21 e 22 de Maio foi um dia de Unidade e Luta dos trabalhadores da DIA/Minipreço!

 

Nos dias 21 e 22 de Maio, os trabalhadores dos armazéns demonstraram muita coragem na adesão à greve decretada pelo CESP, dando um sinal claro do seu descontentamento perante a proposta de tabela salarial apresentada pela empresa.

 

Uma proposta que não valoriza todo o desempenho e profissionalismo de todos os trabalhadores, que não valoriza as carreiras e os anos de serviço!

 

O balanço é de que foi uma grande luta nacional, em que os trabalhadores dos 3 armazéns, operadores e administrativos, numa acção de solidariedade e coragem sem precedentes nesta empresa, estiveram em piquete e aderiram em massa à greve, em todos os turnos!

 

Uma luta que demonstrou claramente a disponibilidade dos trabalhadores para continuar a lutar até que a sua dignidade seja restaurada!

 

Como resultado imediato desta luta, estivemos no dia 25 de Maio reunidos com a direcção da empresa a exigir aumentos dignos e a exigir a retirada dos injustos e infundados processos disciplinares dirigidos aos trabalhadores!

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CESP reuniu com a Rádio Popular para apresentar reivindicações dos  trabalhadores e resolver problemas existentes

 

Na reunião a 7 de Maio, o CESP apresentou à empresa as reivindicações dos trabalhadores:

 

  • Subsídio de alimentação para TODOS no valor de 5,50€;
  • Aumento do valor do prémio de loja;
  • Objectivos nas megas com menos subfamílias (está demasiado partido);
  • Pagamento adicional aos trabalhadores que executam tarefas de apoio EGL.

 

Vale a Pena Lutar

 

Na reunião a empresa assumiu o compromisso de regularizar os valores em falta aos trabalhadores das lojas do distrito do Porto, Vila Real e Bragança, devidos pelo trabalho prestado aos domingos e feriados. Os valores serão pagos em 4 tranches, nos meses de Maio, Julho, Setembro e Outubro.

 

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Trabalhadores da Rádio Popular dizem basta!

 

Num ano particularmente difícil, e onde desde o início da pandemia os trabalhadores da Rádio Popular nunca pararam, estiveram sempre no activo e disseram “presente” independentemente das dificuldades, todo este esforço apenas valeu para se verem confrontados com várias crueldades por parte da empresa.

 

Os trabalhadores da Rádio Popular não podem pagar a factura da pandemia, como se fossem culpados pela sua existência e pelas decisões tomadas pelo Governo para a mitigar.

 

É hora de dizer basta!

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3 de Abril foi um dia de Unidade e Luta dos trabalhadores da DIA/Minipreço em todo o país!

 

Numa significativa manifestação de insatisfação com o comportamento da empresa Dia Portugal, que insiste em não dignificar os rendimentos e as condições de trabalho nas lojas e armazéns, muitas centenas de trabalhadores estiveram em greve por todo o país!

 

Os trabalhadores mostraram-se disponíveis para a luta por uma vida digna, e aderiram à greve marcada pelo CESP.

 

Foram muitas lojas que estiveram encerradas, e muitas outras que sofreram transtorno no horário de funcionamento!

 

2021 será um ano em que não iremos abrandar a luta pela dignidade na Dia Portugal, até que haja um claro aumento dos rendimentos dos trabalhadores e uma melhoria significativa nas condições de trabalho, dos horários dignos às condições de segurança e saúde sanitária nas lojas e armazéns, pelo fim da precariedade e do “terror” das terceirizações!

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Mais uma vez, o El Corte Inglés, negligenciou as preferências e as necessidades dos seus trabalhadores, desta vez, no que diz respeito à MARCAÇÃO DE FÉRIAS.

 

Surgiu com um “Quadro de Férias Ano 2021”, onde, contrariando o Art.º 241, do Código do Trabalho, impôs vários períodos de férias, com datas de início e fim pré-definidas, repartidas por períodos de 10 e 12 dias, eliminando alguns dias pontuais e anulando o período de 16/06/2021 a 04/07/2021.

 

O período de férias tem que ser marcado por acordo entre o empregador e o trabalhador. Tal não aconteceu!

 

Não vamos ficar parados e calados perante injustiças e incumprimentos da Lei!

 

Demos seguimento a esta situação, pedindo a intervenção da ACT – Autoridade para as Condições do Trabalho.

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LIDL: Os direitos dos trabalhadores não estão em confinamento!

 

O CESP (Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal) soube que o LIDL anda a comunicar, através de portal interno, para que os chefes de loja exijam às trabalhadoras em período de amamentação após um ano de vida do bebé, um atestado médico mensal a justificar esse facto, caso contrário serão marcadas faltas injustificadas.

 

O CESP já enviou ofício à empresa a comunicar que não faz qualquer sentido esta postura, e que a ameaça de que serão marcadas faltas injustificadas deve terminar de imediato.

 

Se esta situação não ficar resolvida, teremos que tomar medidas junto da ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho) e da CITE (Comissão para Igualdade no Trabalho e no Emprego).

 

Se a situação persistir, os trabalhadores devem contactar o CESP.

 

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Na DIA Portugal o trabalho é essencial, mas o salário é o mínimo!

 

Sabias que a Dia Portugal continuou a ser a referência no sector das lojas de proximidade em Portugal e que apresentou uma subida nas vendas de 7,6% em 2020, apesar da pandemia?

 

A Dia Portugal recompensa o trabalho, a dedicação e o esforço dos trabalhadores com salários de miséria, discriminação salarial e com desrespeito pelas suas estruturas representativas, pelas suas reivindicações, aspirações e anseios!

 

Não aceitamos esta posição e, mais do que nunca, exigimos aumentos salariais dignos, que valorizem as profissões e as carreiras dos trabalhadores!

 

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AUCHAN CONTINUA A REJEITAR REUNIR COM OS REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES

 

O Grupo Auchan no ano de 2020, mesmo em contexto de pandemia teve um crescimento de lucros, mas os trabalhadores considerados “essenciais” e que contribuíram para o sucesso da empresa, continuam a receber salários baixos. O aumento das vendas online devido ao contexto social que a pandemia provocou, aumentou exponencialmente as vendas e por consequência os lucros do Grupo. 

 

O Grupo Auchan tem todas as condições financeiras para melhorar as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores ao seu serviço, corrigir as injustiças nas carreiras profissionais, e acabar com os horários desregulados e desumanos nos locais de trabalho.

 

A empresa decidiu, recentemente, alterar a forma de processar os descontos de faltas, penalizando, mais uma vez, os trabalhadores. 

 

Ao descontar 8h em vez de 1 dia, a empresa desconta assim 1,36 do dia. Ou seja, considerando um salário de 690€, em situação de 1 dia de falta a empresa passou a descontar 31,85€ em vez dos 23€ que descontava até aqui. Medida que não aceitamos, não compreendemos e penaliza os trabalhadores. 

 

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CESP reuniu com a DRH para a regularização das situações que afectam os Trabalhadores do Armazém DIA em Vialonga

 

Efectuou-se, no passado dia 11 de Fevereiro, uma reunião com os representantes da Dia Portugal. O CESP solicitou resposta às questões avançadas em Ofício enviado à empresa, designadamente em matéria de Segurança Saúde no Trabalho.

Conclusões da reunião
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Intermarché da Malveira não respeita os direitos dos trabalhadores

 

As vendas das cadeias de distribuição alimentar nestes dias tiveram subidas de vendas nas ordens dos 350%, há trabalhadores a permanecer nos seus locais de trabalho mais de 8h diárias, demasiado tempo expostos ao risco de contágio.

 

Não aceitaremos que as empresas usem a chantagem sobre os trabalhadores para aumentar ainda mais as cargas horárias, retirar dias de descanso.

 

O CESP continuará a funcionar diariamente para assegurar todo o apoio aos trabalhadores do sector na resolução de conflitos ou dúvidas.

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A larga maioria dos trabalhadores da FNAC vai ser aumentada para o Salário Mínimo Nacional

 

Depois de ser anunciado o Salário Mínimo Nacional para 2021, o CESP pediu uma reunião com os recursos humanos da FNAC para se falar do caderno reivindicativo dos trabalhadores da empresa.

 

Entre vários assuntos, pedia-se um justo aumento de ordenado para todos os trabalhadores, visto que em 2020 não houve nenhuma actualização dos seus salários, tirando os trabalhadores que já anteriormente ganhavam o ordenado mínimo.

 

Em 2020, os trabalhadores que tinham 6 anos de casa ficaram a receber o salário mínimo.

 

Este ano o problema alastra-se para os que estão a trabalhar há mais de 8 anos.

 

A estrutura sindical vai avançar com plenários em todas as lojas e armazéns no território nacional, para os trabalhadores decidirem as formas de luta contra esta injustiça.

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Minipreço enfia o barrete aos Trabalhadores!

Todos à GREVE dia 31 de Dezembro!

 

A DIA Portugal rejeitou discutir as reivindicações dos trabalhadores, chantageando que só estaria disponível se o CESP suspendesse o pré-aviso de greve dos trabalhadores dos armazéns de Valongo.

 

A acção de luta em Valongo está em marcha porque os trabalhadores daquele armazém o decidiram, tendo em conta que as suas reivindicações em matérias de rendimentos e condições de trabalho nunca tiveram uma resposta da parte da empresa.

 

Reafirmamos a nossa disponibilidade para dialogar com a DIA Portugal, sem que isso seja um entrave à luta reivindicativa. Na mesa de negociação ou no local de trabalho, não nos demitimos do nosso papel de dinamizar a luta por melhores salários, por horários dignos, por mais e melhores condições de trabalho nas lojas, armazéns e escritórios.

 

Dia 26 de Dezembro, Greve dos Trabalhadores do Armazém de Valongo

Dia 31 de Dezembro, Greve de todos os Trabalhadores DIA Portugal

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Pré-aviso de Greve 31 de Dezembro
Pré-Aviso Greve Dia Portugal Supermercad
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Caderno Reivindicativo 2021 dos Trabalhadores da SONAE

 

A 19 de Novembro realizou-se a 1ª reunião com a empresa para discussão do Caderno Reivindicativo para 2021.

 

Com ou sem pandemia, a história é a mesma.

 

Continuam os baixos salários, continua a precariedade, a desregulação dos horários, a discriminação entre trabalhadores e a repressão nos armazéns e nas lojas.

 

É urgente reverter este caminho. Só é possível a mudança com a unidade dos trabalhadores, integrados no seu sindicato de classe, o CESP.

Caderno Reivindicativo
Caderno Reivindicativo Grupo Sonae 2021.
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Comunicado aos Trabalhadores
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Caderno Reivindicativo El Corte Inglés para 2021

 

Tendo em conta este novo contexto que se tem vivido no nosso país, e no mundo, devido à pandemia do COVID-19, tem sido exigido um grande esforço aos trabalhadores.

 

Como tal, é ainda mais legítimo que estes mesmos trabalhadores, muitos deles já com um sentimento de injustiça muito antes desta nova realidade, considerem ser valorizados.

 

É neste enquadramento que, como acontece todos os anos, vai ser entregue à Administração do El Corte Inglês, o Caderno Reivindicativo para o ano 2021, para que seja discutido com os representantes dos trabalhadores, o CESP.

Caderno Reivindicativo
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Caderno Reivindicativo dos trabalhadores da Pingo Doce/Jerónimo Martins para 2021

 

Considerando a clara estagnação salarial e a desvalorização profissional e salarial, sentida pelos trabalhadores com mais anos de antiguidade no Pingo Doce/Jerónimo Martins, os trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins, reivindicam para o ano de 2021:

 

1) Aumento salarial de 90€ (3€/dia) para todos os trabalhadores sem discriminações, fazendo caminho para que o salário mais baixo na empresa atinja os 850€ a curto prazo;

 

2) Aumento do subsídio de alimentação em 1€/dia para todos os trabalhadores;

 

3) Respeito pelo direito à conciliação entre a vida profissional e a vida pessoal e familiar, cumprindo as regras para a organização dos horários de trabalho, nomeadamente:

  • Fim da desregulação e das alterações diárias aos horários;
  • Fim imediato do Banco de Horas Grupal;
  • Encerramento ao Domingo e Feriados;
Comunicado aos Trabalhadores
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AUCHAN REJEITA REUNIR COM OS REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES

 

O Grupo Auchan este ano, mesmo em contexto de pandemia teve um crescimento de lucros, crescimento esse garantido pelos trabalhadores, que mesmo sobre enorme pressão, contribuíram para o sucesso da empresa. O açambarcamento e o aumento das vendas online devido ao contexto social que a pandemia provocou, aumentou exponencialmente as vendas e por consequência os lucros do Grupo.

 

O Grupo Auchan tem todas as condições financeiras para melhorar as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores ao seu serviço, trabalhadores agora considerados essenciais para o País, mas que se mantêm com baixos salários, com discriminações salariais e injustiças nas carreiras profissionais, com ritmos desumanos nos locais de trabalho.

Caderno Reivindicativo
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Caderno Reivindicativo para 2021 dos trabalhadores da empresa DIA Portugal

 

Este Caderno Reivindicativo reflecte acima de tudo duas coisas:

 

A primeira é a urgente e fundamental necessidade de aumentar os rendimentos dos trabalhadores, valorizar as carreiras e as profissões.

 

A segunda é a postura que a empresa tem assumido perante as necessidades e aspirações dos trabalhadores: nenhuma!

 

É inaceitável que a DIA Portugal continue a virar as costas aos trabalhadores e aos seus representantes, ignorando as dificuldades e desrespeitando quem no seu dia a dia contribui efectivamente para os lucros e crescimento da empresa.

 

Está mais que na hora de inverter esta política de degradação das condições de trabalho! 

Caderno Reivindicativo
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Lidl insiste na prática de “dar um chouriço em troca do porco!”

 

Mais uma vez, a Lidl muda as regras a meio do jogo, ao anunciar a criação de um novo escalão e um aumento salarial, mas só às chefias de loja e trabalhadores no último escalão.

 

Valorizamos todos os trabalhadores unidos na luta, que nunca baixaram os braços e só assim foi possível conseguir que a Lidl comunicasse este aumento salarial, embora aplicado de maneira discriminatória. É insuficiente e fica aquém do reivindicado pelos trabalhadores, que reivindicam 3€/dia, 90€/mês para TODOS OS TRABALHADORES Lidl.

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Todos os Trabalhadores dos Entrepostos do LIDL à Greve de 1 hora por dia, das 14h00 às 15h00

26 de Outubro a 1 de Novembro

 

Em luta pelo:

 

  • Aumento dos salários de todos os trabalhadores
  • Subsídio de frio para quem trabalha em temperaturas refrigeradas
  • Aumento das cargas horárias semanais para 32h mínimo
  • A negociação do caderno reivindicativo
  • A resolução dos problemas colectivos dos trabalhadores do Lidl
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FNAC: Não pago as contas, a casa e a comida com o banco de horas!

 

A Fnac paga o salário mínimo nacional aos trabalhadores até 8 anos de trabalho e 650€ para quem está há mais de 8 anos na empresa, e muitos dos trabalhadores não são aumentados há vários anos!

 

Com o banco de horas a Fnac pode obrigar-te a trabalhar mais duas horas por dia. O trabalhador vai ficar 12 horas afastado da família pelo mesmo salário!

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Folha Sindical Fnac 2020 09 - Banco de
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DIZ NÃO AO TRABALHO DE BORLA!

DIZ NÃO AO BANCO DE HORAS!

TRABALHADORES DA SONAE, 21 A 27 DE SETEMBRO, VOTA NÃO!

 

A SONAE pretende aplicar o Banco de Horas Grupal através da realização de um referendo de 21 a 27 de Setembro.

 

Neste contexto, a empresa iniciou uma vasta campanha de desinformação que visa apenas enganar os trabalhadores e levá-los a votar sim no referendo para a aplicação do banco de horas grupal.

 

Informa-te junto do teu sindicato sobre o banco de horas e as implicações que terá na tua vida familiar e pessoal!

 

NÃO TE DEIXES MANIPULAR!

SINDICALIZA-TE!

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Golpada na Pingo Doce/Jerónimo Martins

 

Os trabalhadores sabem, assim como o CESP, que todo o processo para o referendo do banco de horas grupal não foi transparente, não foi correcto e que o objectivo da empresa é ter os trabalhadores a trabalhar mais horas a custo ZERO.

 

O sindicato, conforme já tinha informado, irá avançar com a impugnação do processo, em tribunal. Mas é preciso mais! é fundamental que nos locais de trabalho os trabalhadores mostrem o seu descontentamento, que não aceitam vender o seu tempo, o tempo pessoal, da família e de lazer!

 

Iremos vencer esta luta, sabendo que muitas outras virão. E todos os trabalhadores podem contar com o CESP, e o CESP conta com todos vocês na luta por melhores condições de trabalho e de vida!

 

Viva a luta dos trabalhadores!

O CESP (Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal) aproveita em primeiro lugar para saudar todos os trabalhadores da empresa DIA Portugal, pela sua firmeza e dedicação às populações num difícil momento em que se mantiveram nos seus locais de trabalho, garantindo um serviço essencial à sociedade.

 

É, mais do que nunca, tempo de valorizar o trabalho e os trabalhadores da DIA Portugal e de todo o sector da grande distribuição!

 

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Aos trabalhadores da Jerónimo Martins:

Diz NÃO ao Banco de Horas

 

Entre 16 de Julho e 3 de Agosto decorrem as votações do referendo para a instituição do Banco de Horas Grupal no Pingo Doce (lojas, cozinhas centrais e fábrica de massa fresca) e na Jerónimo Martins.

 

O banco de horas é mais uma forma da empresa dispor do teu tempo e da tua vida (pessoal e familiar) conforme lhe interessa, sem que tenhas direito a gerir o teu tempo, a programar e organizar a tua vida e sem conseguires conciliar a vida profissional com a vida pessoal e familiar.

 

Aceitar o banco de horas é aceitar que o patrão dispõe do teu tempo em função das suas vendas, dos seus lucros e dos seus interesses.

 

Após período de confinamento trabalhadores regressam ao trabalho ao ritmo e nas condições pretendidas pela FNAC

 

Os cortes salariais tiveram impactos muito negativos nos rendimentos dos trabalhadores.

 

Períodos de férias não gozados devido ao Lay-off têm de ser remarcados.

 

Os trabalhadores e o CESP denunciam que, neste período mais de 20% dos trabalhadores da FNAC foram despedidos (no período experimental e por caducidade dos contratos a termo) estando os trabalhadores neste momento com sobrecargas excessivas de trabalho.

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O CESP tomou conhecimento que em diversas lojas Pingo Doce do Distrito de Lisboa se está a verificar um grande aumento no número de trabalhadores infectados com COVID-19.

 

Os trabalhadores, face às situações relatadas que se agravam, e ao número crescente de trabalhadores infectados nos diferentes locais de trabalho da empresa, exigem que o plano de contingência seja revisto para implementação em todas as lojas e armazéns.

 

O CESP, uma vez mais, mostrou toda a disponibilidade para reunir com a empresa no sentido de agilizar estes processos de alteração aos planos de contingência e à tomada de medidas concretas.

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Os Trabalhadores da FNAC não aceitam imposição do gozo de férias

 

O Grupo FNAC emitiu um comunicado interno no qual pretende:

 

  • Marcar pelo menos 3 períodos de férias;
  • Obrigar à marcação e gozo de 10 dias úteis de férias até ao dia 3 Julho;
  • Que períodos com mais de 10 dias úteis de férias careçam de autorização escrita do Manager;
  • Impedir o gozo de férias no período de 15 de Novembro a 24 de Dezembro, nas Lojas.


Nas lojas do Algarve, Aeroporto, Viseu, Vila Real, Aveiro e Viana do Castelo, impedir a marcação de férias no mês de Agosto.

 

Tal pretensão é inaceitável, pois a mesma nada mais é do que uma imposição unilateral do direito ás férias por parte dos trabalhadores.


Apesar de estarmos num estado de calamidade, os direitos dos trabalhadores não estão suspensos!


O CESP já enviou oficio a denunciar esta imposição e a exigir a sua revogação.

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Pingo Doce/Jerónimo Martins Usa e Abusa do Banco de Horas e retira 1 dia de descanso semanal aos seus trabalhadores


Os trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins veem-se confrontados com a insuficiência de medidas de prevenção do contágio, nomeadamente, a falta de garantia de desinfecção dos espaços, bem como a garantia da limitação da entrada e aglomeração de clientes nas lojas, à semelhança de todos os trabalhadores da distribuição que diariamente assumem os seus postos de trabalho para garantir à população o acesso a produtos alimentares, considerados essenciais em momento de pandemia.


Os trabalhadores nos seus locais de trabalho devem continuar a defender o direito, em cada semana, a dois dias de descanso, que devem ser gozados juntos para possibilitar a recuperação efectiva do trabalhador.

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Prémio de 20% anunciado pelo Grupo Sonae foi truque


Foi recentemente veiculado numa campanha de comunicação interna e publicitado na comunicação social, que os trabalhadores do Grupo SONAE que estão na linha da frente nos locais de trabalho durante a pandemia iriam receber um prémio de 20% do seu salário.

 

Contudo, tal informação não corresponde inteiramente à verdade.


O que deveria ser uma justa recompensação pelo esforço dos trabalhadores, não é mais que uma campanha de branding, de divisão dos trabalhadores e de pressão para que estes abdiquem dos seus direitos.


O CESP reitera a sua posição de defesa do aumento dos salários de todos os trabalhadores e repudia esta e todas as discriminações, e exige que a SONAE cumpra com o compromisso assumido perante os trabalhadores e o país.

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Os Trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins em quarentena e com filhos menores estão a ser obrigados a ir trabalhar no período da Páscoa

 

Está em causa o direito à organização do trabalho em condições socialmente dignificantes, de forma a facultar a realização pessoal e a permitir a conciliação da actividade profissional com a vida familiar.


E para além disso, o direito à prestação do trabalho em condições de higiene, segurança e saúde, o direito ao repouso e a um limite máximo da jornada de trabalho.


Continua a ser colocado em primeiro lugar a ganância do lucro e só muito depois a saúde e até a vida dos trabalhadores.

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FNAC avança com Lay-off a partir de 1 de Abril para 86% dos Trabalhadores


A empresa acumulou lucros ao longo de muitos anos, assente na imposição de baixos salários e desregulação das regras da prestação de trabalho.


Durante este período, nunca tiveram qualquer disponibilidade para os partilhar com os trabalhadores.

 

Sobre a marcação das férias de forma unilateral, relembramos que o único regime aplicável à marcação das férias é o disposto no artigo 241º do Código do Trabalho.


O CESP irá enviar um ofício à empresa, porque consideramos que esta apesar de cumprir com os critérios exigíveis pelo normativo legal aplicável a este regime excepcional de lay-off simplificado, não se encontra em situação de crise empresarial para recorrer a este apoio.


Também, para clarificar que na empresa o rendimento ilíquido dos trabalhadores é composto por uma parcela variável significativa, motivo pelo qual devem esclarecer todos os trabalhadores sobre a forma como pretendem efectuar o cálculo sobre o valor que lhes será pago no final de cada mês.


No regime simplificado de lay-off, a retribuição dos trabalhadores é reduzida para apenas dois terços da sua retribuição normal ilíquida.

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É dever do Pingo Doce/Jerónimo Martins o cumprimento das regras de segurança e saúde no trabalho nas lojas e armazéns


Saudamos todos os trabalhadores e suas famílias e manifestamos todo o apreço pelos que estão na linha da frente na prestação de serviços essenciais às populações.

 

Vivemos momentos difíceis e todos devemos ser parte da solução, pelo que reafirmamos que nenhum trabalhador deve de executar as suas funções se não estiver garantida a sua protecção.

 

Devemos exigir dos responsáveis do Pingo Doce/Jerónimo Martins, a distribuição dos produtos e equipamentos de protecção e a criação de condições para se manter a distância social.

 

Por isso, o CESP (Sindicato dos Trabalhadores do Comercio Escritórios e Serviços) exige à direcção do Pingo Doce/Jerónimo Martins o cumprimento da protecção e saúde dos trabalhadores e dos seus clientes.

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A Pingo Doce/Jerónimo Martins quer continuar a ter trabalho gratuito através do banco de horas


Os trabalhadores do Pingo Doce Jerónimo Martins estão a ser “chamados” para reunir com os recursos humanos para serem informados dos “benefícios de trabalhar à borla”.


O regime de banco de horas não é mais do que a empresa querer que os trabalhadores prestem trabalho de forma gratuita e com regras duvidosas, sem respeito pelos direitos dos trabalhadores e das suas famílias, procurando ter os mesmos a todo o tempo disponíveis para servir o patrão.

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DIA 29 DE FEVEREIRO DE 2020
DIA DE LUTA DOS TRABALHADORES DO LIDL

OS TRABALHADORES DO LIDL REALIZARAM ESTE MÊS DE FEVEREIRO PLENÁRIOS DE TRABALHADORES NAS LOJAS E ENTREPOSTOS.


COM A EXIGÊNCIA:

  • Aumento dos salários em 90€ para todos os trabalhadores;
  • Reposição dos 3 escalões remuneratórios a todos os trabalhadores e pagamento dos retroactivos aos trabalhadores penalizados com a criação de um quarto escalão;
  • Fim da pressão, repressão e perseguição aos trabalhadores;
  • Atribuição de subsídio de frio a todos os trabalhadores que trabalham em temperaturas controladas;
  • Preferência na ocupação de postos de trabalho a tempo inteiro ou aumentos de carga horária aos trabalhadores em part-time.

 

 

Comunicado
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Trabalhadores da FNAC exigem o aumento dos salários e a valorização das carreiras profissionais

 

O CESP e a Comissão Sindical enviaram à FNAC o Caderno Reivindicativo dos Trabalhadores para 2020 e a resposta obtida foi de não haver disponibilidade da FNAC para reunir e que os assuntos são os mesmos de 2019.


Efectivamente, no Caderno Reivindicativo há vários assuntos que voltam a ser colocados visto não ter havido resposta da empresa a importantes problemas, nomeadamente, aumentos salariais significativos e valorização das carreiras e qualificações adquiridas pelos trabalhadores ao longo de anos e anos de trabalho.

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Reivindicações dos trabalhadores da FNAC para 2020


Com a luta conseguimos em 2019 que a FNAC satisfizesse reivindicações e resolvesse um conjunto de problemas sentidos pelos trabalhadores.


Em 2020 é fundamental o aumento significativo dos salários de todos os trabalhadores, o cumprimento pela FNAC das normas legais e do Contrato Colectivo de Trabalho, bem como se exige a valorização dos trabalhadores, das suas carreiras e qualificações adquiridas e o fim da precariedade.

Caderno Reivindicativo
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SONAE CONTINUA A ADIAR A REUNIÃO PARA DISCUSSÃO DO CADERNO REIVINDICATIVO DOS TRABALHADORES


A Sonae/Continente, que preside à APED (Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição), e que se recusa a negociar a revisão do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT), com os seus lucros de muitos milhões de euros, pratica baixíssimos salários, ao nível do salário mínimo nacional, mesmo aos trabalhadores especializados com 10, 15, 20, 30 anos de trabalho na empresa.


Os trabalhadores do Grupo Sonae já deram a conhecer o seu Caderno Reivindicativo à administração da empresa, em relação ao qual deveria ter sido dada uma resposta no inicio de Dezembro.


Mais uma vez, a Sonae voltou a adiar a reunião, desta vez para o início do mês de Janeiro.

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Lidl não dá resposta satisfatória às exigências e necessidades dos Trabalhadores


O CESP, no passado dia 17 de Dezembro de 2019, reuniu com a Direcção de Recursos Humanos (DRH) do Lidl para (suposta) discussão do Caderno Reivindicativo dos trabalhadores Lidl para 2020.


Começa a ser já normal por parte do Lidl só aceitar reunir com o CESP depois de comunicar aos trabalhadores o que pretenderá implementar no próximo ano fiscal e com isto desvirtua a reunião, que não é de negociação mas sim de mera informação sobre as decisões tomadas pela administração.


Perante isto, os trabalhadores com o apoio do seu Sindicato de classe irão, em plenários e reuniões, decidir as formas de luta adequadas para exigir o aumento dos salários em 90€ para todos os trabalhadores.

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Em período de Natal, a melhor prenda para os trabalhadores da DIA Portugal é a certeza do seu futuro


Neste período, em que as empresas do sector multiplicam por todo o país as suas vendas e respectivos lucros, aos trabalhadores da DIA Portugal resta apenas a incerteza de não saber onde estarão daqui a um ano.


Esta situação não é aceitável e é urgente denunciar a postura de completo desprezo e insensibilidade da administração perante quem ainda gera lucros que lhes alimentam os salários milionários que têm recebido para levar a empresa à ruína!


É inaceitável o comportamento da Direcção de Recursos Humanos, que se recusa a reunir com a comissão sindical do CESP, ignorando assim as preocupações, aspirações e até contributos dos muitos trabalhadores que esta representa.


Os trabalhadores exigem ser ouvidos e respeitados!

Comunicado de Dezembro
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CADERNO REIVINDICATIVO DOS TRABALHADORES DO GRUPO AUCHAN 2020


A política salarial da empresa não respeita os princípios da igualdade, equidade e justiça e não valoriza quem, ao longo dos anos, tem dado o seu melhor em termos de dedicação e profissionalismo.


Há uma clara estagnação salarial e uma efectiva desvalorização dos trabalhadores com mais anos de trabalho.


O AUCHAN tem condições para melhorar as condições de vida e de trabalho dos seus  trabalhadores.

Comunicado
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Caderno Reivindicativo Auchan 2020 completo
Caderno Reivindicativo Auchan - 2020.pdf
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Os trabalhadores do Pingo Doce/Jerónimo Martins
Exigem melhores condições de vida e de trabalho

 

Com a luta conseguiram-se avanços (ainda que discriminatórios) nos salários e noutras matérias.

 

Vamos continuar a lutar para termos aumento real dos salários para todos e valorização das carreiras, qualificações e experiência profissional.


90€ (3€/DIA) PARA TODOS EM JANEIRO 2020


O aumento significativo dos salários e a valorização das carreiras e profissões são imperativos nacionais para que o país se desenvolva e haja efectiva valorização do trabalho e dos trabalhadores.


É possível e necessário, a empresa pode com os milhões de lucros que tem!

 

Proposta Caderno Reivindicativo
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CADERNO REIVINDICATIVO DOS TRABALHADORES DO GRUPO SONAE PARA 2020

 

Os trabalhadores reivindicam
para o ano de 2020:

  • Aumento dos salários em €90/mês (3€/dia) para todos os trabalhadores, garantindo a diferenciação salarial dos diferentes níveis e categorias e considerando a antiguidade sem discriminações, e o fim da tabela B (mais baixa, que se aplica em todos os distritos excepto Lisboa, Porto e Setúbal);
  • A promoção automática dos Operadores de Armazém até à categoria profissional de Operador Especializado, com categorias e carreiras equiparadas aos operadores de loja e a integração dos trabalhadores da Well’s na carreira de Técnico;
  • Aumento do subsídio de alimentação em 1€/dia;
  • Passagem a efectivos dos trabalhadores com vínculos precários a exercer funções de carácter permanente;
    Horários humanizados que permitam a conciliação da vida profissional, familiar e social;
    Entrega dos recibos em papel ou por Email aos trabalhadores que o solicitem.


Para além destas que são as principais reivindicações dos trabalhadores, existem outras propostas nos vários locais de trabalho que estão também no Caderno Reivindicativo já entregue à Empresa.


EXIGIMOS TAMBÉM:


35 Horas semanais para todos os trabalhadores
25 Dias úteis de férias
Encerramento aos domingos e feriados

+ Informações
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Caderno Reivindicativo SONAE 2020 completo
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Proposta Caderno Reivindicativo dos Trabalhadores da Dia Portugal para 2020

 

No final do ano de 2019, mantém-se a urgência em melhorar as condições de vida e de salário na Dia Portugal.


Após um período conturbado para todos na empresa, vive-se neste momento um ambiente de alguma recuperação da confiança dos trabalhadores e clientes em Portugal.


Uma recuperação que tem de se reflectir na melhoria das condições de vida e no aumento dos salários da maior fonte de riqueza da Dia Portugal: os seus trabalhadores.


É urgente alterar o estado de coisas!


Em 2020, continua a estar na mão dos trabalhadores, com a sua luta, a transformação para melhor das condições de salário, de vida e de trabalho nas lojas e armazéns da Dia Minipreço e Clarel.

Proposta Caderno Reivindicativo
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EL CORTE INGLÉS: É URGENTE, NECESSÁRIO E POSSÍVEL AUMENTAR OS SALÁRIOS!


No passado dia 11 de Junho, reunimos novamente com os Recursos Humanos da empresa, fazendo chegar vários assuntos que são as preocupações dos trabalhadores.


Entre eles existe a questão dos baixos salários, que muitos trabalhadores, com antiguidade na empresa, auferem, causando um enorme sentimento de injustiça, frustração e desvalorização, em relação aos salários dos novos colegas, recém-chegados à empresa, ainda sem conhecimentos sobre as suas funções nem sobre o produto.


Perante esta situação, foi-nos dito que foi feito um plano para os próximos 3 anos, com o objectivo de aumentar os salários mais baixos, com valores superiores a 1,5%, de forma a diminuir estas discrepâncias entre trabalhadores.


Brevemente iremos divulgar a proposta de Caderno Reivindicativo para 2020,
para tua aprovação!

+Informação
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A FERRAMENTA USADA PARA ASSEDIAR OS TRABALHADORES DO GRUPO SONAE TEM NOME – IOP

 

Entre o final do ano de 2017 e o inicio do ano de 2018, o sindicato teve conhecimento da existência de uma nova ferramenta de gestão de recursos humanos no grupo Sonae.

 

A Sonae afirmou em 2018 que a maioria dos seus trabalhadores conheciam e utilizavam regularmente o IOP, numa tentativa de ocultar aquilo que os trabalhadores denunciaram, a grande maioria desconhecia a existência do sistema e os que conheciam, desconheciam todas as suas funcionalidades, principalmente as mais perversas.

 

No final de 2018 o Sindicato já depois de reunido várias vezes com a Sonae para resolver as preocupações denunciadas pelos trabalhadores, elaborou um documento informativo contendo uma minuta de recusa de tal sistema, tendo também a empresa alterado alguns aspectos a nível de conteúdo do IOP.

 

Junta-te aos vários trabalhadores que já se opuseram. Preenche e entrega a declaração de recusa. Contacta o Sindicato!

+Informação
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Lucros do El Corte Inglés em Portugal sobem 36,7% para 24,6€ milhões mas os Trabalhadores continuam mal pagos!

 

Em 26 de Julho de 2018, era este o título de uma notícia no Jornal de Negócios, que dava a informação de que o El Corte Inglés, em Portugal, teria fechado o seu exercício fiscal de 28 de Fevereiro de 2018 com um lucro de 24,6 MILHÕES de euros, tendo tido vendas superiores a 479 milhões, batendo os recordes!


E a pergunta surge... não pode o El Corte Inglés aumentar os salários dos seus trabalhadores, que auferem um vencimento pouco acima do Salário Mínimo Nacional?

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A EULEN não respeita as leis, nem os seus trabalhadores!


A Eulen não respeita as leis, nem os seus trabalhadores, no que diz respeito aos horários, às categorias profissionais, às boas condições de trabalho, tanto do ponto de vista físico como moral, à prevenção de riscos e doenças profissionais, tendo em conta a protecção da segurança e saúde do trabalhador.


Ganha acção em Tribunal Judicial da Comarca de Castelo Branco:

  • A EULEN TEVE QUE DEVOLVER ÀS TRÊS TRABALHADORAS: 3812,86 EUROS!
  • Tem de ser pago o trabalho nocturno com um acréscimo de 30% além do trabalho normal (entre as 20h e as 07h);
  • Tem de ser pago o subsídio de feriado ou o trabalho em dia de folga, com um acréscimo de 100% da retribuição pelo trabalho prestado nesse dia e mais um dia de descanso nos três dias seguintes;
  • Têm de ser pagas as Diuturnidades;
  • Têm de ser pagos os Domingos trabalhados;
  • Tem de ser pago o Complemento do subsídio e subvenção de doença.
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GREVE DE 24 HORAS - 18 DE JUNHO
ACÇÃO ÀS 14H30 NA SEDE DA DIA MINIPREÇO


Lutamos pela dignidade e pela melhoria das condições de trabalho

 

A meio de 2019, continuamos com baixos salários, horários desregulados, insegurança, repressão e desrespeito por parte da Direcção da empresa.
Os sucessivos encerramentos e terceirizações de lojas que, desde 2017, provocaram a saída de mais de mil trabalhadores da empresa (despedimento colectivo ilegal), os rumores de insolvência e consequente receio dos trabalhadores com o seu despedimento, o contínuo degradar da situação financeira e da imagem da empresa têm tido consequências desastrosas na estabilidade dos trabalhadores e suas famílias.


O CESP exige uma negociação séria, que dignifique a vida de quem trabalha no sector e na Dia Portugal!


Por tudo isto, e também pelo contínuo marcar e desmarcar de reuniões com o CESP, numa clara falta de respeito pelos trabalhadores e o seu sindicato, e integrando a grande jornada de luta nacional no sector que está a ser desenvolvida nas empresas de distribuição, todos nós temos muitas razões para avançar para um dia de luta nacional no dia 18 de Junho, com greve e acção na sede da empresa.

 

O CESP requereu reunião com a empresa para dia 18 de Junho às 14h30!

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Aos trabalhadores do Pingo Doce do Distrito de Braga

 

Greve 1 de Junho de 2019


Concentração às 9h00 junto ao Pingo Doce BragaParque - Edifício Verde

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Folha sindical Pingo Doce - J Martins _M
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MAIO - MÊS DE LUTA DOS TRABALHADORES DO GRUPO AUCHAN


O Secretariado Nacional do Grupo Auchan reuniu e decidiu emitir pré-aviso de greve para o dia 1 de Maio e que, caso a empresa não responda positivamente às reivindicações dos trabalhadores, no mês de Maio levará a cabo acções à porta de várias lojas do Grupo Auchan em todo o país.

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Tel: 222 074 200

Fax: 222 037 674

Folheto
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