Os lucros do El Corte Inglés continuam a subir!

 

24,6 milhões de euros para os bolsos dos accionistas, e, para os trabalhadores NADA!


Continuam os baixos salários, a desregulação dos horários, a discriminação e a repressão.

Os trabalhadores apresentam o Caderno Reivindicativo para 2019.

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A SONAE QUER IMPOR UM “FACEBOOK” OBRIGATÓRIO INTERNO AOS TRABALHADORES ATRAVÉS DO SISTEMA DESIGNADO COMO “IOP”

 

A Sonae utiliza os dados pessoais dos trabalhadores sem o seu consentimento para colocação numa ferramenta de recursos humanos com função de rede social designado IOP (Improving our People).


Existe na Lei uma forte limitação, quer na recolha de dados pessoais dos trabalhadores, quer na utilização desses dados recolhidos incluindo, quando tal recolha decorre da existência de um Contracto de Trabalho.


É ilegítima qualquer utilização dos dados para fins diferentes dos que determinaram a recolha, a não ser que o trabalhador, na aplicação ao caso concreto em apreço, dê expresso consentimento a essa utilização.


Os trabalhadores que não estejam dispostos a aceitar a divulgação dos seus dados pessoais privados na rede social interna da Sonae, podem opor-se utilizando a minuta no verso, requerendo ficar com prova, através de cópia assinada por representante de empresa.


Junta-te aos vários trabalhadores que já se opuseram. Contacta o Sindicato!

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Nas lojas Pingo Doce e nos armazéns da Jerónimo Martins são muitas as razões dos trabalhadores para lutarem!


São uma vergonha os salários baixíssimos: o salário de entrada é de 585€ que são uma miséria, mas os trabalhadores com 5, 10, 20 e mais anos de casa pouco mais recebem, o que leva a situações de limiar da pobreza de muitos trabalhadores desta empresa milionária, nos brutais lucros que acumula e cujo presidente recebe um salário de 171 vezes superior ao salário mínimo.

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Folha sindical Pingo Doce - J Martins _S
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O AUCHAN, Vice-presidente da APED, afirma que não está a bloquear a negociação  do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT), no entanto, e apesar da retoma económica e dos lucros publicitados, fez “actualizações salariais” de miséria à maioria dos trabalhadores e a outros não deu nada!

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SONAE - VICE-PRESIDENTE DA APED, AFIRMA QUE NÃO ESTÁ A BLOQUEAR AS NEGOCIAÇÕES DO CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO, MAS RECUSA-SE A RESOLVER O PROBLEMA NA EMPRESA, NOS SEUS LOCAIS DE TRABALHO, NÃO CUMPRINDO OS COMPROMISSOS QUE TINHA ASSUMIDO


Exigimos a negociação do CCT para os Trabalhadores das Empresas de Distribuição, com aumento dos salários, fim da Tabela B e correcção da categoria profissional do operador de armazém, sem redução do valor pago por trabalho suplementar.


12 SETEMBRO 2018
GREVE E CONCENTRAÇÃO EM FRENTE DA SEDE DA APED


É uma vergonha que a Sonae com os seus muitos e muitos milhões de lucros mantenha os seus trabalhadores no limiar da pobreza, com salários de miséria.
Vamos à luta pelas nossas justas reivindicações!

 

Dia 12 de Setembro GREVE com Concentração às 11 horas na sede da APED (Rua Alexandre Herculano, Lisboa) de que a Sonae é Vice-Presidente

 

PARTICIPA!
Vai haver transportes organizados - Contacta a estrutura sindical ou a delegação regional do CESP para inscrição nos autocarros

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Os trabalhadores dos entrepostos do Lidl vão ser ressarcidos pela retirada do período da pausa para lanche

 

Era importante dar dignidade e real valor a quem legitimamente luta todos os dias pelo respeito no seu local de trabalho. Urge ressarcir os trabalhadores do que lhes foi retirado indevidamente e restituir-lhes as horas de trabalho “dadas” a mais durante estes anos.


Não basta o Lidl reconhecer que errou. Tinha de ser responsabilizado pela perda de qualidade de vida e de saúde que infligiu aos seus trabalhadores.


À proposta apresentada pelo Lidl de 250€/ano, o Sindicato, após análise e consulta aos trabalhadores, dá parecer positivo. O CESP entende que o valor apresentado é insuficiente, mas é muito importante resolver esta situação e que o Lidl proceda ao pagamento com a maior celeridade.


A luta dos trabalhadores trouxe resultados!
Ganharam os trabalhadores solidários, unidos na sua causa.

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Lidl finalmente cumpre decisão do tribunal do trabalho de Setúbal e decide pagar no final do mês de Junho o valor em falta devido pela retirada ilegal das pausas


Em 2015, o Lidl retirou, indevidamente, os 15 minutos de pausa aos trabalhadores do Entreposto da Marateca.


Em tempo oportuno os trabalhadores foram alertados pelo CESP para esta ilegalidade e aconselhados a recusar a retirada da pausa, recorrendo a tribunal se necessário fosse.


O CESP tudo fez para que o Lidl, a bem e de boa fé, cumprisse integralmente a decisão dos tribunais. O Lidl atrasou o cumprimento das sentenças, obrigando o CESP a avançar com nova acção em tribunal para execução da sentença.


O Lidl vem agora comunicar a sua intenção de proceder ao pagamento dos valores em falta, estranhamente, no “mesmo dia” em que está agendada audiência da acção executiva da sentença.


O CESP saúda todos os trabalhadores que unidos lutaram para obrigar o Lidl a repor a legalidade.

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AKI sem respeito para com os Trabalhadores!
Os salários são injustos!


A AKI tem ajustado a política da empresa, este último ano, com a união com a Leroy Merlin. " A fusão das marcas AKI e Leroy Merlin, do grupo ADEO, passam a ser a UNO.


Verifica-se que com esta fusão existem aumentos discriminatórios, para quem está na empresa há 8, 15 ou 20 anos, com o aumento de todos para o salário mínimo de entrada na empresa de 650€.


Não há respeito pelos direitos da maternidade e paternidade. Nomeadamente para trabalhadores com responsabilidades familiares em situações de extrema necessidade, inclusive são discriminados no respectivo aumento.

 

O CESP (Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal) condena este tipo de comportamento e propôs uma reunião à Direcção dos Recursos Humanos.


Não aceitamos que nos queiram retirar direitos, quando nem sequer cumprem os que estão estabelecidos no Contrato Colectivo de Trabalho, como acontece com o pagamento do trabalho prestado em dias de feriado, em que deve ser pago mais um dia com acréscimo de 100%!

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CONTINUA A DISCRIMINAÇÃO NOS SALÁRIOS E NAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS NA SONAE!

 

A Sonae mantém-se confortável com a discriminação e baixos salários que pratica aos Operadores de Armazém.

 

Temos categorias profissionais com enquadramento e progressão inferior e somos pior remunerados que os colegas das lojas e de outras logísticas. Os trabalhadores com 10, 15 e 20 anos de casa, vitais para o bom funcionamento da cadeia de distribuição recebem SALÁRIOS RIDÍCULOS!

 

A Sonae continuar a pagar menos, cerca de 40€/mês aos trabalhadores das logísticas em relação aos trabalhadores operadores das lojas que fazem trabalho de qualidade e valor idênticos.

 

Trabalhamos diariamente em ritmos de trabalho intensivos, carregamos toneladas.

Desempenhamos tarefas altamente qualificadas na recepção, conferencia, preparação e expedição de encomendas e, mesmo assim, a Sonae não aceita, enquanto membro e Vice Presidente da APED, corrigir a discriminação salarial e baixos salários.

 

Exigimos categorias e carreiras profissionais e salários paralelos aos trabalhadores das lojas.

 

EXIGIMOS A NEGOCIAÇÃO DO CTT DA APED E AS EMPRESAS SUAS ASSOCIADAS ONDE A SONAE É VICE PRESIDENTE, SEM REDUÇÃO DO VALOR PAGO POR TRABALHO SUPLEMENTAR E SEM BANCO DE HORAS

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CESP em luta contra os despedimentos encapotados no Grupo Dia Portugal

 

A Comissão Sindical do CESP na Dia Portugal vem, por este meio, informar os sócios e restantes trabalhadores da empresa da actividade recente direccionada à resolução e esclarecimento das matérias relacionadas com a terceirização (transmissão) de lojas, transferências e despedimentos “encapotados” a decorrer e que tanto prejuízo, transtorno e preocupação tem trazido aos trabalhadores de norte a sul do País.

 

Dia 9 de Junho, participa na manifestação da CGTP-IN! Vamos afirmar a nossa oposição ao processo de terceirização na Dia Portugal!

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El Corte Inglês: Mais uma vitória no respeito pelos Direitos de Maternidade

 

Em Fevereiro, foi ganho mais um processo no Tribunal da Relação, contra a empresa El Corte Inglés.


O El Corte Inglés tem vindo a recusar os requerimentos para horários flexíveis de trabalhadoras/es com responsabilidades familiares. Inclusivamente, opondo-se às decisões da CITE (Comissão de Igualdade no Trabalho e no Emprego) quando esta dá parecer favoráveis, exigindo que estas trabalhadoras façam horários que não solicitaram.


Mas com a determinação e a persistência das trabalhadoras/es e do CESP é possível vencer, como ficou provado no processo ganho no Tribunal da Relação em que uma trabalhadora, sozinha com uma criança menor de idade, num cenário gravíssimo e, até nestas circunstâncias, a empresa recusou o horário de que a trabalhadora necessitava para poder dar acompanhamento à criança.


A trabalhadora está, finalmente, a praticar o horário que tinha solicitado.


VALE A PENA LUTAR!

 

Vitórias alcançadas:
  • Processo relativo a Horário flexível ganho no Tribunal da Relação de Lisboa;
  • Marcação de Férias no início de Fevereiro;
  • Resolução de situações de Assédio Moral, por parte algumas chefias;
  • Aumentos de vencimentos para alguns trabalhadores, superiores ao que foi reivindicado;
  • Passagem de trabalhadores com vínculos precários para os quadros da empresa;
  • Plenários no armazém, com boa participação dos trabalhadores.

 

TEMOS DE CONTINUAR A INTERVIR E A LUTAR PARA GARANTIR OS NOSSOS DIREITOS E EXIGIR MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA E DE TRABALHO!

DIA 9 DE JUNHO VAMOS PARTICIPAR NA MANIFESTAÇÃO NACIONAL DA CGTP-IN COM AS NOSSAS REIVINDICAÇÕES!

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27 ABRIL GREVE DOS TRABALHADORES DO DIA MINIPREÇO/CLAREL
ÀS 10H30 CONCENTRAÇÃO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO
(dia em que se realiza reunião do CESP com a empresa no Ministério sobre a entrega de lojas a terceiros)

 


OS TRABALHADORES TÊM DIREITOS


A empresa não cumpre a Lei na situação de transmissão de estabelecimento, mas os trabalhadores têm direitos e o CESP e a Comissão Sindical tudo farão para obrigar a empresa a cumpri-los.


Em situação de transmissão de lojas os trabalhadores podem optar por:
- Ficar na loja que está a ser transmitida, não perdendo nenhum dos seus direitos (salário, antiguidade, categoria);
- Aceitar a ordem de transferência, desde que sejam cumpridos todos os seus direitos (reembolso do acréscimo de despesas com transportes);
- Aceitar a rescisão por mútuo acordo.
(Informa-te junto da Comissão Sindical ou no CESP sobre os procedimentos.)


Considerando que a empresa não está a cumprir a Lei, o CESP e a Comissão Sindical decidiu requerer reunião no Ministério de Trabalho no âmbito da prevenção de conflitos que está marcada para o dia 27 de Abril, às 10h30.

 

Assim apelamos a todos os trabalhadores do Grupo Dia Portugal para não irem em cantigas do vigário por parte da empresa e unirem forças para lutarem pela manutenção dos seus postos de trabalho, pois foram os trabalhadores que ao longo dos anos construíram esta empresa. Estamos juntos pela preservação e manutenção dos postos de trabalho.

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SONAE IGNORA AS REIVINDICAÇÕES DOS TRABALHADORES!
EXIGIMOS O JUSTO AUMENTO DOS SALÁRIOS!

 

20 ABRIL - GREVE E CONCENTRAÇÃO NA SEDE DA SONAE - 11H30

 

EXIGIMOS A NEGOCIAÇÃO DO CTT DA APED E AS EMPRESAS SUAS ASSOCIADAS ONDE A SONAE É VICE PRESIDENTE, SEM REDUÇÃO DO VALOR PAGO POR TRABALHO SUPLEMENTAR E TRABALHO EM DIA FERIADO E SEM BANCO DE HORAS.

 

Exigimos:


Actualização dos salários com aumento mínimo de 40€/mês para todos os trabalhadores;
Actualização do subsídio de alimentação em 1€/dia para todos os trabalhadores;
Passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes
A negociação do Contrato Colectivo de Trabalho do Sector;
A eliminação da tabela B;
A progressão automática dos operadores de armazém até ao nível VIII (operador de armazém especializado);
A manutenção do valor pago por trabalho suplementar e por trabalho em dia feriado, contra a redução do valor das horas extras e do trabalho aos feriados;
Horários de trabalho regulados, contra o banco de horas, pelo direito à conciliação da vida profissional com a vida pessoal e familiar.

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NÃO HÁ RESPOSTA DA EMPRESA AO CADERNO REIVINDICATIVO DE 2018!

 

DIA 17 ABRIL GREVE NO PINGO DOCE/JERÓNIMO MARTINS – LOJAS E ARMAZÉNS
CONCENTRAÇÃO às 11H30 NA SEDE DA EMPRESA CAMPO GRANDE – LISBOA

 

Os trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins exigem:

 

Fim das discriminações;
Aumento dos salários e fim da aplicação da Tabela B para todos os trabalhadores sem discriminações;
Horários de trabalho dignos que permitam aos trabalhadores ter vida própria. Fim do banco de horas na empresa;
Condições de saúde e segurança no trabalho;
Fim dos brutais ritmos de trabalho e da pressão e repressão;
Negociação do Contrato Colectivo de Trabalho sem redução do valor do trabalho suplementar e trabalho em dia feriado e sem banco de horas.

Mais informações:
Folha sindical Pingo Doce-JMR - março201
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Auchan continua sem responder às reivindicações dos trabalhadores

 

12 ABRIL – GREVE E CONCENTRAÇÃO NA SEDE DO AUCHAN - 11H30M

 

A empresa continua a remeter praticamente todos os assuntos do caderno reivindicativo para a negociação do Contrato Colectivo de Trabalho, não assumindo qualquer compromisso de aumento dos salários e subsídio de refeição.   
Não cumprem a Lei. Recusam-se a pagar os tempos acumulados das tarefas inacabadas quando perfaz as 4 horas, alegando que já “dá” uma tolerância de 4h59 mensais, pelo que, na opinião da empresa não faz sentido pagar essas 4 horas acumuladas (os 10, 15 e 20 minutos que os trabalhadores fazem tantas vezes no final do seu dia de trabalho).
A empresa continua a impor aos trabalhadores horários de trabalho desregulados  e  escalas com oscilações  diárias. Impõem horários de trabalho entre a 1h e as 6h  num total desrespeito pelas normas legais em vigor.
Discrimina salarialmente os trabalhadores com a mesma categoria profissional.
Até à data continua tudo igual no que respeita às reivindicações dos trabalhadores ficando ainda mais clara a necessidade de lutar pelos nossos direitos e aumento dos salários e subsídios.

 

Não aceitamos este comportamento da Auchan!
Junta-te à luta, dia 12 de Abril às 11h30m, frente à sede da empresa em Alcântara, Lisboa

Mais informações:
Folha sindical Auchan_Abril 2018 actual.
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ALDI TENTA IMPEDIR O EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE SINDICAL

 

Nas lojas e armazém Aldi, os dirigentes sindicais do CESP que não são trabalhadores da empresa estão a ser ameaçados de processos crime se entrarem nas lojas para contactar com os trabalhadores. Uma atitude sem precedentes por parte desta empresa onde os dirigentes sindicais do CESP sempre entraram nos locais de trabalho.

 

O que o Aldi não quer é que sejam denunciadas as práticas da empresa que não respeitam o Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) e a Lei.

 

Os trabalhadores não se deixarão intimidar pelas represálias. 43 anos após o 25 de Abril, a liberdade sindical na empresa continuará a ser exercida e defendida pelos trabalhadores e pelo seu sindicato de classe, o CESP.

 

No próximo dia 14 de Abril, o CESP vai levar a cabo uma acção frente à loja de Alverca para denunciar publicamente estas práticas do Aldi e exigir que sejam cumpridas as normas legais e respeitados os direitos dos trabalhadores.

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Luta abre as portas da SONAE

Os armazéns da Sonae sofrem de “fobia de segurança contra roubos”.

 

Montaram um esquema de segurança nas logísticas do grupo que só tem paralelo nas prisões de ALTA SEGURANÇA.

 

Chegados ao espaço de trabalho, os trabalhadores, despojados de meios de comunicação com o exterior, são “presos”- fechados à chave - só podem de lá sair quando conseguirem juntar na porta o Segurança e o Chefe. Coisa que não é nada fácil de realizar.

 

Não há comunicações com o exterior durante o período de trabalho. Já aconteceu ter falecido um familiar e o “preso” só saber quando cessa o período de trabalho, o libertam e volta a ser cidadão livre, com acesso ao seu telemóvel.

 

COM A LUTA DOS TRABALHADORES E A INTERVENÇÃO E PERSISTÊNCIA DO CESP E DA COMISSÃO SINDICAL

 

A empresa a partir de 1 de Março vai acabar com o regime das portas bloqueadas no armazém da Sonae Plaza 1.

 

MAS VAMOS CONTINUAR A LUTAR!

Pelo aumento dos salários de todos os trabalhadores;

A valorização das carreiras profissionais e correcção da carreira de Operador de Armazém;

A passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários que ocupam postos de trabalho permanentes;

A melhoria das condições de saúde e segurança nos armazéns.

A Sonae aumenta os salários com base na discriminação!

Em resultado da luta dos trabalhadores das lojas e dos armazéns por aumentos salariais para todos e pelo cumprimento integral dos direitos consagrados no Contrato Colectivo de Trabalho (CCT), a SONAE anunciou aumentos salariais, a aplicar em Janeiro.

 

Os trabalhadores da SONAE já conhecem bem a política da empresa no que aos salários dos trabalhadores diz respeito, só têm "direito" a aumento quem cumpra os critérios:

  • Avaliação de desempenho
  • Ausência de absentismo

 

Isto é, os chefes, mais uma vez, podem escolher quem é aumentado!

 

A continuação da luta é fundamental para o aumento dos salários de todos os trabalhadores, o fim da Tabela B e a aplicação da Tabela A (mais alta) a todos os trabalhadores da SONAE e a promoção automática dos operadores de armazém até ao nível de especializado.

Grupo SONAE - Folha Sindical - Fevereiro 2018
sonaefevereiro.pdf
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Trabalhadores da Jerónimo Martins dizem não aos ataques e incumprimento dos direitos

No ano de 2017, os trabalhadores das empresas de distribuição, nas lojas e nos armazéns, desenvolveram inúmeras e grandes lutas em defesa das suas reivindicações, junto das respectivas empresas, e pela negociação do Contrato Colectivo de Trabalho.

 

Com a luta dos trabalhadores, o Pingo Doce e a Jerónimo Martins procederam no passado mês de Outubro a alterações salariais. No entanto, essas alterações, além de insuficientes, são discriminatórias, baseadas em avaliações de desempenho, absentismo e não terem processos disciplinares, deixando às chefias a decisão de quem tem, ou não, aumento no salário.

 

Para além disto, é inadmissível que se mantenha nas lojas e armazéns o desrespeito pela Lei e pelo CCT, pressões e repressão sobre os trabalhadores e muitos outros problemas já denunciados à empresa e cuja resolução vem sendo exigida há anos!

 

Vamos estar nos locais de trabalho a denunciar os comportamentos da empresa e exigir a satisfação das reivindicações e a negociação do CCT. Contamos contigo, participa!

Jerónimo Martins - Folha Sindical - Janeiro 2018
Folha sindical Pingo Doce-JMR - janeiro2
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Trabalhadores do Aldi fartos de injustiças e discriminações! Marcada Greve para dia 12 de Fevereiro!

Aldi quer impedir o exercício da actividade sindical na empresa!

 

O CESP, no desenvolvimento normal da sua actividade sindical, tem vindo a tentar contactar e reunir com os trabalhadores da cadeia de Supermercados ALDI, nos locais de trabalho dos vários distritos.

 

Com grande estranheza nossa, as comunicações de plenários e contactos com os trabalhadores foram recusadas pela empresa, que quer impedir os dirigentes do Sindicato de falarem com os trabalhadores!

 

Perante este comportamento da empresa de total desrespeito pelos seus direitos e ainda pela exigência de resolução dos seus problemas, os trabalhadores e o CESP decidiram emitir um pré-aviso de greve para o próximo dia 12 de Fevereiro de 2018.

 

O CESP luta pelo cumprimento e conquista de direitos!

Contamos contigo!

ALDI - Folha Sindical - Janeiro 2018
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Pré-aviso de Greve Aldi
Pré-av GREVE ALDI - 12Fev2018.pdf
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Trabalhadores da Grande Distribuição mantêm as reivindicações!

A primeira reunião de conciliação está agendada para dia 6 de Fevereiro de 2018. Nesse dia, vamos concentrar-nos no Ministério do Trabalho (Praça de Londres, Lisboa) às 11h para exigir da APED (Associação Patronal) resposta às nossas reivindicações.

 

Na 1ª quinzena de Fevereiro faremos, em todo o país, denúncia frente às lojas e armazéns da postura das empresas e das condições indignas de trabalho na Grande Distribuição.

 

A luta continua!

Grande Distribuição - Folha Sindical - Janeiro 2018
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Vitória para Trabalhadores no Lidl

Após intervenção do CESP, dois trabalhadores da empresa de trabalho temporário EGOR a laborar no entreposto Lidl do Linhó passaram aos quadros do Lidl. Estes trabalhadores tinham sido surpreendidos com uma carta de despedimento no dia 19 Dezembro 2017 por parte da EGOR, sendo uma mostra clara de represálias,  pelo facto dos trabalhadores falarem nos plenários no entreposto do Linhó e por terem aderido à greve realizada no dia 18 de Novembro.

 

 

Esta é uma grande vitória dos trabalhadores e a prova que "quem luta pode sempre ganhar, quem não luta não ganha de certeza."

Trabalhadores da Dia Portugal não baixam os braços! A luta continua!

O ano de 2017 fica marcado na história da empresa Dia Portugal, como o ano em que mais se atentou contra os direitos, garantias e aspirações dos trabalhadores.

 

Um ano eu fica definitivamente marcado também pela bravura, determinação e luta dos trabalhadores deste empresa em defesa das melhores condições de vida e de trabalho, por horários e salários dignos.

A Comissão Sindical do CESP saúda todos os trabalhadores que lutaram e lutam, num corajoso comportamento em que o seu sacrifício individual é para o benefício de todos!

À falta de respeito e de diálogo com os seus representantes, os trabalhadores responderam à porta das lojas e armazéns, de Norte a Sul, em grandes e combativas concentrações onde apenas se exigia o respeito e a condição digna para quem diariamente cria a riqueza que gera milhões de euros de lucros anuais!

 

Vamos continuar a exigir a satisfação do caderno reivindicativo, agora actualizado para 2018 e vamos lutar para que a empresa:

  • Pratique horários dignos, humanizados, que permitam a conciliação da vida profissional e pessoal dos trabalhadores e que respeitem o Contrato Colectivo de Trabalho;
  • Ponha fim ao acréscimo das duas horas diárias;
  • Nos processos de terceirização, salvaguarde todos os trabalhadores para poderem optar por continua na nossa empresa garantido os seus postos de trabalho e assuma o compromisso de não terceirizar todas as lojas num distrito;
  • Acompanhe a evolução do salário mínimo nacional, aumentando o salário mínimo na empresa para 630€ com aumento mínimo de 40€ para todos os trabalhadores e em todas as categorias;
  • Acabe com a discriminação salarial;
  • Fixe o subsídio de alimentação em 6€ por cada dia de trabalho;
  • Reclassifique todos os Sub-encarregados e 3ª Chefias, em Operadores Encarregados e Operadores Principais, respectivamente;
  • Reclassifique todos os Operadores de Armazém com as categorias e progressões equiparadas às de Operador de Supermercado, conforme o Contrato Colectivo de Trabalho;
  • Ponha fim às pressões, perseguições, repressão e assédio moral.

 

A Comissão Sindical do CESP saúda a criação da Comissão de Trabalhadores na Dia Portugal e apela ao envolvimento dos trabalhadores na sua constituição e eleição.

Dia Portugal - Folha Sindical - Janeiro 2018
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Grande adesão dos trabalhadores do Lidl marcam as greves de final do ano

Nos passados dias 22, 23 e 24 de Dezembro, todo o sector da grande Distribuição desenvolveu várias acções de luta. Sendo que neste campo evidenciaram-se em bom plano os trabalhadores do Lidl, em especial os dos quatro entrepostos Lidl existentes no país. Pela primeira vez na sua história em vinte e dois anos de existência, no passado dia 22 de Dezembro, os trabalhadores dos entrepostos e os trabalhadores das lojas Lidl estiveram e aderiram em massa à grande acção de luta convocada pelo CESP, nomeadamente à concentração frente à sede do Lidl, no Linhó.

 

Apesar da última reunião do Secretariado CESP/Lidl com a administração nacional do Lidl ter sido a 4 de Setembro e apesar da empresa nem sequer ter respondido aos ofícios entretanto enviados pelo CESP para agendamento de reunião até ao final do ano transacto, já insistimos com a empresa para agendamento de nova reunião. Aguardamos que a administração do Lidl responda com a maior brevidade. É urgente discutir a resolução entregue a 22 de Dezembro pelos trabalhadores e o Caderno Reivindicativo dos trabalhadores para 2018.

Lidl - Folha Sindical - Janeiro 2018
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El Corte Inglês: A má vontade da empresa mantém-se...

No passado dia 13 de Dezembro, a Comissão Sindical voltou a reunir com os RH da empresa, para a discussão do Caderno Reivindicativo para 2018, na esperança da resolução dos problemas apresentados pelos trabalhadores, e de alguma flexibilidade da empresa no que são as nossas reivindicações para 2018, mas a postura mantém-se: Não, Não e Não!

 

Em relação aos aumentos salariais, dizem que vão continuar a ser em percentagem e só para alguns. O subsídio de alimentação não é aumentado desde 2001 e, pela empresa, vai continuar assim.

 

A proposta de um sistema de comissões para os operadores de supermercado e de armazém foi negada com o argumento de estes já estarem a receber um ordenado acima da média dos operadores de loja. Esquecem-se que não falamos das médias dor ordenados, mas sim daqueles que recebem ordenados muito baixos.

 

As duas horas a mais exigidas pela empresa, além do horário de trabalho, não são obrigatórias! As horas a mais, efectuadas a pedido da empresa, têm que ser registadas em livro próprio. Senão, que provas existem que foi a empresa a solicitar ou que foi o funcionário que ficou por sua livre e espontânea vontade? E mesmo registadas as horas a mais em livro próprio, como manda a Lei, o trabalhador pode sempre solicitar a sua dispensa, havendo motivos atendíveis para tal.

El Corte Inglés - Folha Sindical - Janeiro 2018
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Vamos à Luta no Natal! Greve: 22 de Dezembro na JMR; 23 e 24 de Dezembro no Pingo Doce e JMR

Trabalhadores do Pingo Doce e Jerónimo Martins sentem-se enganados e exigem a satisfação efectiva das suas justas reivindicações.

 

Vamos exigir do Pingo Doce/Jerónimo Martins:

 

  • Aumento salariais para todos sem discriminações;
  • Fim dos ritmos de trabalhos brutais;
  • Fim do desrespeito pelas normas de organização dos horários;
  • Respeito pela rotatividade dos dias de descanso;
  • Por condições de saúde, higiene e segurança nos locais de trabalho;
  • Fim da pressão, repressão e assédio aos trabalhadores.

 

 

Folha Sindical Pingo Doce Dezembro 2017
Folha sindical Pingo Doce -dezembro17v2.
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Incumprimento dos direitos dos trabalhadores são inadmissíveis no Grupo Modelo Continente

Exigimos a negociação do Contrato Colectivo de Trabalho! A luta tem que continuar! Greve dias 23 e 24 de Dezembro!

 

O CESP tem vindo a constatar e a confrontar a empresa Modelo Continente Hipermercados Sonae MCH com um vasto conjunto de situações de incumprimento quer do CCT, que das disposições do Código de Trabalho, nomeadamente no que se refere à organização e informação sobre os horários de trabalho.

 

No entanto e apesar das exigência de resolução das muitas situações quer do sindicato, quer pelos trabalhadores e seus representantes nos locais de trabalho, permanecem comportamentos e práticas ilegais e atentatórios dos direitos dos trabalhadores e das disposições legais e contratuais na generalidade dos estabelecimentos da Sonae MCH.

 

O CESP vai continuar a exigir da empresa a resolução das situações identificadas.

Folha Sindical Continente Dezembro 2017
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Dia Portugal continua a não dar resposta! A luta continua! Greve dias 23 e 24 de Dezembro!

Vamos à luta para exigir da empresa a satisfação das nossas reivindicações, e da APED a negociação do Contrato Colectivo de Trabalho, sem retirar direitos aos trabalhadores!

 

Tem sido um ano duro, de muita luta e de sacrifício! Mas a nossa luta é justa, temos razões para não baixar os braços e sim continuar orgulhosamente a lutar por melhores condições de trabalho, de salários e de vida!

 

A reunião com a Direcção dos Recursos Humanos teve lugar no dia 20 de Novembro e havia a expectativa de que, desta vez, a DRH tivesse finalmente ouvido as reivindicações e aspirações dos trabalhadores e nos fosse apresentada uma resposta séria à resolução entregue.

 

Mas, mais uma vez, a empresa apresentou uma mão cheia de nada em tudo o que é essencial. Por isso, os trabalhadores lançam-se novamente na luta, marcando greve para os dias 23 e 24 de Dezembro!

Folha Sindical Dia Portugal Dezembro 2017
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Folha Sindical Pingo Doce - Setembro 2017
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Folha Sindical Logísticas - Setembro 2017
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Os trabalhadores da DIA Portugal exigem ser respeitados. A luta vai continuar!

A ausência de respostas da empresa continua a demonstrar uma postura de total desrespeito para com os trabalhadores da Dia Portugal - Minipreço/Clarel.

 

A Dia Portugal continua a não querer valorizar a sua maior riqueza, que são as pessoas que, diariamente, dão um contributo fundamental para a continuação de resultados positivos (crescimento de 1,5% neste primeiro semestre).

Desde 2010 que as actualizações salariais decididas pela empresa não acompanham a inflação ou sequer os aumentos do Salário Mínimo Nacional.

 

A Dia Portugal continua a não querer resolver um dos problemas mais graves nos locais de trabalho que é a falta de trabalhadores, sobrecarregando os que neste momento lá se encontram, com a agravante (pelas informações que chegaram ao CSP) de que a empresa está a implementar novos horários de abertura das lojas que chega a prever o funcionamento das lojas entre as 7h e as 24h.

 

Denunciamos que nos processos de terceirização das lojas continua-se a desrespeitar a vida dos trabalhadores, com processos de transferências à margem da Lei e com tons de ameaça que encostam os trabalhadores à parede quando confrontados com o desemprego ou a deslocação que obrigaria a despender mais horas longe de casa da família e do merecido descanso.

 

Não vimos ainda a resolução das denúncias feitas à Direcção dos Recursos Humanos sobre os problemas de assédio moral!

Se a Dia Portugal não resolver os problemas, continuaremos a denunciar e a identificar estes prevaricadores, à porta dos locais de trabalho, junto das autoridades, dos trabalhadores, da comunicação social e dos clientes!

 

Denunciamos a política de discriminação que continua e se agrave por todo o país. Não descansaremos enquanto houver um trabalhadores a ser discriminado no seu salário por quaisquer que sejam as razões!

 

Denunciamos ainda os comportamentos ilegais nos armazéns, com a empresa a recusar-se à obrigatória reparação de acidentes de trabalho, com práticas de pressão, intimidação e assédio moral e até ameaças físicas aos trabalhadores que pretendem exercer o seu direito à greve, assim como a substituição ilegal de trabalhadores em greve no passado mês de Agosto!

 

Consciente da heróica luta que temos travado em todo o país, apelamos à continuação e intensificação da luta na Dia Portugal, com a participação de todos os trabalhadores do país numa grande acção de luta nacional dos trabalhadores da Dia Portugal - Minipreço/Clarel, no próximo dia 19 de Outubro de 2017, com a realização de greve para todos os locais de trabalho do grupo, com concentração frente à sede da empresa, em Oeiras.

Folha Sindical Dia Portugal - Setembro 2017
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El Corte Inglés - Tantos lucros, tantos milhões... e para os trabalhadores: "uma mão cheia de NADA!"

No passado dia 29 de Agosto, realizou-se mais uma reunião com a Direcção dos Recursos Humanos, após terem sido divulgados ao público os números dos lucros e recordes de vendas da empresa. Mas, mesmo assim, a postura da empresa mantêm-se igual!

 

Foram, mais uma vez, negados todos os pontos do caderno reivindicativo, assim como foram negados os pontos que iriam promover a melhoria de condições de trabalho.

 

Será benéfico para uma empresa, ter os seus funcionários descontentes? Não seria melhor para todos (empresa e funcionários), os trabalhadores estarem no seu local de trabalho em pleno bem-estar psicológico, com alegria e vontade de trabalhar? Será que esta empresa não consegue entender isso?

 

A postura da empresa é de LAMENTAR!

 

Precisamos de reforçar a luta e exigir melhores condições de trabalho!

Juntos somos mais fortes!

 

Folha Sindical ECI - Setembro 2017
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DIA Minipreço: Continuar a luta pela efectiva satisfação das reivindicações dos trabalhadores!

Terminaram no dia 15 de Julho as negociações do Caderno Reivindicativo entre a Empresa e a Comissão Sindical do CESP, sem acordo. Será resposto o pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário e trabalho normal em dia feriado.

 

Este processo foi importante pois, pela primeira vez, a empresa tentou assumir um papel de parceria e preocupação com as justas aspirações dos trabalhadores, em resultado do intenso processo de lutas, nomeadamente no dia 13 de Abril e no 1º de Maio, que foram um claro sinal das urgentes e necessárias mudanças que se exigem no plano salarial e social na Dia Minipreço/Clarel.

 

A empresa tentou assumir esse papel, mas não conseguiu.

 

Apesar da disponibilidade dos trabalhadores para o abrandamento da luta durante as negociações, num sinal de boa fé e de grande vontade da Comissão Sindical em chegar a um entendimento que fosse ao encontro dos interesses de todos, as respostas às reivindicações dos trabalhadores são nulas ou insuficientes.

 

Dando resposta às decisões e vontade dos trabalhadores manifestadas nos plenários e contactos realizados durante este processo, a luta continuará já com a reposição do pré-aviso de Greve ao trabalho extraordinário e ao trabalho normal em dia feriado, que se manterá, para todo o país, nas lojas e armazéns, até que a nossa voz seja ouvida e que a Dia Portugal compreenda, de uma vez por todas, que a maior riqueza desta empresa é, em primeiro lugar, quem nela trabalha todos os dias!

 

A Comissão Sindical continuará a realizar plenários e contactos com os trabalhadores para decidir outras formas de luta para que haja efectiva satisfação das reivindicações dos trabalhadores.

Comunicado DIA Minipreço Julho 2017
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Lidl responsabiliza os Operadores de Loja pelos maus resultados de inventário.

O Lidl está a ter práticas inadmissíveis nos últimos tempos. A empresa não contrata vigilantes e assim evitando os roubos, furtos e afins, transferindo a responsabilidade dos maus resultados do inventário para os operadores de loja.

 

Os operadores de loja não podem ser repreendidos por uma função ou tarefa não contemplada no Contrato Colectivo de Trabalho!

Folha Sindical Lidl Julho 2017
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Resolução Reunião 10 de Julho
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Associação Patronal e Empresas já apresentaram contraproposta com valorização da carreira profissional dos Operadores de Armazém

Continuamos a exigir a categoria profissional de Operador de Armazém especializado e o aumento dos salários de todos os trabalhadores!

 

Na reunião de 21 de Junho de 2017, a APED, em representação das empresas, afirma que os sindicatos terão que negociar "contrapartidas" nomeadamente em matéria de organização do tempo de trabalho (banco de horas, redução do valor pago por trabalho suplementar) e redução do valor pago por trabalho em dia feriado.

Não aceitamos medidas que desregulem os horários de trabalho e impossibilitem o direito à família e vida pessoal e reafirmamos as propostas do CESP/Fepces!

 

Para a conclusão deste processo negocial com aumentos salariais para todos os trabalhadores e com a correcção completa da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém é fundamental a luta dos trabalhadores.

As empresas e a APED na próxima reunião, marcada para o dia 20 de Julho de 2017, responderão às propostas apresentadas pelo CESP.

 

Junho, 2017

Comunicado Grande Distribuição Junho 2017
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Greve no Pingo Doce de Braga Parque e Vila Verde dia 1 de Julho!

Pelo aumento dos salários, e pelo cumprimentos dos direitos e da Lei, os trabalhadores do Pingo Doce de Braga Parque e Vila Verde vão levar a cabo uma greve no próximo dia 1 de Julho.

Pre aviso greve Loja Pingo Doce - Braga
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Pre aviso de greve - Loja Pingo Doce Vil
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Dia Minipreço/Clarel: Vale a pena lutar!

A comissão sindical do CESP vem por este meio informar todos os trabalhadores que começaram as negociações do caderno reivindicativo na empresa Dia Minipreço/Clarel e neste momento a mensagem que queremos passar é de confiança e esperança neste processo.

 

Este é um momento muito importante para todos os que trabalham nesta empresa. Foi com o seu empenho, unidade e luta solidária que este importante passe foi alcançado!

 

Nos armazéns e lojas, de Norte a Sul do nosso país, foram muitas dezenas as acções de luta, com especial referência ao dia 13 de Abril, que envolveram centenas de trabalhadores e que levaram a empresa a esta alteração na posição da empresa.

 

A duração das negociações está prevista até ao dia 15 de Julho. A comissão sindical apela a todos os trabalhadores que se mantenham atentos e vigilantes e que continuem a combater as injustiças que se continuam a identificar na empresa.

 

Unidos somos mais fortes! Sindicaliza-te!

 

Junho 2017

Comunicado Dia Minipreço Junho 2017
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Greve dos Trabalhadores do Lidl a 2 de Junho!

Logísticas da Sonae: Com a luta dos trabalhadores e a intervenção e persistência do CESP e da Comissão Sindical começam a ver-se alterações positivas nas condições de trabalho!

Na última reunião com a Sonae, foram debatidos vários assuntos que dizem respeito ao conjunto das reivindicações dos trabalhadores apresentadas pelo CESP.

 

Concluiu-se que todas as conquistas conseguidas foram o resultado da resistência e luta dos trabalhadores da Sonae.

 

No entanto, muitas situações ainda estão por resolver. É fundamental prosseguir e intensificar a luta pelo aumento dos salários de todos os trabalhadores, pela valorização das carreiras profissionais e correcção da carreira de Operador de Armazém, a passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários que ocupam postos de trabalhos permanentes e a melhoria das condições de saúde e segurança.

 

Embora muitas das alterações não sejam, ainda, "visíveis" para muitos, a realidade é que com a participação e luta dos trabalhadores, acompanhada da intervenção e persistência do CESP e da Comissão Sindical, começam a verificar-se algumas melhorias nas condições de vida e de trabalho que representam conquistas importantes face às reivindicações apresentadas.

Folha Sindical - Logística Sonae - Maio 2017
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DIA Minipreço/Clarel: Convictos e justos, combativos e disponíveis para a Luta! Pela valorização dos Trabalhadores e dos Salários, contra o Assédio Moral!

O dia 13 de Abril demonstrou a unidade, a justiça das reivindicações, a disponibilidade para a luta e a coragem dos trabalhadores da Dia Minipreço/Clarel com a adesão à greve e as concentrações de Oeiras, Gaia e Albufeira justo às sedes da empresa. Foram mais de 500, os corajosos trabalhadores que disseram "Basta!" ao desrespeito da empresa pelas suas aspirações, dificuldades e reivindicações. Foram mais de 80 lojas fechadas em todo o país, não contando ainda com as que estivaram a trabalhar parcialmente abrindo apenas durante uma parte do dia.

 

Uma grande realização dos trabalhadores da Dia Minipreço/Clarel que, em harmonia com o seu sindicato de classe - o CESP - exigiram em voz bem alta uma resposta séria ao Caderno Reivindicativo apresentado em Outubro de 2016.

 

A 4 de Maio, reuniu o CESP com a Dia Portugal. Esperávamos obter nesta reunião respostas às reivindicações dos trabalhadores, confirmadas nas grandes adesões à greve a 13 de Abril e 1º de Maio.

 

As respostas continuam a ser, de uma maneira geral, decepcionantes e sem responder a grande parte das reivindicações e preocupações dos trabalhadores.

 

Perante tudo isto, coloca-se aos trabalhadores, qual o caminho para a acção?

 

O CESP vai estar em todo o país, nas lojas e armazéns, a passar esta mensagem e a decidir com os trabalhadores o que fazer a seguir!

 

No final desta ronda, a 1 de Junho de 2017, teremos mais uma reunião com a DRH, para discutir as propostas da empresa e as reivindicações presentes no Caderno Reivindicativo.

 

É notório que as acções dos trabalhadores no dia 13 de Abril e 1º de Maio não passaram despercebidas e a força, unidade e disponibilidade dos trabalhadores em fazer valer o que é seu por direito, fez com que a empresa em parte reconsiderasse as suas acções e percebesse que A Luta vai Continuar!

 

O pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário e ao trabalho em dia feriado mantém-se até final de Junho. O CESP considera que este deve ser estendido até ao final do ano, até termos garantias de horários dignos para todos, contra as ameaças a quem se recusa a fazer trabalho extraordinário.

 

No dia 3 de Junho haverá uma grande acção de luta nacional convocada pela CGTP-IN. A luta geral é também a luta dos trabalhadores do comércio, escritórios e serviços. o CESP emitiu um pré-aviso de greve para o dia 3 de Junho, para que todos possam participar.

Folha Sindical - DIA Maio 2017
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É urgente o aumento dos salários e a correcção da injustiça na carreira profissional dos Operadores de Armazém

A APED (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição) e as empresas continuam sem apresentar a sua contraproposta à proposta sindical de aumento dos salários e subsídios e de correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém.

 

É urgente a correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém!

É urgente o aumento dos salários para todos os trabalhadores!

 

O CESP decidiu realizar uma semana de luta, de 22 a 26 de Maio de 2017, em todos os armazéns da grande distribuição, com realização de plenários e concentrações à porta dos armazéns.

 

Exigimos:

 

- 40€ de aumento para todos os trabalhadores;

- A eliminação da tabela B, aplicando-se a tabela A (mais alta) a todos os trabalhadores do sector;

 

A unidade e mobilização para a luta de todos os trabalhadores do sector pela satisfação destas reivindicações é muito importante.

 

12/05/17

Grande Distribuição - Maio 2017
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