Trabalhadores do Auchan exigem:

40€ de aumento salarial para todos!

Subsídio de alimentação de 5,60€!

25 dias úteis de férias!

Cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho!

 

O CESP e os trabalhadores continuam a exigir o aumento dos salários para todos os trabalhadores e o cumprimento das regras da organização dos horários de trabalho com o CCT em vigor.

 

Reunião com a Direcção Nacional de Recursos Humanos

 

Salários e outras prestações pecuniárias

 

 

A empresa recusa aumentar os salários e o subsídio de alimentação!

 

Assim faz os seus lucros a Auchan, à custa das exploração dos trabalhadores.

Aos trabalhadores com 5, 8 e mais anos de trabalho nas lojas, continuam a ser pagos salários na ordem dos 580€, e 632€ em topo de carreira com 10, 20 e 30 anos de antiguidade.

 

Os trabalhadores reivindicam aumento mínimo de 40€ para todos!

 

Horários de Trabalho

 

O incumprimento pela Auchan das normas para a organização dos horários de trabalho está a fazer a vida dos trabalhadores um autêntico inferno!

 

Os horários de trabalho têm de ser organizados no cumprimento das regras do CCT:

- Nas escalas (turnos) os trabalhadores têm de ter o mesmo horário de entrada e saída todos os dias da semana, quinzena ou mês;

- Os dias de descanso (folgas) devem ser juntos e coincidir com pelo menos 5 fins de semana e 15 domingo por ano;

- Os horários de têm de ser afixados com 30 dias de antecedência e só podem ser alterados com o consentimento do trabalhador;

A empresa assumo que tem um problema com a organização de horários de trabalho mas não o resolve.

 

Regulamento do Prime

 

Por exigência do Sindicato, foram retiradas as horas de formação do regulamento do Prime (as horas de formação não podem penalizar os trabalhadores).

Folha Sindical Março
Folha sindical Auchan Março 2017.pdf
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Trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins em Luta

Aumento dos salários de todos os Trabalhadores!

Correcção da injustiça na carreira dos operadores de armazém!

Respeito pelos direitos!

 

Ao envio do Caderno Reivindicativo para 2017 e proposta de datas para reunir, a empresa escolheu nada dizer!

 

Lucros de milhões, Aumentos de Tostões

 

Lucros de 593 milhões da Jerónimo Martins em 2016 traduzem-se nuns míseros euros de aumento apenas para os salários de entrada na empresa.

Aos trabalhadores com 5, 8 e mais anos de trabalho nas lojas, continuam a ser pagos salários na ordem dos 600€, e 627€ em topo de carreira com 10, 20 e 30 anos de antiguidade.

Nos armazéns a situação é ainda mais grave e os trabalhadores não recebem mais de 580€/mês.

Assim faz os seus lucros o Pingo Doce, à custa da exploração dos trabalhadores e da falta de condições nos locais de trabalho.

 

Os trabalhadores reivindicam aumento mínimo de 40€ para todos.

 

Horários e ritmos de trabalho que não respeitam as regras e tornam a vida dos trabalhadores num inferno.

Horários de trabalho afixados que não são cumpridos, horários de bolso, troca de folga sem consentimento/conhecimento dos trabalhadores são uma constante.

Os trabalhadores não têm direito à harmonização da vida profissional com a vida pessoal, familiar e social. A empresa sabe o que é a família, Aliás demonstra-o bem na recente campanha publicitária, muito sugestiva em relação à questão da família - "A mesa do cliente" onde sugere produtos para a sua mesa aquando das refeições que devem ser tomadas em família.

Mas aos trabalhadores da empresa não é permitido o direito à conciliação do trabalho com a família!

Aliás, muitas das lojam laboram já 24h/dia, 363 dias/ano (só fecham Dia de Natal e Ano Novo).

Ainda por cima horários desregulados e desumanos que dão cabo da saúde e da vida dos trabalhadores, em total desrespeito pela Lei e pelo Contrato Colectivo de Trabalho!

A fobia dos objectivos é tal que, para além de não respeitar as regras dos horários, se poupa também na falta de materiais, economato, manutenção nas máquinas e a sua reparação muitas vezes tardia, Tudo para cumprir os objectivos e não ultrapassar os plafonds.

Nalgumas lojas, anda o Director "de chaves de fendas em punho" a fazer "arranjos".

 

A União dos Trabalhadores e do CESP é fundamental para a resolução dos problemas dos trabalhadores nos seus locais de trabalho.

Folha Sindical Março
Folha sindical Pingo Doce -março17.pdf
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Dia Minipreço/Clarel: Abaixo-assinado contra abusos nos horários!

ALTERAÇÃO INTRODUZIDA NOS HORÁRIOS DE TRABALHO DE ABRIL A JUNHO NÃO RESPEITA O CONTRATO COLECTIVO DE TRABALHO

 

A Dia / Minipreço não pode obrigar os trabalhadores a aumentarem de 8 para 10 horas de trabalho diário, até 50 horas por semana, nos moldes em que esta opção está colocada nos mapas de horários de trabalho que chegaram às lojas no dia 1 de Março (Nota de rodapé em letras minúsculas).

 

A Comissão Sindical e o CESP já tomaram posição junto da empresa, sobre a ilegalidade desta alteração que a empresa introduziu nos horários.

Apelamos aos trabalhadores para que se unam e rejeitem no abaixo-assinado anexo esta atitude da empresa. 

A luta terá que continuar pela resposta às reivindicações dos trabalhadores e por horários dignos e regulados que permitam a harmonização entre a vida profissional e a vida pessoal e familiar dos trabalhadores!

 

3 de Março de 2017

A Comissão Sindical do CESP

Mais informação:
Informação aos Trabalhadores da DIA PORT
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Azambuja

Maia

 Grande adesão à Greve dos trabalhadores da SONAE Distribuição

 (Logísticas / Entrepostos da Maia e Azambuja)

 

Os trabalhadores estão em greve pela exigência de resposta da empresa às suas justas reivindicações:

 

- Aumento dos salários

- Correcção da injustiça da carreira profissional dos operadores de armazém

- Pela passagem a efectivos dos trabalhadores contratados a termo ou colocados por empresas de trabalho temporário

- Negociação do Caderno Reivindicativo

 

Os operadores de armazém das logísticas da Sonae, com 5, 10, 15, 20 anos de casa, têm salários de 557€. Caricatamente a Sonae anuncia salários para as novas admissões de 565€, os trabalhadores que já lá estavam, nem todos viram o seu salário actualizado para os tais 565€. além do que não é reconhecida a diferenciação entre níveis de qualificação.

 

Entretanto continua sem haver uma proposta, quer da Sonae quer da associação patronal (APED) para correcção da injustiça na carreira profissional de operador de armazém. De facto as logísticas da grande distribuição são fundamentais para os resultados e os estrondosos lucros destas empresas (a própria Sonae anunciou em 2016 lucros de 500 mil euros por dia) e o trabalho qualificado destes trabalhadores, em tudo semelhante aos trabalhadores destas empresas nas lojas, não é reconhecido sendo que, em topo de carreira, as diferenças salariais chegam a ultrapassar os 80€ por mês.

 

Os trabalhadores em greve realizaram acções de piquete de greve e manifestação na Maia e Azambuja.

 

A Sonae em reuniões com o Sindicato, no dia 22 de Fevereiro e hoje mesmo, afirma reconhecer a justiça da reivindicação dos trabalhadores e diz estar a trabalhar em conjunto com a APED para apresentação de uma contraproposta que vá ao encontro destas reivindicações.

  

Os trabalhadores consideram positivas estas evoluções e manifestam desde já a sua determinação em prosseguir a luta caso na reunião de negociação do contrato colectivo agendada para 9 de Março não sejam apresentadas propostas que venham efectivamente ao encontro das reivindicações dos trabalhadores.

 

24 Fevereiro 2017                                                      A Direcção Nacional do CESP

Dia Minipreço/Clarel: A Luta vai ter que continuar!

 

O ano de 2016 foi, para os trabalhadores, um dos piores vividos no grupo Dia em Portugal.


Com um ambiente social nunca antes vivido, com a insistência, agravamento e manutenção das discriminações salariais, com cortes na manutenção e limpeza das lojas, com a falta de manutenção dos aparelhos de ar condicionado, com a constante e permanente falta de trabalhadores em várias lojas e com o desrespeito total pelas preocupações e vontade dos trabalhadores enquanto, em processos de terciarização de lojas, escolhem sempre recolocar os funcionários quanto mais longe da sua área de residência, melhor.
  

 

 

 

O ano 2017 parece seguir o mesmo caminho que os anteriores com o grupo Dia, Portugal a continuar a não querer resolver os problemas dos trabalhadores.

 

 

 

Discriminações salariais

 

 

 

As discriminações salariais nas Lojas e Armazéns, em várias situações concretas e identificadas persistem e agravam-se!

 

 

 

Serviços de Limpeza nas Lojas

 

 

 

Voltam a cortar nos serviços das empresas de limpeza! Se em 2016 a Dia Portugal retirou 30 minutos ao serviço de limpeza que era feito nas lojas, com estes novos cortes as lojas ficam totalmente sem limpeza no período da tarde!

 

 

 

Reclassificação Profissional dos trabalhadores

 

 

 

A Dia Portugal quer rasgar o acordo que tem vindo a ser implementado ao longo dos últimos anos relativos à categorização dos responsáveis de loja, sub-responsáveis e 3ª chefias de loja.

 

 

Num processo denunciado pela primeira vez em 2006, a comissão sindical do CESP, após um impasse em chegar a entendimento com a Dia Portugal relativo às categorias dos três níveis de chefias nas lojas, acabou por avançar com três processos em tribunal de três trabalhadores associados no CESP, já no ano 2009, no sentido de apurar quem detinha a razão nesta matéria.

 

 

Em qualquer um destes três processos os trabalhadores ganharam e o tribunal veio obrigar a Dia Portugal a reconhecer que os trabalhadores têm direito a ter a categoria/salários respeitante às tarefas e responsabilidade!

 

 

 

Acordos de Mobilidade

 

 

 

Tem andando a Dia Portugal a entregar Acordos de Mobilidade funcional aos trabalhadores. Isto mais não é que utilizar os trabalhadores a seu belo prazer, colocando-os a assumir funções de chefia e voltando a colocá-los como operadores quando não fazem falta à empresa, tornando-os descartáveis e de utilização rápida, numa situação que trará instabilidade financeira e pessoal na vida dos trabalhadores, para além da desregulação hierárquica do funcionamento das lojas, com todos os prejuízos que isso acarreta.

 

 

Horários de trabalho

 

 

 

Continuam a ser frequentes os problemas com a elaboração e cumprimento da lei em relação aos horários de trabalho.

 

 

Não aceitamos horários alterados e realizados sem ter em conta a disponibilidade dos trabalhadores, assim como exigimos o cumprimento da lei!

 

 

 

Vivemos um momento em que o caminho é conquistar a melhoria das condições de vida e de trabalho para todos!

 


Hoje mais que nunca é fundamental a unidade dos trabalhadores para travar e inverter o caminho de retrocesso que vivemos na Dia Portugal!

 

Unidos venceremos!

 

Fevereiro de 2017

Mais Informação:
Folha sindical DIA Fevereirofinal.pdf
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Auchan/Jumbo de Almada desconta ilegalmente 2 horas diárias a quem em Dezembro trabalhou 8 horas em cada dia!

Os trabalhadores cumpriram a sua obrigação de trabalhar as 8 horas por dia e 40 horas por semana em Dezembro.

 

O Jumbo queria que alguns trabalhassem 10 horas diárias, duas gratuitas, em Dezembro, conforme consta dos mapas de horários entregues à Comissão Sindical.

 

Os trabalhadores recusaram tal imposição, por razões de saúde, exaustão e esgotamento, devido aos ritmos de trabalho impostos ao longo de todo o anos.

 

O Jumbo, apesar das várias reuniões, teimou em manter nos horar de Dezembro as 10 horas diárias de trabalho. Para evitar acusações aos trabalhadores de violação dos horários, o CESP emitiu um pré-aviso de greve para que os trabalhadores, que o quisessem, poderem legalmente fazer as suas normais 8 horas e sair não fazendo as horas a mais não remuneradas.

 

A Auchan Portugal, no vencimento de Janeiro desconta a cada trabalhador duas horas trabalhadas em Dezembro, pagando apenas 6 das 8 horas trabalhadas.

 

É um castigo da Auchan Portugal!

 

Não deram as horas, então para aprenderem, em Janeiro tiram-lhe parte do salário, já que em Dezembro os salários já estavam processados e não era possível cortar.

 

Tripla ilegalidade e abuso:

 

1ª ilegalidade e abuso

 

Desconta horas trabalhadas, porque não há faltas nem horas de greve para descontar, porque os trabalhadores cumpriram as 40 horas semanais, conforme se constata analisando o registo de presenças dos trabalhadores;

 

2ª ilegalidade e abuso

 

Insiste em não pagar minutos e horas, apesar de saber que é sempre ilegal fazer descontos inferiores ao tempo correspondente ao período normal de trabalho diário.

 

3ª ilegalidade e abuso

 

Em Janeiro forçaram os trabalhadores a ficar horas em casa, pressupostamente para compensar horas a mais que sabiam não tinham sido feitas em Dezembro, o que é manifestamente uma ilegalidade e abuso, e uma violação do direito ao trabalho.

 

O CESP denuncia as ilegalidades e abusos sobre os trabalhadores praticados por uma multinacional que apresenta excelentes resultados financeiros, e com os trabalhadores vai fazer uma campanha nacional e internacional de denúncia destas ilegalidades e abusos, exigir a intervenção da Inspecção de Trabalho, desenvolver acções públicas de luta, recorrer aos tribunais para anular estas e outras ilegalidades e abusos, exigindo respeito pêlos direitos dos trabalhadores e compensação para os lesados.

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Exigimos resposta do Dia Minipreço ao Caderno Reivindicativo

 

A Comissão Sindical Nacional do DIA Portugal reunida a 25 de Janeiro de 2017 torna pública a seguinte Resolução:


- Perante o consecutivo adiamento do agendamento de reunião para discussão do Caderno Reivindicativo (16 de Dezembro 2016, 18 de Janeiro e agora 21 de Fevereiro de 2017);

 

- Num quadro em que o Caderno Reivindicativo para o ano de 2017 foi apresentado em 18 de Outubro de 2016, e na ausência até este dia de resposta da empresa àqueles que são os problemas e aspirações dos trabalhadores, reafirmamos e assumimos a disponibilidade dos trabalhadores para a luta e acção reivindicativa em todo o país;

 

 

- Exigimos resposta imediata aos problemas de assédio moral, ao fim da discriminação salarial, à actualização e valorização dos salários e subsídios, ao direito aos horários dignos e às condições de fardamento e espaços condignos para a prestação do trabalho nas Lojas e Armazéns.

 

Certos de que a nossa voz será ouvida, apelamos à unidade dos trabalhadores e ao bom senso da empresa.

 

 

Lisboa, 25 de Janeiro de 2017

 

A Comissão Sindical

DIA MINIPREÇO: Não assinar "Acordo de mobilidade funcional"!

A Comissão Sindical do CESP alerta os trabalhadores do DIA Minipreço para a recepção de um texto apresentado pela Direcção da empresa como "Acordo de Mobilidade Funcional".

O mesmo integra no seu clausulado matérias que põem em causa direitos dos trabalhadores.

 

A Comissão Sindical exorta todos os trabalhadores a NÃO ASSINAR o referido acordo e procurar junto dos membros da Comissão Sindical esclarecimentos sobre os perigos decorrentes da assinatura.

Pré-Aviso de Greve no Dia/Minipreço

O CESP anuncia que os trabalhadores do Dia Minipreço - Supermercados Unipessoal, Lda. declaram greve ao trabalho suplementar até dia 30 de Junho de 2017.

 

São Objectivos da Greve:

 

- Exigir à empresa horários humanizados que permitam a conciliação da vida profissional e pessoal dos trabalhadores;

- Exigir da empresa aumentos de salários justos e fim da discriminação salarial;

- Exigir à empresa condições de trabalho, designadamente, local condigno para os trabalhadores tomarem as refeições;

- Exigir à empresa fim do Assédio Moral;

- Exigir da empresa a reclassificação dos Operadores de Armazém A e B em Operadores de Armazém de 2º, 1º e Operador de Armazém Especializado;

 

Por uma vida melhor, a luta é o caminho!

Pre aviso de greve dia Minipreço - Prorr
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Auchan/Jumbo de Almada insiste em criar problemas aos trabalhadores

Em Janeiro reduz os horários para penalizar os salários

 

A Auchan Portugal Hipermercados S.A./Jumbo de Almada rejeitou sucessivamente as propostas da Comissão Sindical do CESP para os trabalhadores que em Dezembro se sentissem exaustos, fossem simplesmente dispensados de prestar trabalho a mais (par além do horário normal) não remunerado.

 

Insistiu em colocar nos mapas de horário 10 horas diárias, em vez das 8 horas diárias normais, elevando o horário semanal das normais 40 para 44 ou 46 horas.

 

Face a esta teimosia da empresa, em forçar os trabalhadores a prestar horas a mais não remuneradas, aos trabalhadores e ao CESP não restou outra solução que não fosse a emissão de pré-aviso de greve para que os trabalhadores que quisessem, pudessem recusar trabalhar para além das 8 horas diárias e 40 horas semanais.

 

Muitos trabalhadores optaram por fazer o seu horário normal de 8 horas diárias e 40 horas semanais.

 

Face a esta situação o que faz o Jumbo?

 

Nos mapas de horário de Janeiro reduz o horário de trabalho, atribuindo descansos a mais aos trabalhadores que estes recusam por a eles não terem direito.

 

Na mesma altura, o Jumbo "como quem não quer a coisa" diz que vai descontar horas aos trabalhadores.

 

+Informação no link

jumboalmadajaneiro17.pdf
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Caderno Reivindicativo dos Trabalhadores do Lidl para 2017

40 euros de aumento para todos os Trabalhadores!

Equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém à carreira profissional dos operadores de supermercado!

Negociação do contrato colectivo de trabalho da grande distribuição

Os trabalhadores e o seu sindicato exigem para 2017:

 

- 40 euros de aumento salarial para todos os trabalhadores e a eliminação da tabela B;

- Actualização do subsídio de alimentação;

- Equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém com a carreira profissional dos operadores de supermercado, acabando assim com a discriminação salarial destes trabalhadores;

- 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores, não sujeitos à assiduidade;

- 39 horas semanais para todos.

 

Idênticas reivindicações estão já a ser discutidas com os trabalhadores e apresentadas às empresas, nomeadamente:

- Auchan

- Dia Minipreço

- El Corte Inglés

- Lidl

- Pingo Doce e Jerónimo Martins

- Sonae

 

Exigimos também a passagem a efectivos de todos os trabalhadores com vínculos precários a ocupar postos de trabalho permanentes.

 

A Associação Patronal (APED) responde com:

- Redução do valor pago pelo trabalho suplementar prestado;

- Redução do valor pago pelo trabalho prestado em dia de feriado (50% sobre o valor/hora);

- Introdução de Banco de Horas;

- Não querem negociar aumentos salariais = 0!

 

Ou seja, a Associação Patronal e os Patrões propõem a redução dos salários dos trabalhadores e a completa desregulação dos horários de trabalho!

Mais informação:
grddistnov16.pdf
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Trabalhadores do Pingo Doce da Av. EUA em LUTA!

Os trabalhadores do Pingo Doce da Avenida dos Estados Unidos da América, em abaixo-assinado demonstram o descontentamento que sentem pela falta de respeito que a empresa demonstra para quem trabalha diariamente na loja.

 

Os horários de trabalho são constantemente alterados, assim como os dias de descanso, dificultando a conciliação do trabalho com a vida pessoal de cada um.

 

Verifica-se que cada trabalhador tem dois horários diferentes, um horário mensal, carimbado e assinado pela empresa, e um outro em cada secção.

 

Para além disto, não existem horários rotativos, sendo sempre os mesmos no encerramento, e o mesmo acontece na abertura, não havendo um critério justo e imparcial.

Mais informação:
abpgeuaa5.pdf
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Precisamos de dizer: BASTA! a este desrespeito pelos trabalhadores do Pingo Doce, pela sua dignidade e os seus direitos.

Assim apresentamos aos trabalhadores a seguinte proposta de Reivindicações para 2017 a entregar à empresa:

 

- Aumento salarial de 40€ sobre os salários praticados na empresa, para todos os trabalhadores sem discriminações;

- Aumento do subsídio de alimentação para 6€;

- Integração dos operadores de armazém nos níveis de qualificação e grelha salarial dos operadores de loja;

- Passagem a efectivos os trabalhadores com vínculos precários;

- Reclassificação dos trabalhadores a exercer funções de categoria superior à sua;

- Fim do banco de horas;

- 39 horas como carga horária semanal máxima para todos os trabalhadores a partir de 1 de Janeiro de 2017, com o objectivo de atingir as 35 horas de trabalho semanal;

- Respeito pelo direito à conciliação entre a vida profissional e a vida pessoal e familiar;

- Fim das pressões e assédio aos trabalhadores;

- Fim dos elevadíssimos ritmos de trabalho, impossíveis de realizar e muito prejudiciais à saúde física e psíquica dos trabalhadores;

- Condições de Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho;

- Fardamento apropriado e em quantidade;

- 25 dias úteis de férias;

- Desconto de 5% em compras;

- Cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho e da Lei.

Mais informação:
pgnov16.pdf
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Caderno Reivindicativo para 2017 no LIDL

Os trabalhadores do Lidl exigem:

 

- Aumento salarial mínimo para todos os trabalhadores de 40€;

- 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores;

- Desconto funcionário, em compras nas lojas Lidl, de 10%;

- Reposição das pausas como tempo efectivo de serviço a todos os trabalhadores dos entrepostos, à semelhança do que acontece nas lojas;

- Segurança e saúde preventiva no trabalho:

1) realização de exames médicos regulares, nomeadamente electrocardiograma, rastreio oftalmológico, espirometria, audiometria, testes clínicos ao sangue e à urina e consulta médica no âmbito da medicina no trabalho;

2) informação, educação e promoção da saúde no local de trabalho;

- Contratação de equipas de limpeza para lojas e armazéns ao longo de todo o ano;

- Contratação de pessoal qualificado para vigilância e disparo de alarmes nas lojas;

- Cumprimento efectivo em todas as lojas e entrepostos do tempo de descanso diário;

- Colocação de quadros sindicais em todas as lojas e entrepostos;

- Cumprimento dos prazos para descanso compensatório do trabalho suplementar realizado e dos feriados trabalhados;

- Fim da contratação de trabalho externo para desempenho de funções permanentes na empresa e inclusão dos trabalhadores nos quadros da empresa Lidl;

- Restrições aos períodos expostos ao tempo de frio controlado, exigimos períodos de pausa para todos os trabalhadores dos frescos.

- Respeito e aplicação do art.º 249 do Código do Trabalho por motivo de ausência para ida à escola para acompanhamento do percurso escolar de filho;

- Espaço social para toma de refeições em todos os locais de trabalho;

- Fim das pressões, represálias e assédio. Exigimos respeito pelos trabalhadores;

- Formações profissional de sensibilização para o cumprimento por todos das regras de segurança e prevenção no trabalho;

- Descentralização das actividades desportivas promovidas pela empresa, aproximando-as dos locais de trabalho, possibilitando a participação de todos;

Mais informação:
lidlout16.pdf
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O Verdadeiro Verde - Com a luta temos resultados!

A unidade dos trabalhadores, com o caderno reivindicativo apresentado à empresa para 2016, conseguiu alterar a rotatividade das folgas, para o máximo de 5 dias de trabalho, mantendo os fins de semana de 3 dias de descanso!
 
A estrutural sindical do CSP no ECI reuniu e para melhorar as nossas condições de trabalho e de vida apresentamos aqui as propostas para o Caderno Reivindicativo 2017:
 
- Aumento salarial de 40€ mensais para todos os trabalhadores, sem discriminações;
- Aumento do subsídio de alimentação para 6€/dia;
- Redução para as 39h de trabalho semanal em 1 de Janeiro de 2017, de modo a atingir gradualmente as 35h semanais para todos;
- Passagem para os quadros da empresa dos trabalhadores que tenham vínculos precários, como trabalho temporário e contratados a termos, de modo a haver maior número de trabalhadores nas secções;
- Cumprimento do CCT no que se refere aos horários de trabalho, nomeadamente: a troca de turno ser efectuada apenas depois do dia de descanso e não haver alteração destes sem o consentimento dos trabalhadores. Haver intervalo de pelo menos 11h de descanso entre as jornadas de trabalho;
- Pagamento dos feriados e trabalho suplementar conformo disposto no CCT (dia de salário normal acrescido de 100%)
- Complemento de subsídio de doença (há muitos trabalhadores com problemas de saúde e são gravemente penalizados por receberem apenas 65% do seu vencimento);
- Seguro de saúde digno e gratuito para todos os trabalhadores, deixando de ser exclusivo para os cargos de chefia;
- Subsídio de turno, para quem trabalha por turnos;
- Direito à pausa de 15 minutos para todos os trabalhadores da empresa, e não apenas para algumas secções;
- Dia de aniversário - dia livre para o/a trabalhador/a;
- Salas de Descanso e/ou de Refeição apropriadas para os trabalhadores, com audiovisuais (TV) e frigoríficos;
- Fardamento com maior número de camisas, blazers e polos, de modo a estar limpo e adequado durante toda a semana de trabalho;
- Mais um dia para troca das fardas;
- Placa de detectores de alarmes em todos os terminais;
- Acabar com o turno nocturno;

 

Mais informação:
eciout16.pdf
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Os trabalhadores do Minipreço/Clarel estão fartos da falta de condições laborais e do assédio moral!

O ano de 2016 não provou ser diferente dos anteriores para os trabalhadores do Dia Portugal. Continuam a chegar relatos de assédio, intimidações e perseguições. Autênticos atropelos aos direitos dos trabalhadores quer nas lojas, quer nos armazéns e até mesmo nas sedes.

 

Verifica-se o incumprimento por parte da empresa, na reclassificação das 1ª, 2ª e 3ª chefias, havendo vários trabalhadores em todos o país mal classificados e mal remunerados. Com os acertos avançados pela empresa em Janeiro de 2016, com aumentos irrisórios, as diferenças salariais entre trabalhadores de iguais funções acentuaram-se (na maior parte dos casos, por motivos não imputáveis aos trabalhadores) registando-se diferenças em alguns trabalhadores a rondar já os 100€.

O avolumar de problemas tem trazido o descontentamento nas lojas/armazéns e sedes, por um lado, pelo ambiente social que a Dia Portugal está a proporcionar aos trabalhadores, e por outro, pelo assédio que os mesmos estão a sentir. O CESP/Comissão Sindical tem realizado várias denúncias quer à Direcção da empresa, por escrito, quer incentivando os trabalhadores a escrever para o "código de ética", na "casa mãe" em Espanha.

 

É necessário afirmar que o assédio é punível por lei. Estamos atentos e tudo faremos para que estes casos sejam denunciados!

 

O CESP E A COMISSÃO SINDICAL RELEMBRA QUE EXISTE UM PRÉ-AVISO DE GREVE AO TRABALHO SUPLEMENTAR EM VIGOR ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 2016!

diaminiout16.pdf
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Trabalhadores da Auchan Portugal exigem melhoria das condições de trabalho, aumento dos salários e subsídio de alimentação.

Reivindicamos:

 

- Aumento Salarial de 40€ sobre a tabela praticada na Empresa: Insistimos na necessidade do aumento dos salários de todos os trabalhadores, até porque, neste memento, os trabalhadores dos vários níveis profissionais têm o seu salário muito próximo do salário mínimo de entrada na Empresa;

- Aumento de Subsídio de Refeição em 0,20€ e a sua fixação em 5,50€/dia;

- Desconto de 7% nas compras para todos os trabalhadores;

- 25 dias úteis de férias;

- 39h semanais como carga horária semanal máxima para todos os trabalhadores a partir de 1 Janeiro de 2017 com o objectivo de alcançar progressivamente as 35h semanais.

- O fim imediato da elaboração e assédio para o cumprimento de horários de trabalho entre as 00h00 e as 06h;

- O cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho nomeadamente da cláusula 11ª "organização do horário de trabalho";

- O fim das escalas diárias de horários. O Contrato Colectivo de Trabalho prevê que as escalas sejam mensais;

- Reposição imediata do direito ao complemento do subsídio de doença;

- Alteração da apólice de seguro de acidentes de trabalho integrando todas as pausas e deslocações (nomeadamente no período de refeição), como decorre da Lei;

- Retirada das horas de formação do regulamento do Prime;

- Passagem a efectivo dos trabalhadores que ocupam postos de trabalho permanentes e necessários.

Mais informação:
Folha sindical Auchan Outubro 16.pdf
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A COMISSÃO SINDICAL do Jumbo de Almada registou os problemas que afectam os trabalhadores e definiu linhas de acção para os resolver.

Foi constatado o agravamento de vários problemas que têm vindo a piorar e a deteriorar as condições de trabalho.

Problemas que discretamente se tornam escandalosos aos olhos de quem todos os dias lida com eles.

 

A redução significativa do quadro de pessoal da loja está a forçar ritmos de trabalho cada vez mais intensos com enorme sobrecarga de trabalho, e à adopção da organização de horários em muitos "mercados" sem respeito pelas regras e as leis em vigor, em especial, a saúde e harmonização da vida profissional com a familiar.

Mais Informação:
Folha Sindical Jumbo Almada outubro16.pd
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Lidl tem o dever de respeitar os trabalhadores e cumprir com todos os seus direitos

O CESP reuniu com o Lidl e este assume algumas das irregularidades denunciadas e solicita mais  tempo para averiguar e corrigir as situações, comprometendo-se com respostas e soluções até ao dia 21 de Setembro de 2016.

 

Sobre os horários de trabalho a empresa assumiu  ter feito um levantamento que confirma a denúncia do CESP quanto à violação das pausas de refeição e à violação das 11horas mínimas de descanso entre jornadas de trabalho. Segundo a empresa estas irregularidades ocorrem em todas as lojas, em média 3 vezes por mês, afirmando igualmente ter já tomado medidas para as corrigir.


O CESP sabe que estas irregularidades são bem superiores e alerta todos os trabalhadores para denunciarem estas situações e exigirem a sua correcção  imediata. 

Mais informação:
Folha Sindical - LIDL Set 2016 #.pdf
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EM PROTESTO CONTRA O PINGO DOCE

EXIGINDO RESPOSTA DA EMPRESA AO CADERNO REIVINDICATIVO

CONCENTRAÇÃO DE DIRIGENTES, DELEGADOS E ACTIVISTAS SINDICAIS

5ª Feira  -  Dia 25 de Agosto  -  Entre as 11H00 e as 15H00

EM FRENTE À LOJA DE ALGÉS – sita na Rua Gen. Humberto Delgado nº 17

 

A EMPRESA PINGO DOCE NÃO RESPEITA OS DIREITOS DOS TRABALHADORES E FAZ DA NOSSA VIDA UM INFERNO!

 

O Pingo Doce apresentou 33 milhões de Euros de lucros em 2015, mas mesmo assim, recusa-se a negociar o Caderno Reivindicativo apresentado à empresa pelo CESP em representação dos trabalhadores que contém, entre outras, a reivindicação:

· Exigimos aumentos salariais para todos os trabalhadores;

· O fim do “banco de horas”;

· O respeito pelos horários de trabalho e dias de descanso semanais (dois dias e consecutivos), com afixação nos prazos legais e acabar com as constantes alterações que põem em causa a vida pessoal e familiar dos trabalhadores;

· Respeito pelas pausas possibilitando a recuperação física e mental dos trabalhadores;

· A reposição da majoração das férias com 22 dias + 3 dias;

· Respeito pelos direitos de Parentalidade  -  horários flexíveis para trabalhadores com responsabilidades familiares;

· O fim das transferências abusivas de local de trabalho para lojas longe da residência  de trabalhadores com filhos menores;

· O fim da imposição de elevados ritmos de trabalho, desumanos e que prejudicam gravemente a saúde dos trabalhadores;

· Passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários;

· Exigimos condições de saúde, higiene e segurança nos locais de trabalho, fardamento em condições e cadeiras apropriadas para as operadoras de caixa;

· Fim da repressão e intimidação exercida sobre os trabalhadores, acabando com as ameaças quando, por razões legais, os mesmos não aceitam as alterações que pretendem impor.

· Correcção das carreiras profissionais, nomeadamente dos trabalhadores de armazém

 

No passado dia 21 de Abril realizámos uma concentração junto à sede social da empresa, no Campo Grande, onde exigimos de novo, resposta ao Caderno Reivindicativo.

 

Não obtendo essa resposta, o CESP requereu à DGERT/ Ministério do Trabalho, a convocação da empresa para reunião.

 

A empresa optou por não comparecer às convocatórias para 18 e 27 de Maio, preferindo pagar as respectivas coimas por incumprimento grave do Código do Trabalho.

 

Fica, assim, comprovada a falta de respeito do Pingo Doce pelos direitos daqueles que com o seu esforço contribuem, ano após ano, para os resultados milionários que apresenta.

 

A LUTA É JUSTA!         MERECEMOS RESPEITO!

Pingo Doce "campeão" das más condições de trabalho!

No passado dia 4 de Agosto, o CESP teve conhecimento que uma trabalhadora do Pingo Doce da loja de Algés desmaiou e teve que ser socorrida, depois de ter pedido à chefia que precisava de fazer a pausa para comer.

 

A trabalhadora é portadora de diabetes e a empresa tem conhecimento dos problemas de saúde, bem como das orientações médicas de que de 2 em 2 horas a trabalhadora tem necessidade de comer.

 

O desrespeito pela vida e integridade dos trabalhadores já motivou por diversas vezes desmaios  e o facto é que já não é a primeira vez que esta situação acontece na loja.

 

Infelizmente, casos como estes não são isolados, são cada vez mais as doenças ligadas às doenças músculo-esqueléticas (tendinites) e doenças do foro psicológico.

 

O CESP, Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal tem vindo ao longo destes anos a denunciar as práticas desumanas, os ritmos de trabalho altamente lesivos para a saúde dos trabalhadores.

 

Como resposta, o Pingo Doce recusa reunir com o CESP, alegando não existirem problemas nos locais de trabalho e incumprimento das regras. E por duas vezes a empresa faltou às reuniões de negociação na DGERT.

 

Afirmamos que o desrespeito, o silêncio da empresa às reivindicações dos seus trabalhadores organizados no nosso sindicato, demonstram  bem como a empresa encara aqueles que todos os anos tem feito a empresa crescer em  milhões e milhões de euros em lucros. E esses são os trabalhadores!

 

O Pingo Doce é responsável por estas e demais situações e não pode ficar impune, estamos a falar de vidas humanas e o respeito ou falta dele pelas mesmas.

 

O CESP exige que o Pingo Doce respeite os seus trabalhadores e as suas reivindicações.

Pingo Doce anuncia aumento do salário para novos trabalhadores contratados nas lojas de 550 Euros euros e nos armazéns de 555 Euros a parir de Agosto de 2016

O 1º passo está dado, falta agora aumentar todos os restantes trabalhadores, nos mesmos 15 euros agora anunciados para as novas contratações. as novas contratações.

 

O CESP e os trabalhadores do Pingo Doce e da JMR valorizam o aumento agora decidido pela Direcção da Empresa de fixação do salário mínimo de entrada na empresa em 550€ e 555€, dependendo de o trabalhador ser contratado para as lojas ou para os armazéns.

 

Exigem no entanto que a Direcção do Pingo Doce e da JMR actualizem todos os outros salários, pelo menos, nos mesmos 15 euros agora decididos para as novas contratações.

 

Não podemos continuar a aceitar que a Direcção da Empresa não valorize a experiência e a qualificação dos trabalhadores, pagando:

 

- Aos trabalhadores Operadores de supermercado de 2ª, salários entre os 540 euros e os 555 Euros.

 

- Aos trabalhadores Operadores de supermercado de 1ª, salários entre os 545 euros e os 570 Euros.

 

- Aos trabalhadores Operadores de supermercado especializados (com mais de 8 anos de serviço, muitos com dezenas de anos de serviço) - salários entre 586 euros e os 630 euros.

 

Esta empresa, só no 1º trimestre de 2016 viu os seus resultados líquidos subir de 65 para 77 milhões de Euros!!! + informação Folha sindical

Folha sindical Pingo Doce -Agosto16.pdf
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10, 12, 14 e 16 horas de trabalho diário no Lidl

Continuam as práticas abusivas de gestão de recursos humanos no Lidl, empresa do Grupo Alemão SCHWARZ

 

O Lidl, empresa do grupo alemão SCHWARZ (que há alguns anos foi condenado na Alemanha a pagar multas de dezenas de milhões de euros por espionagem aos seus trabalhadores) continua, em Portugal, a utilizar as mais variadas técnicas de pressão e repressão, chantagem e exploração dos seus trabalhadores.

 

Esta cadeia da grande distribuição impõe cargas horárias de 10, 12, 14 e 16 horas diárias de trabalho aos seus trabalhadores, impedindo-os de usufruírem de descansos ou feriados.

 

Os trabalhadores são pressionados para reduzir as suas cargas horárias semanais e, por conseguinte, o salário também, e depois são obrigados a trabalhar as mesmas ou mais horas, mas desta vez sem qualquer remuneração. Aliás o esquema está de tal forma montado que um trabalhador, contratado inicialmente para fazer 40h semanais foi pressionado para reduzir para 30 ou 28 horas semanais, depois é obrigado a permanecer ao serviço para além do seu horário de trabalho, sem receber, e no fim ainda fica a dever horas ao patrão.

 

Para atingirem níveis de produtividade inalcançáveis nas lojas e armazéns com os recursos de que dispõe, o Lidl entra em cadeia de exploração inaceitável.

 

1º- Para atingir os níveis de produtividade o Lidl conclui que é necessário que o trabalhador reduza a sua carga horária para 22, 24, 26, 28 ou 30 horas semanais;

 

2º- Como o trabalhador sabe que a redução da carga horária significa, automaticamente, a redução do seu salário não aceita tal redução;

 

3º- A empresa elabora um mapa de horário de trabalho virtual, com 22, 24, 26, 28 ou 30 horas de trabalho. Como o trabalhador não aceitou reduzir a sua carga horária de 30, 32, 36 ou 40 horas, entra no esquema das horas negativas (ou horas de trabalho em divida ao patrão), que é a diferença entre a carga horária semanal contratual e a carga horária do horário virtual.

 

4º- Mas o trabalhador não cumpre com o horário virtual, cumpre isso sim, escalas diárias de trabalho de 10, 12, 14 e 16 horas, que somam 50 ou 60 horas semanais de trabalho, porque tem apenas horas para iniciar o trabalho e apenas sai quando o trabalho termina.

 

Em muitos locais de trabalho nem os dois dias de descanso semanal são respeitados, há trabalhadores a trabalhar mais de 11 dias consecutivos.

 

Os acidentes de trabalho e as baixas médicas avolumam-se em resultado de acidentes de trabalho e de esgotamentos associados a cargas de trabalho excessivas e ao transporte de pesos elevados.

 

Mais, o Lidl decidiu “examinar” chefes de loja, para lhes atribuir um carro, e, em vez disso, convida-os a se demitirem ou a solicitarem baixar a categoria profissional e o salário

 

Lidl convoca chefes de loja para se submeterem a exame (sem qualquer conhecimento das regras ou dos examinadores) e no próprio exame conclui existirem 3 resultados possíveis:

1º – Passam e recebem um carro de serviço

2º – Não passam, mas ficam um ano para corrigir lacunas (zona amarela)

3º – Não passam e a seguir são chamados ao Director de Zona e é-lhes apresentada uma de duas soluções – ou pedem a demissão e recebem uns tostões ou pedem para descer de categoria e salário.

 

Há distritos inteiros em que os resultados dos “exames” feitos pelo Director da Zona Centro, concluíram que todas as chefias de loja deveriam ser convidadas a sair ou a reduzir categoria profissional e salário. Ninguém sabe porquê.

O que sabem todos os trabalhadores é que ao longo deste tempo, os seus resultados foram tão bons que até mereceram e receberam parabéns por parte da Direcção da empresa, no entanto, ao mesmo tempo são fortemente vigiadas e convidadas a sair.

 

E sabem mais, sabem que das avaliações feitas em 2015, dos trabalhadores que ficaram na “zona amarela”, nenhum teve qualquer formação profissional para melhorar o desempenho.

 

A todas estas práticas, o Lidl soma o facto de dever milhares de euros aos seus trabalhadores porque, durante anos, calculou mal o valor do salário hora para efeito de pagamento do subsídio de domingo aos trabalhadores que trabalham nestes dias.

 

Exige-se o fim destas práticas inaceitáveis e a devida fiscalização destes atropelos que roubam a saúde aos trabalhadores e lesam a Segurança Social e o Fisco.  + informação Folha Sindical

A Direcção Nacional do CESP

Folha Sindical - LIDL ago16.pdf
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Pingo Doce / Jerónimo Martins aumenta salários mínimos nas lojas e armazéns da empresa

Os trabalhadores do Jerónimo Martins / Pingo Doce e Armazéns, entre várias outras reivindicações, vêm reclamando o aumento dos salários há já vários anos, exigindo que esta empresa que tem muitos milhões de lucros melhore as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores, sem os quais esses milhões de lucros não seriam possíveis.

Já este ano de 2016, os trabalhadores, através do seu Sindicato o CESP, entregaram à empresa um Caderno Reivindicativo em que apresentavam, entre outras reivindicações, uma proposta de tabela salarial que garantia o aumento dos salários a todos os trabalhadores.

O Pingo Doce / Jerónimo Martins mais uma vez não respondeu aos trabalhadores e ao CESP e, mesmo confrontado com duas convocatórias do Ministério do Trabalho/DGERT para reunir com o CESP, recusou reunir com o Sindicato para discutir as reivindicações e a resolução dos problemas sentidos pelos trabalhadores.

Os trabalhadores têm vindo a lutar em defesa das suas reivindicações! Fizeram uma concentração em Abril frente à sede da empresa em Lisboa e têm, desde então, vindo a realizar acções de protesto frente a lojas Pingo Doce em todo o país, bem como plenários nos armazéns da Jerónimo Martins.

Consciente do descontentamento dos trabalhadores, vem agora a empresa anunciar que aumenta o salário de entrada na empresa para 550€ nas lojas e 555€ nos armazéns.

É um primeiro passo, falta agora aumentar os salários de todos os outros trabalhadores da empresa!

Os trabalhadores do Pingo Doce / Jerónimo Martins vão continuar a lutar pelo aumento dos salários e subsídio de refeição para todos, valorização da carreira dos operadores de armazém, passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários, anulação do banco de horas, fim às pressões e assédio moral aos trabalhadores e à estrutura sindical, 25 dias de férias, condições de trabalho dignas nomeadamente na área da saúde e segurança no trabalho e cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho e da lei em muitas matérias de que se destaca a desregulação dos horários de trabalho e a protecção da maternidade e paternidade, entre outras.

A LOJA JUMBO DE ALMADA NÃO RESPEITA OS SEUS TRABALHADORES E VIOLA A REGULAMENTAÇÃO CONTRATUAL SOBRE ORGANIZAÇÃO E DURAÇÃO DOS HORÁRIOS DE TRABALHO

Após meses e meses de diálogo com a Direcção da Loja, esta continua a não cumprir a regulamentação prevista no Contrato Colectivo de Trabalho sobre a organização e duração dos horários e o descanso semanal e a não tratar os trabalhadores com o respeito
que merecem.


O Jumbo de Almada não trata de forma igual todos os trabalhadores e, com muitos, insiste em não cumprir a Cláusula 10ª alínea c) e a Cláusula 11ª nº5 do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT).


Nestas Cláusulas está definido que os dias de descanso semanal terão que ser gozados em dias completos e, preferencialmente, consecutivos e que a mudança de escala de horário só poderá efetuar-se após o período de descanso semanal, para permitir uma adaptação menos custosa, do ponto de vista da saúde, à mudança. + informação   Folha sindical

Folheto Jumbo Almada.pdf
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Ficou concluído no passado dia 16 de Junho de 2016 o processo de revisão do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) para as Empresas da Grande Distribuição

O acordo, posivo, revê os salários para os trabalhadores do sector e obriga à sua aplicação com efeitos a 1 de Janeiro de 2016, de acordo com a tabela no verso.

 

Mais, as partes assumiram o compromisso de iniciar novo processo negocial já em 15 de Setembro de 2016, no âmbito do qual conferirão prioridade à revisão das categoriais profissionais dos operadores de armazém, motivo acrescido para todos os trabalhadores das logísticas das empresas de distribuição prosseguirem a luta pela equiparação da carreira profissional dos operadores de armazém à carreira profissional dos operadores de supermercado. + informação

Folha Sindical G. Distribuição-Junho2016
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PLURICOOP declarada insolvente no passado dia 20 de Junho 2016 pela Secção do Comércio - J2 da Comarca de Setúbal - Trabalhadores vão reclamar os créditos

A Secção de Comércio - J2, da Comarca de Setúbal, em 20 de Junho de 2016,  publicou no Citius, um Edital informando que no Processo 4029/16.9.T8, STB, foi  declarada a Insolvência da Pluricoop, nomeado o Administrador de Insolvência:  Nuno Miguel Nascimento Lemos, fixado em 30 dias o prazo para reclamação de  créditos e convocada uma Assembleia de Credores para 19 de Setembro de 2016, pelas 10,30 horas na Secção Comércio da Comarca de Setúbal, em  Setúbal.
Face a estas decisões do Tribunal, os trabalhadores da Pluricoop têm de reclamar, de novo, os seus créditos até 19 de Julho.

O Cesp vai informar e organizar, neste curto período de tempo, o processo  complexo para a nova reclamação dos créditos, em reuniões de trabalhadores  que aqui se convocam.
Os trabalhadores da Pluricoop têm de colaborar no processo para se conseguir,  este curto espaço de tempo, calcular e organizar de novo o processo de  reclamação dos créditos de todos. + informação

Folha Sindical Pluricoop.pdf
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É vergonhoso que o Grupo Jerónimo Martins nada faça para acabar com a discriminação dos operadores de armazém relativamente aos restantes trabalhadores

Além de não responder às reivindicações dos trabalhadores da empresa constantes do Caderno Reivindicativo entregue à empresa Pingo Doce/Jerónimo Martins em Março, recusa reunir com o CESP.

 

Mesmo convocada duas vezes pelo Ministério do Trabalho/DGERT, a empresa recusa reunir com o CESP, preferindo arriscar pagar uma coima por contraordenação grave a discutir a satisfação das justas reivindicações dos trabalhadores.

 

No Caderno Reivindicativo para 2016 os trabalhadores do Pingo Doce / Jerónimo Martins exigem:

 

- O aumento dos salários e subsídio de alimentação,

- A valorização da carreira de Operador de Armazém com a sua equiparação à carreira dos operadores de supermercado, com os mesmos níveis salariais.

- Assim, propõe-se que a carreira de operador de armazém tenha o Operador de Armazém de 2ª, de 1ª, Especializado e Principal. + informação

Folha sindical Logísticas JMR.pdf
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Trabalhadores da logística da Sonae na Maia realizaram um plenário para debater condições de trabalho

Os trabalhadores da logística da Sonae na Maia realizaram no dia 19 de Maio um plenário para debater as suas condições de trabalho, tendo feito a análise da última reunião com a empresa. Foi dada informação sobre as reuniões que existiram com os vários grupos parlamentares, sobre a situação actual da negociação do contrato colectivo e as decisões decorrentes da reunião das comissões sindicais das logísticas da Azambuja e Maia.

 

Salientou-se a importância da continuação da luta por aumentos salariais e a equiparação as carreiras profissionais dos operadores de loja, entre outros assuntos que afectam os trabalhadores

GRUPO ESPANHOL DIA% DETENTOR DAS LOJAS MINIPREÇO RETALIA ILEGALMENTE OS TRABALHADORES QUE ADERIRAM À GREVE NO DIA 1º MAIO COM TRANSFERÊNCIA COMPULSIVA DE LOJA

O CESP- Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, após discussão e consulta aos trabalhadores do Dia/Minipreço, decretou GREVE (dia 1º de Maio-lojas e dia 2 de Maio -Armazém de Torres Novas), para todos os trabalhadores que entendessem aderir à luta que pretendia por um lado, salvaguardar o respeito pelo Dia Internacional do Trabalhador e por outro, lutar contra a actual situação de verdadeiro terrorismo psicológico, discriminações salariais, perseguições e faltas de respeito perpetrados por vários quadros da empresa a nível nacional.

 

Tendo-se verificado uma larga adesão dos trabalhadores, com mais de uma centena de lojas encerradas, a Direcção da empresa reincidiu no ataque a mais um direito dos trabalhadores, o direito à greve, e a confirmação da violação de direitos chegou na passada 6ª feira, com a entrega de comunicações de transferência de loja a vários trabalhadores da loja da Charneca da Caparica – Almada.

 

Os trabalhadores e o CESP vão demonstrar o seu repúdio e indignação promovendo uma concentração junto à loja da Charneca da Caparica, sita na Rua António Andrade, nº 1022, no próximo dia 18 de Maio, das 11H00 às 15H00.

Nota à imprensa.pdf
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Trabalhadores do Dia/Minipreço em luta!

O CESP - Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal e a Comissão Sindical, vêm desta forma dar conhecimento à opinião pública dos graves problemas que os trabalhadores do grupo Dia%/Minipreço estão a passar.

 

Terrorismo psicológico, perseguições e falta de respeito sobre os trabalhadores perpetrados por um Director de vendas e por um Coordenador.

 

Após vários ofícios enviados pela Comissão sindical à direcção do grupo Dia% em Portugal para pôr termo aos referidos comportamentos, continua tudo na mesma.

 

Grupo Dia% continua a discriminar os seus trabalhadores salarialmente só porque os trabalhadores tiveram a ousadia de ter filhos (direito Maternidade/paternidade), terem ficado doentes ou acidentados no trabalho, terem solicitado horários flexíveis por necessidades familiares entre outras razões, é gritante a diferença salarial dos trabalhadores nestas situações (alguns +100€ de diferença, tendo a mesma categoria profissional e fazendo o mesmo trabalho), e todos os outros trabalhadores.

 

Diz o Grupo Dia% ser detentor de um código de valores éticos...  Um dos quais é a de não haver qualquer tipo de descriminação... como diz o ditado popular: … “Á mulher de César não basta parecer tem mesmo de ser! ”

 

Os trabalhadores irão levar a cabo acções de denúncia pública:

 

Lisboa, 19 Abril:

- 11H30 às 13H30 Loja Rua Saraiva de Carvalho

- 15H00 ÀS 16H30 Loja Rua Carlos Mardel

 

Para tal, o CESP emitiu Pré aviso de greve para o dia 1 de Maio e às horas extraordinárias até dia 31 de Dezembro do ano em curso.

 

Pré aviso de greve Dia Minipreço 2016.p
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Pré aviso de greve Dia Minipreço Armazém
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A DESREGULAÇÃO E A PRECARIEDADE AUMENTARAM NO GRUPO MODELO CONTINENTE HIPERMERCADOS

A estrutura sindical da empresa reuniu recentemente para fazer o balanço dos problemas colocados numa reunião realizada em Novembro de 2015 com a DRH do Modelo Continente, Dr.ª Marta Azevedo e concluímos
que continua tudo praticamente na mesma.


O descontentamento é geral, a precariedade aumentou, em muitas situações a empresa só admite trabalhadores em regime de part-time e noutras situações admitem trabalhadores de empresas de trabalho temporário criando uma grande instabilidade.

 

O assédio moral continua, os horários de trabalho estão desregulados, os aumentos salariais praticamente não existem há vários anos para uma grande parte dos trabalhadores. + informação

Folha Sindical Sonae Distrib Abril 16.p
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É inadmissível a ausência de resposta do Pingo Doce às reivindicações dos trabalhadores

É inadmissível a ausência de resposta do Pingo Doce às reivindicações dos trabalhadores

 

Até agora o Pingo Doces “não se dignou” dar resposta ao Caderno Reivindicativo dos Trabalhadores para 2016 que foi enviado em 4 de Fevereiro com pedido de reunião!

 

O Comportamento desta empresa que se diz tão preocupada com os trabalhadores, é acompanhado pelas inúmeras violações do Contrato Colectivo de Trabalho e da Lei que os trabalhadores e o CESP têm denunciado, como acontece com a desregulação dos horários de trabalho, ausência de condições de saúde e segurança em muitas lojas, abuso e desrespeito pelos trabalhadores, ritmos de trabalho desumanos, pressão sobre os trabalhadores, etc, etc, + informação

Folha sindical Pingo Doce - Abril 16.pdf
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EL CORTE INGLÉS COMEÇA FINALMENTE A IMPLEMENTAR AS ESCALAS DE MÁXIMO DE 5 EM VEZ DE 6 DIAS SEGUIDOS DE TRABALHO, MAS COM MUITA RELUTÂNCIA E DISCRIMINAÇÃO!

A luta dos trabalhadores do El Corte Inglés contra a imposição dos 6 dias seguidos de trabalho começa a dar resultados.


A empresa finalmente começou a alterar a rotatividade das folgas e a pôr em prática a NOSSA proposta (da Comissão Sindical do CESP) de rotatividade de folgas, com o máximo de 5 dias de trabalho seguidos e acabando com os 6 dias de trabalho desumanos.


Mas como há incompetência, falta de consideração e de respeito pela saúde, vida pessoal e familiar dos trabalhadores, algumas hierarquias continuam a aplicar as escalas de 6 dias (restauração, serviço de apoio ao cliente e manutenção) e outras avançam para escalas diárias (hora de entrada e saída diferente todos os dias) o que torna a vida dos trabalhadores num verdadeiro inferno e prejudica gravemente a sua saúde e estabilidade familiar. + informação

Folha Sindical-março16 ECI.pdf
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Trabalhadores da Alisuper em luta

Em luta pelos postos de trabalho e pelos seus direitos, os trabalhadores da Alisuper (N&F, Grupo Nogueira) realizam no dia 10 de Março uma concentração frente à Loja da Alisuper em Silves. (Notícia/vídeo em http://www.rtp.pt/play/p470/e227691/portugal-em-direto [ao minuto 18h32])

Depois dos credores terem chumbado o plano de reestruturação (PER) dos ex-Alisuper (Grupo N&F - Distribuição Alimentar, S.A.), a cadeia de supermercados enfrenta novamente uma insolvência, na qual os trabalhadores terão de reclamar os seus créditos junto do Administrador de Insolvência, até ao próximo dia 29 de Março). + informação

Informação ALISUPER março 16.pdf
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Makro/Grupo Metro obriga trabalhadores a aceitar cartão refeição e com isso descapitaliza a Segurança Social

Nenhum trabalhador é obrigado a aceitar o cartão refeição.

 

A Makro quer alterar a forma de pagamento do subsídio de refeição aos seus trabalhadores para com isso reduzir os seus custos com as contribuições para a Segurança Social.

 

A empresa andou nos locias de trabalho a assediar os trabalhadores. Servindo-se das costumadas ameaças veladas, deixou clara a ideia da sua vontade: "ou aceitas o cartão, ou deixas de receber o subsídio de refeição", num claro desrespeito pelas regras e direitos dos trabalhadores, esquecendo-se da sua responsabilidade social.

 

Sabemos todos que, se o subsídio de refeição for pago e constar do recibo de vencimento será tributado (Segurança Social), ao passo que se for atravéz de cartão, não o será, beneficiando assim a empresa com a redução dos seus custos penalizando a Segurança social que é de todos os trabalhadores.

Mais informação

Folha sindical Trab. Makro.pdf
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