Sul do país, encontraram-se junto à sede do Auchan, em Alcântara, Lisboa, para reivindicar pela melhoria das condições de trabalho. Por aumentos salariais dignos, após a proposta escandalosa feita pela empresa de aumento de 0,20€ por dia, pelo fim da discriminação salarial que chega a atingir 80€ entre colegas que exercem as mesmas funções, pela regulação dos horários e cumprimento do CCT, considerando que a empresa viola a Lei e coloca os trabalhadores em situação em que lhes torna impossível conciliar a vida pessoal e familiar com o trabalho, exigiram também que o Jumbo Almada devolva o dinheiro que roubou aos trabalhadores, após ter descontado 2 horas diárias ao salário a quem trabalhou as 8 horas em Dezembro.

 

Com a presença do Secretário-Geral da CGTP-IN, abriu-se espaço para que os trabalhadores pudessem falar, colocando problemas concretos de cada local de trabalho, e foi seguidamente apresentada e aprovada uma Resolução, entregue à Direcção de Recursos Humanos, que se comprometeu a responder até ao fim do mês.

 

A Resolução aprovada aponta para a continuação da luta pelos cumprimento dos direitos e do Contrato Colectivo de Trabalho, incluindo já a participação no 1º de Maio, na manifestação da CGTP-IN, com dia de greve marcado.

Aos Trabalhadores da Auchan

Concentração Nacional de Trabalhadores da Auchan frente à sede da empresa em Lisboa - 5 de Abril de 2017 - 11h

 

A Auchan Portugal continua a recusar aumentos salariais dignos para os seus trabalhadores, "dando aumentos" que rondam os 0,20€ por dia depois de terem tido lucros consideráveis.

 

Os trabalhadores do Grupo Auchan estão a enfrentar graves problemas:

 

É constante a violação ao Contrato Colectivo de Trabalho no que respeita à organização dos horários de trabalho.

Os trabalhadores têm horários de trabalho completamente desregulados, que não permitem aos trabalhadores ter vida pessoal e familiar e trazem graves consequências para a saúde, fazendo da sua vida um inferno.

O Jumbo de Almada descontou ilegalmente 2 horas diárias a quem, em Dezembro, trabalhou 8 horas em cada dia!

A Auchan assume "que tem um problema com a organização de horários", no entanto não cumpre o CCT e não resolve o problema.

O Grupo Auchan continua a discriminar os seus trabalhadores salarialmente, e gritante a diferença salarial dos trabalhadores nestas situações (nalguns casos são mais de 80€ de diferença, entre trabalhadores com a mesma categoria profissional e as mesmas funções).

 

Não podemos aceitar este comportamento da Auchan!

Junta-te a nós na acção de luta do dia 5 de Abril às 11h frente à sede da empresa em Alcântara, Lisboa!

Comunicado Concentração Auchan
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Trabalhadores do Auchan exigem:

40€ de aumento salarial para todos!

Subsídio de alimentação de 5,60€!

25 dias úteis de férias!

Cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho!

 

O CESP e os trabalhadores continuam a exigir o aumento dos salários para todos os trabalhadores e o cumprimento das regras da organização dos horários de trabalho com o CCT em vigor.

 

Reunião com a Direcção Nacional de Recursos Humanos

 

Salários e outras prestações pecuniárias

 

 

A empresa recusa aumentar os salários e o subsídio de alimentação!

 

Assim faz os seus lucros a Auchan, à custa das exploração dos trabalhadores.

Aos trabalhadores com 5, 8 e mais anos de trabalho nas lojas, continuam a ser pagos salários na ordem dos 580€, e 632€ em topo de carreira com 10, 20 e 30 anos de antiguidade.

 

Os trabalhadores reivindicam aumento mínimo de 40€ para todos!

 

Horários de Trabalho

 

O incumprimento pela Auchan das normas para a organização dos horários de trabalho está a fazer a vida dos trabalhadores um autêntico inferno!

 

Os horários de trabalho têm de ser organizados no cumprimento das regras do CCT:

- Nas escalas (turnos) os trabalhadores têm de ter o mesmo horário de entrada e saída todos os dias da semana, quinzena ou mês;

- Os dias de descanso (folgas) devem ser juntos e coincidir com pelo menos 5 fins de semana e 15 domingo por ano;

- Os horários de têm de ser afixados com 30 dias de antecedência e só podem ser alterados com o consentimento do trabalhador;

A empresa assumo que tem um problema com a organização de horários de trabalho mas não o resolve.

 

Regulamento do Prime

 

Por exigência do Sindicato, foram retiradas as horas de formação do regulamento do Prime (as horas de formação não podem penalizar os trabalhadores).

Folha Sindical Março
Folha sindical Auchan Março 2017.pdf
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Trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins em Luta

Aumento dos salários de todos os Trabalhadores!

Correcção da injustiça na carreira dos operadores de armazém!

Respeito pelos direitos!

 

Ao envio do Caderno Reivindicativo para 2017 e proposta de datas para reunir, a empresa escolheu nada dizer!

 

Lucros de milhões, Aumentos de Tostões

 

Lucros de 593 milhões da Jerónimo Martins em 2016 traduzem-se nuns míseros euros de aumento apenas para os salários de entrada na empresa.

Aos trabalhadores com 5, 8 e mais anos de trabalho nas lojas, continuam a ser pagos salários na ordem dos 600€, e 627€ em topo de carreira com 10, 20 e 30 anos de antiguidade.

Nos armazéns a situação é ainda mais grave e os trabalhadores não recebem mais de 580€/mês.

Assim faz os seus lucros o Pingo Doce, à custa da exploração dos trabalhadores e da falta de condições nos locais de trabalho.

 

Os trabalhadores reivindicam aumento mínimo de 40€ para todos.

 

Horários e ritmos de trabalho que não respeitam as regras e tornam a vida dos trabalhadores num inferno.

Horários de trabalho afixados que não são cumpridos, horários de bolso, troca de folga sem consentimento/conhecimento dos trabalhadores são uma constante.

Os trabalhadores não têm direito à harmonização da vida profissional com a vida pessoal, familiar e social. A empresa sabe o que é a família, Aliás demonstra-o bem na recente campanha publicitária, muito sugestiva em relação à questão da família - "A mesa do cliente" onde sugere produtos para a sua mesa aquando das refeições que devem ser tomadas em família.

Mas aos trabalhadores da empresa não é permitido o direito à conciliação do trabalho com a família!

Aliás, muitas das lojam laboram já 24h/dia, 363 dias/ano (só fecham Dia de Natal e Ano Novo).

Ainda por cima horários desregulados e desumanos que dão cabo da saúde e da vida dos trabalhadores, em total desrespeito pela Lei e pelo Contrato Colectivo de Trabalho!

A fobia dos objectivos é tal que, para além de não respeitar as regras dos horários, se poupa também na falta de materiais, economato, manutenção nas máquinas e a sua reparação muitas vezes tardia, Tudo para cumprir os objectivos e não ultrapassar os plafonds.

Nalgumas lojas, anda o Director "de chaves de fendas em punho" a fazer "arranjos".

 

A União dos Trabalhadores e do CESP é fundamental para a resolução dos problemas dos trabalhadores nos seus locais de trabalho.

Folha Sindical Março
Folha sindical Pingo Doce -março17.pdf
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Dia Minipreço/Clarel: Abaixo-assinado contra abusos nos horários!

ALTERAÇÃO INTRODUZIDA NOS HORÁRIOS DE TRABALHO DE ABRIL A JUNHO NÃO RESPEITA O CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO

 

A Dia / Minipreço não pode obrigar os trabalhadores a aumentarem de 8 para 10 horas de trabalho diário, até 50 horas por semana, nos moldes em que esta opção está colocada nos mapas de horários de trabalho que chegaram às lojas no dia 1 de Março (Nota de rodapé em letras minúsculas).

 

A Comissão Sindical e o CESP já tomaram posição junto da empresa, sobre a ilegalidade desta alteração que a empresa introduziu nos horários.

Apelamos aos trabalhadores para que se unam e rejeitem no abaixo-assinado anexo esta atitude da empresa. 

A luta terá que continuar pela resposta às reivindicações dos trabalhadores e por horários dignos e regulados que permitam a harmonização entre a vida profissional e a vida pessoal e familiar dos trabalhadores!

 

3 de Março de 2017

A Comissão Sindical do CESP

Mais informação:
Informação aos Trabalhadores da DIA PORT
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Azambuja

Maia

 Grande adesão à Greve dos trabalhadores da SONAE Distribuição

 (Logísticas / Entrepostos da Maia e Azambuja)

 

Os trabalhadores estão em greve pela exigência de resposta da empresa às suas justas reivindicações:

 

- Aumento dos salários

- Correcção da injustiça da carreira profissional dos operadores de armazém

- Pela passagem a efectivos dos trabalhadores contratados a termo ou colocados por empresas de trabalho temporário

- Negociação do Caderno Reivindicativo

 

Os operadores de armazém das logísticas da Sonae, com 5, 10, 15, 20 anos de casa, têm salários de 557€. Caricatamente a Sonae anuncia salários para as novas admissões de 565€, os trabalhadores que já lá estavam, nem todos viram o seu salário actualizado para os tais 565€. além do que não é reconhecida a diferenciação entre níveis de qualificação.

 

Entretanto continua sem haver uma proposta, quer da Sonae quer da associação patronal (APED) para correcção da injustiça na carreira profissional de operador de armazém. De facto as logísticas da grande distribuição são fundamentais para os resultados e os estrondosos lucros destas empresas (a própria Sonae anunciou em 2016 lucros de 500 mil euros por dia) e o trabalho qualificado destes trabalhadores, em tudo semelhante aos trabalhadores destas empresas nas lojas, não é reconhecido sendo que, em topo de carreira, as diferenças salariais chegam a ultrapassar os 80€ por mês.

 

Os trabalhadores em greve realizaram acções de piquete de greve e manifestação na Maia e Azambuja.

 

A Sonae em reuniões com o Sindicato, no dia 22 de Fevereiro e hoje mesmo, afirma reconhecer a justiça da reivindicação dos trabalhadores e diz estar a trabalhar em conjunto com a APED para apresentação de uma contraproposta que vá ao encontro destas reivindicações.

  

Os trabalhadores consideram positivas estas evoluções e manifestam desde já a sua determinação em prosseguir a luta caso na reunião de negociação do contrato colectivo agendada para 9 de Março não sejam apresentadas propostas que venham efectivamente ao encontro das reivindicações dos trabalhadores.

 

24 Fevereiro 2017                                                      A Direcção Nacional do CESP

Dia Minipreço/Clarel: A Luta vai ter que continuar!

 

O ano de 2016 foi, para os trabalhadores, um dos piores vividos no grupo Dia em Portugal.


Com um ambiente social nunca antes vivido, com a insistência, agravamento e manutenção das discriminações salariais, com cortes na manutenção e limpeza das lojas, com a falta de manutenção dos aparelhos de ar condicionado, com a constante e permanente falta de trabalhadores em várias lojas e com o desrespeito total pelas preocupações e vontade dos trabalhadores enquanto, em processos de terciarização de lojas, escolhem sempre recolocar os funcionários quanto mais longe da sua área de residência, melhor.
  

 

 

 

O ano 2017 parece seguir o mesmo caminho que os anteriores com o grupo Dia, Portugal a continuar a não querer resolver os problemas dos trabalhadores.

 

 

 

Discriminações salariais

 

 

 

As discriminações salariais nas Lojas e Armazéns, em várias situações concretas e identificadas persistem e agravam-se!

 

 

 

Serviços de Limpeza nas Lojas

 

 

 

Voltam a cortar nos serviços das empresas de limpeza! Se em 2016 a Dia Portugal retirou 30 minutos ao serviço de limpeza que era feito nas lojas, com estes novos cortes as lojas ficam totalmente sem limpeza no período da tarde!

 

 

 

Reclassificação Profissional dos trabalhadores

 

 

 

A Dia Portugal quer rasgar o acordo que tem vindo a ser implementado ao longo dos últimos anos relativos à categorização dos responsáveis de loja, sub-responsáveis e 3ª chefias de loja.

 

 

Num processo denunciado pela primeira vez em 2006, a comissão sindical do CESP, após um impasse em chegar a entendimento com a Dia Portugal relativo às categorias dos três níveis de chefias nas lojas, acabou por avançar com três processos em tribunal de três trabalhadores associados no CESP, já no ano 2009, no sentido de apurar quem detinha a razão nesta matéria.

 

 

Em qualquer um destes três processos os trabalhadores ganharam e o tribunal veio obrigar a Dia Portugal a reconhecer que os trabalhadores têm direito a ter a categoria/salários respeitante às tarefas e responsabilidade!

 

 

 

Acordos de Mobilidade

 

 

 

Tem andando a Dia Portugal a entregar Acordos de Mobilidade funcional aos trabalhadores. Isto mais não é que utilizar os trabalhadores a seu belo prazer, colocando-os a assumir funções de chefia e voltando a colocá-los como operadores quando não fazem falta à empresa, tornando-os descartáveis e de utilização rápida, numa situação que trará instabilidade financeira e pessoal na vida dos trabalhadores, para além da desregulação hierárquica do funcionamento das lojas, com todos os prejuízos que isso acarreta.

 

 

Horários de trabalho

 

 

 

Continuam a ser frequentes os problemas com a elaboração e cumprimento da lei em relação aos horários de trabalho.

 

 

Não aceitamos horários alterados e realizados sem ter em conta a disponibilidade dos trabalhadores, assim como exigimos o cumprimento da lei!

 

 

 

Vivemos um momento em que o caminho é conquistar a melhoria das condições de vida e de trabalho para todos!

 


Hoje mais que nunca é fundamental a unidade dos trabalhadores para travar e inverter o caminho de retrocesso que vivemos na Dia Portugal!

 

Unidos venceremos!

 

Fevereiro de 2017

Mais Informação:
Folha sindical DIA Fevereirofinal.pdf
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Auchan/Jumbo de Almada desconta ilegalmente 2 horas diárias a quem em Dezembro trabalhou 8 horas em cada dia!

Os trabalhadores cumpriram a sua obrigação de trabalhar as 8 horas por dia e 40 horas por semana em Dezembro.

 

O Jumbo queria que alguns trabalhassem 10 horas diárias, duas gratuitas, em Dezembro, conforme consta dos mapas de horários entregues à Comissão Sindical.

 

Os trabalhadores recusaram tal imposição, por razões de saúde, exaustão e esgotamento, devido aos ritmos de trabalho impostos ao longo de todo o anos.

 

O Jumbo, apesar das várias reuniões, teimou em manter nos horar de Dezembro as 10 horas diárias de trabalho. Para evitar acusações aos trabalhadores de violação dos horários, o CESP emitiu um pré-aviso de greve para que os trabalhadores, que o quisessem, poderem legalmente fazer as suas normais 8 horas e sair não fazendo as horas a mais não remuneradas.

 

A Auchan Portugal, no vencimento de Janeiro desconta a cada trabalhador duas horas trabalhadas em Dezembro, pagando apenas 6 das 8 horas trabalhadas.

 

É um castigo da Auchan Portugal!

 

Não deram as horas, então para aprenderem, em Janeiro tiram-lhe parte do salário, já que em Dezembro os salários já estavam processados e não era possível cortar.

 

Tripla ilegalidade e abuso:

 

1ª ilegalidade e abuso

 

Desconta horas trabalhadas, porque não há faltas nem horas de greve para descontar, porque os trabalhadores cumpriram as 40 horas semanais, conforme se constata analisando o registo de presenças dos trabalhadores;

 

2ª ilegalidade e abuso

 

Insiste em não pagar minutos e horas, apesar de saber que é sempre ilegal fazer descontos inferiores ao tempo correspondente ao período normal de trabalho diário.

 

3ª ilegalidade e abuso

 

Em Janeiro forçaram os trabalhadores a ficar horas em casa, pressupostamente para compensar horas a mais que sabiam não tinham sido feitas em Dezembro, o que é manifestamente uma ilegalidade e abuso, e uma violação do direito ao trabalho.

 

O CESP denuncia as ilegalidades e abusos sobre os trabalhadores praticados por uma multinacional que apresenta excelentes resultados financeiros, e com os trabalhadores vai fazer uma campanha nacional e internacional de denúncia destas ilegalidades e abusos, exigir a intervenção da Inspecção de Trabalho, desenvolver acções públicas de luta, recorrer aos tribunais para anular estas e outras ilegalidades e abusos, exigindo respeito pêlos direitos dos trabalhadores e compensação para os lesados.

jumboalmadafevereiro17.pdf
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Exigimos resposta do Dia Minipreço ao Caderno Reivindicativo

 

A Comissão Sindical Nacional do DIA Portugal reunida a 25 de Janeiro de 2017 torna pública a seguinte Resolução:


- Perante o consecutivo adiamento do agendamento de reunião para discussão do Caderno Reivindicativo (16 de Dezembro 2016, 18 de Janeiro e agora 21 de Fevereiro de 2017);

 

- Num quadro em que o Caderno Reivindicativo para o ano de 2017 foi apresentado em 18 de Outubro de 2016, e na ausência até este dia de resposta da empresa àqueles que são os problemas e aspirações dos trabalhadores, reafirmamos e assumimos a disponibilidade dos trabalhadores para a luta e acção reivindicativa em todo o país;

 

 

- Exigimos resposta imediata aos problemas de assédio moral, ao fim da discriminação salarial, à actualização e valorização dos salários e subsídios, ao direito aos horários dignos e às condições de fardamento e espaços condignos para a prestação do trabalho nas Lojas e Armazéns.

 

Certos de que a nossa voz será ouvida, apelamos à unidade dos trabalhadores e ao bom senso da empresa.

 

 

Lisboa, 25 de Janeiro de 2017

 

A Comissão Sindical

DIA MINIPREÇO: Não assinar "Acordo de mobilidade funcional"!

A Comissão Sindical do CESP alerta os trabalhadores do DIA Minipreço para a recepção de um texto apresentado pela Direcção da empresa como "Acordo de Mobilidade Funcional".

O mesmo integra no seu clausulado matérias que põem em causa direitos dos trabalhadores.

 

A Comissão Sindical exorta todos os trabalhadores a NÃO ASSINAR o referido acordo e procurar junto dos membros da Comissão Sindical esclarecimentos sobre os perigos decorrentes da assinatura.

Pré-Aviso de Greve no Dia/Minipreço

O CESP anuncia que os trabalhadores do Dia Minipreço - Supermercados Unipessoal, Lda. declaram greve ao trabalho suplementar até dia 30 de Junho de 2017.

 

São Objectivos da Greve:

 

- Exigir à empresa horários humanizados que permitam a conciliação da vida profissional e pessoal dos trabalhadores;

- Exigir da empresa aumentos de salários justos e fim da discriminação salarial;

- Exigir à empresa condições de trabalho, designadamente, local condigno para os trabalhadores tomarem as refeições;

- Exigir à empresa fim do Assédio Moral;

- Exigir da empresa a reclassificação dos Operadores de Armazém A e B em Operadores de Armazém de 2º, 1º e Operador de Armazém Especializado;

 

Por uma vida melhor, a luta é o caminho!

Pre aviso de greve dia Minipreço - Prorr
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Auchan/Jumbo de Almada insiste em criar problemas aos trabalhadores

Em Janeiro reduz os horários para penalizar os salários

 

A Auchan Portugal Hipermercados S.A./Jumbo de Almada rejeitou sucessivamente as propostas da Comissão Sindical do CESP para os trabalhadores que em Dezembro se sentissem exaustos, fossem simplesmente dispensados de prestar trabalho a mais (par além do horário normal) não remunerado.

 

Insistiu em colocar nos mapas de horário 10 horas diárias, em vez das 8 horas diárias normais, elevando o horário semanal das normais 40 para 44 ou 46 horas.

 

Face a esta teimosia da empresa, em forçar os trabalhadores a prestar horas a mais não remuneradas, aos trabalhadores e ao CESP não restou outra solução que não fosse a emissão de pré-aviso de greve para que os trabalhadores que quisessem, pudessem recusar trabalhar para além das 8 horas diárias e 40 horas semanais.

 

Muitos trabalhadores optaram por fazer o seu horário normal de 8 horas diárias e 40 horas semanais.

 

Face a esta situação o que faz o Jumbo?

 

Nos mapas de horário de Janeiro reduz o horário de trabalho, atribuindo descansos a mais aos trabalhadores que estes recusam por a eles não terem direito.

 

Na mesma altura, o Jumbo "como quem não quer a coisa" diz que vai descontar horas aos trabalhadores.

 

+Informação no link

jumboalmadajaneiro17.pdf
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Caderno Reivindicativo dos Trabalhadores do Lidl para 2017

40 euros de aumento para todos os Trabalhadores!

Equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém à carreira profissional dos operadores de supermercado!

Negociação do contrato colectivo de trabalho da grande distribuição

Os trabalhadores e o seu sindicato exigem para 2017:

 

- 40 euros de aumento salarial para todos os trabalhadores e a eliminação da tabela B;

- Actualização do subsídio de alimentação;

- Equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém com a carreira profissional dos operadores de supermercado, acabando assim com a discriminação salarial destes trabalhadores;

- 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores, não sujeitos à assiduidade;

- 39 horas semanais para todos.

 

Idênticas reivindicações estão já a ser discutidas com os trabalhadores e apresentadas às empresas, nomeadamente:

- Auchan

- Dia Minipreço

- El Corte Inglés

- Lidl

- Pingo Doce e Jerónimo Martins

- Sonae

 

Exigimos também a passagem a efectivos de todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes.

 

A Associação Patronal (APED) responde com:

- Redução do valor pago pelo trabalho suplementar prestado;

- Redução do valor pago pelo trabalho prestado em dia de feriado (50% sobre o valor/hora);

- Introdução de Banco de Horas;

- Não querem negociar aumentos salariais = 0!

 

Ou seja, a Associação Patronal e os Patrões propõem a redução dos salários dos trabalhadores e a completa desregulação dos horários de trabalho!

Mais informação:
grddistnov16.pdf
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Trabalhadores do Pingo Doce da Av. EUA em LUTA!

Os trabalhadores do Pingo Doce da Avenida dos Estados Unidos da América, em abaixo-assinado demonstram o descontentamento que sentem pela falta de respeito que a empresa demonstra para quem trabalha diariamente na loja.

 

Os horários de trabalho são constantemente alterados, assim como os dias de descanso, dificultando a conciliação do trabalho com a vida pessoal de cada um.

 

Verifica-se que cada trabalhador tem dois horários diferentes, um horário mensal, carimbado e assinado pela empresa, e um outro em cada secção.

 

Para além disto, não existem horários rotativos, sendo sempre os mesmos no encerramento, e o mesmo acontece na abertura, não havendo um critério justo e imparcial.

Mais informação:
abpgeuaa5.pdf
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Precisamos de dizer: BASTA! a este desrespeito pelos trabalhadores do Pingo Doce, pela sua dignidade e os seus direitos.

Assim apresentamos aos trabalhadores a seguinte proposta de Reivindicações para 2017 a entregar à empresa:

 

- Aumento salarial de 40€ sobre os salários praticados na empresa, para todos os trabalhadores sem discriminações;

- Aumento do subsídio de alimentação para 6€;

- Integração dos operadores de armazém nos níveis de qualificação e grelha salarial dos operadores de loja;

- Passagem a efectivos os trabalhadores com vínculos precários;

- Reclassificação dos trabalhadores a exercer funções de categoria superior à sua;

- Fim do banco de horas;

- 39 horas como carga horária semanal máxima para todos os trabalhadores a partir de 1 de Janeiro de 2017, com o objectivo de atingir as 35 horas de trabalho semanal;

- Respeito pelo direito à conciliação entre a vida profissional e a vida pessoal e familiar;

- Fim das pressões e assédio aos trabalhadores;

- Fim dos elevadíssimos ritmos de trabalho, impossíveis de realizar e muito prejudiciais à saúde física e psíquica dos trabalhadores;

- Condições de Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho;

- Fardamento apropriado e em quantidade;

- 25 dias úteis de férias;

- Desconto de 5% em compras;

- Cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho e da Lei.

Mais informação:
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Caderno Reivindicativo para 2017 no LIDL

Os trabalhadores do Lidl exigem:

 

- Aumento salarial mínimo para todos os trabalhadores de 40€;

- 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores;

- Desconto funcionário, em compras nas lojas Lidl, de 10%;

- Reposição das pausas como tempo efectivo de serviço a todos os trabalhadores dos entrepostos, à semelhança do que acontece nas lojas;

- Segurança e saúde preventiva no trabalho:

1) realização de exames médicos regulares, nomeadamente electrocardiograma, rastreio oftalmológico, espirometria, audiometria, testes clínicos ao sangue e à urina e consulta médica no âmbito da medicina no trabalho;

2) informação, educação e promoção da saúde no local de trabalho;

- Contratação de equipas de limpeza para lojas e armazéns ao longo de todo o ano;

- Contratação de pessoal qualificado para vigilância e disparo de alarmes nas lojas;

- Cumprimento efectivo em todas as lojas e entrepostos do tempo de descanso diário;

- Colocação de quadros sindicais em todas as lojas e entrepostos;

- Cumprimento dos prazos para descanso compensatório do trabalho suplementar realizado e dos feriados trabalhados;

- Fim da contratação de trabalho externo para desempenho de funções permanentes na empresa e inclusão dos trabalhadores nos quadros da empresa Lidl;

- Restrições aos períodos expostos ao tempo de frio controlado, exigimos períodos de pausa para todos os trabalhadores dos frescos.

- Respeito e aplicação do art.º 249 do Código do Trabalho por motivo de ausência para ida à escola para acompanhamento do percurso escolar de filho;

- Espaço social para toma de refeições em todos os locais de trabalho;

- Fim das pressões, represálias e assédio. Exigimos respeito pelos trabalhadores;

- Formações profissional de sensibilização para o cumprimento por todos das regras de segurança e prevenção no trabalho;

- Descentralização das actividades desportivas promovidas pela empresa, aproximando-as dos locais de trabalho, possibilitando a participação de todos;

Mais informação:
lidlout16.pdf
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O Verdadeiro Verde - Com a luta temos resultados!

A unidade dos trabalhadores, com o caderno reivindicativo apresentado à empresa para 2016, conseguiu alterar a rotatividade das folgas, para o máximo de 5 dias de trabalho, mantendo os fins de semana de 3 dias de descanso!
 
A estrutural sindical do CSP no ECI reuniu e para melhorar as nossas condições de trabalho e de vida apresentamos aqui as propostas para o Caderno Reivindicativo 2017:
 
- Aumento salarial de 40€ mensais para todos os trabalhadores, sem discriminações;
- Aumento do subsídio de alimentação para 6€/dia;
- Redução para as 39h de trabalho semanal em 1 de Janeiro de 2017, de modo a atingir gradualmente as 35h semanais para todos;
- Passagem para os quadros da empresa dos trabalhadores que tenham vínculos precários, como trabalho temporário e contratados a termos, de modo a haver maior número de trabalhadores nas secções;
- Cumprimento do CCT no que se refere aos horários de trabalho, nomeadamente: a troca de turno ser efectuada apenas depois do dia de descanso e não haver alteração destes sem o consentimento dos trabalhadores. Haver intervalo de pelo menos 11h de descanso entre as jornadas de trabalho;
- Pagamento dos feriados e trabalho suplementar conformo disposto no CCT (dia de salário normal acrescido de 100%)
- Complemento de subsídio de doença (há muitos trabalhadores com problemas de saúde e são gravemente penalizados por receberem apenas 65% do seu vencimento);
- Seguro de saúde digno e gratuito para todos os trabalhadores, deixando de ser exclusivo para os cargos de chefia;
- Subsídio de turno, para quem trabalha por turnos;
- Direito à pausa de 15 minutos para todos os trabalhadores da empresa, e não apenas para algumas secções;
- Dia de aniversário - dia livre para o/a trabalhador/a;
- Salas de Descanso e/ou de Refeição apropriadas para os trabalhadores, com audiovisuais (TV) e frigoríficos;
- Fardamento com maior número de camisas, blazers e polos, de modo a estar limpo e adequado durante toda a semana de trabalho;
- Mais um dia para troca das fardas;
- Placa de detectores de alarmes em todos os terminais;
- Acabar com o turno nocturno;

 

Mais informação:
eciout16.pdf
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Os trabalhadores do Minipreço/Clarel estão fartos da falta de condições laborais e do assédio moral!

O ano de 2016 não provou ser diferente dos anteriores para os trabalhadores do Dia Portugal. Continuam a chegar relatos de assédio, intimidações e perseguições. Autênticos atropelos aos direitos dos trabalhadores quer nas lojas, quer nos armazéns e até mesmo nas sedes.

 

Verifica-se o incumprimento por parte da empresa, na reclassificação das 1ª, 2ª e 3ª chefias, havendo vários trabalhadores em todos o país mal classificados e mal remunerados. Com os acertos avançados pela empresa em Janeiro de 2016, com aumentos irrisórios, as diferenças salariais entre trabalhadores de iguais funções acentuaram-se (na maior parte dos casos, por motivos não imputáveis aos trabalhadores) registando-se diferenças em alguns trabalhadores a rondar já os 100€.

O avolumar de problemas tem trazido o descontentamento nas lojas/armazéns e sedes, por um lado, pelo ambiente social que a Dia Portugal está a proporcionar aos trabalhadores, e por outro, pelo assédio que os mesmos estão a sentir. O CESP/Comissão Sindical tem realizado várias denúncias quer à Direcção da empresa, por escrito, quer incentivando os trabalhadores a escrever para o "código de ética", na "casa mãe" em Espanha.

 

É necessário afirmar que o assédio é punível por lei. Estamos atentos e tudo faremos para que estes casos sejam denunciados!

 

O CESP E A COMISSÃO SINDICAL RELEMBRA QUE EXISTE UM PRÉ-AVISO DE GREVE AO TRABALHO SUPLEMENTAR EM VIGOR ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 2016!

diaminiout16.pdf
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Trabalhadores da Auchan Portugal exigem melhoria das condições de trabalho, aumento dos salários e subsídio de alimentação.

Reivindicamos:

 

- Aumento Salarial de 40€ sobre a tabela praticada na Empresa: Insistimos na necessidade do aumento dos salários de todos os trabalhadores, até porque, neste memento, os trabalhadores dos vários níveis profissionais têm o seu salário muito próximo do salário mínimo de entrada na Empresa;

- Aumento de Subsídio de Refeição em 0,20€ e a sua fixação em 5,50€/dia;

- Desconto de 7% nas compras para todos os trabalhadores;

- 25 dias úteis de férias;

- 39h semanais como carga horária semanal máxima para todos os trabalhadores a partir de 1 Janeiro de 2017 com o objectivo de alcançar progressivamente as 35h semanais.

- O fim imediato da elaboração e assédio para o cumprimento de horários de trabalho entre as 00h00 e as 06h;

- O cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho nomeadamente da cláusula 11ª "organização do horário de trabalho";

- O fim das escalas diárias de horários. O Contrato Colectivo de Trabalho prevê que as escalas sejam mensais;

- Reposição imediata do direito ao complemento do subsídio de doença;

- Alteração da apólice de seguro de acidentes de trabalho integrando todas as pausas e deslocações (nomeadamente no período de refeição), como decorre da Lei;

- Retirada das horas de formação do regulamento do Prime;

- Passagem a efectivo dos trabalhadores que ocupam postos de trabalho permanentes e necessários.

Mais informação:
Folha sindical Auchan Outubro 16.pdf
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A COMISSÃO SINDICAL do Jumbo de Almada registou os problemas que afectam os trabalhadores e definiu linhas de acção para os resolver.

Foi constatado o agravamento de vários problemas que têm vindo a piorar e a deteriorar as condições de trabalho.

Problemas que discretamente se tornam escandalosos aos olhos de quem todos os dias lida com eles.

 

A redução significativa do quadro de pessoal da loja está a forçar ritmos de trabalho cada vez mais intensos com enorme sobrecarga de trabalho, e à adopção da organização de horários em muitos "mercados" sem respeito pelas regras e as leis em vigor, em especial, a saúde e harmonização da vida profissional com a familiar.

Mais Informação:
Folha Sindical Jumbo Almada outubro16.pd
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Lidl tem o dever de respeitar os trabalhadores e cumprir com todos os seus direitos

O CESP reuniu com o Lidl e este assume algumas das irregularidades denunciadas e solicita mais  tempo para averiguar e corrigir as situações, comprometendo-se com respostas e soluções até ao dia 21 de Setembro de 2016.

 

Sobre os horários de trabalho a empresa assumiu  ter feito um levantamento que confirma a denúncia do CESP quanto à violação das pausas de refeição e à violação das 11horas mínimas de descanso entre jornadas de trabalho. Segundo a empresa estas irregularidades ocorrem em todas as lojas, em média 3 vezes por mês, afirmando igualmente ter já tomado medidas para as corrigir.


O CESP sabe que estas irregularidades são bem superiores e alerta todos os trabalhadores para denunciarem estas situações e exigirem a sua correcção  imediata. 

Mais informação:
Folha Sindical - LIDL Set 2016 #.pdf
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EM PROTESTO CONTRA O PINGO DOCE

EXIGINDO RESPOSTA DA EMPRESA AO CADERNO REIVINDICATIVO

CONCENTRAÇÃO DE DIRIGENTES, DELEGADOS E ACTIVISTAS SINDICAIS

5ª Feira  -  Dia 25 de Agosto  -  Entre as 11H00 e as 15H00

EM FRENTE À LOJA DE ALGÉS – sita na Rua Gen. Humberto Delgado nº 17

 

A EMPRESA PINGO DOCE NÃO RESPEITA OS DIREITOS DOS TRABALHADORES E FAZ DA NOSSA VIDA UM INFERNO!

 

O Pingo Doce apresentou 33 milhões de Euros de lucros em 2015, mas mesmo assim, recusa-se a negociar o Caderno Reivindicativo apresentado à empresa pelo CESP em representação dos trabalhadores que contém, entre outras, a reivindicação:

· Exigimos aumentos salariais para todos os trabalhadores;

· O fim do “banco de horas”;

· O respeito pelos horários de trabalho e dias de descanso semanais (dois dias e consecutivos), com afixação nos prazos legais e acabar com as constantes alterações que põem em causa a vida pessoal e familiar dos trabalhadores;

· Respeito pelas pausas possibilitando a recuperação física e mental dos trabalhadores;

· A reposição da majoração das férias com 22 dias + 3 dias;

· Respeito pelos direitos de Parentalidade  -  horários flexíveis para trabalhadores com responsabilidades familiares;

· O fim das transferências abusivas de local de trabalho para lojas longe da residência  de trabalhadores com filhos menores;

· O fim da imposição de elevados ritmos de trabalho, desumanos e que prejudicam gravemente a saúde dos trabalhadores;

· Passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários;

· Exigimos condições de saúde, higiene e segurança nos locais de trabalho, fardamento em condições e cadeiras apropriadas para as operadoras de caixa;

· Fim da repressão e intimidação exercida sobre os trabalhadores, acabando com as ameaças quando, por razões legais, os mesmos não aceitam as alterações que pretendem impor.

· Correcção das carreiras profissionais, nomeadamente dos trabalhadores de armazém

 

No passado dia 21 de Abril realizámos uma concentração junto à sede social da empresa, no Campo Grande, onde exigimos de novo, resposta ao Caderno Reivindicativo.

 

Não obtendo essa resposta, o CESP requereu à DGERT/ Ministério do Trabalho, a convocação da empresa para reunião.

 

A empresa optou por não comparecer às convocatórias para 18 e 27 de Maio, preferindo pagar as respectivas coimas por incumprimento grave do Código do Trabalho.

 

Fica, assim, comprovada a falta de respeito do Pingo Doce pelos direitos daqueles que com o seu esforço contribuem, ano após ano, para os resultados milionários que apresenta.

 

A LUTA É JUSTA!         MERECEMOS RESPEITO!

Pingo Doce "campeão" das más condições de trabalho!

No passado dia 4 de Agosto, o CESP teve conhecimento que uma trabalhadora do Pingo Doce da loja de Algés desmaiou e teve que ser socorrida, depois de ter pedido à chefia que precisava de fazer a pausa para comer.

 

A trabalhadora é portadora de diabetes e a empresa tem conhecimento dos problemas de saúde, bem como das orientações médicas de que de 2 em 2 horas a trabalhadora tem necessidade de comer.

 

O desrespeito pela vida e integridade dos trabalhadores já motivou por diversas vezes desmaios  e o facto é que já não é a primeira vez que esta situação acontece na loja.

 

Infelizmente, casos como estes não são isolados, são cada vez mais as doenças ligadas às doenças músculo-esqueléticas (tendinites) e doenças do foro psicológico.

 

O CESP, Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal tem vindo ao longo destes anos a denunciar as práticas desumanas, os ritmos de trabalho altamente lesivos para a saúde dos trabalhadores.

 

Como resposta, o Pingo Doce recusa reunir com o CESP, alegando não existirem problemas nos locais de trabalho e incumprimento das regras. E por duas vezes a empresa faltou às reuniões de negociação na DGERT.

 

Afirmamos que o desrespeito, o silêncio da empresa às reivindicações dos seus trabalhadores organizados no nosso sindicato, demonstram  bem como a empresa encara aqueles que todos os anos tem feito a empresa crescer em  milhões e milhões de euros em lucros. E esses são os trabalhadores!

 

O Pingo Doce é responsável por estas e demais situações e não pode ficar impune, estamos a falar de vidas humanas e o respeito ou falta dele pelas mesmas.

 

O CESP exige que o Pingo Doce respeite os seus trabalhadores e as suas reivindicações.

Pingo Doce anuncia aumento do salário para novos trabalhadores contratados nas lojas de 550 Euros euros e nos armazéns de 555 Euros a parir de Agosto de 2016

O 1º passo está dado, falta agora aumentar todos os restantes trabalhadores, nos mesmos 15 euros agora anunciados para as novas contratações. as novas contratações.

 

O CESP e os trabalhadores do Pingo Doce e da JMR valorizam o aumento agora decidido pela Direcção da Empresa de fixação do salário mínimo de entrada na empresa em 550€ e 555€, dependendo de o trabalhador ser contratado para as lojas ou para os armazéns.

 

Exigem no entanto que a Direcção do Pingo Doce e da JMR actualizem todos os outros salários, pelo menos, nos mesmos 15 euros agora decididos para as novas contratações.

 

Não podemos continuar a aceitar que a Direcção da Empresa não valorize a experiência e a qualificação dos trabalhadores, pagando:

 

- Aos trabalhadores Operadores de supermercado de 2ª, salários entre os 540 euros e os 555 Euros.

 

- Aos trabalhadores Operadores de supermercado de 1ª, salários entre os 545 euros e os 570 Euros.

 

- Aos trabalhadores Operadores de supermercado especializados (com mais de 8 anos de serviço, muitos com dezenas de anos de serviço) - salários entre 586 euros e os 630 euros.

 

Esta empresa, só no 1º trimestre de 2016 viu os seus resultados líquidos subir de 65 para 77 milhões de Euros!!! + informação Folha sindical

Folha sindical Pingo Doce -Agosto16.pdf
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